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24 julho 2013

A bola da vez é o condomínio residencial

Segurança na moradia. É este o motivo que faz com que o segmento de condomínios residenciais cresça nas principais cidades do Estado de São Paulo. No território estadual o aumento foi de 27% no ano passado. Enquanto em Sorocaba, interior do Estado, o acréscimo nas vendas de imóveis em áreas fechadas foi de 70%, em um ano a procura aumentou em Jundiaí e alcançou o índice de 60%.

O Sindicato da Habitação (Secovi), responsável pela pesquisa de mercado, mostra outro perfil do comprador de imóveis. A busca por unidades de dois dormitórios, por exemplo, cresceu 61,5% em Bauru/SP, enquanto em São José do Rio Preto/SP o aumento foi de 70,31%. 

Migração

Na última década, 328,1 mil habitantes deixaram a cidade de São Paulo. O desenvolvimento do interior, aliado à instalação de empresas e o consequente crescimento econômico, atraem cada vez mais pessoas. Hoje o Interior é responsável por 44% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. 

Sérgio Guimarães Pereira Júnior, diretor da Vallor Urbano – empresa especializada na urbanização de terrenos residenciais e industriais – afirma que há uma forte tendência de valorização do Interior. “Rio Preto é uma cidade com alta qualidade de vida, ótimo índice de desenvolvimento, problema de saneamento resolvido e é polo regional, o que gera oportunidades de emprego”, explica.

Mas nem tudo são flores. O vice-presidente do Interior do Secovi-SP, Flávio Amary, explica que uma das barreiras para que Sorocaba continue como a primeira da região em lançamento de lotes é a falta de infraestrutura. “Foram aprovados 1.375 terrenos no ano passado, mas poderiam ser cinco mil. Isso tornaria o preço mais barato. A infraestrutura de água e esgoto para novos loteamentos é falha. A empresa responsável não consegue atender a demanda e ao Plano Diretor.” 

Lazer

Um estudo do Secovi-SP e da Robert Michel Zarif Assessoria Econômica em Bauru destaca que quanto mais elevado o padrão do imóvel, mais indispensáveis se tornam os itens de lazer ao novo morador. Já em Jundiaí, os empreendimentos estão focando na verticalização. 

Diferenças

Os loteamentos são aprovados, primeiramente, pela Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Graprohab). Em seguida, os projetos passam pela prefeitura. Só então é determinado se o empreendimento será condomínio ou loteamento fechado, pois existem leis para cada tipo de plano.

Imóveis mais vendidos custam até R$ 350 mil

Muitos fatores influenciam na decisão da compra do imóvel e o número de dormitórios é um dos mais importantes, pois é necessário conciliar a quantidade de quartos com a quantidade de pessoas que irá habitar o local. 

Segundo dados do, o valor médio dos imóveis em Rio Preto, no ano passado, ficou na faixa dos R$ 260 mil, sendo que o metro quadrado custa R$ 3.447. Já os imóveis mais vendidos estão nos valores de R$ 130 mil a R$ 350 mil. 

De acordo com o Secovi, o preço médio de um imóvel com dois dormitórios – os mais procurados em Sorocaba/SP – é de R$ 180 mil. O metro quadrado está saindo por R$ 3.409. Os mais vendidos custam entre R$ 130 mil e R$ 350 mil.

A média de preço de uma unidade nos mesmos padrões, em Jundiaí/SP, é vendida por R$ 265 mil. Cada metro quadrado de um imóvel custa R$ 4.194. A comercialização de casas e apartamentos varia entre os R$ 170 mil e R$ 350 mil.

Em Bauru, o valor de um imóvel varia até R$ 190 mil. O preço por metro quadrado praticado é de R$ 3.463. A maior demanda de venda é de unidades que custam entre R$ 130 mil e R$ 350 mil. 

Para atender a demanda é preciso produzir. Para isso, as empresas recrutam mão de obra para a construção civil. A última pesquisa do Caged, feita em março, aponta que no Estado foram abertos 6.484 postos de trabalho.

Depois de prontas, as unidades são apresentadas. Desta vez quem entra em cena é o corretor. O diretor da AE Patrimônio, Alexandre Oliveira, afirma que para cada nova imobiliária são recrutados 25 corretores.

Fonte: Obra24horas
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11 julho 2013

Construtoras têm até 31 de julho para se inscrever no 15º Prêmio de Segurança do Trabalho

Já estão abertas as inscrições para o 15º Prêmio de Segurança do Trabalho. Durante este mês, o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) está recebendo as ficas que tenham adotado boas práticas na prevenção de acidentes e estruturado uma boa área de vivência em seu canteiro de obras. Também será premiado como Operário Destaque na Segurança do Trabalho o funcionário que tenha criado ou contribuído para aumentar a segurança no trabalho. Clique aqui e baixe o regulamento e a ficha de inscrição.

Para se inscrever a empresa precisa ser associada ao Sinduscon-MG ou ao Serviço Social da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Seconci-MG). As obras devem estar em execução nas cidades de Belo Horizonte, Betim, Contagem, Lagoa Santa e Nova Lima e inscritas no Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H).

As empresas ficam livres para inscrever quantas obras e operários quiser, sendo que é preciso o preenchimento de uma ficha de inscrição para cada obra e para cada operário. Elas devem ser enviadas em envelopes separados para o Sinduscon-MG, localizado na rua Marília de Dirceu, 226 - 3º andar, bairro Lourdes, em Belo Horizonte (Cep: 30170-090). As fichas de inscrição também poderão ser enviadas para o e-mail sinduscon@sinduscon-mg.org.br, desde que devidamente assinadas, escaneadas e em arquivos separados. O prazo final para recebimento é dia 31 de julho.

Para a avaliação será usado o Segcon. O programa é uma ferramenta de gestão da NR 18, desenvolvido pelo Seconci-MG, que relaciona elementos da obra a itens da norma regulamentadora, além de fornecer referência também a normas complementares. Para conhecer e testar o Segcon, os interessados podem entrar em contato com o Departamento de Segurança do Trabalho do Seconci-MG, pelo e-mail seguranca3@seconci-mg.org.br ou pelo telefone (31) 3449-8032.

Não perca tempo, faça já a inscrição de sua empresa. Confira abaixo as quatro categorias do 15º Prêmio de Segurança do Trabalho

- Empresa Prevencionista: Empresa cadastrada no Segcon com melhor pontuação nas inspeções realizadas em suas obras;
- Certificado de Empresa Prevencionista: Empresas cadastradas no Segcon com as cinco melhores médias de pontuação (abaixo da vencedora) nas inspeções realizadas nas obras inscritas;
- Operário Destaque na Segurança do Trabalho: Funcionário da empresa que contribuir com a criação ou apresentação de algum mecanismo que auxilie nas ações de segurança e que conheça a legislação de segurança do trabalho;
- Empresa Destaque na Área de Vivência:Empresa cadastrada no Segcon com a maior média de pontuação nas inspeções realizadas em suas áreas de vivência nas obras.

Fonte: Sinduscon-MG 
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17 junho 2013

A importância dos equipamentos de segurança na construção civil

A indústria da construção civil é uma das áreas mais antigas de atuação do homem e com o passar dos anos, só vem evoluindo e expandido cada vez mais. Em Pato Branco, esse crescimento pode ser observado diariamente, pois prédios e novas residências aparecem a cada dia.

Assim como é um dos ramos que oferecem muitas vagas de emprego, também é um local que infelizmente apresenta muitos riscos para a ocorrência de acidentes, principalmente para os trabalhadores da obra. Contudo, muitos dos acidentes que acabam acontecendo nos canteiros poderiam ser evitados, se fossem seguidas as normas e usados os equipamentos coletivos e individuais de segurança.

O coordenador do Núcleo de Engenharias e Arquitetura da Faculdade Mater Dei e engenheiro civil Vitor Guerra explica que todas as construções civis são classificadas conforme o seu porte, por exemplo, a obra de uma residência, que tem um porte menor, também tem uma restrição menor quanto às questões de segurança se comparada às de um edifício. Contudo, ele explicou que geralmente as residências não são construídas por construtoras e sim por construtores, e nem sempre tem um engenheiro civil responsável técnico por essa obra, que é o responsável pela segurança dos trabalhadores e de terceiros.

De acordo com Vitor, o engenheiro civil, entre as suas funções, tem a obrigação de orientar os trabalhadores sobre os tipos de equipamentos de segurança que devem usar, como esses equipamentos devem ser acondicionados, utilizados e, principalmente, como não prejudicar terceiros, por exemplo, os pedestres que passam próximo à obra.

Nas construções de grande porte, ele explica que essas são de responsabilidade das construtoras e, quanto às questões de segurança, existem legislações municipais, estaduais e federais que precisam ser seguidas. As legislações municipais variam conforme os municípios, mas todas têm a finalidade de promover a segurança da parte de fora da obra, ou seja, a segurança dos pedestres que passarem próximos à obra. Em Pato Branco, por exemplo, Vitor explica que existe a legislação quanto à colocação de tapumes, onde obras com até 8 metros de altura e afastadas até 2 metros do alinhamento predial devem ter tapumes de 2 metros de altura. Já as obras com mais de 8 metros de altura, afastadas até 2 metros do alinhamento predial, devem ter tapumes de 2,5 metros de altura. Já as obras afastadas até 8 metros do alinhamento predial, não precisam ter tapumes. Outra orientação é que a colocação dos tapumes não pode ultrapassar os ¾ do espaço total do passeio e jamais adentrar a rua. 

Equipamentos de segurança

Dentro dos canteiros de obras existem os equipamentos de segurança individuais e os coletivos. Entre os coletivos, além dos tapumes, existem nos edifícios a colocação das redes de segurança e os balanços de segurança, ambos servem para evitar que qualquer material utilizado na obra caia e atinja um pedestre na rua e também para proteger o próprio trabalhador, caso ele sofra uma queda.

Já os equipamentos de proteção individual, entre os mais usados estão: o capacete, as luvas, os óculos de proteção, as botinas, os cintos de segurança e as máscaras. 
De acordo com Vitor, muitos acidentes que acontecem nas obras acabam ocorrendo pelo mau uso ou pelo desconhecimento de como usar os equipamentos de segurança, por isso a importância da orientação do engenheiro civil sobre o uso dos equipamentos para a sua equipe de trabalho.

Construtoras

O acadêmico de engenharia civil e sócio-gerente de uma construtora em Pato Branco, Clóvis Padoan Filho, comentou que é de fundamental importância que as construtoras sigam as normas estipuladas para a construção civil, porque o não seguimento faz com que a construtora assuma o risco de haver acidentes.

Ele também comentou que a sua construtora está implantando um sistema de gestão da qualidade em que já na instrução de trabalho passada aos funcionários são determinados os tipos de equipamentos que eles deverão usar conforme a etapa da obra. Contudo, ele comentou que uma das maiores dificuldades que as construtoras enfrentam é a conscientização dos trabalhados sobre a importância do uso desses equipamentos. “O maior trabalho não é nem identificar qual equipamento usar ou fazer a compra deles, mas sim fazer com que o funcionário entenda que ele tem que estar com o capacete, que ele deve usar a botina, que ele tem colocar o óculos para trabalhar, para garantir a sua segurança”, relatou.

Fonte: Diário do Sudoeste
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