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05 julho 2013

Você sabe o que é uma obra de arte na construção civil?

Confira vídeo que mostra a aplicação do conceito nas obras da Transcarioca, corredor exclusivo que ligará a Barra ao aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro


Duas pontes estaiadas fazem parte do trabalho previsto na Transcarioca. As pontes estaiadas são exemplos de obras de arte na construção civil, assim como túneis, viadutos e trincheiras. "Dentro da engenharia, a obra de arte tem valor técnico muito grande", explica o engenheiro Igor Oliveira. "É toda estrutura executada para vencer barreiras", completa o também engenheiro Jorge Luiz de Souza.

Igor trabalha na construção da ponte estaiada da Barra da Tijuca e Jorge Luiz na ponte estaiada da Ilha do Governador, as duas mais importantes intervenções da TransCarioca, corredor para BRTs que ligará o Terminal Alvorada, na Barra, ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha.

Ao todo, são 39km de extensão, 45 estações e 14 bairros percorridos. Construída em dois lotes (da Barra à Penha e da Penha ao Galeão), a obra prevê benefícios para 440 mil passageiros diariamente. Os ônibus são equipados com ar-condicionado e têm capacidade para transportar 160 passageiros.

Fonte: Portal da Copa
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01 julho 2013

NE avançou mais na construção

O Nordeste foi a região do País que mais ascendeu, entre 2007 e 2011, em percentual de pessoal ocupado na indústria da construção civil e no valor das incorporações, obras e serviços da construção. O ganho de participação dos nordestinos nesses dois quesitos foi de três (de 17% para 20%) e de dois (de 11,7% para 13,7%) pontos percentuais, respectivamente.

Em quatro anos, o número de ocupados no setor, na Região, teve expansão de três pontos percentuais, saltando de 267.888 para 533.598 pessoas.

O total absoluto de nordestinos ocupados nesse segmento passou de 267.888 para 533.598 pessoas entre 31 de dezembro de 2007 e 31 de dezembro de 2011. No mesmo período, o valor corrente das incorporações, obras e/ou serviços da construção saltou de R$ 15,2 bilhões (R$ 15.269.668.000,00) para R$ 39,3 bilhões (R$ 39.353.700.000,00).

Já entre 2010 e 2011, o número de empresas ativas no Nordeste na área da construção cresceu 18,7%, de 10,7 mil para 12,7 mil. O número de pessoal ocupado ampliou 13,07% no mesmo período, de 471,9 mil para 533,6 mil. Enquanto isso, o valor das incorporações, obras e serviços da construção cresceu 10,08%, de R$ 35,7 bilhões para R$ 39,3 bilhões, com a receita líquida atingindo os R$ 37,5 bilhões. As informações constam na Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) 2011, divulgada ontem pelo IBGE.

De acordo com o estudo, o incremento se deve a investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Minha Casa Minha Vida (MCMV), do Banco do Nordeste (BNB) e de recursos para a realização dos preparativos da Copa do Mundo, em 2014.

Conforme o levantamento, na região Nordeste, destacam-se obras de grande porte, como a transposição do Rio São Francisco, as obras nos complexos portuários de Suape (PE), Pecém (CE) e Itaqui (MA), a Refinaria Abreu e Lima (PE), e as Ferrovias Transnordestina e Leste-Oeste.

3º da Região

Em terceiro lugar dentre os nove estados nordestinos em número de empresa ativas com cinco ou mais pessoas ocupadas, o Ceará experimentou 49,9% de incremento em 2011, frente a 2010, em quantidade de empresas ativas, passando de um ano para o outro de 883 para 1.324 empresas em atividade. Já o total de pessoal ocupado subiu 14,9%, de 78.510 para 90.255 pessoas.

No mesmo período o valor das incorporações, obras e serviços da construção cresceu 7,9%, de R$ 6,3 bilhões para R$ 6,8 bilhões, com a receita líquida atingindo os R$ 6,8 bilhões.

O levantamento mostra ainda que o Ceará também é destaque em consumo de material de construção, ocupando a terceira posição dentre os demais estados nordestinos também nesse quesito. Dos R$ 9,17 bilhões consumidos em 2011 por empresas da região com cinco ou mais pessoas ocupadas, R$ 1,43 bilhões foram consumidos por empresas localizadas no Ceará.

À frente do Ceará, estão os estados da Bahia e de Pernambuco, que consumiram, também em 2011, o equivalente a R$ 2,53 bilhões e R$ 1,78 bilhões, respectivamente.

Fonte: Diário do Nordeste
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19 junho 2013

6 obras que a Copa prometeu e não vai entregar

Das obras que foram planejadas para 2014, só os estádios estão garantidos. As seleções precisam ter onde jogar, mas, depois que a Copa do Mundo acabar, o legado que essas monumentais construções vão deixar para a população será pequeno.

As obras que vão fazer a diferença, mesmo, serão as que estão sendo feitas em infraestrutura: aeroportos (muitos em parceria público-privada) e mobilidade urbana. E essas não estão garantidas para 2014. Longe disso: muitas dessas obras já apresentam atrasos preocupantes, algumas não tiveram sequer os empréstimos contratados (correm sério risco de parar pela metade) e 35% têm data de entrega em cima da hora, para maio ou junho e 2014.

Confira seis obras na área dos transportes que foram prometidas para daqui dois anos, mas já sabemos que não serão entregues - ou estão em situação crítica.

Monotrilho - São Paulo

Monotrilho Linha 17, em São Paulo
São Paulo só havia prometido uma obra para a Copa do Mundo: o monotrilho que ligaria o Aeroporto de Congonhas até o bairro do Morumbi, na Zona Sul da capital. A chamada Linha 17 - Ouro do metrô, porém, não vai existir antes de 2014.

A justificativa para o atraso foi de que houve demora para obtenção de licenças ambientais, mas as licenças foram publicadas no Diário Oficial em março, mesmo mês que o governador Geraldo Alckmin reiterou a intenção de conclusão para antes da Copa.

Em novembro, Alckmin admitiu que o monotrilho que permitirá às pessoas saírem do aeroporto de Congonhas e pegar o trem não vai ficar pronto.

Avenida - Porto Alegre

Projeto de duplicação da Avenida Tronco em Porto Alegre
A duplicação da Avenida Tronco, em Porto Alegre, vai aumentar o trecho em 5,3 km, com ciclovia, corredor de ônibus e tratamento paisagístico. É uma das dez principais obras de legado da Copa já que criaria uma alternativa rápida de ligação entre a Zona Sul e o Centro, desafogando a Avenida Beira-Rio (Edvaldo Pereira Paiva), onde fica o estádio.

Entretanto, em julho de 2012 a obra ainda não havia começado nos principais trechos por conta de problemas na expropriação das famílias. Para piorar, no mesmo mês a licitação foi suspensa em caráter preventivo por suspeitas de fraude.

Segundo o site do governo gaúcho, as obras estão com a burocracia correta, no prazo e devem ficar prontas até maio de 2014, mas, segundo o TCU, cinco das dez obras da capital do Rio Grande do Sul, inclusive as obras da Avenida Tronco, ainda sequer foram apresentadas à Caixa Econômica Federal, que vai financiar parte do valor.

VLT - Brasília

Projeção do VLT de BrasíliaBrasília ganhou um projeto de VLT (veículo leve sobre trllhos) que ligaria o Aeroporto de Brasília à Asa Sul da capital brasileira.

Já em 2011 o primeiro trecho do VLT em Brasília teve suas obras paralisadas por fraude na licitação que ocorrera dois anos antes. No início do ano, foi declarado que o trecho Aeroporto - Asa Sul (que teria 6,4 km de extensão e quatro estações) não ficaria pronto antes da Copa do Mundo.

Terminal Integrado - Recife

Projeto do Terminal Integrado Cosme e Damião, em RecifeO terminal fará parte do chamado "Ramal de Acesso à Cidade da Copa", via inescapável para quem quiser ir à Arena Pernambuco.

A expectativa é que as obras ficassem prontas já para a Copa das Confederações, em 2013, mas em setembro de 2012 o Tribunal de Contas da União já alertou para atrasos.

Apesar do otimismo da Secretaria das Cidades, que ainda insistia que o Terminal ficará pronto até junho de 2013, em setembro deste ano as obras, que deveriam estar 78% concluídas apresentavam um percentual de apenas 4% de conclusão.

BRT - Curitiba

Linha verde do BRT em Curitiba
Curitiba já tem uma larga malha de transporte BRT (Bus Rapid Transit). A Linha Verde Sul conta com 9,4 km de extensão e vai do Pinheirinho até o Jardim Botânico - são seis estações no trecho.

O Governo Federal, através de financiamento da Caixa, liberou cerca de 19 milhões de reais para a ampliação do trecho, três quilômetros de Pinheirinho até o Contorno Sul, mas as obras, que deveria ter iniciado em 2011, ainda nem começaram.

Os três quilômetros extras de BRT não ficam prontos até a Copa.

Metrô - Fortaleza
Projeto de estação de metrô em Fortaleza
O metrô de Fortaleza demorou 13 anos e mais de 1,7 bilhões de reais para finalmente sair do papel. A malha conta com 25 quilômetros de extensão e, para a Copa de 2014, foi acrescido o projeto para duas novas estações: Padre Cícero e Juscelino Kubitschek.

Apesar dos avanços na mobilidade e no transporte público da capital cearense, essas duas estações tiveram grandes atrasos na obra - assim como o trecho da linha Parangaba - Mucuripe. As obras tinham como prazo final dezembro de 2013.

Fonte: Exame

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17 junho 2013

Em que pé estão os estádios faltando 360 dias para a Copa

Há pouco menos de 1 ano da Copa do Mundo, o ideal era que essa galeria tivesse menos fotos de obras e mais imagens de estádios prontos. 

Das 12 cidades-sedes, metade só vai ter os espaços prontos no segundo semestre de 2013. No caso de Manaus, Natal, Porto Alegre e São Paulo, a inauguração dos palcos do Mundial de futebol de 2014 está prevista para dezembro. Além de torcer pelo Brasil, é bom torcer para que dê tudo certo.

Visite aqui os estádios da Copa e saiba dados como lotação, custo e data de entrega (fornecidos pela Fifa e pelo Portal da Copa, do Governo Federal) – além das últimas notícias relativas a cada um deles.

Mineirão
Estádio Governador Magalhães Pinto, o MineirãoLocal: Belo Horizonte (MG)
Lotação: 57.483 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 695 milhões
Entrega: Show da banda Jota Quest em 21/12/2012 (entrega dentro do prazo)
Últimas notícias: Torcedores terão 300 ônibus à disposição para chegar ao estádio durante a Copa das Confederações, já que circulação de carros particulares no entorno não será permitida.

Mané Garrincha
Brasília e Brasiliense jogam a Final do Candangão 2013 no Mané GarrinchaLocal: Brasília (DF)
Lotação: 68.009 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 1,01 bilhão
Entrega: Brasília x Brasiliense em 18/05/2013 (5 meses de atraso)

Arena Pantanal
Obras na Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Local: Cuiabá (DF)
Lotação: 42.968 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 518,9 milhões
Entrega: Outubro de 2013 (10 meses de atraso)

Arena da Baixada
Obras na Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Local: Curitiba (PR)
Lotação: 41.456 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 234 milhões
Entrega: Julho de 2013 (1 mês de atraso)

Castelão
Dilma inaugura o Castelão
Local: Fortaleza (CE)
Lotação: 58.704 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 518,6 milhões
Entrega: Show do cantor Fagner em 16/12/2012 (entrega dentro do prazo)

Arena Amazônia
Obras na Arena Amazônia em maio
Local: Manaus (AM)
Lotação: 42.374 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 583,4 milhões
Entrega: Dezembro de 2013 (1 ano de atraso)

Estádio das Dunas
Arena das Dunas, o estádio da Copa em Natal (RN)
Local: Natal (RN)
Lotação: 42.086 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 417 milhões
Entrega: Dezembro de 2013 (entrega dentro do prazo)

Beira-rio
Em Porto Alegre (RS), Beira-rio em obras para 2014
Local: Porto Alegre (RS)
Lotação: 48.849 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 330 milhões
Entrega: Dezembro de 2013 (1 ano de atraso)

Arena Pernambuco
Inauguração da Arena Pernambuco com partida entre operários
Local: São Lourenço da Mata (PE)
Lotação: 42.849 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 500,2 milhões
Entrega: Jogo entre operários em 20/05/2013 (5 meses de atraso)

Maracanã
Maracanã será palco da final da Copa
Local: Rio de Janeiro (RJ)
Lotação: 73.531 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 882,9 milhões
Entrega: Brasil x Inglaterra (jogo amistoso) em 2/06/2013 (6 meses de atraso)

Fonte Nova
Arena Fonte Nova à noite
Local: Salvador (BA)
Lotação: 52.048 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 591,7 milhões
Entrega: Cerimônia com Dilma em 05/04/2013 (5 meses de atraso)

Itaquerão
Arena Corinthians, vulgo Itaquerão
Local: São Paulo (SP)
Lotação: 65.807 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 820 milhões
Entrega: Dezembro de 2013 (entrega dentro do prazo)

Fonte: Exame
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05 junho 2013

Recife na Copa das Confederações 2013

A Arena Pernambuco – Crédito: Reprodução
A capital de Pernambuco conta com três grandes times e três grandes arenas: Sport (Ilha do Retiro), Náutico (Aflitos) e Santa Cruz (Arruda). Mas mesmo assim resolveu erguer um novo estádio para a Copa das Confederações e para a Copa do Mundo do ano que vem. Prevista para ser entregue no início de 2013 com um gasto de R$ 530 milhões, a moderna Arena Pernambuco saiu apenas em maio e por R$ 680 milhões, sendo a última arena da Copa das Confederações a ser entregue. O estádio foi inaugurado oficialmente com um amistoso entre o Náutico, que pode ser o futuro dono da arena, e o português Sporting. Algumas críticas em relação a entrada e filas nas catracas foram relatadas, mas o gramado foi muito elogiado. Quanto a cidade, a maior preocupação é com a violência, algo que não é exclusividade do Recife, e sim de todo o Brasil.


O ESTÁDIO

Arena Pernambuco
Nome oficial: Itaipava Arena Pernambuco
Capacidade: 46.000
Recorde de Público: Náutico 1 x 1 Sporting Lisboa, 26.803 pagantes, em 22 de maio de 2013

NA COPA DAS CONFEDERAÇÕES

Grupo B: Espanha x Uruguai, dia 16 de junho
Grupo A: Itália x Japão, dia 19 de junho
Grupo B: Uruguai x Taiti, dia 23 de junho
 
A CIDADE

Recife
Área: 217,494 km²
População: 1,5 milhão
IDH: 0,797 (médio)
Atrações Turísticas: Praia de Boa Viagem, Marco Zero, Torre de Cristal e Rio Capibaribe.

Vista do Rio Capibaribe
A Praia de Boa Viagem
A Torre de Cristal
O Marco Zero de Recife



Fonte: Blog da Comunicação - BGC
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27 maio 2013

Governo do RJ entrega Maracanã inacabado para a Fifa

Dois anos e meio de reforma e cerca de R$ 1,2 bilhão não foram suficientes para deixar o Maracanã pronto para a Copa das Confederações. Nesta sexta-feira, o governo do Rio de Janeiro repassou oficialmente à Fifa o controle sobre o estádio. Apesar disso, as obras para adequar o espaço às exigências da entidade máxima do futebol ainda não foram concluídas, ao contrário do que havia sido prometido.

Nesta manhã, enquanto funcionários do COL (Comitê Organizador Local da Copa do Mundo) assumiam seus novos postos no Maracanã, centenas de operários ainda trabalhavam no que deveria estar pronto já desde o final do ano passado. Rampas de acesso ainda não estão prontas, parte do acabamento do estádio continua sendo feita e até o trabalho de pintura não acabou.

A nova cobertura do Maracanã, que já começou a ser instalada com pelo menos um mês de atraso, também não está 100% concluída. Algumas placas de metal que vão proteger a estrutura que sustenta as lonas que cobrirá os torcedores não foram colocadas no seu devido lugar, assim como vidros das áreas VIPs do estádio.

Na chamada área intramuros do Maracanã, a situação é pior. O espaço dedicado à circulação de torcedores após sua passagem pela roleta é hoje um grande canteiro de obras. No lado do Maracanã mais próximo à estação de metrô que serve ao estádio, por exemplo, o intramuros ainda é pura terra e lama, o que dificulta até a movimentação de caminhões e máquinas que ainda trabalham na reforma do Maracanã.

Nenhum dos novos postos de entrada de torcedores, onde ficarão as roletas, está pronto. Os dois mais adiantados estão em fase de acabamento. Os dois mais atrasados, entretanto, ainda estão em plena construção. Para que o público possa passar ali no próximo dia 2, por exemplo, dia do amistoso entre Brasil e Inglaterra, ainda há muito trabalho a fazer.

Atrasos e aumentos

Iniciada em 2010, a reforma do Maracanã para a Copa foi anunciada ao custo de R$ 600 milhões. Quando a reforma começou, em setembro daquele ano, seu orçamento já era de R$ 705 milhões. O prazo de entrega era dezembro de 2012.

O tempo passou e o custo subiu. O governo chegou à conclusão de que a demolição da cobertura do estádio era necessária. Com isso, o custo da reforma chegou a R$ 859 milhões. Neste mês, o governo publicou um aditivo do contrato da reforma do estádio. A obra passou a custar R$ 1,049 bilhão. Juntando outras adequações adicionais e outros contratos já assinados, as adequações só no estádio já custam R$ 1,12 bilhão.

Após seu governo assinar o décimo aditivo do contrato da obra no estádio e comprometer-se a pagar R$ 1,12 bilhão pelas adequações que inicialmente custariam R$ 600 milhões, Cabral afirmou que uma "série de variáveis não esperadas" ocasionou a alteração no orçamento.

Conforme o custo da obra ia subindo, sua entrega também ia sendo adiada. Quando o governo decidiu reconstruir a cobertura, ela passou para o final de fevereiro. Depois, no início deste ano, o governo anunciou que a reforma só acabaria 27 de abril.

Em março, o governo e as construtoras acordaram um novo prazo para o fim das obras. O nono aditivo do contrato da reforma foi assinado prevendo que o trabalho terminasse no dia 24 de maio, ou seja, nesta sexta-feira. O mesmo prazo vale para as obras da área intramuros, que foram contratadas separadamente. A data-limite, porém, não foi cumprida.

Já o COL confirmou em nota que o ideal era que a obra Maracanã, assim como a de outros estádios, tivesse sido concluída seis meses antes da Copa das Confederações, que começa no próximo dia 15. Para o comitê, no entanto, a entrega do estádio ainda em obras nesta sexta-feira não criará nenhum problema intransponível. "Os desafios encontrados estão sendo superados por meio da integração entre Governo Federal, sedes, FIFA e COL", declarou.

Procurada pelo UOL Esporte nesta sexta-feira, a Secretaria de Obras do Estado do Rio de Janeiro informou: "O Maracanã está pronto."

Fonte: UOL Copa
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14 março 2013

Construção civil aposta em novidade para melhorar desempenho em 2013

A expectativa da construção civil é de que as obras da para copa do mundo e a expansão do crédito para as famílias ajudem a melhorar o desempenho nesse ano. Para atrair os consumidores, a aposta é em novidades e tecnologia.

Tem mais de dois mil lançamentos para quem quer construir ou incrementar a casa em uma feira aberta em São Paulo. As novidades são para os consumidores, mas os empresários contam muito com elas.

Meio piscina, meio banheira. O luxo custa R$ 105 mil e ainda exige espaço na casa: tem seis metros de comprimento. Para quem nem construiu ainda, que tal a argamassa que já vem pronta e na composição não tem cimento nem água?

É um dos muitos produtos da feira ao estilo faça você mesmo. O fabricante promete: para montar o piso é só encaixar, dispensa cola. “Se a pessoa desistir de morar ou mudar de casa pode levar. Da mesma forma que ela é fácil de montar, é fácil de desmontar e levar embora”, afirma Reginaldo Missiato, gerente de marketing.

Outra tendência na feira é a sustentabilidade. Começando pelo jardim de infância: o piso para o parquinho das crianças é feito de sobras de sola de sapato e pneus velhos.

Que tal abolir as chaves e abrir a porta de casa usando um celular? Essa é a proposta de um fabricante da feira. É só apertar a maçaneta, acender uma luzinha e aproximar o celular.

“É uma onda rádio emitida pelo aparelho, nesse caso a fechadura, criptografada, que ele reconhece e dá licença de abertura da própria fechadura”, afirma Alcides Castro Junior, diretor-geral da desenvolvedora da tecnologia.

Mesmo com tantas novidades, a indústria da construção civil já viveu tempos melhores. O número de trabalhadores do setor com carteira assinada, que chegou a crescer 21% em 2010 só subiu 6% em 2012.

Mesmo assim, para a economista Ana Maria Castelo, o cenário começa a dar sinais de melhora. “As famílias continuam demandando imóveis, o crédito é uma perspectiva boa de expansão, temos as obras dos eventos esportivos, obras de infraestrutura que devem iniciar no segundo semestre. Tudo isso deve dar uma dinâmica melhor para o setor no ano que vem”, ressalta.

A expectativa é de que o setor ganhe impulso neste ano com o aumento do emprego, da renda e do crédito no país. Os comerciantes de material de construção acreditam em uma alta de 7,5% nas vendas neste ano, depois de um crescimento de 3,5% em 2012.

Fonte: Bom dia Brasil
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08 fevereiro 2013

Copa do Mundo gera oportunidades no mercado imobiliário

Falta pouco tempo para a realização da Copa do Mundo e da Olimpíada no Brasil (em 2014 e 2016, respectivamente). Eventos esportivos fazem com que as capitais invistam em infraestrutura e melhorias, atraindo novos compradores de imóveis. A expectativa é promissora com a injeção de R$ 33 bilhões no país, incluindo o investimento em portos, aeroportos, segurança e saúde. A valorização dos imóveis acompanha, portanto, o crescimento da cidade.

De olho no sucesso desses dois grandiosos eventos, uma boa dica é investir no licenciamento imobiliário. No Brasil esse modelo de negócios desembarca pela i-Uni Brasil. A empresa oferece a possibilidade do empreendedor trabalhar de casa, no estilo home-office. O investimento é de baixo custo, chegando a no máximo R$ 2 mil – podendo ser dividido em até 18 vezes com mensalidades de R$ 200 para corretores autônomos e R$ 500 para imobiliárias físicas.

Diferente do conceito de uma franquia convencional, a empresa traz as vantagens deste modelo - em alta no Brasil - com a facilidade de um licenciamento de marca, ou seja: toda a estrutura e suporte de uma franquia com a liberdade contratual de um licenciamento.

Os autônomos podem trabalhar em casa, dispensando custos adicionais com o aluguel de uma loja ou escritório, por exemplo. Além disso, recebem treinamento, apoio jurídico e administrativo contínuo durante toda a vigência de sua licença, além de modelos de contratos, cartões de visitas e assessoria de marketing e merchandising.

Ao se tornar um associado, o corretor terá a alternativa de fazer anúncios de forma automática em mais de 100 portais imobiliários, economizando tempo e dinheiro. E ainda poderá encontrar proprietários particulares que anunciam seus imóveis em todos os estados brasileiros.

Novidade

A partir de abril, o publicador de anúncios terá a inclusão de portais internacionais para aproveitar a alta demanda de estrangeiros em busca de imóveis para a Copa do Mundo e Olimpíada. O licenciado i-Uni Brasil que publicar seus imóveis no sistema terá seus anúncios em portais do exterior, como Espanha, Portugal, Chile, México e Estados Unidos – aumentando suas chances de fazer negócio.

De acordo com o diretor geral da empresa, Rodrigo Caporrino, só a Copa do Mundo deve gerar 400 mil empregos indiretos, além de cerca de 300 mil diretos. “O cenário no setor imobiliário brasileiro em 2013 é muito bom: quanto mais empregos, mais famílias serão beneficiadas e estruturadas financeiramente, o que repercutirá em maior potencial econômico para a compra de imóveis, seja para moradia ou investimento”, diz. 

Além de movimentar a economia local, eventos dessa magnitude são responsáveis por gerar ótimas oportunidades não só para quem deseja começar a operar seu primeiro negócio, mas também para quem já atua no mercado. Os imóveis de temporada para alugar na Copa do Mundo e Copa das Confederações, por exemplo, já são uma das principais buscas em sites brasileiros de anúncios atualmente. Há apartamentos sendo oferecidos a R$ 80 mil para uma semana de evento e a expectativa é que os negócios sejam fechados ainda esse ano. 

Segundo a diretora de comunicação da i-Uni Brasil, Vanessa Rosal, o investimento é baixo e o retorno, muito rápido. “Se o nosso associado alugar uma única casa de R$ 2 mil no primeiro mês, por exemplo, já terá seu investimento de volta em menos de 30 dias, porque o corretor sempre recebe um mês do valor do aluguel. Nenhuma empresa garante um retorno tão rápido. Nossa previsão é ter 60 unidades licenciadas ao longo de 2013”, finaliza.

Em alta

O Brasil tem o mercado imobiliário mais efervescente do mundo, segundo apontou uma pesquisa da consultoria imobiliária Knight Frank. O Global House Price Index, índice de preços imobiliários no mundo produzido pela empresa, apontou que os preços no Brasil subiram 15,2% nos 12 meses até o terceiro trimestre do ano, maior alta global. Em seguida, ficaram os mercados de Hong Kong, com alta de 14,2% nos preços, e Turquia, com valorização de 11,5% nos imóveis.

Essa é a hora de adquirir o modelo de negócios i-Uni Brasil. A Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire) indica que este ano, o Brasil se transformou no segundo melhor mercado imobiliário do mundo na atração de investidores estrangeiros, superando a China na lista de preferências. 

São Paulo é a cidade brasileira que mais se destaca no setor, passando de 26º lugar no ranking para a 4ª colocação entre as grandes metrópoles, superando a cidade de Frankfurt e todas as capitais dos países da zona do Euro e das economias dos Brics.

Fonte: Obra24horas
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23 janeiro 2013

Mills bate Ibovespa devido a investimentos para a Copa

Das 452 empresas com ações negociadas na Bovespa, a Mills é uma das poucas a se beneficiar diretamente da construção de rodovias, estádios e metrô antes da Copa.

Os investidores do mercado de ações, em busca de maneiras de tirar proveito do boom da construção com os preparativos para Copa do Mundo e Olimpíada, estão se voltando para um fornecedor pouco conhecido de andaimes e formas para concreto.

A Mills Estruturas e Serviços de Engenharia SA, empresa com sede no Rio, que abriu capital em 2010 e que não faz parte do Ibovespa, acumula alta de 66 por cento nos últimos 12 meses, para R$ 33,10.

A disparada se compara à queda de 1 por cento do Ibovespa e um avanço de 21 por cento no índice BM&FBovespa Small Caps, que inclui a Mills.

Das 452 empresas com ações negociadas na BM&FBovespa, com um valor de mercado somado de US$ 1,2 trilhão, a Mills é uma das poucas a se beneficiar diretamente da construção de rodovias, estádios e estações de metrô antes da Copa de 2014, de acordo com a Schroder Investment.

Isso dá à ação um valor de escassez que vai ajudar a impulsionar mais ganhos na empresa de US$ 2 bilhões, disse Eduardo Carlier, diretor de renda variável na unidade brasileira da Schroder.

“As opções para investir no setor são tão limitadas que os poucos do mercado merecem algum prêmio”, disse Carlier, que possui ações da Mills, como parte dos R$ 3 bilhões que ajuda a gerenciar na Schroder, o maior gestor de recursos com capital aberto na Europa. “É uma das poucas empresas que representam bem o setor de infraestrutura na Bovespa.”


Fonte: Exame.com

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17 outubro 2012

Reforma do Maracanã tem 230 mulheres

Com mais de 70% de suas obras finalizadas, o estádio do Maracanã entra na reta final do processo de modernização e conta com a presença de apenas 230 mulheres trabalhando na operação. Elas atuam nas mais diversas tarefas, inclusive em áreas tradicionalmente dominadas pelos homens.

As operárias Simone e Andréa estão ajudando a concluir o Maracanã / Bruna Prado / Metro RioO trabalho feminino representa pouco mais de 4% do total de 5,5 mil funcionários que trabalham na operação. “É importante a incorporação da mão de obra feminina na construção civil. Elas são detalhistas e isso contribui principalmente para a pintura e acabamento do estádio”, diz Ícaro Moreira, presidente da Empresa Estadual de Obras Públicas.

Simone Frazão, de 40 anos, é carpinteira e afirma que só a determinação é capaz de romper o estranhamento que a presença das mulheres gera em um universo amplamente dominado por homens.

“O concreto não tem forma, somos nós que fazemos o desenho disso tudo. Somente com vontade e superação podemos mostrar que somos capazes de fazer nosso trabalho bem e que merecemos respeito”, revela a operária.

Andréa de Assis Lucas, 35, é pedreira e trabalha no sistema hidráulico do estádio. Vascaína, ela era frequentadora assídua do antigo maior estádio do mundo.

“Estava sempre aqui. Quando o Maracanã for reaberto, eu vou conhecer cada palmo desse estádio. Vou saber até onde o barulho vai atrapalhar mais os adversários”, brinca.

Com bom humor e trabalho duro, Andréa e Simone tentam superar o preconceito. “Um dia me disseram que eu trabalhava como um homem. Na mesma hora eu disse: ‘Não, eu trabalho como uma profissional, e das boas’”, conta Simone, torcedora do Flamengo que nunca havia entrado no Maracanã por medo das brigas entre torcidas.

Ambas sonham estar presentes em um jogo de futebol após o término das reformas: “Parece que estamos nos preparativos para o Carnaval. Estou muito ansiosa. Não vejo a hora de começar a festa. Eu quero estar presente”, diz Andréa.

Segundo o IBGE, 21.840 operárias trabalham na construção civil no Estado e 223.451 no país. 

Fonte: Band

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03 outubro 2012

Copa 2014: Construção do Estádio do Maracanã

A construção do Estádio do Maracanã prevê a capacidade para 78 mil espectadores. Cerca de 80% das bancadas originais foram demolidas, tendo apenas permanecido um trecho das bancadas da arquitetura original. 

Neste momento estima-se que as obras no Maracanã já tenham ultrapassado 60% do total, antevendo-se uma conclusão atempada até Fevereiro de 2013, dentro dos prazos estabelecidos pela FIFA para a conclusão das obras nos estádios que vão receber o Mundial 2014.

A estrutura das bancadas novas é constituída por módulos metálicos que irão receber degraus em betão pré-fabricado. No projeto inicial estavam previstos dois anéis de bancadas, mas a nova versão que está a ser executada prevê um corpo único para a bancada.

Tendo em conta que o estádio se destina não só a futebol mas também a espetáculos, concertos, entre outros, houve a preocupação de dimensionar as estruturas para suportarem grandes frequências de vibração. O engenheiro responsável pelo cálculo estrutural, João Luis Casagrande, explica a solução: "A melhor solução encontrada, tanto do ponto de vista econômico quanto em relação ao prazo, foi um sistema de amortecimento chamado de contraforte. Sob a área mais baixa da bancada, foi criada uma espécie de piscina de betão, que também utilizou resíduos da demolição do estádio e do solo retirado para as fundações".

No que diz respeito à cobertura optou-se pela demolição da mesma que era em betão e apresentava de forma considerável corrosão, a nova solução, segundo o arquitecto Bernard Malafaia, é a seguinte: "A nova cobertura será composta de cabos tensionados e uma membrana de PTFE, um material composto por PVC e teflon". Esta cobertura irá também captar águas da chuva que serão reutilizadas nas instalações sanitárias para o uso não potável.

Na cobertura haverá também a instalação de painéis fotovoltaicos que transformará a luz solar em energia elétrica, veja aqui.

Veja de seguida imagens das obras e da construção do Estádio do Maracanã:









Fonte: Engenharia e Construção
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06 setembro 2012

Copa 2014: Aumenta confiança de especialistas no andamento das obras dos estádios

Especialistas estão mais confiantes em relação às obras dos estádios que receberão os jogos da Copa 2014. A segunda edição do Termômetro Copa 2014, pesquisa realizada trimestralmente pela Trevisan Gestão do Esporte que avalia a opinião de especialistas quanto a realização e organização do evento, aponta que o indicador de confiança passou de 2,6 na primeira edição, compilada em abril, para 2,9 na medição atual (escala de 1 a 5). 

A melhora na percepção dos especialistas que participaram do levantamento foi de 12%, tornando o item “Estádios” o mais bem avaliado. “A maior parte das obras avançou rapidamente nos últimos meses, o que favoreceu o aumento de confiança dos profissionais que atuam na área”, explica o pesquisador da Trevisan Gestão do Esporte, Fernando Trevisan.

A alta nesse indicador, entretanto, não foi suficiente para impactar o resultado geral do Termômetro, que continua com avaliação abaixo do aceitável, com média de 2,2 nos sete itens avaliados. Isso porque os itens "Telecomunicações" e "Qualificação de mão de obra" tiveram queda em relação à medição anterior.

No geral, as opiniões mais negativas se referem à sobras de mobilidade, tanto urbana quanto aeroportuária. 

O Termômetro Trevisan – Copa 2014 é o único levantamento realizado a partir da percepção de profissionais ligados aos negócios do esporte. Esta edição contou com a participação de 1.000 especialistas, entre eles professores e alunos dos cursos do MBA Gestão e Marketing Esportivo, assim como profissionais da indústria do esporte. 

A pesquisa aborda sete áreas principais para o sucesso da realização do evento, em uma escala de 1 a 5. Confira a evolução dos números entre as duas edições:

Item avaliado                          1ª Edição 2ª Edição
Estádios                                2,6 2,9
Telecom                                 2,7 2,6
Hospedagem                            2,5 2,5
Qualificação da mão-de-obra 2,4 2,3
Segurança Pública 2,1 2,1
Transporte 1,6 1,7
Aeroportos e Portos 1,5 1,6
GERAL  2.2 2.2
A pesquisa Termômetro Copa 2014 será realizada trimestralmente, até a realização do megaevento esportivo.

Fonte: Obra24horas
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