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23 agosto 2013

A arte das diferenças na gestão de negócios e vendas

A grande teoria dos negócios e vendas está na capacidade de percebermos o grau da necessidade do que e do como vamos ofertar, através das descobertas de oportunidades e espaços não trabalhados adequadamente nos m
A arte de encontrar nichos depende da formulação e preparo de um plano paciente, porém não cansativo, que propicie uma equilibrada aproximação do seu negocio junto à necessidade do outro. O segredo não está em atender situações momentâneas, mas ter um pacote que consiga envolver e acompanhar com soluções durante todo o processo sazonal dos parceiros.

A solução da venda, não é definida pela exposição adequada do produto, mas pela qualidade do suporte que o acompanha, que trará ou não o reconhecimento diferenciado, por parte do consumidor. Vínculos comerciais não são formados por amizades, mas pela persistente exposição da sua utilidade nos ciclos que antecedem, concretizam e alimentam os negócios propostos.

O que define uma boa venda de um produto ou serviço é principalmente o índice de renovação de negócios provindos do mesmo cliente. A estabilidade de uma empresa depende da forma como ela consegue manter suas conquistas, preservando assim um valor histórico para a segurança do seu planejamento.

A empresa moderna entende que o principal valor de retenção de um negócio se encontra na interatividade dos colaboradores junto ao mercado, ou seja, toda estrutura deve estar orientada e capacitada para soluções da sua parte dentro da parte dos clientes.

O processo comercial é um esforço coletivo a ser seguido para evitar a distinção de etapas, ou seja, quando se forma uma equipe competitiva, logo absorvemos clientes competitivos que sempre exigirão um processo pleno de interatividade com seus fornecedores.

Todas as estruturas de suporte devem ter competência comercial para a venda diária dos atendimentos com soluções que garantam e aprofundem as relações de negócios.

Um pós-venda deverá estar envolvido de muito treinamento e velocidade para que capacidade de agir esteja num tempo, de preferência antecipado às necessidades, para que a criatividade das soluções sejam traduzidas de efeitos inovadores, bem distantes de serem consideradas ultrapassadas ou insatisfatórias diante das solicitações dos nossos mercados.

Fonte: Portal Administradores
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19 agosto 2013

Como preparar uma apresentação encantadora?

Apresentação. Por mais que essa palavrinha cause verdadeiros calafrios em algumas pessoas, todas, independente da área, precisam apresentar algum trabalho em um momento de suas vidas.

Quando estamos na universidade ou atuando em determinadas áreas profissionais, fazer uma apresentação torna-se algo ainda mais frequente. No entanto, muitos sentem dificuldade para transmitir o conteúdo e transformam esse momento em um verdadeiro suplício para quem está assistindo e para ele mesmo.

"Traduzir para o papel uma ideia não é uma tarefa fácil. Por isso, constantemente vemos boas ideias não serem bem transmitidas. Às vezes fica uma repetição de textos que cansam o leitor e no final não entregam o que prometeram", lembra Manuela Baraad, sócia da Bistrô de Ideias, empresa especializada em preparar apresentações.

Caso você tenha se identificado com a situação acima, calma, temos uma boa notícia: não é preciso nascer com um dom para fazer boas apresentações. Muito se deve ao treino e a união entre o visual e a forma como o conteúdo é transmitido. "Quando tudo funciona em perfeita sintonia, a mensagem ganha mais força e clareza. O padrão visual tem um papel muito mais importante que apenas a estética da apresentação. É ele que direciona o tom da comunicação e ajuda a atrair a atenção do expectador", ressalta Manuela Baraad.


Acadêmicas x profissionais

Muitos não sabem, mas as construções das apresentações profissionais e das acadêmicas seguem a mesma linha de preparo. As diferenças irão aparecer dependendo do assunto que será abordado.

"Por exemplo, uma apresentação acadêmica tende a ter um conteúdo mais denso e extenso e por isso será mais técnica que uma apresentação profissional. Já nas apresentações profissionais atuais, um dos pré-requisitos é que deve ser apresentada em cada vez menos tempo, porém com a mesma qualidade. Isto exige uma maior utilização de recursos visuais, imagens impactantes e foco na informação principal", ressalta a especialista Manuela.

Os torturadores das apresentações

Sem sombra de dúvida, as imagens de clip-art, excesso de textos e exagero nos efeitos visuais são alguns dos grandes torturadores nas apresentações de PowerPoint. No entanto, não são apenas eles.

"Podemos destacar também a falta de objetividade. Apresentações muito grandes, beirando muitas vezes a prolixidade, cansam o leitor e na maioria das vezes poderiam passar a mesma mensagem, explorando melhor a informação a ser passada. O tempo destinado a uma apresentação faz parte do sucesso dela", destaca a sócia da Bistrô de Ideias.

Criando apresentações encantadoras

As apresentações de Steve Jobs sobre os lançamentos da Apple eram memoráveis e conseguiam prender e encantar a todos que assistiam. E o segredo delas estava em transmitir um conteúdo aparentemente complexo em algo simples e marcante.

"Jobs e sua equipe foram capazes de dissecar informações técnicas chegando à raiz da questão e transformando tudo em uma imagem que diz tudo sobre o produto. A Apple conseguiu apresentar o MacBookAir apenas mostrando que cabe em um envelope e o IPod dizendo quantas músicas cabiam em seu bolso, sem cair na tentação de apresentar todos os seus detalhes técnicos", afirma Manuela. E a especialista deixa uma reflexão bem simples sobre o assunto: "A tentação de mostrar os mínimos detalhes é enorme, principalmente para aqueles que estão envolvidos no projeto, mas para quem está assistindo terá o mesmo impacto?".

Dicas para montar sua apresentação

Com a colaboração da Manuela Baraad, o portal Administradores elaborou algumas dicas para você fazer excelentes apresentações. Lembre-se, o tempo de preparação de uma boa apresentação irá depender do tamanho e da informação que será desenvolvida.

Confira abaixo: 


Fonte: Portal Administradores
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25 junho 2013

Condomínios para idosos estão na mira de construtoras

O crescimento da população acima de 65 anos no Brasil, que passou de 5,9% no ano 2000 para 7,4% em 2010, segundo o IBGE, parece estar abrindo os olhos de construtoras para as necessidades dos idosos em termos de moradia. Já é possível perceber uma movimentação maior na elaboração de projetos e no lançamento de empreendimentos voltados para o público da terceira idade no País.

Um dos exemplos é o programa Projetando com Consciência Gerontológica, desenvolvido pela construtora Tecnisa. Trata-se de um estudo feito por uma equipe multidisciplinar, que inclui fisioterapeutas, arquitetos e geriatras, para levantar as necessidades e desejos que teriam os moradores com mais de 60 anos.

A partir deste levantamento, a companhia elaborou um conjunto de práticas que está sendo implantado em projetos da construtora, como em dois edifícios na cidade de Santos/SP e um condomínio em Barueri/SP. Antes, os idosos não eram nosso foco. Sempre nos preocupávamos em projetar playgrounds legais, por exemplo, mas não havia nada específico para as pessoas da terceira idade. Agora, incluímos estas pessoas, que se tornaram um nicho de mercado para nós, diz Patricia Valadares, diretora de projetos da Tecnisa.

Entre os conceitos identificados como necessidade deste público estão itens como piscina com escada de alvenaria e corrimão, pisos antiderrapantes e sem brilho, para não ofuscar a visão, além de bancos com cantos arredondados nas áreas comuns, para não correr o risco de lesões em um eventual esbarrão. Nos apartamentos, há também bacia especial nos banheiros, barras de apoio e banco basculante dentro do box. A fechadura também pode ser invertida, para facilitar a abertura com as chaves, e as tomadas ficam a uma altura maior, para que o idoso não precise se abaixar para ligar eletrodomésticos.

De olho neste mercado crescente, a Construtora e Incorporadora Laguna lança em 2014 o primeiro edifício projetado nestes moldes. O residencial Soul Batel Soho, localizado na região central de Curitiba/PR, conta com portas de vão livre maior, para comportar a circulação de cadeiras de rodas e andadores, e áreas comuns dotadas de plataformas elevatórias de acesso, barras de apoio, pisos antideslizantes e até uma academia para atividades de reabilitação.

Pioneirismo

Enquanto prédios estão sendo concebidos com foco nas necessidades da terceira idade, empreendimentos como o Condomínio do Idoso, criado há dois anos em Maringá/PR), já é uma realidade. Projetado pelos alunos do curso de Arquitetura da Universidade Estadual de Maringá (UEM) a pedido da prefeitura local, o condomínio fechado conta com 40 casas térreas de 47m², com sala, quarto, cozinha, banheiro e uma pequena varanda. Todos os cômodos são adaptados para acessibilidade, sem desnível, com piso antiderrapante e maior iluminação natural.

Pensando também na sociabilização destes idosos, foi criado um espaço de convivência, com hortas comunitárias e uma academia de ginástica.?

As instalações são adequadas às pessoas com dificuldades de locomoção, com áreas compatíveis para circulação de cadeiras de rodas e barras especiais para auxiliar também quem usa bengala, explica Renato Leão Rego, professor do departamento de Arquitetura e Urbanismo da UEM e coordenador do projeto. Ele diz, ainda, que uma segunda etapa do condomínio prevê a construção de um edifício de apartamentos com estrutura social e de lazer, inclusive com ambulatório médico.

Outro projeto pioneiro voltado para os idosos é o Residencial Santa Catarina, em São Paulo. Criado no ano 2000, o local é uma espécie de flat que oferece moradia, infraestrutura de serviços domésticos, atendimento à saúde e atividades de lazer.

Atualmente, 103 moradores todos com mais de 60 anos vivem em apartamentos de 38 ou 42m², com sala, quarto, cozinha e banheiro, todos projetados para dar conforto e acessibilidade. Além de portas maiores, os banheiros também têm barras de apoio e bancos para banho. Para dar mais segurança, especialmente aos que moram sozinhos, todos os ambientes possuem botão de emergência, que podem ser acionados em qualquer eventualidade.

Atenta às necessidades deste mercado, Márcia Cristina Bonilha, supervisora do Residencial Santa Catarina, confirma o crescimento na procura por este modelo de condomínio. Dos 118 apartamentos do residencial somente 15 não estão ocupados por moradores fixos, mas recebem eventualmente locatários temporários. A demanda aumenta a cada ano. O idoso está vivendo mais e procurando por este tipo de serviço, conclui.

Fonte: Obra24horas
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20 junho 2013

6 regras que as pessoas de sucesso não quebram

Alguns aspectos são comuns às pessoas bem sucedidas, dizem os especialistas. Seja qual área de trabalho for, é possível encontrar certo padrão de atitude que impulsiona a escalada na carreira profissional.

“Encontro características comuns às pessoas que tem maior sucesso”, diz Eliane Figueiredo, diretora – presidente da consultoria Projeto RH. Ou seja, conforme escreveu a blogueira Penelope Trunk, há, sim, algumas regras que profissionais que chegaram ao topo não quebram. Confira quais são elas, na opinião de duas especialistas:

1) Ação permeada pelo entusiasmo

“São pessoas que têm entusiasmo pelo que fazem”, diz Sueli Volpiano, consultora em desenvolvimento profissional e coach. Ela relaciona o entusiasmo e prazer pela ação ao alinhamento da atividade à missão que a pessoa entende ter no mundo. 

“O entusiasmo vem quando a pessoa sente que o que ela faz está alinhado ao que ela é e ao propósito da sua vida”, diz Sueli. Sem entusiasmo não há superação, destaca Eliane. “A pessoa faz por fazer e não vai sair daquilo, fica na mesmice”, diz.

Mas, estar em um emprego ainda distante dos seus sonhos não precisa ser uma razão para perder o entusiasmo, segundo Sueli. Ela ressalta que muitas vezes o trabalho atual pode ser distante missão que a pessoa entende ter na vida, mas se for encarado como uma etapa de um plano maior, a motivação não diminui. “Isso acontece quando a pessoa entende importância daquela etapa”, diz.

2) Não ter medo de errar

O medo paralisa o risco é não sair do lugar. “Um dos aspectos marcantes é que são profissionais que não têm medo de errar”, diz Eliane Figueiredo. Segundo ela, são pessoas que têm objetivos e se lançam em ações sabendo do risco de dar errado. “E se as coisas dão errado, lançam alternativas, e a gente sabe que muitas boas ideias surgem a partir de erros”, diz.

3) Comprometer-se com o resultado

O prazer está no processo, na ação para o resultado. Mas as pessoas bem sucedidas não perdem de vista a meta. O comprometimento com ela é visível, segundo os especialistas. “São pessoas que não prometem o que não podem cumprir”, diz Eliane.

Encarar obstáculos e não se deixar vencer por dificuldades é uma das características de quem mantem o compromisso com o resultado, lembra a especialista. “São pessoas que vão atrás, não se abatem e resolvem os problemas”, explica Eliane.

4) Ter em vista o objetivo de carreira

Uma das regras do sucesso profissional é saber aonde se quer chegar. O prazer está no caminho, mas ele leva a um destino e defini-lo, ainda que deixando espaço para eventuais ajustes na rota, é um ponto importante para saber qual trilha seguir. “É desfrutar do caminho, mantendo em vista aonde quero chegar”, explica Sueli.

5) Investir na comunicação e no poder de influência

“A habilidade de comunicação é um aspecto fundamental nas pessoas de sucesso”, diz Sueli. Um bom comunicador também sabe ouvir e tendo em vista o seu destino sabe que no meio do caminho existem pessoas, destaca a especialista.

“A gente não trabalha sozinho”, diz Eliane. Daí a importância em construir um bom relacionamento com os pares. “Quando se constrói alianças é possível influenciar as pessoas”, diz Eliane lembrando que pessoas de sucesso são inspiradoras. “Elas motivam outras pessoas a comprar suas ideias e a ir junto com elas”, diz a diretora presidente da Projeto RH.

Sueli também lembra que dentro desta habilidade na comunicação há também a capacidade de ser flexível para se adaptar ao contexto. “São profissionais que percebem os sinais do meio e das pessoas e promovem ajustes”, diz. 

6) Não se esquecer da vida pessoal

O sucesso é genuíno quando ele não tem como custo a anulação da sua vida pessoal. “ Em executivos de nível sênior ter deixado a vida pessoal de lado é motivo de grande arrependimento e até depressão”, diz Eliane.

Por isso, o equilíbrio é deve ser a regra de ouro e as duas especialistas recomendam a inclusão de um tempo de descanso na agenda. 
“Reservar um momento para si é bom para fazer uma avaliação da trajetória. Quando a pessoa está mergulhada no processo pode perder elementos importantes até relacionados aos seus objetivos finais”, diz Sueli.

Fonte: Exame
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19 junho 2013

4 erros fatais ao elaborar um plano de negócio

Para fazer um plano de negócios, o pequeno você precisa de informações sobre o mercado, as finanças e as operações da empresa. Elaborar esse documento é essencial, independente se for o dono de uma startup ou de uma pequena empresa. “A maioria das empresas que morre não faz planos de negócios”, afirma Ari Rosolem, consultor do Sebrae-SP. 

Cuidados são necessários para que alguns erros não sejam cometidos. “A maioria dos planos de negócios peca na análise do mercado”, afirma David Kallás, professor de gestão estratégica do Insper. “A ideia não é acertar e sim oferecer parâmetros”, diz José Eduardo Balian, professor da Faculdade de Administração da FAAP. 

Para Paulo Pacheco, consultor e professor do Ibmec/MG, buscar ajuda para a execução do plano de negócios em consultorias júniores das faculdades é uma recomendação para quem não se sente preparado. “Ele vai aprender junto e, como cliente, ele pode se posicionar de uma forma critica e menos emocional”, explica. Abaixo, veja os principais erros que os empreendedores cometem durante a elaboração de um plano de negócio. 

1. Não definir bem o negócio

Qual é o público-alvo? Como é a região que empresa atua? “Uma análise ambiental mal feita leva a uma receita mal feita”, afirma Pacheco. 

Se o empresário é novo no segmento que atua, o ideal é conversar com alguém que já está no mercado. “Isso impacta bastante no plano de negócios”, diz Rosolem. Kallás explica que quanto mais informações específicas sobre o mercado ele conseguir, melhor. 

2. Agir pelo emocional

É comum que o empreendedor se apegue à ideia da sua empresa. Mas, na hora de elaborar um plano de negócios, o ideal é avaliar a sua viabilidade e rentabilidade. 

Para Pacheco, ter dificuldade em colocar no plano de negócios a realidade que está sendo percebida pode ser prejudicial. “O papel aceita tudo, mas a função do plano é de criticar”, afirma. 

3. Não analisar bem a concorrência

Saber quem são os concorrentes e quais são as suas condições no mercado são pontos essenciais para a elaboração do documento. Somente competir com os preços de outros players nem sempre é a melhor saída. 

“É importante planejar qual é o volume de vendas ideal, dentro da estrutura que eu tenho, para alcançar o meu concorrente”, exemplifica Rosolem. 

4. Errar nas contas 

O capital de giro é uma informação essencial para a parte financeira do documento. “Tão importante quanto o maquinário da empresa”, afirma Kallás. Para ele, a meta do negócio tem que ser ambiciosa, mas o caixa tem que ser conservador.

“Não prever que a empresa vai ter prejuízo é outro erro”, diz Rosolem. Às vezes, o faturamento nos primeiros meses não segue o planejado e a empresa fica no vermelho.

Fonte: Exame
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18 junho 2013

Gafisa cai 10% após venda da Alphaville

As ações da Gafisa aprofundaram as quedas perto do fim do pregão da ultima sexta-feira e fecharam com desvalorização de 10,3%, cotadas a R$ 3,65, na esteira do anúncio de venda de 70% da Alphaville Urbanismo, por R$ 1,4 bilhão, para um bloco formado por Blackstone e Pátria Investimentos.

A ação entrou em leilão - quando os negócios são interrompidos após fortes oscilações, para cima ou para baixo - duas vezes no dia. A primeira foi no início do pregão, às 10 horas, por forte pressão compradora. A segunda, às 12h30, por forte pressão vendedora.

A cotação mínima registrada no dia foi de R$ 3,63, praticamente o mesmo preço de fechamento. O papel não atingia valor tão baixo desde outubro de 2012.

O otimismo quanto à venda da Alphaville não foi suficiente para ofuscar o mau humor do mercado. A visão dos bancos é que, apesar de ser muito bom para a saúde financeira da incorporadora no curto prazo, ainda há desafios grandes para a administração da empresa, o que diluiria o efeito da operação a longo prazo.

O Bank of America Merrill Lynch (BofA) fez relatório aos clientes no qual lembra que o grupo terá de rever seus lançamentos. Com a perda de 70% da Alphaville, o nível de projetos cai de R$ 2,7 bilhões para cerca de R$ 1,5 bilhão. "Isso pode levantar a preocupação sobre como ela vai usar o caixa recebido na venda", afirmaram Guilherme Vilazante, Carlos Peyrelongue e Daniel Gasparete.

Segundo eles, os investidores querem uma resposta clara da Gafisa quanto a geração de caixa.

O J.P. Morgan concorda com a opinião do BofA, já que as previsões de desempenho operacional da empresa não são das melhores. Após a transação, o banco estima que, em alguns múltiplos, o preço da ação da construtora estaria no mesmo nível de suas principais concorrentes, PDG Realty e Rossi Residencial.

Para Marcello Milman e Gustavo Cambauva, do BTG Pactual, a "nova Gafisa" - que reúne o grupo principal, 30% da Alphaville e a Tenda - é mais atrativa, mas o problema é que sua força para gerar lucratividade é bem reduzida. "Tanto Gafisa como Tenda vem apresentando prejuízo", ressaltaram.

Além disso, o fato de a companhia ter mantido 30% do projeto pode preocupar. Isso significa que menos recursos vão entrar com a alienação, ou, como disse o BofA, "menos poder de convencimento aos acionistas", e que a Gafisa não terá influência suficiente na Alphaville, já que perdeu o controle.

Em meio a pontos positivos e negativos, no geral, a visão dos bancos não mudou tanto. O BTG permaneceu com sua recomendação neutra e preço-alvo de R$ 4,40 em 12 meses, e o BofA, indicando compra com preço-alvo de R$ 9. Credit Suisse e J.P. Morgan também comentaram o negócio sem alterar estimativas.

Fonte: Valor Econômico
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17 junho 2013

Franquia investe em cursos de capacitação para a construção civil

Uma rede de franquias de São Paulo encontrou no déficit de mão de obra qualificada no país a oportunidade para investir e lucrar. A empresa investiu em cursos profissionalizantes para a construção civil e hoje já tem 60 franqueadas em todo o país.

O negócio foi criado pela empresária Rebeca Pinto, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo.

“Nós temos uma empresa na área de reparos e reformas, que atende todo o Brasil, e num determinado mês nós sentimos muito com a falta de mão de obra, então nós decidimos abrir um instituto para formar pessoas em todo o Brasil na área da construção civil”, conta Rebeca.

O setor cresce em ritmo acelerado no país. A expansão imobiliária e Copa de 2014 geram novas oportunidades. De acordo com o último levantamento do IBGE, feito em 2010, o segmento movimentou cerca de R$ 260 bilhões. Hoje, já são 100 mil empresas formais no Brasil que empregam quase 3 milhões e meio de trabalhadores com carteira assinada

A rede de franquias da empresária começou em dezembro de 2011 com uma escola piloto.

Para se tornar um franqueado não é preciso ter experiência no ramo. O custo inicial é de R$ 110 mil, mais a taxa de franquia de R$ 75 mil para cidades com mais de 100 mil habitantes. Cidades que têm entre 50 mil e 100 mil habitantes a taxa de franquia é menor, R$ 35 mil.

Leandro Maluf é um dos franqueado da rede. Ele abriu a escola em novembro do ano passado no bairro do Campo Limpo, na Zona Sul de São Paulo. A franquia já tem 500 alunos matriculados e o faturamento da unidade chega a R$ 100 mil por mês.

“O mercado é carente, a construção civil está superaquecida e a gente oferece um curso diferencial de mercado, que vai formar um novo profissional da construção civil”, diz o franqueado.

A escola oferece 11 cursos profissionalizantes, entre eles mestre de obras, pedreiro, encanador, eletricista e pintor. Além de aulas teóricas, o treinamento inclui treinamento em um canteiro de obras montado dentro da escola.

“Depois que eu comecei a fazer o curso eu comecei a trabalhar numa empresa exercendo a profissão por causa do certificado”, diz Paulo Rogério dos Santos.

A duração dos cursos varia entre 7 e 15 meses. O curso de pedreiro custa R$ 160 por mês. A mensalidade do curso para mestre de obras sai por R$ 250.

“O que eu aprendi é assentar um bloco, porque a minha área mesmo, minha área forte, é a pintura e trabalhar com gesso. Mas é bom a gente tentar evoluir mais um pouco para ganhar um pouco mais”, diz o aluno José Antônio Correa de Lima.

A franquia também dá o suporte necessário para o encaminhamento do aluno ao mercado de trabalho e mantém parcerias com construtoras na capital paulista.

Para o segundo semestre, a rede planeja dobrar os números e implantar novas unidades em todo país. A meta é chegar em dezembro com mais de 120 franquias.

Fonte: G1
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12 junho 2013

Plano estratégico não é garantia de sucesso

Planos de negócio gastam muito tempo concentrados em execução. O problema é que eles não podem ser executados sem uma estratégia completa. E, na maioria das vezes, o plano estratégico é um documento estático. Fazemos uma reunião e o escrevemos, incluindo objetivos, metas, prazos e responsabilidade. E assim permanece até a próxima reunião de planejamento estratégico, onde é revisto e quase sempre, alterado.

Precisamos tornar o plano estratégico algo vivo na mente de cada membro da equipe.

O problema é que a maioria dos gestores acredita que os planos estratégicos das suas empresas são impraticáveis. Muitos planos envolvem a análise de dados de pouca ou nenhuma relevância.

Muitas empresas sequer dispõem de um “roadmap” consistente e diferenciado. Planos concretos e divididos por todas as hierarquias das empresas são raros. Preocupadas com o crescimento e expansão, as empresas desenvolvem várias tácticas sem chegar a um plano que mereça ser chamado de estratégico.

O processo mais demorado é o da tomada de decisões diárias. Há problemas com a aplicação prática das ações dos planos. Quase sempre, recomendações desencontradas, dadas por vários departamentos da empresa, são o maior problema. Outro é a existência de contradições claras nos objetivos prioritários.

Quanto menos prioridades, mais chances de sucesso. Os planos com três pontos prioritários são os ideais. Mais do que isso podem ameaçar a concretização bem sucedida.

Se você perguntar a alguém, "qual é o seu plano estratégico" e ouvir como resposta "só um minuto. Eu vou encontrá-lo no meu computador", isso significa que sua equipe não está executando claramente o planejamento estratégico definido pela empresa.

A estratégia tradicional centra-se em planejamento de cenários. "Se isso acontecer, faremos isso. Se não acontecer, faremos aquilo." Mas as pessoas não conseguem perceber que existem dois tipos de tendências: as mais rígidas e as mais flexíveis.

Tendências rígidas são aquelas que acontecerão independente da nossa vontade, quer queiramos ou não. Já as tendências flexíveis podem acontecer ou não, dependendo da nossa ação.

Há três principais impulsionadores das tendências rígidas: tecnologia, demografia e regulamentação governamental. Quando há uma lei aprovada, preste atenção. Ela é uma tendência rígida que pode abrir oportunidades incríveis.

Os setenta e oito milhões de baby boomers estão ficando mais velhos e suas necessidades de saúde vão aumentar. Enquanto isso, nos últimos 10 anos, os Estados Unidos registrou uma diminuição do número de pessoas que se tornaram médicos e enfermeiros. Essa situação você pode mudar

Como líder empresarial, você pode ver uma rota de colisão caso nada seja feito para aumentar a quantidade de médicos e enfermeiros. E a partir daí, traçar cenários de mudança. Isso é planejamento estratégico.

O que acontece se você não consegue distinguir as tendências rígidas e das flexíveis?

Uma das promessas do Governo Dilma foi manter a inflação dentro da faixa de estabilidade. Mas errou todas as análises de crescimento econômico. Porquê? Fácil. Eles estavam olhando só para os números bons. Ou seja, olhando uma tendência flexível como se fosse uma tendência rígida. Como se fosse acontecer com certeza, ignorando outras tendências.

No caso de uma empresa, esse erro pode ser fatal. Por que a Motorola, que foi dominante nos anos 1980 com telefones celulares, perdeu? Trataram digital como uma tendência flexível, apesar de a migração para o digital estar acontecendo, gostassem eles ou não. Ficaram com o analógico por um longo tempo. Longo demais. A Polaroid e da Kodak também olharam o digital como uma moda. O mesmo aconteceu com a Blockbuster em relação à Netflix. Todas essas empresas não separaram corretamente as tendências flexíveis das tendências rígidas. Até porque a maioria das pessoas protege e defende o status quo.

Outro erro muito comum é ter uma estratégia centrada em vendas e lucros.

Muitos planos estratégicos não passam de planos financeiros disfarçados. O dinheiro não é a bola do jogo, mas a maioria das pessoas o trata como se fosse. Pelo menos metade dos seus lucros vêm de coisas que você não está nem fazendo hoje.

Para chegar lá, você precisa de mais do que um plano financeiro. Você precisa de um plano que abranja as tendências corretamente identificadas, que você possa redirecionar a seu favor.

Fonte: CIO Uol

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06 junho 2013

Você sabia que correr com os colegas, além de bem pra saúde, é bom para a carreira

É o que dizem os participantes de um “clube da corrida” organizado pelos funcionários do escritório de advocacia carioca Daniel Advogados. O grupo já existe há nove anos e seus integrantes costumam participar juntos de eventos de corrida de rua, com o apoio e o investimento do escritório. 

“No começo era só um grupo de amigos da empresa que começou a correr, mas empresa começou a investir na ideia e hoje as corridas chegam a contar com 150 pessoas”, explica Marson Almeida, que é o coordenador do grupo. Além de funcionários, são aceitos parentes e amigos também, diz Almeida. 

E, quem não é adepto das passadas mais rápidas não fica de fora já que os amantes da caminhada também participam. Confira x motivos para vencer a preguiça e apostar na prática de corrida ou caminhada ao lado dos seus colegas de trabalho:

1) Networking

Um dos princípios básicos para fazer networking do jeito certo, segundos os especialistas, é criar um relacionamento consistente com seus contatos profissionais. Um dos jeitos de conseguir estreitar os laços é justamente encontrar interesses em comum.

E o amor para o esporte pode ser um deles. “O clube de corrida ajuda muito na integração entre as pessoas o que é bom para o networking”, explica Claudio Pereira, que participa do grupo na Daniel Advogados.

2) Fortalecimento de laços entre os níveis hierárquicos e melhora na liderança

Chefes e subordinados podem ter níveis hierárquicos diferentes durante o expediente. Mas ao colocar os pés na pista de corrida, são todos iguais. “Isso melhora o relacionamento aqui dentro do escritório”, diz Pereira. A responsável pelo RH da Daniel Advogados, Maria Célia, concorda. “É importante para um funcionário ver o seu chefe vestindo a mesma camisa”, diz. 

“O chefe também passa a ter um contato maior com a sua equipe fora do ambiente do trabalho”, lembra Pereira. Para ele este contato acaba sendo benéfico para a convivência dentro do escritório. 

3) Menos faltas no trabalho

Os ganhos físicos são incontestáveis. E, com mais saúde, o número de faltas em dias de trabalho diminui. “Muita gente aqui sempre foi sedentária e a melhora acaba não sendo só física como também na questão da alimentação”, explica Almeida.

4) Menos estresse, mais disposição

Mesmo quem está em início de carreira já percebe que a vida corporativa pode ser bem estressante. “A prática de exercícios ajuda a diminuir o estresse, o que ajuda aqui dentro também porque as pessoas ficam mais dispostas e com mais vigor para o trabalho”, diz Pereira. Com mais energia para o trabalho, a produtividade no escritório cresceu também, segundo ele.

5)  Interação entre os diferentes departamentos 

“A gente nota resultados positivos aqui dentro quando as pessoas de setores diferentes da empresa interagem lá fora”, explica Maria Célia. Lembre-se de que para aumentar seu poder de influência no trabalho uma das dicas dos especialistas é não ficar restrito à panelinha do escritório e encarar todos como potenciais aliados. Sair para correr com o pessoal da empresa pode ser um estímulo para extravasar os limites do seu departamento e começar a interagir com pessoas de outros setores. 

6) Fortalecimento do trabalho em equipe

Saber trabalhar bem em equipe é um dos pontos fundamentais que os recrutadores investigam nos candidatos a oportunidades profissionais. Na opinião de Pereira, o grupo de corrida da Daniel Advogados tem fortalecido o espírito de equipe no escritório. “Também melhora a autoestima das pessoas já que elas se sentem parte de um grupo”, explica. 

7) Melhora no clima do ambiente de trabalho

“A gente nota que, principalmente, nas semanas que antecedem o dia da corrida, o astral fica diferente, as pessoas ficam mais animadas e isso também impacta na produtividade”, diz Pereira.

Fonte: Exame
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Como iniciar a estratégia de uma empresa?

Primeiramente, entendamos a diferença entre estratégia implícita e estratégia explícita. A primeira é inconsciente, incoerente e de difícil gestão ou controle, ao passo que a segunda representa um conjunto intencional de práticas no intuito de gerar negócios mais consistentes e rentáveis.

A Formulação só existe de forma sistemática na estratégia explícita, pois é a primeira etapa para um Planejamento Estratégico bem-sucedido. É o ponto de partida para evitar uma estratégia implícita. Para realizar a Formulação da Estratégia, a Organização deve contar com (1) um método para a análise interna e externa, (2) um método para a escolha da estratégia básica e do modelo de negócios e (3) um método para as decisões estratégicas mais importantes ao conjunto da Organização. Esses três passos, que serão um pouco mais detalhados a seguir, baseiam-se na proposta de M. Porter (1992). 
(c) Todos os direitos reservados à MITH. Proibida a reprodução.

1. Um método para a análise da Organização, do ambiente externo e da concorrência

Essa análise deve contar com métodos, ferramentas e critérios para a realização de uma pesquisa dos stakeholders, ou seja, da concorrência, dos clientes, dos fornecedores, dos sinais de mercado e das classificações de estratégias presentes no segmento de mercado. Além disso, deve incluir técnicas que permitam a previsão da evolução do ramo de atuação (isto é, do segmento de indústria, comércio ou serviço) e da evolução do comportamento dos concorrentes.

A análise interna deve contar com ferramentas e técnicas que permitam a avaliação dos pontos fortes e pontos fracos da Organização. Nesta análise, o perfil de ativos e a qualificação diante da concorrência são avaliados, quanto aos processos-chave da Organização (finanças, produção, marketing, vendas, pessoas etc.), devendo ser reservada especial atenção a itens de maior relevância aos clientes e à concorrência (como força da marca, tecnologia, distribuição, localização etc.). Os pontos fortes e pontos fracos representam potencialidades e limitações internas da Organização e dizem respeito aos valores pessoais dos implementadores, isto é, são determinados pelos perfis de pessoas, processos e recursos que a Organização possui.

A análise externa, por sua vez, deve observar as ameaças e oportunidades que o ambiente oferece, verificando quais as limitações e as potencialidades que este ambiente oferece e fornecendo elementos para que a empresa tome suas decisões estratégicas. Esta análise deve contar com ferramentas e técnicas que permitam à Organização não descolar das tendências e das expectativas da sociedade, em seus aspectos culturais, legais, econômicos, tecnológicos, demográficos, de meio-ambiente e concorrenciais.

A análise interna e a externa devem ser pontuais (ou seja, utilizadas para o momento em que o planejamento é formulado) e permanentes (ou seja, devem permitir que a Organização execute-as continuamente por si mesma). Se a Organização contratou uma consultoria para colaborar com a formulação da estratégia, é necessário que a consultoria se comporte de forma ética e comprometida, no sentido de fornecer à Organização os conceitos, os métodos e as ferramentas para que a própria Organização tenha condições de realizar autonomamente a revisão permanente dessas análises.

2. Um método para reconhecimento das estratégias possíveis e para a escolha da estratégia básica e do modelo de negócios

Esse método deve pesquisar e classificar as estratégias existentes, para que a Organização tenha um maior conhecimento de si e do seu mercado. Com base na análise interna e externa da Organização e no reconhecimento das estratégias possíveis, a Organização deve fazer uma escolha pela sua estratégia básica, como, por exemplo, "liderança de produtos", "liderança de custos" ou "liderança de relacionamento". Deve, também, definir o núcleo de seu modelo de negócios, que é uma declaração resumida sobre sua atuação (o que pretende produzir ou revender ou que serviços pretende prestar) e sobre como espera atingir seu público-alvo e gerar receitas.

O método deve contar com técnicas e ferramentas que apontem para a melhor estratégia básica e o melhor modelo de negócios a serem seguidos. Para isso, é essencial a identificação de fatores como o nível de concentração de mercado no seu segmento, o estado de maturidade deste segmento, a exposição do segmento à concorrência de outras cidades ou países, o contexto estratégico e as alternativas e erros estratégicos mais comuns.

3. Um método para as decisões estratégicas

Uma vez analisados os ambientes interno e externo e eleita a estratégia básica e o modelo de negócios, é preciso adotar decisões estratégias que alinhem esses elementos. Aqui, a Organização deve tomar decisões com base em fatores como: tipo de integração (vertical, para trás, para frente), política e métodos de expansão, entrada em novos negócios e introdução ou desativação de unidades de negócios, produtos ou linhas de produtos.

Veja que não se trata, ainda, do nível tático, já que aqui estamos falando de escolhas de âmbito macro, que atingem toda a Organização. Escolhas, portanto, estratégicas, no nível da empresa como um todo ou, no máximo, no nível de diretorias (marketing, vendas, finanças etc.). A tática, por sua vez, se ocupará em desenvolver projetos e iniciativas restritas (por divisão, por departamento, por equipe, por filial etc.) em busca dos objetivos traçados pelo nível estratégico.

A formulação é a primeira etapa para um Planejamento Estratégico bem-sucedido. É o ponto de partida para se evitar uma estratégia implícita, que é aquela estratégia inconsciente, incoerente e de difícil gestão ou controle. O Planejamento permite à Organização agir de forma mais intencional internamente e diante de um determinado mercado. Para realizar a formulação, a Organização deve contar com um método para a análise interna e externa, um método para a escolha da estratégia básica e do modelo de negócios e um método para as decisões estratégicas mais importantes ao conjunto da Organização.Neste artigo, tratamos do início do Planejamento Estratégico. Depois da Formulação, a Estratégia deverá ainda ser direcionada, gerenciada, alinhada, comunicada e revisada, com base em outras ferramentas e técnicas, como aquelas propostas pelo Balanced ScoreCard (BSC).

Fonte: Portal Administradores
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Pequenas empresas criaram mais de 140 mil postos de trabalho em abril

As empresas de serviços contrataram quase 60 mil pessoas (Getty Images)As MPEs (Micro e Pequenas Empresas) foram responsáveis por gerar mais de 140 mil postos de trabalho em abril. É o que revela um levantamento divulgado pela Sebrae baseado nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Emprego.

Na comparação com março, a oferta de emprego dos pequenos negócios teve alta de 120%. No quarto mês do ano, o saldo positivo equivale à geração de mais de 4,6 mil vagas por dia. Com esses resultados, os pequenos negócios responderam por 71% dos empregos criados em abril.

Setores

Entre os setores, o destaque são as empresas de Serviços que contrataram 59,5 mil postos de trabalho. Os segmentos de comercialização e administração de imóveis, que responderam por 18,4 mil vagas, e os empreendimentos de transportes e comunicações, que geraram 17,3 mil empregos, somaram as maiores contratações em abril.

“O crescimento do emprego no setor de Serviços é diretamente impulsionado pela alta do consumo, principalmente da classe C, que demanda cada vez mais serviços diferenciados e de qualidade”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

As MPEs da Construção Civil registraram o segundo maior saldo na geração de empregos, com quase 32 mil postos ocupados. As micro e pequenas indústrias de transformação contrataram mais de 20 mil trabalhadores formais, com destaque para a indústria têxtil, com 3.642 vagas preenchidas. A análise do Caged também mostrou, em abril, contratação na indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico, com a geração de 2,9 mil novos postos de trabalho, e na indústria mecânica, que contratou 2,4 empregados.

Fonte: Infomoney
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27 maio 2013

4 dicas para vender mais no stand de vendas

Alguma vez durante a sua carreira já passou pela sua cabeça que ficar no escritório era melhor do que estar no stand de vendas?

Se isso já aconteceu com você, não se preocupe, o seu caso não é o único. No Intelicast de Guilherme Machado, consultor, coach e palestrante, vamos acompanhar um novo olhar sobre o stand de vendas e conhecer 4 dicas que podem ajudar a melhorar o seu desempenho neste ambiente. Confira e revolucione suas vendas!


Fonte: Marketing e Publicidade Imobiliária


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24 maio 2013

Sites gratuitos para divulgar seus imóveis

Saber onde encontrar clientes é fundamental para o sucesso do corretor de imóveis principalmente para os que estão iniciando sua carreira no mercado imobiliário.

Muitos corretores de imóveis tem dificuldade de encontrar clientes, pois apenas ficam esperando o cliente vir até o plantão ou ligar para a imobiliária a procura de um imóvel.


Separamos algumas dicas do Blog Marketing e Publicidade Imobiliária para ajudá-lo a encontrar novos clientes: 

1) Recuperar ex-clientes ou clientes perdidos é muito importante, conquistar novos clientes é essencial para garantir o crescimento e a sobrevivência.
Peça indicações a clientes satisfeitos – afinal, que referência melhor do que um cliente feliz?

2) Estimule seus clientes a visitar seu site e ver mais sobre seus trabalho, tenha o endereço da sua pagina na web em seus cartões de visitas – Não tem um site? Clique aqui e crie um totalmente gratuito.

3) Participe de redes sociais ou redes de negócios com foco em negócios imobiliários, tanto como empresa como escolhendo um colaborador para ser a cara da empresa nessas redes. 

4) Frequentes eventos e feiras dos setores aos quais seus clientes pertencem para fazer network – há incontáveis eventos gratuitos acontecendo todos os meses no país todo.

5) Faça parcerias com associações patronais para ter acesso à lista de associados – antes de abordar a instituição, defina o que sua empresa pode oferecer nessa troca.

6) Anuncie na internet, pois seu cliente pode estar procurando um imóvel na web e se você anunciar tem grandes chances de vender para ele. Confira alguns sites gratuitos para você divulgar seus imóveis:

 
Você já usou alguma dessas estratégias? Deu certo? De que outras formas sua empresa descobre novos clientes?

Fonte: Marketing e Publicidade Imobiliária
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