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27 agosto 2013

Arquitetura, como fazer bonito, barato e com bom gosto

A arquitetura é a forma de se estudar ou desenvolver projetos de utilização do espaço para a construção de ambientes, seja para uma casa ou para um prédio comercial. O estudo de como fazer a divisão de cada espaço a ser utilizado pode fazer com que um projeto não tenha uma utilização pouco otimizada. 

Na atualidade os projetos são a forma inicial do estudo de uma obra. Entre os profissionais da arquitetura o arquiteto possui a forma mais direta de trabalho nesse sentido para todos os desenvolvimentos de suas atividades inclusive na forma de acompanhamento. 

O desenvolvimento de um projeto arquitetônico seja de casas ou outras edificações, permitem com que uma construção possa ser mais econômica ao invés de se gastar muito mais do que se precisa.

Arquitetura deve ser vista como uma ferramenta para que as construções possam ser feitas e concebidas para uma finalidade especifica, seguindo uma linha de apresentação a qual chamamos de estilo arquitetônico. 

Nem sempre essa linha de desenvolvimento é seguida, muita casa são projetadas com a simples finalidade de fazer com que uma obra possa fazer com que as aspirações primariam do proprietário possa ser realizada. Mas os profissionais da arquitetura deveriam verificar sua missão de forma mais completa onde deveriam mostrar as pessoas todas as oportunidades que a arquitetura pode proporcionar para o desenvolvimento de uma edificação. 

Arquitetos e engenheiros podem fazer com que os espaços possam ser utilizados e ou reutilizados para um melhor aproveitamento de em cada uma das opções que sua atividade coloca em utilização na atividade prática da casa ou do estabelecimento comercial. Ainda existem as arquiteturas industriais, que tem em sua constante mudança de layout em fabricas e outras atividades fabril, estudos específicos para esse seguimento vem sendo cada vez mais utilizados. 

Nesse nicho de mercado as estruturas metálicas e as estruturas pesadas de concreto poderiam inibir as criatividades muitas vezes colocadas à prova. Mas a grande infinidade de elementos arquitetônicos permite a criação sempre inimaginável de inúmeros exemplos dessa arquitetura voltada para a base produtiva das grandes nações. 

A arquitetura não deve ser vista como inibidora, mas sim como produtora de oportunidades de melhorar sempre.

Fonte: Fórum da Construção
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23 agosto 2013

A arte das diferenças na gestão de negócios e vendas

A grande teoria dos negócios e vendas está na capacidade de percebermos o grau da necessidade do que e do como vamos ofertar, através das descobertas de oportunidades e espaços não trabalhados adequadamente nos m
A arte de encontrar nichos depende da formulação e preparo de um plano paciente, porém não cansativo, que propicie uma equilibrada aproximação do seu negocio junto à necessidade do outro. O segredo não está em atender situações momentâneas, mas ter um pacote que consiga envolver e acompanhar com soluções durante todo o processo sazonal dos parceiros.

A solução da venda, não é definida pela exposição adequada do produto, mas pela qualidade do suporte que o acompanha, que trará ou não o reconhecimento diferenciado, por parte do consumidor. Vínculos comerciais não são formados por amizades, mas pela persistente exposição da sua utilidade nos ciclos que antecedem, concretizam e alimentam os negócios propostos.

O que define uma boa venda de um produto ou serviço é principalmente o índice de renovação de negócios provindos do mesmo cliente. A estabilidade de uma empresa depende da forma como ela consegue manter suas conquistas, preservando assim um valor histórico para a segurança do seu planejamento.

A empresa moderna entende que o principal valor de retenção de um negócio se encontra na interatividade dos colaboradores junto ao mercado, ou seja, toda estrutura deve estar orientada e capacitada para soluções da sua parte dentro da parte dos clientes.

O processo comercial é um esforço coletivo a ser seguido para evitar a distinção de etapas, ou seja, quando se forma uma equipe competitiva, logo absorvemos clientes competitivos que sempre exigirão um processo pleno de interatividade com seus fornecedores.

Todas as estruturas de suporte devem ter competência comercial para a venda diária dos atendimentos com soluções que garantam e aprofundem as relações de negócios.

Um pós-venda deverá estar envolvido de muito treinamento e velocidade para que capacidade de agir esteja num tempo, de preferência antecipado às necessidades, para que a criatividade das soluções sejam traduzidas de efeitos inovadores, bem distantes de serem consideradas ultrapassadas ou insatisfatórias diante das solicitações dos nossos mercados.

Fonte: Portal Administradores
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19 agosto 2013

Como preparar uma apresentação encantadora?

Apresentação. Por mais que essa palavrinha cause verdadeiros calafrios em algumas pessoas, todas, independente da área, precisam apresentar algum trabalho em um momento de suas vidas.

Quando estamos na universidade ou atuando em determinadas áreas profissionais, fazer uma apresentação torna-se algo ainda mais frequente. No entanto, muitos sentem dificuldade para transmitir o conteúdo e transformam esse momento em um verdadeiro suplício para quem está assistindo e para ele mesmo.

"Traduzir para o papel uma ideia não é uma tarefa fácil. Por isso, constantemente vemos boas ideias não serem bem transmitidas. Às vezes fica uma repetição de textos que cansam o leitor e no final não entregam o que prometeram", lembra Manuela Baraad, sócia da Bistrô de Ideias, empresa especializada em preparar apresentações.

Caso você tenha se identificado com a situação acima, calma, temos uma boa notícia: não é preciso nascer com um dom para fazer boas apresentações. Muito se deve ao treino e a união entre o visual e a forma como o conteúdo é transmitido. "Quando tudo funciona em perfeita sintonia, a mensagem ganha mais força e clareza. O padrão visual tem um papel muito mais importante que apenas a estética da apresentação. É ele que direciona o tom da comunicação e ajuda a atrair a atenção do expectador", ressalta Manuela Baraad.


Acadêmicas x profissionais

Muitos não sabem, mas as construções das apresentações profissionais e das acadêmicas seguem a mesma linha de preparo. As diferenças irão aparecer dependendo do assunto que será abordado.

"Por exemplo, uma apresentação acadêmica tende a ter um conteúdo mais denso e extenso e por isso será mais técnica que uma apresentação profissional. Já nas apresentações profissionais atuais, um dos pré-requisitos é que deve ser apresentada em cada vez menos tempo, porém com a mesma qualidade. Isto exige uma maior utilização de recursos visuais, imagens impactantes e foco na informação principal", ressalta a especialista Manuela.

Os torturadores das apresentações

Sem sombra de dúvida, as imagens de clip-art, excesso de textos e exagero nos efeitos visuais são alguns dos grandes torturadores nas apresentações de PowerPoint. No entanto, não são apenas eles.

"Podemos destacar também a falta de objetividade. Apresentações muito grandes, beirando muitas vezes a prolixidade, cansam o leitor e na maioria das vezes poderiam passar a mesma mensagem, explorando melhor a informação a ser passada. O tempo destinado a uma apresentação faz parte do sucesso dela", destaca a sócia da Bistrô de Ideias.

Criando apresentações encantadoras

As apresentações de Steve Jobs sobre os lançamentos da Apple eram memoráveis e conseguiam prender e encantar a todos que assistiam. E o segredo delas estava em transmitir um conteúdo aparentemente complexo em algo simples e marcante.

"Jobs e sua equipe foram capazes de dissecar informações técnicas chegando à raiz da questão e transformando tudo em uma imagem que diz tudo sobre o produto. A Apple conseguiu apresentar o MacBookAir apenas mostrando que cabe em um envelope e o IPod dizendo quantas músicas cabiam em seu bolso, sem cair na tentação de apresentar todos os seus detalhes técnicos", afirma Manuela. E a especialista deixa uma reflexão bem simples sobre o assunto: "A tentação de mostrar os mínimos detalhes é enorme, principalmente para aqueles que estão envolvidos no projeto, mas para quem está assistindo terá o mesmo impacto?".

Dicas para montar sua apresentação

Com a colaboração da Manuela Baraad, o portal Administradores elaborou algumas dicas para você fazer excelentes apresentações. Lembre-se, o tempo de preparação de uma boa apresentação irá depender do tamanho e da informação que será desenvolvida.

Confira abaixo: 


Fonte: Portal Administradores
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26 julho 2013

Residenciais com 20 metros quadrados se tornam realidade em São Paulo

Os imóveis supercompactos deixaram de ser apenas um assunto curioso sobre a vida em grandes cidades do mundo, como Tóquio, Paris e Nova York. Eles se tornaram realidade também na cidade de São Paulo.

Desde o ano passado até março, 20 empreendimentos lançados ofereciam opções de apartamentos com até 35 m². Em maio, um produto da incorporadora Vitacon, batizado de VN Turiassu, colocou à venda unidades com 21 m².

Não há oportunidades para excessos. Trata-se de um estúdio com espaço para uma cama de casal, um armário no vértice de duas paredes e uma área para a preparação de alimentos com 1,20 metro de largura, além de um banheiro amplo somente para a colocação de uma pia, de um sanitário e de um chuveiro. Um janelão tenta compensar o espaço dispensado em um possível terraço. E nada mais.

Uma das arquitetas da companhia, Danielle Cruz conta que o desenvolvimento dos projetos toma como base as dimensões mínimas dispostas no Código de Obras da cidade e alguns parâmetros de comodidade. “A planta deve permitir que a pessoa possa se mexer com conforto. É preciso, por exemplo, um espaço livre para se abrir a porta de um armário ou afastar a cadeira de uma mesa.”

Exigências legais também colocam limites à tendência de redução das metragens dos estúdios, segundo Danielle, inviabilizando projetos com unidades tão pequenas quanto quartos de hotel com perfil econômico – na casa dos 15 m². “A sala e os dormitórios devem ter pelo menos 5m² cada um.”

Responsável por uma série de apartamentos decorados, a arquiteta Daniella de Barros, do escritório DP Barros Arquitetos Associados, reduz ao máximo a divisão de ambientes nos supercompactos para diminuir a sensação de aperto.

“A varanda, o living e a cozinha ficam unidos. E o mobiliário acaba pontuando os espaços internos”, diz. Outros artifícios, como a adoção do mesmo tipo de piso na maior parte da unidade, a utilização pontual de espelhos nas paredes e a prioridade para cores claras ajudam a criar um aspecto de amplitude no apartamento.

A mobília, quando possível, também deve ser a mais versátil possível, na opinião da arquiteta Andrea Teixeira, do escritório Andrea Teixeira & Fernanda Negrelli – Arquitetura e Interiores. “Eu diminuiria a quantidade de peças e daria uma multifunção a elas. É como divisão de barco. Tudo tem de ser pensado e dimensionado, mas precisa ser bem confortável.”

Várias são as alternativas de peças versáteis, segundo Andrea. As opções vão desde bancadas compartilhadas entre o living e a área da cozinha até camas retráteis e armários que escondem os itens domésticos em momentos de desuso.

Fora

Com espaço interno reduzido nas unidades, as áreas sociais ganharam importância. “Esses empreendimentos têm de oferecer uma lavanderia coletiva. Também é legal terem um espaço para a pessoa poder receber amigos, um salão de reuniões, uma cozinha gourmet e uma boa academia”, diz o vice-presidente comercial da imobiliária Abyara Brasil Brookers, Bruno Vivanco.

Na zona sul, o lançamento imobiliário Viaza 400 Campo Belo, nas proximidades do Aeroporto de Congonhas, aposta inclusive na sofisticação. O edifício, que terá unidades partindo dos 34 m², terá uma adega climatizada entre seus diferenciais na área comum.

“O público desses prédios é urbano, habituado com as tecnologias. É uma pessoa que precisa do mínimo para viver”, alega o superintendente comercial e de marketing da Queiroz Galvão Desenvolvimento Imobiliário, Ricardo Rocha Leal.

Fonte: O Estado de São Paulo
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15 julho 2013

Sebrae realiza projeto voltado ao comércio varejista da construção civil

Os profissionais da construção civil de Presidente Prudente e região poderão conhecer um pouco mais do mercado com ao qual estão inseridos por meio do Projeto Comércio Varejista, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Direcionado para lojas de materiais de construção, tem como objetivo apresentar às empresas quais são as tendências desse mercado voltado aos clientes e o desenvolvimento do ambiente interno e externo, com foco em novos canais de distribuição.

A primeira etapa desse projeto será a palestra de sensibilização com o tema “Cenários e Tendências do Mercado para Materiais de Construção” que será realizada nessa terça-feira (16) de julho no escritório regional de Prudente.

Os presentes poderão aderir ao projeto que será dividido em duas etapas: a primeira com o 1º workshop de Visual Merchandising, previsto para ser realizado no dia 25 de julho, também no escritório.

Neste encontro serão abordados os seguintes temas: barreiras ao impulso de compra, tipos de lojas, técnicas de merchandising, conceito de aplicação promocional, como despertar a atenção do consumidor e material de ponto de venda (PDV).

Ainda inserido na primeira parte está a palestra de Visual Merchandising, que será realizada dia 8 de agosto, onde serão discutidos: roteiro para autodiagnóstico de visual merchandising, análise do tipo de loja, análise do sortimento, dicas de layout, dicas de mídia e promoção, sazonalidade e zona de influência.

Outra parte do projeto é outra palestra de Visual Merchandising no dia 15 de agosto que irá falar de check-list diário, plano de melhorias e debate para troca de experiências.

Já a segunda etapa do projeto consiste em consultorias individuais em marketing, finanças, recursos humanos e jurídica.

Todas as palestras e workshop são gratuitos e podem participar as empresas de varejo de materiais de construção que se inscreverem no programa.

Serviço

A palestra “Cenários e Tendências do Mercado para Materiais de Construção” tem entrada gratuita e será realizada dia 16 de julho, às 19h30, no escritório regional de Prudente, na Rua Major Felício Tarabay, nº 408, no Centro.

Os interessados em participar devem fazer a inscrição prévia pelo telefone (18) 3222-6891.

Fonte: iFronteira
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11 julho 2013

Mão na massa: Piso artesanal

Desde a década de 30, os ladrilhos hidráulicos encantam com sua variedade de cores e opções de desenhos para ambientes rústicos. Seu uso nunca se perdeu, mas ainda há muitos assentadores que não conhecem os devidos cuidados de armazenagem e colocação das peças. Artesanais e muito sensíveis, elas são produzidas uma a uma. 

Os cuidados começam na armazenagem: precisam ser guardadas sobre paletes e sempre em local coberto. Isso evita que a umidade chegue à caixa de papelão e manche o material. Ao retirá-las da caixa, é importante posicionar da mesma forma que estavam dentro da embalagem - face a face -, para não riscar. 

Segundo Divo Picazio, da Dalle Piagge, ladrilhos hidráulicos são diferentes dos pisos cerâmicos por que são porosos. É preciso engrossar a massa de assentamento para regular a diferença de espessura entre as peças e evitar "dentes" entre elas. 

“O mesmo deve ser feito aplicando a argamassa, de preferência branca, para não manchar o ladrilho, sobre o contra piso e no fundo inteiro da peça. Os ladrilhos são assentados batendo as mãos fechadas, de leve, sobre elas. Não podem ser usados martelinhos de borracha, que craquelam a camada superficial de pintura”, explica.

A junta entre as peças é seca. Se durante a colocação respingar argamassa ou qualquer outro produto, a recomendação é limpar imediatamente com esponja e água limpa. “É para evitar manchas que recomendamos o uso de uma demão de resina acrílica semibrilho, com rolo de lã de pelo curto, sobre a face pintada do ladrilho, antes do assentamento”, diz.

Após o assentamento, os ladrilhos são limpos com água e sabão neutro, e mais duas vezes resinados. “Nunca utilize ácido, água sanitária, produtos para limpeza de pedras ou abrasivos. A resina, por outro lado, só é aplicada depois que as peças estiverem completamente secas”, alerta.

Fonte: Mapa da Obra
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02 julho 2013

Três mil vagas serão oferecidas em feira da construção civil no Rio de Janeiro

No próximo sábado (6), o Serviço Social da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Seconci-Rio) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio) vão promover o 3º Mega Feirão do Emprego, com mais de três mil vagas oferecidas por 20 empresas da construção civil.

A feira é destinada a quem está concluindo cursos de nível operacional na área, trabalhadores ligados a outros setores do ramo e desempregados.

Segundo o presidente do Seconci-Rio, João Fernandes Martins, o evento é uma chance de as empresas buscarem mão de obra e trabalhadores, empregos:
  • A área demanda muitos profissionais, e as pessoas querem muito conseguir uma oportunidade. Então, é um ponto de encontro entre construtoras e candidatos.
João Fernandes, que também é presidente da Cofix Construções e Empreendimentos, diz que a procura por profissionais é tão grande que a empresa premia, com cerca de R$ 200, os funcionários que indicam colegas que venham a ser contratados.
Segundo a diretora da Personale Consultoria, Márcia Constantini, devido à falta de profissionais qualificados, o mercado vem se adaptando e melhorando as ofertas de trabalho, inclusive salariais.
  • Percebendo a escassez de mão de obra, as empresas aumentaram o pacote de remuneração, que é formado por salário e benefícios - afirma a consultora.
Já confirmaram presença no evento as seguintes empresas: Odbrecht, Tenda, Formas Aliança, Fator Towers, Brookfield, AGK Engenharia, Osborne Costa Construtora, Tangran Engenharia, Engepiso, GHS e Zart Engenharia, entre outras grandes do setor.
Saiba Mais

O 3º Mega Feirão do Emprego terá entrada gratuita e acontecerá no dia 6 de julho, no Campo de Santana, no Centro do Rio, das 9h às 16h. Os candidatos devem levar os documentos pessoais e a carteira de trabalho.

Além das empresas, vão participar do evento instituições de ensino, fornecedores do setor, entidades ligadas à área e órgãos públicos. Além de empregados, os interessados poderão sair da feira matriculados em cursos e atualizados sobre as novas tecnologias da construção.

Fonte: Câmara Brasileira da Indústria da Construção
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Lançamento do Guia Orientativo da NBR 15.575

O Sinduscon-CE realizará amanhã, 3 de julho em Fortaleza, às 18h, no auditório da Fiec, o Lançamento do Guia Orientativo da NBR 15.575, elaborado através de iniciativa da CBIC, com o apoio do Sindicato. O evento tratará de assuntos relacionados à Norma de Desempenho, que entrará em vigor no dia 19 de julho. Para isso, especialistas que trabalharam na elaboração do material apresentarão o assunto, como os doutores Paulo Grandiski, Roberto Lira, Alexandre Bertini e José Ramalho. Estes dois últimos sob a coordenação do vice-presidente da Área Tecnológica do Sinduscon-CE, Eugênio Montenegro, foram os representantes do sindicato no processo. Todos os participantes e convidados do encontro serão presenteados com um exemplar do guia. Para confirmar presença, falar com Patrícia Bley ( patriciabley@sinduscon-ce.org.br / 3246-1477).

Fonte: Engenharia Estrutural e Construção Civil
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28 junho 2013

Especialista dá dicas de como usar as cores na decoração por meio do Feng Shui

As cores são essenciais para a decoração e ajudam a transmitir sensações únicas. “Cor é energia pura e faz bem para as pessoas”, destaca o professor e consultor de Feng Shui, Franco Guizzetti, da capital paulista, que ensina que na hora de escolher as tonalidades para colorir um ambiente podemos observar sob dois pontos de vista: decorativo e do Feng Shui. “Mas tenha a certeza de que todas as cores são bem-vindas”, destaca.

A pedido da Solventex, o professor explica quais as características de algumas tonalidades que estão presentes na cartela de cores tanto da linha de esmalte sintético Esmaltex, quanto nas linhas de látex acrílico Vinilar e Viniltex. Confira e escolha a sua cor!

Branco: muito usada no Feng Shui, tem padrão neutro. “Na técnica, está ligada ao elemento metal. Deve-se tomar muito cuidado quando o branco aparece em demasia em um ambiente, pois representa infinito, deixando em uma pessoa que passa muito tempo neste ambiente, uma sensação de frieza, vazio e hostilidade. Deve-se quebrar o branco com quadros e móveis bem coloridos e/ou cores quentes”, ensina Guizzetti, que lembra que a cor é usada para dar amplitude a ambientes pequenos e apertados e passa a sensação de limpeza.

Preto: ligada ao elemento água no Feng Shui, deve ter sua aplicação com cautela, pois pode transmitir a sensação de angústia por lembrar o luto, as perdas e a tristeza, segundo o especialista e, por isso, costuma aparecer em detalhes na decoração. “É uma cor muito usada no teto com pé-direito muito alto, para dar a sensação de rebaixamento”, indica.

Verde: neutra, é uma tonalidade que representa o elemento madeira no Feng Shui e “acalma o sistema nervoso e as pessoas agitadas e significa esperança e satisfação”, conta Guizzetti, que indica cautela na combinação do tom com vermelho porque “teremos um local muito quente, com verde/madeira e o vermelho/fogo”. Nos locais onde há problemas de saúde, o verde é uma ótima cura, segundo o professor, e nos banheiros, ajuda a elevar a energia do cômodo. “No piso e nos detalhes, lembra a natureza.”

Lilás/violeta: cor que traz tranquilidade, sossego e calma, estimula a espiritualidade e a meditação. “Tem efeito purificador, transforma energias negativas em positivas, é ótimo para a saúde e acalma o coração, a mente e os nervos. Em excesso, pode trazer depressão e ansiedade”, diz Franco Guizzetti, que recomenda seu uso em cantinhos de meditação e oração da casa e sugere que se evite a predominância dessa cor.

Laranja: cor do intelecto, em doses pequenas estimula os sentidos, a criatividade e a comunicação. “É bom para usar nas áreas da casa nas quais se quer estimular o diálogo, como as salas de estar e jantar e a cozinha. Em excesso, pode provocar conversas demais, brincadeiras fora de hora e aumento do apetite”, indica o profissional, que propõe seu uso na sala de jantar em uma única parede, em tons suaves, como o Pêssego da linha Vinilar.

Vermelho: “no Feng Shui é uma cor que pode estimular o relacionamento afetivo, o sucesso, a autoestima, a fama e a prosperidade. É uma cor ligada ao elemento fogo e deve ser usado com cuidado, por ser estimulante. No quarto do casal, ativa a sexualidade. Na sala ou na cozinha, incentiva o apetite e o diálogo. Em excesso, provoca brigas, confusões e explosões de humor”, diz Franco que acredita que a cor deva ser usado em detalhes, para trazer glamour e exotismo ao ambiente.

Azul: tem efeito calmante e tranquilizante e pode provocar sono em excesso. Deve ser usado por quem é muito agitado e está associado ao elemento água no Feng Shui. “Pode ser aplicado em grandes áreas, mas deve ser combinado a outras cores para evitar a monotonia e o sono. O tom mais escuro transmite autoridade e poder”, conta.

Amarelo: estimulante do intelecto, “é a cor da luz e deve ser usada em ambientes escuros”. Também incentiva a comunicação, o mental e o apetite e, em excesso, provoca muita conversa e pensamentos acelerados e confusos, gerando preocupação. “Nos ambientes é usado para aquecer e iluminar áreas escuras e frias. No piso, provoca a sensação de avanço e pode incomodar quando usado em grandes superfícies por causa da incidência de luz”, conclui Franco Guizzetti.

Fonte: Obra24horas
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Pigmentos, as cores da construção civil

Os tons de cinza e as cores neutras já não são predominantes nos elementos estruturais aparentes e pavimentos. Calçadas, muros, paredes e telhas ganham vida com um produto especial para colorir a construção: o pigmento. Misturado na composição do concreto, a adição do pigmento tem como principais qualidades o detalhe diferenciado na arquitetura, a economia – não precisa de revestimento na superfície, como pintura – e a durabilidade da coloração. 

O pigmento pode ser adicionado em qualquer tipo de concreto. Mas, de acordo com o especialista Fábio Pires, da Camargo Química, a principal utilização do produto é em peças como: Pavers (Pavimentos Intertravados) e Telhas de Concreto. Entre as cores mais comuns de utilização estão o vermelho, amarelo, preto, marrom e laranja, que permitem variações com misturas entre si. O verde, azul e branco também são disponíveis, entretanto bem menos utilizadas por ter um custo superior.

Existem dois modelos de comercialização do produto: orgânico e inorgânico. Pires esclarece que as principais diferenças entre ambos é a duração e a gama de cores. “Os orgânicos existem em todas as cores imagináveis, mas justamente por serem orgânicos degradam facilmente em exposição ao sol. Por este motivo, é mais utilizado o pigmento inorgânico nos concretos, já que, geralmente, essas peças são expostas aos raios ultravioletas e outras intempéries, e o pigmento vai manter a coloração por vários anos”, destaca. 

O pigmento também pode ser encontrado em pó ou líquido. O diferencial das duas formas é que o pó é concentrado (puro) e o líquido é o pó disperso em água. O produto inorgânico é insolúvel em água, então as misturas são obtidas com dificuldades e com baixas concentrações de pigmento. “Por questão econômica e de qualidade, no setor da construção civil o mais utilizado é o pigmento em pó”, ressalta Pires. 

Como é feito 

O produto para dar coloração é adicionado ao concreto dentro do misturador que faz a homogeneização de todos os materiais que o compõem (cimento, agregados, água, aditivo e pigmento). Na maioria das vezes, a quantidade indicada é de 3% a 5% sobre o peso do cimento. Por exemplo, para 100 kg de cimento, se utiliza de 3 a 5 kg de pigmento. Não existe uma quantidade exata, pois a própria coloração do concreto e dos agregados podem proporcionar variações nas cores finais. A quantidade ideal do pigmento é obtida através de testes.

Camargo Química

Um dos produtos mais comercializados pela Camargo Química – empresa especializada em aditivos para concreto de Blumenau/SC – é o pigmento. No portfólio está o pigmento inorgânico sintetizado, a base de óxido de ferro e dentro dos padrões de qualidade mundial. Além das cores vivas (vermelho, preto, amarelo, laranja e marrom), o produto tem como benefício o alto poder de pigmentação e a dispersão na mistura de concreto.

Fonte: Segs
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Biblioteca Digital para a Área de Construção Civil

O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) recebeu, esta semana, representantes dos Ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e do Exército. Eles foram recebidos pelo diretor do Instituto, Emir Suaiden.

A coordenadora geral do IBICT, Cecília Leite, explicou que a reunião tratou do projeto de implementação de uma biblioteca digital para área de construção civil que está sendo elaborado em parceria entre o MDIC, o Ministério do Exército e o IBICT.

“A biblioteca vai abrigar um projeto maior que se chama BIM (Building Information Modeling), que cria uma padronização para a construção civil no país. O exército tem 4 mil obras por ano e ele sofre muito com o problema de licitação. A biblioteca irá trazer todos os catálogos, inclusive a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) está criando uma normatização para isso. Por exemplo, na construção de um prédio de 50 andares, será possível colocar todas as especificações na plataforma e, através da biblioteca, obter quantos joelhos de PVC irá precisar para esse prédio etc. Lembrando-se que tudo isso é indexado de forma padronizada, com preço, para facilitar e agilizar todo o processo de construção”, ressaltou.

Cecília Leite disse que o projeto já está em andamento. “O projeto é estratégico, grande, e o IBICT irá desenvolver a biblioteca digital. Então, estamos trabalhando com esta biblioteca, a plataforma e contratando pessoal”, salientou.

Fonte: ibict - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
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27 junho 2013

Portas automáticas acrescentam acessibilidade em edificações

Abrir e fechar uma porta pode não ser um ato tão simples para um idoso, um cadeirante ou mesmo uma gestante ou alguém empurrando um carrinho de bebê, por exemplo. Qualquer pessoa que tenha alguma deficiência de mobilidade permanente ou temporária pode ter problemas com o peso da porta, a movimentação da maçaneta ou se atrapalhar com algo que esteja lhe ocupando as mãos. São situações muito comuns, mas que, nesses casos, se tornam obstáculos à autonomia e até à segurança.
Para o engenheiro Pedro Paulo Skrobot, portas automáticas são uma solução prática de acessibilidade. “Existe algo mais acessível que uma porta que se abre à simples aproximação de quem quer entrar?”, diz ele, que é proprietário da Prime Portas Automáticas, em Curitiba/PR. Skrobot explica que as portas automáticas podem não apenas garantir a acessibilidade, mas a segurança, com sistemas de biometria, controle remoto, interfone e outros, e o controle de temperatura, som e tráfego, que não é prejudicado pela facilidade de entrada e saída. As portas deslizantes, com o mínimo de 80 cm de vão livre, são ideais.

Projetar para Todos

Segundo o Censo 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), aproximadamente 24% da população brasileira têm algum tipo de deficiência. Um número consideravelmente alto e que deve ser levado em consideração no momento de projetar espaços. Em dezembro de 2004, o Decreto Federal 5.296, regulamentou as Leis n° 10.048, de 8 de novembro de 2000, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelecem normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade.

Entretanto, Pedro Paulo Skrobot acredita que essa promoção deve ir além da lei e ir ao encontro dos anseios das pessoas, garantindo cada vez mais dignidade. Uma porta automática pode atender ao conceito Projetar para Todos que, explica o engenheiro, é a concepção de espaços, artefatos e produtos atendendo simultaneamente todas as pessoas com diferentes características antropométricas e sensoriais, de forma autônoma, segura e confortável, constituindo-se nos elementos ou soluções que compõem a acessibilidade.

Fonte: Obra24horas
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Revestimento para proteção

Corrosão branca e passivação no aço galvanizado por imersão a quente

Alguns metais apresentam uma condição termodinâmica instável e tendem a mudar para uma condição estável pela formação de óxidos, hidróxidos, sais, etc. Desta maneira a corrosão é um processo espontâneo e indesejável. Uma das formas de combater a corrosão consiste em evitar o contato do metal com o meio corrosivo. Pode-se, por exemplo, recobrir o metal com revestimentos metálicos e orgânicos, de espessura e composição adequadas.

Os revestimentos protetores são películas aplicadas sobre a superfície metálica e que dificultam o contato da superfície com o meio corrosivo, objetivando minimizar a deterioração da mesma pela ação do meio. O tempo de proteção dado por um revestimento depende do tipo de revestimento (natureza química), das forças de adesão, da sua espessura e da permeabilidade à passagem do eletrólito através da película. Influenciará também o mecanismo de proteção. Nos revestimentos protetores o mecanismo de proteção é denominado proteção por barreira ou por retardamento do movimento iônico. Em virtude da porosidade da película, depois de algum tempo o eletrólito chegará à superfície metálica e iniciará um processo corrosivo. Desta forma, a falha do revestimento dá-se sempre por corrosão sob a película, com exceção,é claro, dos casos em que a própria película é atacada pelo meio corrosivo ou danificada por ações mecânicas.

Outra forma de ampliar a vida de um revestimento é quando ele possui um mecanismo adicional de proteção denominado proteção catódica. Neste caso, forma-se uma pilha galvânica entre o metal de base e o metal do revestimento. Esse fato ocorre quando se utilizam revestimentos metálicos menos nobres que o metal a se proteger.

Assim, o revestimento metálico age como anodo de sacrifício, permitindo a proteção do metal-base contra a corrosão.

Corrosão branca

O zinco é o metal mais indicado e mais utilizado para a proteção de superfícies metálicas contra a corrosão, devido à sua facilidade de aplicação e seu baixo custo, a exemplo da galvanização por imersão a quente. Através de cálculos termodinâmicos e de medidas de potencial de eletrodo, vemos que o zinco é um metal bastante reativo, portanto com uma tendência apreciável para se corroer. Na prática, o zinco sacrifica-se sofrendo corrosão, protegendo assim o metal base.

A cobertura de zinco quando danificada funciona como proteção catódica. Esta prolongará a vida útil do substrato e dependerá da espessura da camada de zinco e da extensão da área exposta. Se considerarmos o revestimento galvanizado por imersão a quente em uma estrutura de aço que foi arranhada acidentalmente durante o descarregamento, a umidade da atmosfera criará uma célula eletrolítica entre o revestimento de zinco e o aço exposto pelo risco. O zinco então corrói preferencialmente ao aço, que é assim protegido.

Óxido de zinco é o produto de corrosão inicial do zinco em atmosfera relativamente seca e é formado pela reação entre o zinco e o oxigênio presente na atmosfera. Na presença de umidade, este produto é convertido em hidróxido de zinco. O hidróxido de zinco e o óxido de zinco ainda reagem com o dióxido de carbono presente no ar para formar carbonato de zinco. O carbonato de zinco é aderente e relativamente insolúvel e é o principal responsável pela excelente proteção anticorrosiva proporcionada pelo revestimento galvanizado. O filme de carbonato de zinco forma-se razoavelmente rápido e a taxa de crescimento diminui com o tempo. 

Quando o acesso de dióxido de carbono atmosférico na superfície galvanizada é restrito, o filme de carbonato de zinco protetivo não se forma. Ao invés dele, um depósito branco consistindo essencialmente de uma mistura de óxido de zinco e hidróxido de zinco é formado. Este depósito branco é chamado de corrosão branca. As manchas brancas raramente causam danos permanentes, mas se consideradas indesejáveis no ponto de vista estético podem ser removidas por escovação, utilizando uma escova de cerdas rígidas, ou por tratamento com um ácido fraco seguido por lavagem e secagem.

Corrosão branca não significa má qualidade

A ABNT NBR 6323 - Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido - Especificação - menciona no subitem 6.1.2 que "Excesso de zinco, inclusão de fluxo e corrosão branca somente serão considerados motivos de rejeição se comprometerem a funcionalidade e/ou a durabilidade do material" e na Nota 1 do mesmo sub-item que" A corrosão branca não é prejudicial à durabilidade do material quando esta não diminuir a espessura do revestimento abaixo do especificado ...;"

A superfície galvanizada escurece na exposição prolongada pelo acúmulo de sujeira e poeira, especialmente em atmosferas urbanas e industriais. O mais importante contaminante a ser considerado em corrosão atmosférica do zinco é o dióxido de enxofre.

Seu efeito é particularmente notado sob condições de umidade alta. A reação de corrosão pode ser complexa, mas no final resulta em sulfato de zinco que aparece no produto de corrosão. Os revestimentos galvanizados por imersão a quente possuem uma camada externa de zinco puro, formado durante a extração da peça do banho de zinco fundido, e é esta camada que proporciona a longa vida de existência deste filme protetivo, sendo proporcional à espessura total da camada. Um revestimento galvanizado por imersão a quente, de espessura comercial, em uma estrutura de aço, dependendo do meio, pode ter uma vida de não menos que 4 anos ao todo.

Como a superfície de zinco resiste à corrosão atmosférica, a taxa de corrosão do zinco é muito baixa em meio ambiente neutro, aumentando em condições extremas de acidez e alcalinidade. 

A galvanização por imersão a quente envolve imergir o substrato com superfície limpa em um banho de zinco fundido, o qual reage com o ferro formando uma camada. O revestimento de zinco consiste de uma camada externa de zinco puro e de uma série de compostos intermetálicos zinco-ferro presentes entre a camada externa de zinco e o substrato de aço.

Cada uma dessas regiões pode ser afetada pelo tempo de imersão e pela temperatura do banho, assim como pela composição química do banho e do substrato do aço. A qualidade do revestimento é influenciada ainda pelas operações de preparação da peça (pré-tratamento da superfície como desengraxe, decapagem, fluxagem e secagem), operações e tratamento após galvanização (lavagem e passivação), e também pelo estado superficial da peça a ser galvanizada.

Passivação

A passivação retarda o aparecimento da chamada "Corrosão Branca". Se a peça for posteriormente destinada à pintura, não poderá ser passivada, em função da não aderência da tinta sobre a camada passivada. Se a peça for pintada, o ideal é que isto acontece logo após a galvanização. Há galvanizadores que possuem um setor de pintura e também há aqueles que cedem espaço para que seus clientes a faça. O Sistema de pintura sobre o galvanizado é denominado Sistema Duplex.

Em algumas galvanizações, aproveita-se o tanque de resfriamento para realizar a passivação da camada de zinco das peças galvanizadas.

Trata-se de um banho rápido em soluções cromatizantes, à base de ácido crômico e bicromato de sódio. Neste banho (etapa de passivação), a estabilização da camada de zinco ocorre em segundos, através de uma série de reações químicas entre o passivador e a superfície galvanizada, formando uma capa protetora em torno de 0,51um de cromato de zinco insolúvel. 
Esta passivação confere ao galvanizado um aspecto ligeiramente amarelado, sendo mais claro quanto menor a concentração da solução ou menor o tempo de imersão.

A camada com solução cromatizante dura em média 30 dias, se material armazenado em local coberto. Em local descoberto a chuva lavará a solução da superfície. O aparecimento da corrosão branca é um indício de que a peça já está sem a camada passivada pela solução cromatizante.

Notas

Atualmente a CEE 114 - Comissão Especial de Estudo da Galvanização por Imersão a Quente da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas - reativada em dezembro de 2012, com sede no ICZ - Instituto de Metais Não Ferrosos – estudará a eliminação da etapa de passivação no Brasil, a exemplo do que é praticado na Europa.

A NBR 6323 - Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido - Especificação- está sendo revisada e deverá apresentar na nova versão as melhores formas para envio dos produtos a serem galvanizados, com furações (locais e dimensões) para permitir a passagem do zinco liquefeito por toda superfície a ser galvanizada, externa e internamente, além da inserção sobre acabamento final do galvanizado em função da composição química do material base enviado para o galvanizador.

* Paulo Silva Sobrinho é coordenador Técnico do Instituto de Metasi não Ferrosos.

Fonte: Obra24horas
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21 junho 2013

Floor Styler é um aplicativo para desenhar plantas

Se você é um arquiteto, designer de interiores, dona de casa ou apenas um fã - Piso Styler vai ajudar você a criar um piso interativo de planejamento online. Tudo que você precisa fazer é arrastar e soltar as fotos do mobiliário para o plano de sua casa e ver como poderia parecer. 

Para usá-lo não é necessário algum software, habilidades específicas ou saber sobre programação, apenas gostar de desenhar. Você pode planejar o interior de reformas, construção ou simplesmente exercitar a criatividade.

Apesar do aplicativo ser em Inglês, é online, gratuito e possui uma simples interface, flexibilidade e funcionalidade máxima, resumindo, é um produto prático e eficiente.

Projetado de acordo com as últimas tendências em flash gráficos, Piso Styler fornece ricas representações gráficas dos objetos comuns encontrados em uma casa - móveis, luminárias, pisos e até mesmo carros. Andar Styler ajuda a construir em poucos minutos os modelos 2D e 3D de sua casa e do design de interiores.




Fonte: Marketing e Comunicação Qualit Construção
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Pastilhas de vidro – Modernidade e beleza na construção civil

Com um vasto leque de oportunidades entre cores e formatos, o uso de pastilhas de vidro e porcelana a cada dia tem atraído os olhares e o gosto do brasileiro para decoração de casas e/ou prédios comerciais. Utilizadas para decorar ambientes internos e externos como cozinhas, piscinas e banheiros, são encontradas no mercado nas medidas de 1x1 cm até 9.5x9.5 cm, desde a clássica quadrada preto e branca até modelos mais personalizados, em formas redondas e coloridas. 

Ao se reinventar para agradar uma clientela exigente, a construção civil pede soluções práticas e bonitas, e nesse sentido, as pastilhas são destaque. 

Sozinhas ou utilizadas com pisos e revestimentos cerâmicos, as pastilhas possuem diversas faixas de preços que acabam compensando pelo alto nível de durabilidade do produto ao ser aplicado com uma argamassa específica e durável. 

É nesse momento que a experiência de uma empresa já conceituada no mercado, garante resultados belíssimos e resistentes para pastilhas de vidro ou porcelana, misturadas em mosaicos artesanais, faixas decorativas, pedras naturais e cerâmicas em geral.

“Nos dias atuais a preocupação do brasileiro com a decoração aliada à praticidade e durabilidade é crescente. As pessoas buscam exclusividade nos acabamentos e para isso a diversidade das pastilhas é muito útil. 

Dicas de uso da Argamassa para Pastilhas

- A base de aplicação deve estar resistente, firme e curada (não aplicar em bases de madeira); 
- Isenta de quaisquer tipos de sujeiras (poeiras, gorduras, fungos, graxa, oleosidade ou desmoldantes) que prejudiquem a aderência da argamassa. A base deve estar plana, sarrafeada e/ou desempenada, limpa e firme (sem ocos e esfarelamentos); 
- Quando apresentar umidade constante deverá ser impermeabilizada antes da aplicação da argamassa;
- A temperatura da base no momento da aplicação deve estar entre 10°C e 30°C;
- Em situações de sobreposição lavar a base de aplicação com água e detergente para remoção de graxas e gorduras;
- Em superfícies pintadas, remover totalmente a tinta e promover a limpeza conforme descrito acima;
- Em superfícies enceradas, deverá ser aplicado removedor de cera e posteriormente lavar muito bem com água abundante.

Fonte: Segs
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20 junho 2013

Revestimentos em argamassa, chapisco e emboço numa construção

O revestimento em argamassa é o conjunto de camadas que recobre as vedações e a estrutura de um edifício com as funções de proteção, complementar às funções de vedação e se constitui no acabamento final (funções estéticas, de valorização econômica).

Os revestimentos de argamassa de cimento sobre as alvenarias e estruturas com o objetivo de regularizar e uniformizar as superfícies, corrigindo as irregularidades e tem como finalidades principais: a proteção contra as intempéries, a regularização dos parâmetros, o aumento da resistência ao choque, a melhoria das qualidades acústicas, térmicas, de impermeabilização e de higiene (SALGADO, 2007).

Em relação aos revestimentos de argamassa, são constituídos de no mínimo três camadas superpostas, contínuas e uniformes:

  • Argamassa de aderência (chapisco) – tem por finalidade aumentar a rugosidade do substrato, aumentar as condições de aspereza em superfícies lisas, de modo que a argamassa prevista para revestir encontre boas condições de aderência;
  • Argamassa de regularização (emboço) – tem como finalidade uniformizar superfícies regularizando o prumo e o alinhamento. Deve evitar a penetração de água sem impedir a ação capilar, que transporta a umidade do interior para o exterior dos paramentos. A sua composição possui cimento, areia e em algumas regiões do país saibro.
  • Argamassa de acabamento (reboco) – tem por finalidade servir de acabamento ou de suporte para a pintura, devendo ser perfeitamente regular, com pouca porosidade. Sua espessura não deve ser superior a 5 mm.

Revestimento chapisco

A aplicação do chapisco consiste em lançar uma argamassa fluída no substrato para proporcionar sua maior fixação. Esta argamassa é produzida com cimento e areia no traço 1:3 ou 1:4, geralmente com areia grossa. O lançamento manual é a forma mais adequada para realizar esta aplicação. Como ocorre muita queda de material neste procedimento, recomenda-se proteger o piso para tentar reaproveitar o material (SALGADO, 2007).

O chapisco possui o traço com maior consumo de cimento por metro cúbico de material, nem mesmo o concreto estrutural proporcionalmente terá a mesma quantidade de cimento.

Revestimento emboço

A execução de um emboço deve ser apenas realizada depois de cumprido o tempo mínimo de cura do chapisco aplicado em uma parede, ou seja, ao menos 72 horas. Outro fator importante é a execução das instalações diversas e o preenchimento com argamassa comum dos rasgos ou qualquer deformação existente na parede. Uma prática comum é que seja aplicado após a execução do contrapiso ou camada de regularização.

O emboço também considerado camada de revestimento espesso, tem em média 2 cm de espessura cujo traço depende do que vier a ser executado como acabamento. Usualmente, uma argamassa de emboço é aplicada nos traços 1/2:1:5; 1:1:6; 1:2:9 (cimento, cal e areia).

Na sua aplicação recomenda-se a molhagem prévia do substrato a receber a argamassa, para não absorver a água de amassamento necessária para a cura da argamassa. Para a execução do emboço, deve-se inicialmente realizar o alinhamento da parede, com posicionamento de taliscas de madeira ou caco cerâmico geralmente inferior a 2 m de espaçamento.

Com a consolidação das taliscas (cerca de dois dias), preenche-se o espaço entre as taliscas verticalmente com a mesma argamassa do emboço e, estando a massa firme com o uso de uma régua de alumínio (desempenadeira), apruma-se as mestras que servirão de guia para a execução do revestimento.

Após chapar o emboço, é realizado o corte com régua de alumínio ou sarrafo de madeira, orientadas pelas mestras.

Com a regularização, aplica-se uma desempenadeira para acertar a argamassa no substrato uniformizando a superfície, tendo em conta os seguintes elementos:

  • Avaliar o ponto de sarrafeamento da argamassa pelo teste de compressão da superfície com os dedos;
  • Analisar o tipo de desempeno aplicado em função do acabamento final previsto;
  • Verificar a planicidade utilizando uma régua de alumínio com nível de bolha acoplado que deve ficar inteiramente encostada à superfície e com a bolha entre as linhas.
Fonte: Obra24horas
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19 junho 2013

4 erros fatais ao elaborar um plano de negócio

Para fazer um plano de negócios, o pequeno você precisa de informações sobre o mercado, as finanças e as operações da empresa. Elaborar esse documento é essencial, independente se for o dono de uma startup ou de uma pequena empresa. “A maioria das empresas que morre não faz planos de negócios”, afirma Ari Rosolem, consultor do Sebrae-SP. 

Cuidados são necessários para que alguns erros não sejam cometidos. “A maioria dos planos de negócios peca na análise do mercado”, afirma David Kallás, professor de gestão estratégica do Insper. “A ideia não é acertar e sim oferecer parâmetros”, diz José Eduardo Balian, professor da Faculdade de Administração da FAAP. 

Para Paulo Pacheco, consultor e professor do Ibmec/MG, buscar ajuda para a execução do plano de negócios em consultorias júniores das faculdades é uma recomendação para quem não se sente preparado. “Ele vai aprender junto e, como cliente, ele pode se posicionar de uma forma critica e menos emocional”, explica. Abaixo, veja os principais erros que os empreendedores cometem durante a elaboração de um plano de negócio. 

1. Não definir bem o negócio

Qual é o público-alvo? Como é a região que empresa atua? “Uma análise ambiental mal feita leva a uma receita mal feita”, afirma Pacheco. 

Se o empresário é novo no segmento que atua, o ideal é conversar com alguém que já está no mercado. “Isso impacta bastante no plano de negócios”, diz Rosolem. Kallás explica que quanto mais informações específicas sobre o mercado ele conseguir, melhor. 

2. Agir pelo emocional

É comum que o empreendedor se apegue à ideia da sua empresa. Mas, na hora de elaborar um plano de negócios, o ideal é avaliar a sua viabilidade e rentabilidade. 

Para Pacheco, ter dificuldade em colocar no plano de negócios a realidade que está sendo percebida pode ser prejudicial. “O papel aceita tudo, mas a função do plano é de criticar”, afirma. 

3. Não analisar bem a concorrência

Saber quem são os concorrentes e quais são as suas condições no mercado são pontos essenciais para a elaboração do documento. Somente competir com os preços de outros players nem sempre é a melhor saída. 

“É importante planejar qual é o volume de vendas ideal, dentro da estrutura que eu tenho, para alcançar o meu concorrente”, exemplifica Rosolem. 

4. Errar nas contas 

O capital de giro é uma informação essencial para a parte financeira do documento. “Tão importante quanto o maquinário da empresa”, afirma Kallás. Para ele, a meta do negócio tem que ser ambiciosa, mas o caixa tem que ser conservador.

“Não prever que a empresa vai ter prejuízo é outro erro”, diz Rosolem. Às vezes, o faturamento nos primeiros meses não segue o planejado e a empresa fica no vermelho.

Fonte: Exame
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12 junho 2013

Plano estratégico não é garantia de sucesso

Planos de negócio gastam muito tempo concentrados em execução. O problema é que eles não podem ser executados sem uma estratégia completa. E, na maioria das vezes, o plano estratégico é um documento estático. Fazemos uma reunião e o escrevemos, incluindo objetivos, metas, prazos e responsabilidade. E assim permanece até a próxima reunião de planejamento estratégico, onde é revisto e quase sempre, alterado.

Precisamos tornar o plano estratégico algo vivo na mente de cada membro da equipe.

O problema é que a maioria dos gestores acredita que os planos estratégicos das suas empresas são impraticáveis. Muitos planos envolvem a análise de dados de pouca ou nenhuma relevância.

Muitas empresas sequer dispõem de um “roadmap” consistente e diferenciado. Planos concretos e divididos por todas as hierarquias das empresas são raros. Preocupadas com o crescimento e expansão, as empresas desenvolvem várias tácticas sem chegar a um plano que mereça ser chamado de estratégico.

O processo mais demorado é o da tomada de decisões diárias. Há problemas com a aplicação prática das ações dos planos. Quase sempre, recomendações desencontradas, dadas por vários departamentos da empresa, são o maior problema. Outro é a existência de contradições claras nos objetivos prioritários.

Quanto menos prioridades, mais chances de sucesso. Os planos com três pontos prioritários são os ideais. Mais do que isso podem ameaçar a concretização bem sucedida.

Se você perguntar a alguém, "qual é o seu plano estratégico" e ouvir como resposta "só um minuto. Eu vou encontrá-lo no meu computador", isso significa que sua equipe não está executando claramente o planejamento estratégico definido pela empresa.

A estratégia tradicional centra-se em planejamento de cenários. "Se isso acontecer, faremos isso. Se não acontecer, faremos aquilo." Mas as pessoas não conseguem perceber que existem dois tipos de tendências: as mais rígidas e as mais flexíveis.

Tendências rígidas são aquelas que acontecerão independente da nossa vontade, quer queiramos ou não. Já as tendências flexíveis podem acontecer ou não, dependendo da nossa ação.

Há três principais impulsionadores das tendências rígidas: tecnologia, demografia e regulamentação governamental. Quando há uma lei aprovada, preste atenção. Ela é uma tendência rígida que pode abrir oportunidades incríveis.

Os setenta e oito milhões de baby boomers estão ficando mais velhos e suas necessidades de saúde vão aumentar. Enquanto isso, nos últimos 10 anos, os Estados Unidos registrou uma diminuição do número de pessoas que se tornaram médicos e enfermeiros. Essa situação você pode mudar

Como líder empresarial, você pode ver uma rota de colisão caso nada seja feito para aumentar a quantidade de médicos e enfermeiros. E a partir daí, traçar cenários de mudança. Isso é planejamento estratégico.

O que acontece se você não consegue distinguir as tendências rígidas e das flexíveis?

Uma das promessas do Governo Dilma foi manter a inflação dentro da faixa de estabilidade. Mas errou todas as análises de crescimento econômico. Porquê? Fácil. Eles estavam olhando só para os números bons. Ou seja, olhando uma tendência flexível como se fosse uma tendência rígida. Como se fosse acontecer com certeza, ignorando outras tendências.

No caso de uma empresa, esse erro pode ser fatal. Por que a Motorola, que foi dominante nos anos 1980 com telefones celulares, perdeu? Trataram digital como uma tendência flexível, apesar de a migração para o digital estar acontecendo, gostassem eles ou não. Ficaram com o analógico por um longo tempo. Longo demais. A Polaroid e da Kodak também olharam o digital como uma moda. O mesmo aconteceu com a Blockbuster em relação à Netflix. Todas essas empresas não separaram corretamente as tendências flexíveis das tendências rígidas. Até porque a maioria das pessoas protege e defende o status quo.

Outro erro muito comum é ter uma estratégia centrada em vendas e lucros.

Muitos planos estratégicos não passam de planos financeiros disfarçados. O dinheiro não é a bola do jogo, mas a maioria das pessoas o trata como se fosse. Pelo menos metade dos seus lucros vêm de coisas que você não está nem fazendo hoje.

Para chegar lá, você precisa de mais do que um plano financeiro. Você precisa de um plano que abranja as tendências corretamente identificadas, que você possa redirecionar a seu favor.

Fonte: CIO Uol

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