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23 agosto 2013

A arte das diferenças na gestão de negócios e vendas

A grande teoria dos negócios e vendas está na capacidade de percebermos o grau da necessidade do que e do como vamos ofertar, através das descobertas de oportunidades e espaços não trabalhados adequadamente nos m
A arte de encontrar nichos depende da formulação e preparo de um plano paciente, porém não cansativo, que propicie uma equilibrada aproximação do seu negocio junto à necessidade do outro. O segredo não está em atender situações momentâneas, mas ter um pacote que consiga envolver e acompanhar com soluções durante todo o processo sazonal dos parceiros.

A solução da venda, não é definida pela exposição adequada do produto, mas pela qualidade do suporte que o acompanha, que trará ou não o reconhecimento diferenciado, por parte do consumidor. Vínculos comerciais não são formados por amizades, mas pela persistente exposição da sua utilidade nos ciclos que antecedem, concretizam e alimentam os negócios propostos.

O que define uma boa venda de um produto ou serviço é principalmente o índice de renovação de negócios provindos do mesmo cliente. A estabilidade de uma empresa depende da forma como ela consegue manter suas conquistas, preservando assim um valor histórico para a segurança do seu planejamento.

A empresa moderna entende que o principal valor de retenção de um negócio se encontra na interatividade dos colaboradores junto ao mercado, ou seja, toda estrutura deve estar orientada e capacitada para soluções da sua parte dentro da parte dos clientes.

O processo comercial é um esforço coletivo a ser seguido para evitar a distinção de etapas, ou seja, quando se forma uma equipe competitiva, logo absorvemos clientes competitivos que sempre exigirão um processo pleno de interatividade com seus fornecedores.

Todas as estruturas de suporte devem ter competência comercial para a venda diária dos atendimentos com soluções que garantam e aprofundem as relações de negócios.

Um pós-venda deverá estar envolvido de muito treinamento e velocidade para que capacidade de agir esteja num tempo, de preferência antecipado às necessidades, para que a criatividade das soluções sejam traduzidas de efeitos inovadores, bem distantes de serem consideradas ultrapassadas ou insatisfatórias diante das solicitações dos nossos mercados.

Fonte: Portal Administradores
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19 agosto 2013

Como preparar uma apresentação encantadora?

Apresentação. Por mais que essa palavrinha cause verdadeiros calafrios em algumas pessoas, todas, independente da área, precisam apresentar algum trabalho em um momento de suas vidas.

Quando estamos na universidade ou atuando em determinadas áreas profissionais, fazer uma apresentação torna-se algo ainda mais frequente. No entanto, muitos sentem dificuldade para transmitir o conteúdo e transformam esse momento em um verdadeiro suplício para quem está assistindo e para ele mesmo.

"Traduzir para o papel uma ideia não é uma tarefa fácil. Por isso, constantemente vemos boas ideias não serem bem transmitidas. Às vezes fica uma repetição de textos que cansam o leitor e no final não entregam o que prometeram", lembra Manuela Baraad, sócia da Bistrô de Ideias, empresa especializada em preparar apresentações.

Caso você tenha se identificado com a situação acima, calma, temos uma boa notícia: não é preciso nascer com um dom para fazer boas apresentações. Muito se deve ao treino e a união entre o visual e a forma como o conteúdo é transmitido. "Quando tudo funciona em perfeita sintonia, a mensagem ganha mais força e clareza. O padrão visual tem um papel muito mais importante que apenas a estética da apresentação. É ele que direciona o tom da comunicação e ajuda a atrair a atenção do expectador", ressalta Manuela Baraad.


Acadêmicas x profissionais

Muitos não sabem, mas as construções das apresentações profissionais e das acadêmicas seguem a mesma linha de preparo. As diferenças irão aparecer dependendo do assunto que será abordado.

"Por exemplo, uma apresentação acadêmica tende a ter um conteúdo mais denso e extenso e por isso será mais técnica que uma apresentação profissional. Já nas apresentações profissionais atuais, um dos pré-requisitos é que deve ser apresentada em cada vez menos tempo, porém com a mesma qualidade. Isto exige uma maior utilização de recursos visuais, imagens impactantes e foco na informação principal", ressalta a especialista Manuela.

Os torturadores das apresentações

Sem sombra de dúvida, as imagens de clip-art, excesso de textos e exagero nos efeitos visuais são alguns dos grandes torturadores nas apresentações de PowerPoint. No entanto, não são apenas eles.

"Podemos destacar também a falta de objetividade. Apresentações muito grandes, beirando muitas vezes a prolixidade, cansam o leitor e na maioria das vezes poderiam passar a mesma mensagem, explorando melhor a informação a ser passada. O tempo destinado a uma apresentação faz parte do sucesso dela", destaca a sócia da Bistrô de Ideias.

Criando apresentações encantadoras

As apresentações de Steve Jobs sobre os lançamentos da Apple eram memoráveis e conseguiam prender e encantar a todos que assistiam. E o segredo delas estava em transmitir um conteúdo aparentemente complexo em algo simples e marcante.

"Jobs e sua equipe foram capazes de dissecar informações técnicas chegando à raiz da questão e transformando tudo em uma imagem que diz tudo sobre o produto. A Apple conseguiu apresentar o MacBookAir apenas mostrando que cabe em um envelope e o IPod dizendo quantas músicas cabiam em seu bolso, sem cair na tentação de apresentar todos os seus detalhes técnicos", afirma Manuela. E a especialista deixa uma reflexão bem simples sobre o assunto: "A tentação de mostrar os mínimos detalhes é enorme, principalmente para aqueles que estão envolvidos no projeto, mas para quem está assistindo terá o mesmo impacto?".

Dicas para montar sua apresentação

Com a colaboração da Manuela Baraad, o portal Administradores elaborou algumas dicas para você fazer excelentes apresentações. Lembre-se, o tempo de preparação de uma boa apresentação irá depender do tamanho e da informação que será desenvolvida.

Confira abaixo: 


Fonte: Portal Administradores
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25 julho 2013

Regras para fazer do imóvel uma casa para a vida toda, até a velhice

Proprietária de uma pousada geriátrica em Campo Grande, Silvia Samara Gimenes Salamene, de 35 anos, sabe bem que não pode se descuidar da segurança dos idosos. Sabe também que não basta só atenção e boa intenção. É preciso garantir a acessibilidade dos clientes que atende todos os dias.

Há três anos, justamente por essa questão, a casa passou a funcionar em outro endereço. Como o antigo imóvel era alugado, os proprietários não permitiram alterações na parte estrutural. Na “nova pousada”, tudo foi pensado para quem já chegou à chamada “terceira idade”.

“Colocamos banheiros adaptados em todos os quartos, corrimão em tudo, dentro e fora. Os pisos são antiderrapantes. A casa é plana, não precisa de rampa. Toda a preocupação foi por conta da acessibilidade”, afirmou a proprietária.

Casas planejadas, acessíveis, é uma preocupação antiga dos profissionais que trabalham na área da arquitetura, mas eles ainda enfrentam a resistência de clientes. Muitos, com “medo” do custo final da obra, acabam dispensando os ajustes necessários. O que acontece, geralmente, é uma reforma na hora da necessidade. Aí sim, os custos extras, dizem os especialistas, podem aparecer.

Arquiteta Angela Cristina Santos Gil Lins, de 40 anos, integra a equipe técnica da Sociedade em Prol da Acessibilidade, Mobilidade Urbana e Qualidade de Vida de Mato Grosso do Sul (SBA). A profissional apontou algumas “dicas gerais” de um projeto como esse. Em todo caso, é necessário, segundo ela, uma boa entrevista com o cliente. A intenção é saber das necessidades dele, as limitações e exigências. Se tratando de idosos, “o levantamento das necessidades é maior ainda, pois precisamos saber se o idoso vai morar sozinho, com um companheiro, se tem animais de estimação, se recebe visitas”, disse, exemplificando.

O projeto de uma casa para idosos deve contemplar tudo o que uma “residência comum” tem, mas é preciso dar atenção à NBR 9050, norma técnica que regulamenta a acessibilidade a edificações, mobiliário e equipamentos urbanos.

A arquiteta, afirmou, “precisa dar atenção especial para banheiros e pisos”. É imprescindível observar as dimensões dos espaços de circulação e não se esquecer dos itens de segurança como, por exemplo, pisos não escorregadios em áreas molhadas - como banheiro, calçadas, área de serviço e varanda - e barras de apoio.

Entre as dicas gerais, é preciso se atentar ao tamanho das portas – que devem ter vão livre de 0,80 centímetros para facilitar o acesso de uma cadeira de rodas -, maçanetas que facilitam a empunhadura e iluminação adequada.

O cuidado se estende à decoração. O mobiliário precisa ter altura adequada e cantos arredondados. É uma maneira de prevenir acidentes. Angela Cristina também recomenda evitar o uso de tapetes com felpa alta para não prejudicar quem tem dificuldade de locomoção.

Além da segurança, a comodidade deve ser pensada. Uma casa acessível “é uma casa confortável para toda as pessoas”. Se o projeto, desde o início, levar em consideração esse conceito, não será mais necessário adaptar nenhum espaço. Reformas, aliás, sempre acabam sendo mais caro que uma nova construção.

“Um projeto para idoso não necessariamente aumenta os gastos, ao contrário do que todos imaginam. O custo final da obra será o mesmo de qualquer outra desde que seja bem planejada e executada”, orientou a profissional.

Cartilha

Angela lembrou que este ano, a SPA-MS elaborou, em parceria com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado (CAU – MS), um guia prático de acessibilidade. A cartilha, que foi distribuída aos participantes da 2ª Decon-MS, feira de decoração que aconteceu em Campo Grande, é direcionada a projetistas e conta com a diretrizes básicas da NBR-9050/2004.

São 63 páginas de orientações que trazem, por exemplo, as exigências para construção de sanitários, bebedouros, balcões, auditórios, cinemas, teatros, cozinha. O material também elenca as especificações para o acesso e circulação e destaca as normas para construção de calçadas, guias rebaixadas, faixas elevadas, rampas, corrimão, guarda-corpo, degraus, entre outros.

Há, ainda, as definições importantes para sinalização visual, tátil, sonora, de vagas para veículos e até o local determinado para o posicionamento do intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Além das especificações para projetos residenciais e comerciais, o guia também abrange as diretrizes recomendáveis para obras públicas, como parques, praças e locais turísticos. Delegacias e penitenciárias também estão incluídas.

A intenção dos órgãos é divulgar a legislação e sensibilizar a sociedade sobre as dificuldades encontradas no uso dos espaços utilizado pelas pessoas com deficiência, permanente ou temporária, mobilidade reduzida, idosos ou gestantes.

Fonte: Obra24horas
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19 junho 2013

4 erros fatais ao elaborar um plano de negócio

Para fazer um plano de negócios, o pequeno você precisa de informações sobre o mercado, as finanças e as operações da empresa. Elaborar esse documento é essencial, independente se for o dono de uma startup ou de uma pequena empresa. “A maioria das empresas que morre não faz planos de negócios”, afirma Ari Rosolem, consultor do Sebrae-SP. 

Cuidados são necessários para que alguns erros não sejam cometidos. “A maioria dos planos de negócios peca na análise do mercado”, afirma David Kallás, professor de gestão estratégica do Insper. “A ideia não é acertar e sim oferecer parâmetros”, diz José Eduardo Balian, professor da Faculdade de Administração da FAAP. 

Para Paulo Pacheco, consultor e professor do Ibmec/MG, buscar ajuda para a execução do plano de negócios em consultorias júniores das faculdades é uma recomendação para quem não se sente preparado. “Ele vai aprender junto e, como cliente, ele pode se posicionar de uma forma critica e menos emocional”, explica. Abaixo, veja os principais erros que os empreendedores cometem durante a elaboração de um plano de negócio. 

1. Não definir bem o negócio

Qual é o público-alvo? Como é a região que empresa atua? “Uma análise ambiental mal feita leva a uma receita mal feita”, afirma Pacheco. 

Se o empresário é novo no segmento que atua, o ideal é conversar com alguém que já está no mercado. “Isso impacta bastante no plano de negócios”, diz Rosolem. Kallás explica que quanto mais informações específicas sobre o mercado ele conseguir, melhor. 

2. Agir pelo emocional

É comum que o empreendedor se apegue à ideia da sua empresa. Mas, na hora de elaborar um plano de negócios, o ideal é avaliar a sua viabilidade e rentabilidade. 

Para Pacheco, ter dificuldade em colocar no plano de negócios a realidade que está sendo percebida pode ser prejudicial. “O papel aceita tudo, mas a função do plano é de criticar”, afirma. 

3. Não analisar bem a concorrência

Saber quem são os concorrentes e quais são as suas condições no mercado são pontos essenciais para a elaboração do documento. Somente competir com os preços de outros players nem sempre é a melhor saída. 

“É importante planejar qual é o volume de vendas ideal, dentro da estrutura que eu tenho, para alcançar o meu concorrente”, exemplifica Rosolem. 

4. Errar nas contas 

O capital de giro é uma informação essencial para a parte financeira do documento. “Tão importante quanto o maquinário da empresa”, afirma Kallás. Para ele, a meta do negócio tem que ser ambiciosa, mas o caixa tem que ser conservador.

“Não prever que a empresa vai ter prejuízo é outro erro”, diz Rosolem. Às vezes, o faturamento nos primeiros meses não segue o planejado e a empresa fica no vermelho.

Fonte: Exame
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18 junho 2013

Viver para trabalhar ou trabalhar para viver?

Esse título inicialmente parece uma frase de autoajuda, mas é algo que tenho discutido muito, ultimamente, em sala de aula, com colegas e amigos próximos. Nestas andanças de trabalho de consultorias pela iSetor e de palestras e reuniões pela Abraps tenho me deparado muito com esta pergunta. Encontro dezenas de profissionais que estão cansados de fazer o mesmo, do jeito que faziam há pelo menos três décadas.

É sempre a mesma história: da casa para o trabalho e do trabalho para casa, buscando sempre mais dinheiro para alcançar o valor financeiro e, assim, ter status. Ou seja, é a constante busca pelo consumo de produtos e serviços que, na verdade, não são essencialmente necessários para o dia a dia. E vira uma espécie de círculo vicioso, com os dias passando e as pessoas buscando, cada vez mais, dinheiro e consumindo mais tempo de suas vidas para isso. 

Existem alguns movimentos de pessoas que já deixaram de lado o consumo excessivo e vivem uma vida mais simples e com mais experiências. Um artigo bastante interessante publicado pelo New York Times mostra que algumas pessoas estão em busca de um novo estilo de vida para o antigamente cobiçado “american way of life”. E, constantemente, vejo outros artigos que abordam justamente o mesmo tema, aqui no Brasil. 

Dessa forma, há uma propulsão para um movimento tímido, que ainda não arrebatou uma multidão. Diria que seus seguidores são uma minoria resistente que vive quase num mundo paralelo para a massa da população televisiva e consumista. 

Recentemente, em um trabalho pela minha empresa, juntamente com o meu sócio, fizemos a facilitação para o planejamento estratégico organizacional de um grupo de pessoas que trabalham para uma O.S. (entidade privada, sem fins lucrativos) de música numa capital no nordeste brasileiro. 

Durante o trabalho, perguntamos o que os funcionários e gestores gostavam de fazer no seu horário de lazer, e por incrível (para não dizer óbvio) as frases mais frequentes foram “ouvir e tocar música”, além de “estar com pessoas (amigos e família)” e “ensinar”. Este grupo era formado mais ou menos por 50 pessoas das mais diferentes áreas, músicos, administradores, educadores, montadores, produtores, técnicos, serviços gerais etc. 

Nesta organização, o principal foco é a busca da mudança na vida de jovens e crianças por meio da atividade e aprendizagem coletiva da música para o seu desenvolvimento pleno. O resultado paralelo, além da transformação social, é de músicos maravilhosos em algumas orquestras dentro deste estado federativo do nosso país. E tudo isso financiado pelo Estado!

Na facilitação, enquanto contavam do seu trabalho ou do que achariam que poderiam melhorar nos projetos e na organização, seus olhos brilhavam e uma energia positiva vibrava no ar. Meio místico, porém incontestável. Todos realmente estavam antenados e concentrados no exercício que fazíamos, pois buscávamos melhorar a organização e o seu dia a dia. Sempre focando o público e a missão da O.S.

Parece meio romântico, porém estas pessoas estavam fazendo o que realmente gostam e acreditam. Ao longo da sessão muitos frutos e transformações foram citadas, como o aluno que virou instrutor ou algum jovem músico que foi fazer carreira internacional, pois descobriram uma aptidão e uma paixão.

Viver para trabalhar é uma escolha que temos que fazer, sem ser influenciados por fatores externos, pressões sociais e status. Envolver-se em algum projeto social, ambiental, fazer um voluntariado ou algo assim pode ser uma forma de escapar da sua realidade, se você não pode se dar ao luxo e viver somente naquele trabalho que realmente você almeja.

Outra forma é planejar uma carreira focada nestes temas ou já direcioná-la para tal. E quem sabe não fazer alguns trabalhos voluntários ao longo da carreira e depois, quando aposentar, ficar full-time. Ou ainda elaborar um projeto social ou ambiental podendo se transformar num empreendedor social. Ou então fazer um negócio social.

O importante de todas estas conversas e discussões destas semanas é que precisamos continuar refletindo, ampliando as nossas percepções e pesquisando, para que no momento certo (que dependerá de cada um) tenhamos a atitude para ter uma vida mais leve, sem o peso de viver para trabalhar. 

Marcus Nakagawa – é sócio-diretor da iSetor, professor da ESPM e diretor-presidente da Abraps – Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade.

Fonte: Administradores
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