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12 setembro 2013

Construtoras adotam medidas tecnológicas para ampliar seu poder de vendas


As novas tecnologias chegaram ao mercado imobiliário para agregar ao trabalho diário e facilitar a vida das pequenas, médias e grandes construtoras. Esses novos recursos revolucionaram a forma de se relacionar com o cliente e, consequentemente, impulsionar as vendas, mas claro, se utilizados de forma planejada e estratégica.

Com essas dicas, é possível melhorar as vendas da sua construtora, além de aprimorar o desempenho da equipe responsável pelo contato com os clientes. Essas ferramentas permitem o compartilhamento de documentos, agendar compromissos e acompanhar as vendas dos empreendimentos. Alie essas ferramentas à oportunidade de ter sempre em mãos um portfólio atualizado, um gerenciamento eficaz, uma equipe treinada e uma maquete rica em detalhes, 100% do projeto original.

É importante, antes mesmo de colocar em prática qualquer estratégia, identificar o trabalho mais complicado, que são as competências e carências da empresa. Apenas ativar o mercado sem se preparar para atender à demanda pode afastar ainda mais os clientes.

Reunimos algumas dicas importantes para o empreendedor e, claro, o vendedor considerar na hora de fomentar o aumento das vendas:


  • Conhecer o cliente: Antes de vender um empreendimento, tente conhecer melhor seu cliente para que você possa sugerir um imóvel de acordo com as aspirações dele. Isso facilita a assertividade da venda e deixa o comprador satisfeito;
  • Qualifique seus vendedores: A capacitação do profissional de vendas é o que traz mais retorno para a empresa. É importante apresentar técnicas de vendas para estreitar o relacionamento com o cliente e facilitar as negociações de vendas.
  • Tendências: Apresente ao futuro comprador as principais tendências do mercado e apresente para ele uma lista com alguns imóveis que estão dentro do padrão aquisitivo que ele se enquadra;
  • Maquetes: Utilize as maquetes como ferramenta decisiva nas vendas. “Com a tecnologia, as maquetes são produzidas fielmente ao empreendimento original, possibilitando ao comprador ver, não apenas o seu imóvel, como também toda a parte social do empreendimento, facilitando o entendimento do cliente e, consequentemente, aumentando a força das vendas imobiliárias”, afirma Fabio. De acordo com a construtora Setin, cerca de 60% das vendas de um dos empreendimentos em 3 dias de exposição se deu pela maquete;
  • Evernote: É um aplicativo capaz de gerenciar e organizar as anotações, além de arquivar textos e imagens dos imóveis. É uma ferramenta prática e dinâmica para apresentar o comprador notícias e informações importantes do mercado imobiliário;
  • Salesforce: Este aplicativo traz ferramentas que permitem o compilamento dos serviços de atendimento ao cliente como, o gerenciamento de parceiros e criação de gráficos e tabelas de relatórios e análises empresariais. 
  • HP12C: Este aplicativo permite que você tenha uma calculadora científica, ferramenta importante para a garantia de decisões adequadas na relação com o cliente, ou seja, o uso dessa plataforma permite negociações mais eficientes;
  • ERP QUALIT CONSTRUÇÃO: Software composto por módulos estrategicamente desenvolvidos para atender todas as variáveis de uma construtora ou incorporadora, não importando seu porte, desde o planejamento e orçamento da obra ao acompanhamento e controle dos projetos, da gestão de vendas ao controle financeiro da empresa, fornecendo ainda informações gerenciais de forma automática, rápida e prática.
“O conhecimento e o uso estratégico dessas ferramentas podem proporcionar uma vantagem competitiva no mercado, aumentando a produtividade dos vendedores e garantindo a força das vendas e, o mais importante, fidelizar e ganhar novos clientes”, cita diretor da Adhemir Fogassa Maquetes, Fábio Fogassa.

Fonte: Marketing e Comunicação QUALIT
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23 agosto 2013

Internet é preferida para a divulgação de imóveis

A internet é atualmente a principal mídia para veiculação de anúncios imobiliários, superando os classificados dos jornais impressos como primeira opção de busca por quem deseja comprar, vender ou alugar imóveis comerciais e residenciais. É o que mostram os números relativos à quantidade de ofertas disponíveis nos portais. As opções são muitas, assim como é grande a quantidade de contatos gerados para os anunciantes online - imobiliárias, corretores, incorporadoras, construtoras e pessoas físicas - a partir de pesquisas feitas nas páginas eletrônicas do Imovelweb, ZAP Imóveis e WebCasas, por exemplo.

O fato de permitir a visualização de diferentes imagens de boa qualidade dos imóveis e a obtenção de informações detalhadas sobre suas características, e facilitar a comparação de preços com ofertas similares de outras regiões, faz do classificado online uma ferramenta de busca bem mais eficaz para o público. "O número de pessoas que realizam pesquisas em sites imobiliários é bem maior do que o total de leitores de jornais, que não buscam nas páginas impressas informações apenas sobre imóveis", salienta Eduardo Schaeffer, diretor geral da ZAP Imóveis.

Para Roberto Nascimento, CEO o Imovelweb, o advento dos portais imobiliários mudou o papel do corretor, que teve de aprender a se relacionar com o público através de canais eletrônicos, como chat e e-mail. Outro aspecto importante é que as informações, antes concentradas no corretores e imobiliárias, agora são públicas. "Há 20 anos, uma pessoa tinha de ir a uma imobiliária para saber detalhes de um imóvel que queria comprar ou alugar. Os anúncios nos jornais continham no máximo quatro linhas e uma ou outra foto. Hoje, quando se relaciona com o corretor, o interessado já sabe muito sobre a oferta", ressalta.

A receita obtida pelos portais imobiliários vem exclusivamente de anúncio veiculados. As inserções abrangem todos os tipos de imóveis, desde casas e apartamentos até terrenos, galpões e conjunto comerciais, que se destinam para todas as camadas sociais. O objetivo é gerar contatos para os anunciantes. O Imovelweb tem uma carteira de 6 mil clientes e cerca de 500 mil ofertas de imóveis para venda (lançamentos e usados), locação e locação para temporada em mais de 1 mil municípios em todo o país. Segundo Nascimento, a taxa de conversão - realização de negócios - é de um a três contratos fechados a cada 100 contados gerados.

Criado em 2007, o ZAP Imóvel gera entre 1,2 milhão e 1,4 milhão de contatos por mês, com taxa de conversão entre 1% a 2%. O portal contabiliza atualmente quase 300 mil ofertas de imobiliárias, cerca de 500 lançamentos de incorporadoras e perto de 8 mil anúncios de pessoas físicas que estão interessadas em vender ou alugar imóveis para outras pessoas. Em 2012, o portal registrou um faturamento de R$ 50 milhões e a expectativa é de expandir entre 30% e 40% o volume de negócios em 2013. Faz parte da estratégia, a ampliação da cobertura geográfica, atendendo a partir deste ano o interior e litoral São Paulo e do Rio de Janeiro, além de Belo Horizonte (MG). "Podemos crescer 30% a nossa base de clientes", acredita Eduardo.

A relevância que conquistou no mercado nos últimos anos levou os portais imobiliários a incrementar os serviços. Com uma carteira de 4.500 imobiliárias e um inventário de mais de 600 mil ofertas de imóveis, o WebCasas, do grupo Santander, vai ativar sua página no segundo semestre um mecanismo para facilitar a aquisição de materiais de construção, móveis, objetos de decoração. "Pretendemos aumentar o leque de serviços, como a contratação de mão de obra, como encanadores, pedreiros e decoradores, e também de projetos de decoração", revela Fabrizio Ianelli, superintendente de negócios imobiliários do Santander.

Quem acessa a página eletrônica do ZAP Imóveis encontra, além do catálogo de imóveis listados por preços, bairros e características, informações úteis para auxiliar na tomada da decisão na hora de fechar negócio. Outra iniciativa foi a criação de um espaço dedicado a dar apoio às ações que precisam ser adotadas pelo usuário após a compra ou locação de um imóvel, tais como decoração, reforma, consertos, pinturas etc.

Segundo Eduardo, o portal dispõe de ferramentas para monitorar os resultados dos contatos e melhorar a qualidade do atendimento. "Já aconteceu de uma imobiliária receber muitas ligações telefônicas após as 18 horas, quando não há mais expediente. Nós produzimos um relatório e recomendamos a realocação de pessoal para atender os chamados nesse horário", exemplifica.

A Imovelweb está investindo R$ 10 milhões no reposicionamento de sua marca, para consolidar o processo de reestruturação do portal, que está em curso há um ano e meio, quando foi adquirido pelo fundo Tiger Global Management. Além de uma nova identidade visual da marca, a novidade foi o lançamento de sua versão mobile, com aplicativos que permitem a realização de pesquisas sobre imóveis em aparelhos como smartphones e tablets.

A i-Uni Brasil desenvolveu sistema que os corretores autônomos e pequenas imobiliárias utilizam para cadastrar seus imóveis. Uma de suas vantagens é a publicidade ilimitada na internet, já que o anúncio é veiculado gratuitamente no próprio portal da empresa e disparado automaticamente para aproximadamente 300 sites imobiliários, sem custos adicionais. Os usuários têm acesso a uma ferramenta que vasculha na internet anúncios de proprietários e imobiliárias, facilitando o trabalho de captação. O sistema, lançado na Espanha, foi adaptado ao mercado nacional. "Trata-se de uma rede de licenciamento imobiliário, que oferece serviços semelhantes a uma franquia", compara Rogério Caporrino, diretor geral da empresa.

Fonte: Valor Econômico
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19 agosto 2013

Financiamento de imóveis em São Paulo passa a ser feito em cinco anos

A Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp) acaba de lançar uma plataforma online que permitirá a liberação de crédito para financiamentos de imóveis em um prazo máximo de cinco dias. A ferramenta, disponível no site da Arisp, agiliza dois procedimentos exigidos na liberação.
O primeiro é a apresentação da certidão de matrícula do imóvel ao banco. Antes, o comprador precisava retirar esse documento pessoalmente nos cartórios de registro de imóveis, o que acontecia em um prazo máximo de cinco dias. Agora, pelo site, é possível solicitar a certidão de matrícula digital, que é emitida em apenas duas horas. O custo para a emissão dessa certidão, tanto no cartório quanto no site, é de 43,41 reais. 

O segundo procedimento agilizado é o registro em cartório do contrato de compra e venda do imóvel assinado pelo comprador e pelo vendedor. 

Segundo a Associação, anteriormente, cabia ao banco ou ao comprador levar o documento até um cartório pessoalmente para que ele fosse registrado, processo que demorava cerca de 15 dias (com prazo máximo de 30 dias). Agora, o banco poderá solicitar ao cartório o reconhecimento eletrônico do contrato pela nova plataforma, em um prazo máximo de cinco dias.

"Normalmente, o prazo médio para a liberação do financiamento era de 15 dias, podendo demorar até 30 dias. Agora, com a certidão de matrícula digital emitida em duas horas e o registro do imóvel eletrônico, feito em até cinco dias, todo o processo durará no máximo cinco dias", afirma Flauzilino Araújo, presidente da Arisp. 

Apesar do procedimento eletrônico já estar disponível, Araújo explica que os bancos podem ainda ter um período de adaptação até que os registros passem a ser feitos online dentro de cinco dias. 

Segundo ele, a lei 11.977, de 2009, já previa a automatização dos processos de registro dos imóveis, mas o prazo final para adequação à lei está previsto para 2014. "Nós antecipamos no estado de São Paulo o registro eletrônico que deverá funcionar em todo o território nacional até 2014", afirma. 

A plataforma conta com a participação dos 320 cartórios que atuam no estado e é autorizada e fiscalizada pela Corregedoria Geral da Justiça do Estado de São Paulo, que introduziu a implantação do Serviço de Registro Eletrônico, por isso conta com a mesma legitimidade do registro feito presencialmente. 

E segundo a Arisp, a plataforma contará com a mesma segurança que já é característica do sistema de Registro de Imóveis. 

Pesquisa online ajuda comprador a checar informações sobre o imóvel pretendido

Pelo site da Arisp também é possível fazer uma pesquisa online das matrículas dos imóveis, apenas informando o número da matrícula do imóvel buscado no sistema.

Por meio dessa consulta, que custa 13,02 reais, o usuário pode obter importantes informações que podem ajudá-lo no processo de compra, tais como: o tamanho do imóvel; o número de cômodos; o nome do proprietário; e eventuais ônus, cargas e gravames relacionados à propriedade.

Fonte: Exame.com
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14 agosto 2013

Orçamento e Planejamento de Obra

Na elaboração do planejamento e orçamento de suas obras, os itens principais de serviços técnicos e administrativos operacionais da obra são relevantes em relação ao custo total da construção. 

As informações técnicas que subsidiam suas estimativas são fornecidas pelo setor técnico de produção da construtora e, em alguns casos, também pelos técnicos da incorporadora no que diz respeito a prazo, qualidade e custo.

Considerando sua importância técnica e financeira, é fundamental que as definições de processos, seleção de pessoal e dimensionamentos estejam associados à qualidade da obra, ao prazo de execução, aos seus custos e riscos.

Para ter um controle mais completo e seguro das atividades de orçamento o ERP QUALIT Construção através do módulo Orçamento e Planejamento de Obra, além de interativo e ágil, permite a criação do macro-planejamento dos serviços, gerencia listagem das atividades e tarefas, gráficos de controles e emissão de relatórios de acompanhamento físico e de aplicação de recursos para qualquer tipo de construção de forma rápida e flexível de acordo com a necessidade da sua empresa.

Gostaria de conhecer suas funcionalidades??

Entre em contato através do numero 0800 770 8520 e agende uma demonstração.

Fonte: Marketing e Comunicação

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16 julho 2013

Criação de Ambientes Virtuais 3D

Com o constante desenvolvimento e aumento da capacidade dos hardwares e softwares em processamento e armazenamento, é perfeitamente possível desenvolver cenários virtuais, ou maquetes em 3d como representação de construções físicas, prediais ou residenciais, ambientes decorados ou cenários. Essa facilidade passou a ser acessível com o simples uso de um equipamento doméstico, dotado de boa capacidade de armazenamento e processamento. Os softwares mais conhecidos do mercado são o 3D Max Design voltado especialmente para projetistas e arquitetos e o Sketchup desenvolvido pela Google. Estes aplicativos permitem ao usuário criar um projeto 3D a partir de uma planta baixa, que seria exatamente e proporcionalmente a representação de um projeto arquitetônico em linhas e dimensões, permitindo a compreensão do formato e detalhes do projeto. Para uma melhor representação visual compreensível a pessoas que não são da área técnica, as maquetes em 3d toraram-se uma necessidade representativa. Através de um cenário virtual, é perfeitamente possível para um leigo compreender dimensões e detalhes presentes em um projeto arquitetônico sem a possibilidade de enganos e erros no momento da aprovação de um projeto.

Os softwares criadores de cenários virtuais, além de permitirem um fotorrealismo e perfeição em detalhes, também possibilitam a criação de vídeos e animações, permitindo que mesmo antes de uma construção existir, possam ser vistos todos os detalhes do ambiente e a perfeita noção de dimensões do que será construído.

Outro fator muito importante é o cálculo de custos e materiais que serão necessários para um determinado projeto. Softwares como Revit, permitem realizar um cálculo preciso e exato de como será a aplicação e uso de materiais para a construção.

Com o aprimoramento da tecnologia utilizada por alguns softwares, também é possível simular um evento físico chamado de iluminação global, o qual, ao ser representado em um cenário 3d, nos permitirá um maior realismo em detalhes de uma cena. Além disso, também é possível simular materiais que temos no mundo real em cenários virtuais, alguns softwares conseguem inclusive elaborar uma paleta de materiais que simulam materiais existentes na vida real como vidro, madeira, concreto, asfalto, etc, permitindo a criação de cenários virtuais reais, dessa forma uma perfeita cópia da realidade física.

Portanto, hoje em dia é perfeitamente possível a qualquer profissional da área de arquitetura e construção, ter em mãos um projeto detalhado e preciso do que será sua obra, e apresentar ao um possível cliente uma noção exata disto.

Como exemplo de cenários virtuais em 3d, podemos encontrar algumas imagens representativas de ambientes 3d e maquetes 3d nos sites www.bussolavirtual.webuda.com e www.bussolavirtual3d.wordpress.com.

* Leonardo Bertolazzi é formado em Multimídia Digital e especialista em criação de materiais didáticos para cursos e treinamentos na área de computação gráfica. Atua como professor de softwares gráficos como After Effects e 3D Max há mais de 16 anos.

Fonte: Obra24horas
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28 junho 2013

Biblioteca Digital para a Área de Construção Civil

O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) recebeu, esta semana, representantes dos Ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e do Exército. Eles foram recebidos pelo diretor do Instituto, Emir Suaiden.

A coordenadora geral do IBICT, Cecília Leite, explicou que a reunião tratou do projeto de implementação de uma biblioteca digital para área de construção civil que está sendo elaborado em parceria entre o MDIC, o Ministério do Exército e o IBICT.

“A biblioteca vai abrigar um projeto maior que se chama BIM (Building Information Modeling), que cria uma padronização para a construção civil no país. O exército tem 4 mil obras por ano e ele sofre muito com o problema de licitação. A biblioteca irá trazer todos os catálogos, inclusive a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) está criando uma normatização para isso. Por exemplo, na construção de um prédio de 50 andares, será possível colocar todas as especificações na plataforma e, através da biblioteca, obter quantos joelhos de PVC irá precisar para esse prédio etc. Lembrando-se que tudo isso é indexado de forma padronizada, com preço, para facilitar e agilizar todo o processo de construção”, ressaltou.

Cecília Leite disse que o projeto já está em andamento. “O projeto é estratégico, grande, e o IBICT irá desenvolver a biblioteca digital. Então, estamos trabalhando com esta biblioteca, a plataforma e contratando pessoal”, salientou.

Fonte: ibict - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
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25 junho 2013

Telhados sustentáveis

Quando as pessoas vão decorar a casa, pensam logo em todos os espaços que possam sofrer algum tipo de intervenção para ficarem mais bonitos e agradáveis. Mas muitas delas se esquecem de uma importante parte da casa que pode ficar tão bonita quanto as outras através da decoração: o telhado.

Sim, o telhado pode ser decorado com um pouco de tecnologia e muito pensamento crítico e coletivo: através das manta geotêxtil é possível ter um telhado bom, bonito, barato e muito sustentável. Isso acontece pois, nas coberturas, é possível plantar gramas e jardins e ajudar a diminuir a poluição urbana.

Além de visar essa melhoria no meio ambiente, o telhado sustentável – que pode ser decorado com jardins, pedriscos ou pintura clara – oferece, também, um conforto térmico e ajudam a diminuir as ilhas de calor. Melhor do que isso, esse tipo de telhado também ajuda a casa a não acumular águas de chuva ou enchente, o que traz ainda mais segurança para o lar.

O telhado sustentável – ou verde, dependendo de como você queira chamá-lo, é muito comum em diversas edificações que já visam as melhorias do futuro. É possível encontrá-lo em lugares como o teto da prefeitura de Chicago, em uma passarela de pedestres em São Paulo, na fábrica da Ford em Michigan e também em cima da California Academy of Sciences. Mas, claro, o telhado verde e sustentável é também uma ótima pedida para edificações residenciais, sendo aplicado no contexto de forma sadia e segura.

Usar o telhado sustentável é repor à sociedade o verde perdido com as construções daquele ambiente, além de ajudar a diminuir a poluição de forma geral, em benefício de todos. Portanto, se você quer ter esse senso crítico e colocar em um telhado sustentável em casa, busque a ajuda de um profissional da arquitetura e da engenharia. Afinal, o telhado verde aplica um peso maior na edificação, que deve ser calculado. Em construções novas, o paisagismo do telhado deve estar incluído no projeto estrutural do mesmo.

Fonte: Engenharia e Construção
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21 junho 2013

Floor Styler é um aplicativo para desenhar plantas

Se você é um arquiteto, designer de interiores, dona de casa ou apenas um fã - Piso Styler vai ajudar você a criar um piso interativo de planejamento online. Tudo que você precisa fazer é arrastar e soltar as fotos do mobiliário para o plano de sua casa e ver como poderia parecer. 

Para usá-lo não é necessário algum software, habilidades específicas ou saber sobre programação, apenas gostar de desenhar. Você pode planejar o interior de reformas, construção ou simplesmente exercitar a criatividade.

Apesar do aplicativo ser em Inglês, é online, gratuito e possui uma simples interface, flexibilidade e funcionalidade máxima, resumindo, é um produto prático e eficiente.

Projetado de acordo com as últimas tendências em flash gráficos, Piso Styler fornece ricas representações gráficas dos objetos comuns encontrados em uma casa - móveis, luminárias, pisos e até mesmo carros. Andar Styler ajuda a construir em poucos minutos os modelos 2D e 3D de sua casa e do design de interiores.




Fonte: Marketing e Comunicação Qualit Construção
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18 junho 2013

Projeto criado com a colaboração por usuários do facebook

A Gafisa se prepara para lançar um projeto único no mercado imobiliário: o primeiro prédio a ser feito com as ideias enviadas pelos usuários do Facebook.
Denominado “Follow – The Eureka Building”, o empreendimento já nasce premiado, uma vez que foi consagrado com os prêmios Discovery Innovations, Abemd e Wave Festival. Um dos maiores lançamentos da marca em 2013, o projeto que estará localizado no bairro do Brooklin, em São Paulo, terá um o VGV de aproximadamente 150 milhões.

Patrick Hruby, diretor de Negócios do Facebook para o segmento de Mid-Market, reconhece a importância das redes sociais no mundo dos negócios.

“As mídias sociais são um dos principais motores de crescimento econômico do futuro e estamos muito satisfeitos com o caminho percorrido pelos nossos clientes no Brasil nos últimos dois anos. O Follow é um case pioneiro, que coloca o Facebook no centro de projetos construídos tijolo a tijolo, com base em um dos principais conceitos da nossa plataforma: o feedback social”, comenta Hruby.

Consciente em ouvir cada vez mais o consumidor e atender aos desejos dele em um projeto real, a Gafisa fez um “brainstorm digital” em sua fan page, onde os usuários puderam contribuir com as mais diferentes ideias para o empreendimento.

Diversas sugestões foram dadas: desde uma casa na árvore a uma residência-bola, passando por um campo de futebol, outro de golfe, etc. Após essa etapa, a Gafisa avaliou a viabilidade arquitetônica, técnica e prática das sugestões e selecionou as mais interessantes para compor o “Follow – The Eureka Building”.

A companhia chegou a um projeto com muitos diferencias: Sky Pool (piscina com borda infinita na cobertura), Sky Gym (fitness com vista panorâmica, sala de luta e yoga), SPA com sala de massagem e descanso, espaço futon com lareira, escada com contador de perda de caloria, Party Lounge, Bar Sport Lounge, churrasqueira gourmet, lavanderia, car wash, entre outros.

“Uma das usuárias sugeriu uma piscina com borda infinita na cobertura. Achamos a ideia muito bacana e decidimos criar o Sky Pool, um dos grandes destaques do edifício”, conta Flores.

O empreendimento também terá bicicletário e bicicletas de cartão para uso dos moradores, lixeiras de coleta seletiva, reuso de água da chuva para o jardim, tomada para carros elétricos, horta, pomar, descarte de pilha, bateria e óleo.

Além disso, para o maior conforto dos moradores e devido aos muitos pedidos dos usuários, diversos outros serviços de pay-per-use serão oferecidos: concierge, hostess e mensageiro, lavanderia, mecânica de automóveis e lava-rápido, limpeza e arrumação, personal trainer, dog walker, massagista, chaveiro, sapataria e costura, tinturaria e passadeira, etc.

Fonte: Obra24horas
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07 junho 2013

Sergipe recebe grupo internacional de construção civil

Na noite desta quinta-feira, 6, Aracaju recebeu oficialmente as instalações do grupo italiano Policentro, atuante na área de construção e design de centros comerciais. Com a inauguração de sua sede em Sergipe, a sucursal Poly Promotion do Brasil promete trazer uma tecnologia inovadora ao Estado, capaz de construir 2 mil apartamentos em 1 ano. Outra proposta é a utilização de energia solar para o desenvolvimento de construções autossuficientes.

O diretor geral da Poly Promotion, Domenico Pastori, explica a escolha de Sergipe para sediar o empreendimento. “Sergipe possui belezas naturais que se identificam com o design italiano. Além disso, o capital humano e o parque tecnológico são muito promissores, e combinam com nosso objetivo de trazer tecnologia, inovação e formação. Além disso, recebemos o apoio de incentivos fiscais pelo Estado e pela prefeitura”, afirma.

Em Sergipe, o grupo atuará nos municípios de Barra dos Coqueiros e Lagarto, e na Zona de Expansão de Aracaju, com investimentos em prédios, escritórios e centros comerciais. Domenico destaca que a empresa vem realizando estudos para uma parceria com o programa Minha Casa Minha Vida. “Ao longo de nossos 40 anos em atividade, o grupo Policentro empregou de forma bem sucedida sua tecnologia exclusiva em diversos países. Com nosso método, uma casa pode ser inteiramente construída em cinco dias”, diz.

Segundo Domenico, a chegada do grupo ao Estado deverá motivar a vinda de outras construtoras e indústrias. “Nosso objetivo é mobilizar o complexo construtor do Estado, fixando raízes e realizando investimentos”, reforça.

Giovani Mattaverlli, gerente de marketing da sucursal brasileira, considera que a troca de experiências traz benefícios coletivos. “Nós trazemos o know how, e existe uma reciprocidade muito positiva. O povo brasileiro, e especificamente o sergipano é bastante receptivo, o que faz Itália e Brasil países-irmãos”, expõe.

Fonte: Infonet
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29 maio 2013

Construção civil precisa eliminar desperdícios

Todas as pesquisas voltadas ao setor da construção civil convergem para temas comuns. Apontam que é preciso qualificar a mão de obra, melhorar a gestão dos custos, industrializar processos e investir em novas tecnologias. Em resumo, a palavra-chave é produtividade. Porém, apesar de os estudos evidenciarem as carências, ainda há poucas empresas do setor, principalmente as construtoras, propensas a rever seus métodos de produção. “A preocupação com o aumento da produtividade ainda não atingiu grande parte destas empresas. Predomina o desperdício. Os estoques ainda são muito altos, devido à baixa flexibilidade existente no processo produtivo. Há muita movimentação e transporte, os quais não agregam valor para o processo ou para o cliente, além de uma grande quantidade de refugo e retrabalho. Existe também falta total de sincronismo entre uma etapa e outra, assim como baixa, ou nenhuma, integração na cadeia de suprimentos”, explica Ruy Cortez de Oliveira, do Kaizen Institute Brazil.

De origem japonesa, a metodologia Kaizen significa “melhoria contínua”. Nasceu com o Sistema Toyota de Produção (STP) – revolucionário processo industrial de fabricação de veículos, e disseminado para outros setores da economia. A filosofia, que prega aprimoramento gradual e contínuo, tem como premissa básica a seguinte frase: “Hoje melhor do que ontem, amanhã melhor do que hoje”. Ou seja, é essencial que nenhum dia se passe dentro de uma empresa sem que alguma melhoria seja implementada. “O Kaizen tem os seguintes fundamentos: criação de fluxo com base na demanda do cliente; busca contínua da qualidade na fonte; foco na eliminação dos desperdícios e das perdas; gestão orientada para o “Gemba” (local onde as coisas acontecem); desenvolvimento das pessoas; gestão transparente”, relaciona Ruy Cortez de Oliveira, lembrando que empresas que adotam o método Kaizen, quando vão ampliar suas plantas, procuram construtoras que também se norteiem pela filosofia para não comprometer aprodutividade.

O especialista alerta que o método Kaizen, além de salutar para a cadeia produtiva da construção civil, também deveria ser implantado nos programas governamentais que estimulam o surgimento de novas obras, como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e o Minha Casa, Minha Vida. “Há necessidade de um melhor gerenciamento dos recursos, para poder aplicá-los no momento certo e, assim, evitar atrasos e ineficiência de todos os programas. Uma das ferramentas do Kaizen é o gerenciamento de projetos, que busca garantir que os recursos sejam bem aplicados e a data da entrega do empreendimento, produto ou processo seja alcançada”, diz, completando que as construtoras que já adotam o sistema Kaizen têm conseguido aumento de produtividade em torno de 10%, no comparativo com as demais. “É mudar o modelo produtivo ou permanecer na época das pirâmides”, finaliza Ruy Cortez de Oliveira.

Podemos ajudá-lo com o desperdício, ligue 0800 770 8520 e agende uma demonstração para conhecer o ER Qualit Construção.

Fonte: Massa Cinzenta
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28 maio 2013

Bosch cria aplicativo para profissionais da construção civil

Diante das necessidades dos profissionais de engenharia, arquitetura e construção civil em geral, a Bosch desenvolveu um novo aplicativo para smartphones, compatível com os sistemas operacionais iOS e Android.

O Bosch Toolbox pode ser baixado gratuitamente pela Apple Store e Google Play e apresenta seis ferramentas principais: lanterna, conversor de medidas e escalas, câmera de medidas, gerenciador de projetos, catálogo de produtos, além da busca via geolocalização dos principais revendedores Bosch.

A câmera de medidas substitui o "velho" caderninho e nele é possível anotar as medidas das obras direto na foto. Também existe a possibilidade de fazer marcações como linhas elétricas, ligações ou ventilação e acrescentar notas (de voz, texto ou vídeo).

Já o gerenciador de projetos permite a criação de relatórios diretamente do canteiro de obras. Os documentos podem ser enviados por e-mail e auxiliam na manutenção de um histórico detalhado e digital do andamento da obra. Quando se tem um espaço (pequeno ou) escuro nas obras, o uso da lanterna é sempre essencial. Para casos como estes, o aplicativo também traz uma lanterna profissional e potente que usa led ou até mesmo a tela do telefone para iluminação.

Os problemas para converter medidas poderão ser sanados com o novo aplicativo. No programa, será possível converter mais de 50 unidades de medidas como: distância, área, temperatura, volume, velocidade, força do vento, pressão, voltagem, consumo, torque e ângulo.

Atualmente, também já é possível utilizar o aplicativo como um dos canais mais efetivos para o relacionamento do usuário com a empresa. "O aplicativo faz a integração com o banco de dados da Bosch, possibilitando a consulta às revendas de produtos, assistências técnicas e ao Serviço de Atendimento ao Consumidor", Mark Schwartz, chefe de Marketing da marca Bosch Ferramentas Elétricas para América Latina.

Como parte adicional ao projeto, a Bosch lançou o jogo "Dust Fighter". Acoplado ao aplicativo Toolbox, o jogo foi pensado para os momentos de descanso do trabalho. De forma divertida promove a aplicação da ferramenta Serra Tico Tico que utiliza o sistema de cortes sem sujeira e pó. Os jogadores terão que ultrapassar obstáculos como a queda de facas, alfinetes e chaves de fenda. Para trazer mais aventura ao desafio, em uma das fases do jogo, os usuários que conseguirem acoplar a serra ao aspirador de pó, ganham prolongamento da vida. Os aspiradores funcionam como bônus e a cada aparição deles, o jogo torna-se mais difícil.

Fonte: Último Instante
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27 maio 2013

Busca de imóveis pela internet triplica em cinco anos

Ficar sem acesso à internet, hoje, para a maioria das pessoas, é uma situação quase impossível. Esse conglomerado mundial de redes de comunicação faz parte do dia a dia das pessoas tanto como ferramenta de trabalho quanto para facilitar ações rotineiras desde a consulta de saldos bancários até o e-commerce, ou comércio eletrônico, dos mais variados produtos, inclusive imóveis.

Essa realidade, cada vez mais evidente, em especial no mercado imobiliário brasileiro, é percebida com o crescimento de 3% para 10%, em cinco anos, da busca de imóveis na web, conforme pesquisa realizada pela Imovelweb, que é uma imobiliária especializada na web.
"Hoje existem mais de oito milhões de pessoas que acessam sites de imóveis no Brasil, todos os meses, e isto só tende a aumentar. Além disso, existe um déficit habitacional de quase 10 milhões de residências, o que estimula ainda mais a procura de unidades residenciais pela internet", estima o CEO do Imovelweb Roberto Nascimento.

Ele conta que apenas no site da empresa, por exemplo, nos últimos 12 meses, o número de ofertas imobiliárias passou de 80 mil para 500 mil imóveis, distribuídas em todo o Brasil.

Praticidade - Segundo Nascimento, a ascensão da procura de moradia pela internet é, essencialmente, devido à praticidade, já que a grande maioria dos empreendedores e incorporadoras já aderiram ao universo online.

"Hoje, 99% dos consumidores brasileiros que estão em busca de imóvel usam a internet como fonte de pesquisa e comparação. Essa é a forma mais rápida, prática e eficiente de procurar um imóvel", constata Nascimento.

Por causa da comodidade de buscar um bom empreendimento sem sair de casa que o administrador Franco Blagojevic, 39, pesquisou um apartamento para morar com a família.

"Foi tudo simples e rápido. Minha mulher pesquisou um site seguro, da imobiliária Lopes, conversamos com corretores online em um sábado às 22h, menos de meia hora depois eles entraram em contato com a gente e nos orientaram, foi tudo muito bom", conta Blagojevic.

Fonte: A Tarde - UOL
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24 maio 2013

Sites gratuitos para divulgar seus imóveis

Saber onde encontrar clientes é fundamental para o sucesso do corretor de imóveis principalmente para os que estão iniciando sua carreira no mercado imobiliário.

Muitos corretores de imóveis tem dificuldade de encontrar clientes, pois apenas ficam esperando o cliente vir até o plantão ou ligar para a imobiliária a procura de um imóvel.


Separamos algumas dicas do Blog Marketing e Publicidade Imobiliária para ajudá-lo a encontrar novos clientes: 

1) Recuperar ex-clientes ou clientes perdidos é muito importante, conquistar novos clientes é essencial para garantir o crescimento e a sobrevivência.
Peça indicações a clientes satisfeitos – afinal, que referência melhor do que um cliente feliz?

2) Estimule seus clientes a visitar seu site e ver mais sobre seus trabalho, tenha o endereço da sua pagina na web em seus cartões de visitas – Não tem um site? Clique aqui e crie um totalmente gratuito.

3) Participe de redes sociais ou redes de negócios com foco em negócios imobiliários, tanto como empresa como escolhendo um colaborador para ser a cara da empresa nessas redes. 

4) Frequentes eventos e feiras dos setores aos quais seus clientes pertencem para fazer network – há incontáveis eventos gratuitos acontecendo todos os meses no país todo.

5) Faça parcerias com associações patronais para ter acesso à lista de associados – antes de abordar a instituição, defina o que sua empresa pode oferecer nessa troca.

6) Anuncie na internet, pois seu cliente pode estar procurando um imóvel na web e se você anunciar tem grandes chances de vender para ele. Confira alguns sites gratuitos para você divulgar seus imóveis:

 
Você já usou alguma dessas estratégias? Deu certo? De que outras formas sua empresa descobre novos clientes?

Fonte: Marketing e Publicidade Imobiliária
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23 maio 2013

‘Sem tijolo’, casa sustentável leva menos tempo para ficar pronta

ImagemCasas sustentáveis que levam menos tempo para ficar prontas são a promessa de seis jovens profissionais, engenheiros civis e arquitetos, entre 25 e 28 anos. A empresa, fundada em 2009 com sede em Curitiba, tem construído casas de uma maneira diferente da convencional: sem tijolo. A estrutura é feita com madeira autoclavada de reflorestamento – tratamento especial que pode durar até cem anos, segundo os profissionais – e isolamento térmico com lã de vidro ou garrafas pet. Os empresários dizem garantir construções concluídas em prazos mais curtos, com menos mão de obra e mais benefícios ao meio ambiente.

“A gente consegue fazer a obra em um quarto de tempo de uma obra convencional economizando em 80% de resíduos e a emissão de carbono, com o dobro de conforto térmico e acústico, com quatro vezes menos mão de obra e com uma garantia muito maior de orçamento porque a obra é toda industrializada”, afirma um dos sócios da Tecverde, o engenheiro civil Caio Bonatto, de 26 anos.

Para tornar isso possível, Bonatto conta que foram feitas diversas pesquisas de tecnologia em vários lugares do mundo até encontrarem, na Alemanha, o que queriam. Mas o trabalho dos sócios não foi apenas importar a tecnologia. Eles a adaptaram para a realidade brasileira após uma série de estudos.

“Eu acho que adequar a tecnologia à cultura do brasileiro foi crucial para o sucesso”, explica Caio Bonatto. Ele exemplifica que uma casa sustentável, de médio a alto padrão de 200 metros quadrados, leva entre três e quatro meses para ficar pronta, enquanto a mesma casa de alvenaria demora de 12 a 18 meses para ser concluída, de acordo com o engenheiro. O valor da casa construída sustentavelmente é de aproximadamente R$ 360 mil – o mesmo preço de uma construção convencional com o mesmo tamanho e padrão, segundo o engenheiro.

“A casa é toda construída de uma forma industrializada e com personalização total na arquitetura. A parede é feita com uma estrutura de madeira autoclavada com isolamento térmico e acústico entre essas madeiras. Uma chapa de madeira de OSB, que é uma chapa estrutural, dá a resistência a impacto na parede e possibilita que se fixe móveis, rede, o que se quiser na parede, igual a uma casa de tijolo. Uma película controla umidade e vapor da casa para evitar qualquer tipo de incidência de mofo ou umidade. E uma chapa de cimento faz o revestimento final, em cima dessa chapa de cimento pode aplicar o revestimento que quiser, também igual em uma casa de alvenaria: textura, cerâmica, grafiato, pintura”.

O Prêmio Nacional de Inovação, oferecido pela Confederação Nacional da Indústria, entregou na terça-feira (23), uma premiação à iVERDE, braço da Tecverde criado em 2012 para desenvolver e licenciar tecnologias. A empresa recebeu o prêmio na categoria “Modelo de Negócio”. “A gente montou outra empresa, trouxe uma pessoa de fora para presidir essa empresa. A gente está fazendo parcerias com institutos de tecnologia do mundo inteiro. Trazendo tecnologias para o Brasil e adaptando à nossa realidade. A gente está licenciando para que as construtoras ou as indústrias utilizem essa tecnologia por elas mesmas”.

“A gente tem tido bastante sucesso porque trouxemos uma novidade que é de pulverizar a tecnologia no mercado, não ser dono exclusivamente dela e não ter medo de compartilhar a tecnologia”, afirma. Outros prêmios foram conquistados, em 2012, entre eles um internacional, o Prêmio Internacional Hermès de l’Innovation 2012, concedido com o apoio do Instituto Europeu de Inovação e Estratégias Criativas e do Clube de Paris de Diretores de Inovação. “Somos a menor empresa e a mais nova empresa a receber esse prêmio, pelo potencial de impacto na construção civil com novas tecnologias”, declara.

Desde 2009, a empresa fez cerca de 30 construções de 150 metros quadrados de médio e alto padrão, entre casas, escolas e creches – todas com até três pavimentos, em Curitiba, São Paulo e no Rio Grande do Sul. O próximo projeto será construções com até cinco pavimentos que, segundo Bonatto, vai ser inédito no setor. “Estamos em parceria com o Senai [Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial] e a Federação das Indústrias do Estado do Paraná [Fiep], que tem apoiado a gente tanto nas metodologias de inovação quanto no desenvolvimento das inovações em si. Acho bacana isso que tem acontecido no nosso estado, esse apoio que as empresas têm tido para inovação”.

Fonte: Engenharia Estrutural e Construção Civil
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15 maio 2013

Construtoras investem em garagens para carros elétricos

O mercado de carros elétricos ainda é incipiente para os motoristas, mas não para as construtoras. Algumas apostam em pontos de recarga para esse tipo de veículo, de olho no morador que vislumbra abandonar os carros movidos a combustível.

Os quatro lançamentos da linha Igloo, da construtora BKO, por exemplo, terão de quatro a seis postos de recarga nas garagens. Segundo José Roberto Leite, gerente da empresa, as vagas serão destinadas ao uso comum em alguns empreendimentos; em outros, caso do Igloo Alphaville, que será entregue neste mês, serão individuais.

O Parque da Cidade, da Odebrecht Realizações, terá no mínimo cinco pontos por edificação (são dez prédios no total), afirma o diretor de incorporação Saulo Nunes.

Já a Cyrella foca em edifícios comerciais. O Escritórios Rio Negro, lançado no semestre passado em Alphaville, terá pontos de recarga rápida. O carro estará pronto para uso em 30 minutos, em vez de em oito horas, como ocorre com carregadores tradicionais.

Pietro Erber, presidente da Associação do Setor de Veículos Elétricos (ABVE), diz que não há venda de carros elétricos no Brasil, apenas híbridos. Nesse caso, a energia é gerada a partir de um motor a gasolina, o que dispensa recarga. "Espera-se que daqui a poucos anos alguns modelos elétricos estejam à venda."

O mercado de carros elétricos ainda é incipiente para os motoristas, mas não para as construtoras. Algumas apostam em pontos de recarga para esse tipo de veículo, de olho no morador que vislumbra abandonar os carros movidos a combustível.

Os quatro lançamentos da linha Igloo, da construtora BKO, por exemplo, terão de quatro a seis postos de recarga nas garagens. Segundo José Roberto Leite, gerente da empresa, as vagas serão destinadas ao uso comum em alguns empreendimentos; em outros, caso do Igloo Alphaville, que será entregue neste mês, serão individuais.

O Parque da Cidade, da Odebrecht Realizações, terá no mínimo cinco pontos por edificação (são dez prédios no total), afirma o diretor de incorporação Saulo Nunes.

Mario Amorim, diretor da imobiliária Brasil Brokers, diz que no empreendimento Saint Rémy, no Rio, haverá pelo menos um ponto.

Já a Cyrela foca em edifícios comerciais. Os Escritórios Rio Negro, lançado no semestre passado em Alphaville, terá pontos de recarga rápida. O carro estará pronto para uso em 30 minutos, em vez de em oito horas, como ocorre com carregadores tradicionais.

Pietro Erber, presidente da ABVE (associação do setor de veículos elétricos), diz que não há venda de carros elétricos no Brasil, apenas híbridos. Nesse caso, a energia é gerada a partir de um motor a gasolina, o que dispensa recarga. "Espera-se que daqui a poucos anos alguns modelos elétricos estejam à venda."

Fonte: Folha de São Paulo
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16 abril 2013

O preço “invisível” do imóvel

Quanto custa um imóvel? A resposta simples seria fácil: seu preço é formado pelas despesas com terreno, projeto, documentação, divulgação e comercialização, materiais, mão de obra, taxas, impostos e margem de lucro do empreendedor.

Acontece que esse raciocínio lógico, aplicável a outros tipos de produtos, não funciona bem assim quando se trata do mercado imobiliário da cidade de São Paulo. Construir na maior metrópole do País está cada vez mais difícil e, consequentemente, mais caro.

Aqui, a aprovação de um projeto imobiliário é um verdadeiro percalço. São várias instâncias, um labirinto de balcões e carimbos que só agora começa a ser eliminado com a possibilidade de autorizações on-line, as quais, além da agilidade, garantem transparência ao processo – o que é muito positivo. 

Mesmo com as facilidades da era virtual, a documentação é imensa, e a demora maior ainda. Como tempo é dinheiro, a espera para obter a aprovação encarece o empreendimento. Este é um custo, invisível ao comprador, que impacta o preço final do imóvel.

E existem outros fatores de oneração. Um deles é o Plano Diretor Estratégico de São Paulo de 2002. Imaginando diminuir o preço dos terrenos, a lei reduziu os coeficientes de aproveitamento básico do solo e estabeleceu limites que variam de 1,0 até 2,0, dependendo da região da cidade (note-se: em Nova York, esse coeficiente chega a 20 vezes a área do terreno). Só que o tiro saiu pela culatra: os terrenos escassearam e encareceram!

Em alguns poucos lugares da cidade, é possível edificar além desses limites – porém, no máximo até 4 vezes. Mas, para construir nesse patamar, o mercado tem de adquirir potencial adicional de construção do poder público – a chamada outorga onerosa. 

As empresas também passaram a realizar operações urbanas. E ambos os mecanismos, regulamentados pelo Estatuto das Cidades, são contrapartidas financeiras que o setor faz para que a prefeitura (que se tornou uma espécie de ‘sócia’ do mercado imobiliário) invista em benfeitorias urbanas.

Os empreendedores deixaram de apenas promover a produção de moradia, comércio, cultura ou lazer, viabilizando a ocupação da cidade. Na verdade, as contrapartidas ganharam tal proporção que estamos bancando pontes, viadutos e outras obras que deveriam estar no orçamento municipal. Demora pouco e estaremos fazendo metrô!

Este ano, teremos a revisão do Plano Diretor. O instrumento das contrapartidas deverá ser mantido. Todavia, é hora de considerar que o passivo desse modelo também recai sobre o preço dos imóveis. No fim das contas, quem paga a conta também é o consumidor. É mais um custo “invisível”.

A capital paulista tem permanente demanda por novas unidades. São residências que têm de ser produzidas a valores compatíveis com a renda das famílias que se formam ou que buscam melhores condições de habitação. Para tanto, é preciso rever as leis, aumentar o aproveitamento dos terrenos, estabelecer níveis adequados para as contrapartidas e, assim, baratear o preço dos imóveis.

Recente pesquisa do Ibope revelou que 56% das pessoas que vivem em São Paulo gostariam de mudar de cidade em busca de mais segurança pública, menos trânsito. Em edição anterior, a mesma pesquisa registrou idêntico porcentual.

Ora, entre uma e outra, o quadro permaneceu igual. Por ilação, pode-se concluir que ninguém foi embora. As pessoas permanecem e tantas outras vêm, pois São Paulo, por mais difícil que seja, é onde as oportunidades existem. Uma cidade global que merece ser mais amada e respeitada por aqueles que dela se valem. Uma metrópole que precisa de leis que permitam adequado aproveitamento do solo, com adensamento inteligente e sustentável para que seus cidadãos possam viver bem. Simples assim.

*Ex-presidente do Secovi-SP, conselheiro da Brookfield Incorporações S/A e titular da WGL Administração e Participações Ltda.Artigo veiculado em: 05/04/2013

Fonte: Obra24horas
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11 abril 2013

Asfalto vegetal pode ser a solução para estradas de terra

O asfalto parece ser a melhor solução do mundo quando se é forçado a viajar por uma estrada de terra.

Mas Wilson Smith, estudante da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, defende que nenhum dos dois é o ideal: nem o asfalto é a solução para todas as estradas, e nem tampouco há que se resignar a viajar por estradas poeirentas e esburacadas.

Por isso ele decidiu trabalhar com um material de origem vegetal, na tentativa de criar uma alternativa que melhore as condições de tráfego das estradas não pavimentadas.

Smith está trabalhando com a lignina, o material que dá rigidez às células vegetais, para fazer um composto que possa reforçar à terra solta e aos pedregulhos das estradas vicinais.

Bioasfalto

O que torna a lignina um material particularmente valioso para essa aplicação é o seu comportamento adesivo quando umedecida, com capacidade para agregar os materiais do solo, gerando uma coesão e criando uma espécie de "bioasfalto".

Isto torna a estrada de terra menos poeirenta, mais lisa e com uma menor necessidade de manutenção, sobretudo no período das chuvas.

A lignina está presente em todas as plantas, sendo rejeito de culturas comerciais, como no caso do bagaço da cana-de-açúcar, da palha de milho e de outros resíduos da agricultura, assim como da indústria do papel, o que a torna um material sustentável e renovável.

Depois de diversos experimentos, Smith selecionou cinco diferentes concentrações de lignina no solo, que se mostraram mais promissoras (2%, 4%, 6% e 9%) e que agora estão sendo avaliadas na resistência da coesão do solo e, portanto, da diminuição da erosão da estrada.

Testes de campo

Com os bons resultados dos testes iniciais, a coordenadora do grupo, Dra. Dunja Peric, selecionou novos estudantes para avaliar o uso do material em outras condições, o que inclui a secagem prévia e a aplicação direta da lignina no solo.

"Nós queremos fazer uma análise exaustiva de como a coesão varia quando você muda a concentração de lignina, a quantidade de água e a compactação," disse Smith. "Isso vai determinar, em estudos de campo, qual a porcentagem de lignina produz a maior estabilização do solo."

O grupo programou uma apresentação dos resultados da sua pesquisa para meados de fevereiro, quando eles esperam fazer parcerias para os testes de campo, o que não deverá ser difícil, já que o Kansas é um estado agrícola, com quase dois terços das estradas sem pavimentação.

Fonte: Inovação Tecnológica
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18 março 2013

Comprador busca cada vez mais imóvel por smartphone e tablet

Compradores estão usando cada vez mais aplicativos e outros canais digitais como ponto de partida para busca de imóveis, diz a imobiliária Coelho da Fonseca, uma das maiores do País no segmento de imóveis de alto padrão. O acesso por smartphones e tablets aos canais digitais da imobiliária teve um crescimento de 300% entre 2011 e 2012. 

Atualmente, 35% dos clientes que chegam a imobiliária o fazem depois de acessar informações em seus meios digitais (site, dispositivos móveis e redes sociais). Sendo que 10% entram em contato com a imobiliária depois de acessar seus canais apenas por meio de smartphones e tablets.

Segundo a Coelho da Fonseca, a possibilidade de acessar diversas informações sobre o imóvel pelo aplicativo tem agilizado as vendas, uma vez que os clientes já chegam às lojas sabendo quais imóveis eles querem. Desde 2010 a imobiliária possui um aplicativo para smartphones e iPads.

Depois dos meios digitais, o segundo canal que mais leva clientes à imobiliária são as placas de rua. Depois de observar as placas, muitos clientes passam a contatar a imobiliária pelo Torpedo Imóvel, um SMS que é enviado ao cliente com informações do imóvel, contatos diretos com a imobiliária, links para fotos e vídeos e disponível 24 horas.

Aplicativo

O aplicativo da Coelho da Fonseca, disponível para os sistemas iOS e Android, pode ser baixado gratuitamente pela Apple Store. Dentro do app é possível: localizar lançamentos e imóveis usados por região e delimitar a busca ao desenhar no mapa; simular o financiamento imobiliário e obter o valor de entrada e parcelas; falar com corretores online; e visualizar seu histórico de navegação, sem haver a necessidade de lembrar quais foram os imóveis pesquisados anteriormente.

Fonte: Exame
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