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25 setembro 2013

A inovação sustentável da construção civil

O setor da construção civil vem passando por intensas transformações nos rumos do desenvolvimento sustentável, com a nobre missão de impactar cada vez menos o meio ambiente. Isso porque é um dos setores que mais consome recursos naturais e utiliza energia de forma intensiva. Um conjunto de mudanças está em marcha, com a utilização de fontes de energia alternativa, a adoção de materiais não tóxicos e recicláveis e a oferta de soluções inteligentes para a redução do impacto nas edificações.

As inovações estão na gestão dos resíduos nas obras, na escolha dos materiais com menor impacto ambiental nas construções; na redução do consumo de água e energia. Entre as novidades mais recentes estão as coberturas brancas e reflexivas, com a proposta de reduzir um grau na temperatura da Terra. No interior das edificações, algumas soluções evitam desperdícios e incorporam tecnologias inovadoras no uso de recursos não-renováveis, com as torneiras com fechamento automático e as janelas grandes para aumentar a luminosidade natural.

O cenário brasileiro se volta cada vez mais à reutilização dos resíduos, contando ainda com dispositivos legais para aumento do seu ciclo de vida, tornando-os assim objetos de desejo dos designers mais antenados. Nesta direção, a madeira de demolição se tornou uma forma nobre de expressão e oferecendo um contraste diferente entre o antigo e o contemporâneo.

É por isso que cada vez mais os empreendimentos rumam para as certificações. Entre as mais conhecidas está LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), sistema internacional de orientação ambiental utilizado em 143 países. Criado em 1993 nos EUA, é composto por benefícios econômicos, sociais, e ambientais. A inovação sustentável já é uma realidade, que impõe seus desafios a um perfil profissional mais atento às necessidades do planeta. A atualização profissional nestes novos padrões é capaz de definir o sucesso de uma empresa, colocando-a em posição de liderança e garantindo sua perenidade no mercado.

O cenário brasileiro se volta cada vez mais à reutilização dos resíduos, contando ainda com dispositivos legais para aumento do seu ciclo de vida, tornando-os assim objetos de desejo dos designers mais antenados. Nesta direção, a madeira de demolição se tornou uma forma nobre de expressão e oferecendo um contraste diferente entre o antigo e o contemporâneo.

É por isso que cada vez mais os empreendimentos rumam para as certificações. Entre as mais conhecidas está LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), sistema internacional de orientação ambiental utilizado em 143 países. Criado em 1993 nos EUA, é composto por benefícios econômicos, sociais, e ambientais. A inovação sustentável já é uma realidade, que impõe seus desafios a um perfil profissional mais atento às necessidades do planeta. A atualização profissional nestes novos padrões é capaz de definir o sucesso de uma empresa, colocando-a em posição de liderança e garantindo sua perenidade no mercado.

Fonte: O Sol Diário
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12 setembro 2013

Construtoras adotam medidas tecnológicas para ampliar seu poder de vendas


As novas tecnologias chegaram ao mercado imobiliário para agregar ao trabalho diário e facilitar a vida das pequenas, médias e grandes construtoras. Esses novos recursos revolucionaram a forma de se relacionar com o cliente e, consequentemente, impulsionar as vendas, mas claro, se utilizados de forma planejada e estratégica.

Com essas dicas, é possível melhorar as vendas da sua construtora, além de aprimorar o desempenho da equipe responsável pelo contato com os clientes. Essas ferramentas permitem o compartilhamento de documentos, agendar compromissos e acompanhar as vendas dos empreendimentos. Alie essas ferramentas à oportunidade de ter sempre em mãos um portfólio atualizado, um gerenciamento eficaz, uma equipe treinada e uma maquete rica em detalhes, 100% do projeto original.

É importante, antes mesmo de colocar em prática qualquer estratégia, identificar o trabalho mais complicado, que são as competências e carências da empresa. Apenas ativar o mercado sem se preparar para atender à demanda pode afastar ainda mais os clientes.

Reunimos algumas dicas importantes para o empreendedor e, claro, o vendedor considerar na hora de fomentar o aumento das vendas:


  • Conhecer o cliente: Antes de vender um empreendimento, tente conhecer melhor seu cliente para que você possa sugerir um imóvel de acordo com as aspirações dele. Isso facilita a assertividade da venda e deixa o comprador satisfeito;
  • Qualifique seus vendedores: A capacitação do profissional de vendas é o que traz mais retorno para a empresa. É importante apresentar técnicas de vendas para estreitar o relacionamento com o cliente e facilitar as negociações de vendas.
  • Tendências: Apresente ao futuro comprador as principais tendências do mercado e apresente para ele uma lista com alguns imóveis que estão dentro do padrão aquisitivo que ele se enquadra;
  • Maquetes: Utilize as maquetes como ferramenta decisiva nas vendas. “Com a tecnologia, as maquetes são produzidas fielmente ao empreendimento original, possibilitando ao comprador ver, não apenas o seu imóvel, como também toda a parte social do empreendimento, facilitando o entendimento do cliente e, consequentemente, aumentando a força das vendas imobiliárias”, afirma Fabio. De acordo com a construtora Setin, cerca de 60% das vendas de um dos empreendimentos em 3 dias de exposição se deu pela maquete;
  • Evernote: É um aplicativo capaz de gerenciar e organizar as anotações, além de arquivar textos e imagens dos imóveis. É uma ferramenta prática e dinâmica para apresentar o comprador notícias e informações importantes do mercado imobiliário;
  • Salesforce: Este aplicativo traz ferramentas que permitem o compilamento dos serviços de atendimento ao cliente como, o gerenciamento de parceiros e criação de gráficos e tabelas de relatórios e análises empresariais. 
  • HP12C: Este aplicativo permite que você tenha uma calculadora científica, ferramenta importante para a garantia de decisões adequadas na relação com o cliente, ou seja, o uso dessa plataforma permite negociações mais eficientes;
  • ERP QUALIT CONSTRUÇÃO: Software composto por módulos estrategicamente desenvolvidos para atender todas as variáveis de uma construtora ou incorporadora, não importando seu porte, desde o planejamento e orçamento da obra ao acompanhamento e controle dos projetos, da gestão de vendas ao controle financeiro da empresa, fornecendo ainda informações gerenciais de forma automática, rápida e prática.
“O conhecimento e o uso estratégico dessas ferramentas podem proporcionar uma vantagem competitiva no mercado, aumentando a produtividade dos vendedores e garantindo a força das vendas e, o mais importante, fidelizar e ganhar novos clientes”, cita diretor da Adhemir Fogassa Maquetes, Fábio Fogassa.

Fonte: Marketing e Comunicação QUALIT
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20 agosto 2013

Falta de Mão de Obra influencia na mecanização

Falta de mão de obra influencia na mecanização
A falta de mão de obra no segmento da construção civil, principalmente a qualificada, fez muitas empresas iniciarem o processo de mecanização de seus processos como forma de suprir essa demanda. Desde o ano passado, a Construtora Fontana passou a adquirir gruas, que substituem o trabalho dos assistentes de obra. Ao todo, foram comprados cinco equipamentos, com investimento de aproximadamente R$ 350 mil cada um. Duas já estão trabalhando nos canteiros de obra.

De acordo com o gerente de obras da construtora, Rodrigo Ugioni, este tipo de equipamento faz toda a movimentação da obra, com capacidade de transportar grandes quantidades de carga com mais rapidez e segurança. Somente um equipamento deste substitui dez trabalhadores. "Entre os custos de uma obra, o trabalho do servente, por exemplo, está com valor superior aos insumos", compara Ugioni. O gerente explica que, com a utilização da grua, a produtividade superior no canteiro de obras é instantânea. No caso do Residencial Veronese, primeiro edifício da construtora que recebeu a grua no ano passado, um dos responsáveis pelo adiantamento das obras em cerca três meses tem sido o equipamento. 

O engenheiro coordenador do residencial, Jackson Araújo, explica que a carência de assistentes de obra se tornou tão elevada que os salários de serventes e pedreiros estavam quase se equiparando. "Com a grande carência, esses profissionais estavam solicitando valores acima do padrão. Atualmente a demanda aumentou na região se comparada há anos anteriores", observa Araújo.

Mulheres com a mão na massa

A colocação do engenheiro também é confirmada pelo presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Sul Catarinense (Sinduscon), Jair Savi. "A falta de mão de obra se estabilizou também porque tivemos uma estabilidade no setor", esclarece Savi. Ele ressalta ainda que o estímulo dado às mulheres para ingressarem na atividade também foi responsável pela oferta dos profissionais no mercado. "Muitas mulheres trabalham por dois homens, são superiores até a profissionais experientes, principalmente nas áreas de acabamento e colocação de pisos e azulejos", considera Savi.

Um caminho considerado sem volta

Segundo Ugioni, a construção civil pode ser considerada um dos segmentos mais demorados para se inserir no processo de mecanização, mas agora este processo é irreversível. "Mesmo que a mão de obra volte a ser abundante, não voltaremos atrás. Até problemas de saúde ocasionados pelo peso dos carregamentos foram sanados com o equipamento", destaca. Além das gruas, equipamentos de contrapiso, projeção de reboco e bobiquete também passaram a estar mais presentes no canteiro de obras. Equipamentos menores que o da grua tomam o lugar de cerca de cinco homens. O rendimento com o processo de mecanização é de aproximadamente 20%. 

Haitianos oferecem boa mão de obra 

Há três meses, o haitiano Mirabel Piche, de 35 anos, está em Criciúma trabalhando na construção civil. Com ensino médio e cursando faculdade de idiomas no seu país de origem, Piche resolveu vir para o Brasil depois do terremoto que devastou o país em 2010, ocasionando uma crise. "Com a permissão para trabalharmos e estudarmos aqui, resolvi vir para cá. Estou gostando bastante, somos tratados com muito respeito", comenta. Ao todo, a Construtora Fontana possui 16 haitianos nos canteiros de obra. Outros segmentos na região, como o da metalurgia, já possuem muitos trabalhadores haitianos. No próximo dia 21 de agosto, a construtora inicia em parceria com o Sesi um curso de língua portuguesa para este público.

Fonte: Clicatribuna
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19 agosto 2013

Financiamento de imóveis em São Paulo passa a ser feito em cinco anos

A Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp) acaba de lançar uma plataforma online que permitirá a liberação de crédito para financiamentos de imóveis em um prazo máximo de cinco dias. A ferramenta, disponível no site da Arisp, agiliza dois procedimentos exigidos na liberação.
O primeiro é a apresentação da certidão de matrícula do imóvel ao banco. Antes, o comprador precisava retirar esse documento pessoalmente nos cartórios de registro de imóveis, o que acontecia em um prazo máximo de cinco dias. Agora, pelo site, é possível solicitar a certidão de matrícula digital, que é emitida em apenas duas horas. O custo para a emissão dessa certidão, tanto no cartório quanto no site, é de 43,41 reais. 

O segundo procedimento agilizado é o registro em cartório do contrato de compra e venda do imóvel assinado pelo comprador e pelo vendedor. 

Segundo a Associação, anteriormente, cabia ao banco ou ao comprador levar o documento até um cartório pessoalmente para que ele fosse registrado, processo que demorava cerca de 15 dias (com prazo máximo de 30 dias). Agora, o banco poderá solicitar ao cartório o reconhecimento eletrônico do contrato pela nova plataforma, em um prazo máximo de cinco dias.

"Normalmente, o prazo médio para a liberação do financiamento era de 15 dias, podendo demorar até 30 dias. Agora, com a certidão de matrícula digital emitida em duas horas e o registro do imóvel eletrônico, feito em até cinco dias, todo o processo durará no máximo cinco dias", afirma Flauzilino Araújo, presidente da Arisp. 

Apesar do procedimento eletrônico já estar disponível, Araújo explica que os bancos podem ainda ter um período de adaptação até que os registros passem a ser feitos online dentro de cinco dias. 

Segundo ele, a lei 11.977, de 2009, já previa a automatização dos processos de registro dos imóveis, mas o prazo final para adequação à lei está previsto para 2014. "Nós antecipamos no estado de São Paulo o registro eletrônico que deverá funcionar em todo o território nacional até 2014", afirma. 

A plataforma conta com a participação dos 320 cartórios que atuam no estado e é autorizada e fiscalizada pela Corregedoria Geral da Justiça do Estado de São Paulo, que introduziu a implantação do Serviço de Registro Eletrônico, por isso conta com a mesma legitimidade do registro feito presencialmente. 

E segundo a Arisp, a plataforma contará com a mesma segurança que já é característica do sistema de Registro de Imóveis. 

Pesquisa online ajuda comprador a checar informações sobre o imóvel pretendido

Pelo site da Arisp também é possível fazer uma pesquisa online das matrículas dos imóveis, apenas informando o número da matrícula do imóvel buscado no sistema.

Por meio dessa consulta, que custa 13,02 reais, o usuário pode obter importantes informações que podem ajudá-lo no processo de compra, tais como: o tamanho do imóvel; o número de cômodos; o nome do proprietário; e eventuais ônus, cargas e gravames relacionados à propriedade.

Fonte: Exame.com
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14 agosto 2013

Orçamento e Planejamento de Obra

Na elaboração do planejamento e orçamento de suas obras, os itens principais de serviços técnicos e administrativos operacionais da obra são relevantes em relação ao custo total da construção. 

As informações técnicas que subsidiam suas estimativas são fornecidas pelo setor técnico de produção da construtora e, em alguns casos, também pelos técnicos da incorporadora no que diz respeito a prazo, qualidade e custo.

Considerando sua importância técnica e financeira, é fundamental que as definições de processos, seleção de pessoal e dimensionamentos estejam associados à qualidade da obra, ao prazo de execução, aos seus custos e riscos.

Para ter um controle mais completo e seguro das atividades de orçamento o ERP QUALIT Construção através do módulo Orçamento e Planejamento de Obra, além de interativo e ágil, permite a criação do macro-planejamento dos serviços, gerencia listagem das atividades e tarefas, gráficos de controles e emissão de relatórios de acompanhamento físico e de aplicação de recursos para qualquer tipo de construção de forma rápida e flexível de acordo com a necessidade da sua empresa.

Gostaria de conhecer suas funcionalidades??

Entre em contato através do numero 0800 770 8520 e agende uma demonstração.

Fonte: Marketing e Comunicação

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16 julho 2013

Criação de Ambientes Virtuais 3D

Com o constante desenvolvimento e aumento da capacidade dos hardwares e softwares em processamento e armazenamento, é perfeitamente possível desenvolver cenários virtuais, ou maquetes em 3d como representação de construções físicas, prediais ou residenciais, ambientes decorados ou cenários. Essa facilidade passou a ser acessível com o simples uso de um equipamento doméstico, dotado de boa capacidade de armazenamento e processamento. Os softwares mais conhecidos do mercado são o 3D Max Design voltado especialmente para projetistas e arquitetos e o Sketchup desenvolvido pela Google. Estes aplicativos permitem ao usuário criar um projeto 3D a partir de uma planta baixa, que seria exatamente e proporcionalmente a representação de um projeto arquitetônico em linhas e dimensões, permitindo a compreensão do formato e detalhes do projeto. Para uma melhor representação visual compreensível a pessoas que não são da área técnica, as maquetes em 3d toraram-se uma necessidade representativa. Através de um cenário virtual, é perfeitamente possível para um leigo compreender dimensões e detalhes presentes em um projeto arquitetônico sem a possibilidade de enganos e erros no momento da aprovação de um projeto.

Os softwares criadores de cenários virtuais, além de permitirem um fotorrealismo e perfeição em detalhes, também possibilitam a criação de vídeos e animações, permitindo que mesmo antes de uma construção existir, possam ser vistos todos os detalhes do ambiente e a perfeita noção de dimensões do que será construído.

Outro fator muito importante é o cálculo de custos e materiais que serão necessários para um determinado projeto. Softwares como Revit, permitem realizar um cálculo preciso e exato de como será a aplicação e uso de materiais para a construção.

Com o aprimoramento da tecnologia utilizada por alguns softwares, também é possível simular um evento físico chamado de iluminação global, o qual, ao ser representado em um cenário 3d, nos permitirá um maior realismo em detalhes de uma cena. Além disso, também é possível simular materiais que temos no mundo real em cenários virtuais, alguns softwares conseguem inclusive elaborar uma paleta de materiais que simulam materiais existentes na vida real como vidro, madeira, concreto, asfalto, etc, permitindo a criação de cenários virtuais reais, dessa forma uma perfeita cópia da realidade física.

Portanto, hoje em dia é perfeitamente possível a qualquer profissional da área de arquitetura e construção, ter em mãos um projeto detalhado e preciso do que será sua obra, e apresentar ao um possível cliente uma noção exata disto.

Como exemplo de cenários virtuais em 3d, podemos encontrar algumas imagens representativas de ambientes 3d e maquetes 3d nos sites www.bussolavirtual.webuda.com e www.bussolavirtual3d.wordpress.com.

* Leonardo Bertolazzi é formado em Multimídia Digital e especialista em criação de materiais didáticos para cursos e treinamentos na área de computação gráfica. Atua como professor de softwares gráficos como After Effects e 3D Max há mais de 16 anos.

Fonte: Obra24horas
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05 julho 2013

Madeira de construção vira decoração

O mercado da construção civil gera grande volume de lixo. E a madeira usada nas obras é um destes materiais, cuja dificuldade está justamente em como descartá-la. 

Pensando em maneiras de dar um descarte correto à madeira usada nas construções, o empresário Mario Ferminio, de Tubarão, elaborou um projeto que transforma este material em objetos de decoração. A ideia surgiu quando, observando uma obra, pensou em uma solução para toda a madeira que estava armazenada no local.

“Geralmente, a madeira de construção sai empenada, com furos e suja. O meu projeto é para reaproveitar a madeira da obra. Ela passa por um processo de impermeabilização contra cupim e umidade e é dado outro fim para o material, que passa por modificação. Com isso, consigo colocar um produto no mercado totalmente sustentável”, explica Mario.
 
Com a dificuldade que a construção civil tem para descartar a madeira, que segundo Mario é o lixo mais volumoso do planeta, a transformação da mesma em objetos pode ser realizada na própria obra. “A empresa nos contrata e a gente faz o trabalho dentro da própria obra, ou mesmo na minha empresa. Com a madeira é possível fazer painéis, decks, mesas ou o que o cliente preferir. De 20% a 30% da madeira que sai da obra - ou até mais - daria para usar na construção dos móveis. É um trabalho inédito”, ressalta.

A textura dos produtos feitos pelo empresário é diferenciada. “É uma textura vitrificada, que pode ser pintada de qualquer cor. Além disso, o projeto abrange quatro itens importantes da sustentabilidade: a matéria-prima vem do lixo; pode ser feito na obra, sem necessitar de transporte; é um produto com durabilidade e é produzido por encaixes”, explica Mario.

O empresário sempre trabalhou pensando na sustentabilidade. Por anos, produzia pranchas de surfe usando o próprio resíduo da prancha, como restos de isopor. Há um ano, começou a fazer cubas para banheiro aproveitando os mesmos materiais. “A partir do momento em que comecei a procurar lixo para transformar em objetos, como no caso da madeira, passei a ter outra visão de mundo. Os produtos são uma forma de contribuir com o meio ambiente, do qual todos nós fazemos parte”, acrescenta Mario.

Fonte: Diário do Sul
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04 julho 2013

Grupo lança plataforma de vendas pelo Facebook customizada para os corretores

Como parte da estratégia de capacitação profissional de seus corretores, a Cyrela Brazil Realty lançou em 29 de maio o f-Commerce, primeira plataforma digital do mercado imobiliário que permite criar uma página no Facebook customizável, para auxiliar o consultor no processo de prospecção e venda de imóveis em todo o Brasil. 

A iniciativa visa disponibilizar mais ferramentas de trabalho para os profissionais, que terão um treinamento específico para administrar as plataformas. Com o f-Commerce o corretor pode criar uma página no Facebook e um site profissional personalizado, com seus dados, contatos e produtos das marcas Cyrela e Living. Nos dois casos o cliente, além de poder visualizar a gama de produtos em destaque na página, pode entrar em contato com o corretor por email ou fazer buscas por outros empreendimentos em diferentes regiões do País. 

“Trata-se de uma iniciativa pioneira, uma grande inovação. É a primeira vez que uma empresa do mercado imobiliário brasileiro desenvolve uma plataforma de vendas robusta e escalável preparada para que os corretores interajam ainda melhor com seus amigos e contatos, usando a maior rede social do mundo, o Facebook”, afirma Rodrigo Putinato, diretor corporativo de Vendas da Cyrela. “O site customizável também será uma grande ferramenta para o corretor, com informações oficiais sobre os empreendimentos da Cyrela, que permitirão um trabalho digital altamente profissional”, ressalta Putinato.

Ao todo, serão mais de 1.300 corretores da Cyrela e da Living em todo o Brasil usando o f-Commerce ainda no primeiro semestre de 2013 de maneira customizada, divulgando os produtos e serviços da marca. 

“É muito bom poder contar com esta infraestrutura. O mercado está aquecido e quem tem mais ferramentas consegue o melhor desempenho. Já contávamos com os Folhetões (aplicativos dos empreendimentos para IOS) e o site mobile para apresentar os produtos aos clientes, além do atendimento via chat no site da Cyrela. Agora temos o nosso próprio site, profissional e bem estruturado. Isso ajuda muito o nosso trabalho”, diz Claudia Nazzy, corretora da empresa. 
Investimentos da Cyrela em plataformas digitais geram mais de R$ 1,4 bilhões em vendas a partir da internet em 2012.

Com o mercado imobiliário cada vez mais competitivo, vender tornou-se um desafio mediante a concorrência acirrada. Quem aposta em diferenciais acaba saindo na frente. É o caso da incorporadora, que vem investindo pesado na formação dos seus corretores, a fim de torná-los consultores do mercado imobiliário.

Desde a adoção dos canais online e redes sociais para atendimento ao cliente interessado em produtos da companhia (o que resultou na primeira venda de um imóvel pelo Facebook), a Cyrela tem treinado os corretores para atuarem nas mais diversas plataformas. “Hoje o corretor está preparado para atender o cliente onde quer que ele esteja. Seja pessoalmente, no site, via chat, ou nas redes sociais”, salienta Fernando Moulin, gerente-geral corporativo de e-Business da Cyrela Brazil Realty.

Fonte: Obra24horas
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03 julho 2013

Pesquisa mostra como lixo de construção pode virar biocombustível

Um projeto desenvolvido por um aluno da Universidade de Pernambuco (UPE) aponta que o entulho dos canteiros de obras da Região Metropolitana do Recife podem ter um final melhor que os lixões: a própria indústria. Desenvolvido pelo estudante Humberto da Silva Santos, o projeto é responsável por transformar o que era visto como lixo em biocombustível limpo.

Todos os dias, 4 mil toneladas de entulhos são despejadas nos canteiros de obras da Região Metropolitana, sendo 200 toneladas restos de madeira. Os estudantes do curso de Engenharia Mecânica Industrial da UPE estudam a reutilização dessa madeira. Todo o entulho que chega ao laboratório da Escola Politécnica, no Recife, é triturado e transformado em biomassa. Uma amostra é colocada no calorímetro digital, que avalia a energia disponível no material.

A última etapa do processo é a degradação da biomassa. A uma temperatura de 700 graus centígrados, surgem os gases de alta combustão. Humberto explica que eles estudam o potencial do gás. "A gente analisa e vê se ele é adequado. Se o gás [produzido a partir da madeira] for de baixo valor calorífico, pode ser usado em geradores, ou de médio e alto portes, que podem ser destinado à produção de outros produtos químicos", explica o estudante.

Depois de um ano de pesquisas, Humberto chegou à conclusão de que o gás retirado da madeira é capaz de gerar energia elétrica. O trabalho científico de graduação, orientado pelo professor Sérgio Peres, ganhou lugar no laboratório da Escola Politécnica.

Sérgio garante que as indústrias do Pólo Gesseiro da Chapada do Araripe, no Sertão Nordestino, podem aproveitar o biocombustível. "Toda essa parte de biomassa vegetal, tanto de resíduos da construção civil quanto da poda de árvores urbanas, podem ser utilizadas em palets, que são mais energéticos que a massa nativa", explica o professor.

Mais do que produzir um gás combustível, a madeira retirada da construção civil poderá, no futuro, ser uma aliada na produção de combustíveis para automóveis. A estimativa é de que, até o fim deste ano, a pesquisa seja concluída. "O próximo passo é transformar esse combustível gasoso em combustível líquido e, assim, podemos chegar a ter uma gasolina verde, um diesel verde, a partir desses resíduos sólidos", aponta o professor.

Há oito anos o sindicato da indústria da construção civil do estado de Pernambuco tem investido em estudos de obras sustentáveis. “Conseguimos já transformar alguns entulhos em material de reuso, para brita”, exemplifica Serapião Ferreira, diretor de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente do Sindicato da Construção Civil em Pernambuco.

O projeto de Humberto foi o vencedor do prêmio brasileiro de engenharia promovido por uma empresa multinacional. Ele ganhou R$ 20 mil e certificado. A meta agora é colocar é viabilizar a comercialização do seu invento.
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25 junho 2013

Telhados sustentáveis

Quando as pessoas vão decorar a casa, pensam logo em todos os espaços que possam sofrer algum tipo de intervenção para ficarem mais bonitos e agradáveis. Mas muitas delas se esquecem de uma importante parte da casa que pode ficar tão bonita quanto as outras através da decoração: o telhado.

Sim, o telhado pode ser decorado com um pouco de tecnologia e muito pensamento crítico e coletivo: através das manta geotêxtil é possível ter um telhado bom, bonito, barato e muito sustentável. Isso acontece pois, nas coberturas, é possível plantar gramas e jardins e ajudar a diminuir a poluição urbana.

Além de visar essa melhoria no meio ambiente, o telhado sustentável – que pode ser decorado com jardins, pedriscos ou pintura clara – oferece, também, um conforto térmico e ajudam a diminuir as ilhas de calor. Melhor do que isso, esse tipo de telhado também ajuda a casa a não acumular águas de chuva ou enchente, o que traz ainda mais segurança para o lar.

O telhado sustentável – ou verde, dependendo de como você queira chamá-lo, é muito comum em diversas edificações que já visam as melhorias do futuro. É possível encontrá-lo em lugares como o teto da prefeitura de Chicago, em uma passarela de pedestres em São Paulo, na fábrica da Ford em Michigan e também em cima da California Academy of Sciences. Mas, claro, o telhado verde e sustentável é também uma ótima pedida para edificações residenciais, sendo aplicado no contexto de forma sadia e segura.

Usar o telhado sustentável é repor à sociedade o verde perdido com as construções daquele ambiente, além de ajudar a diminuir a poluição de forma geral, em benefício de todos. Portanto, se você quer ter esse senso crítico e colocar em um telhado sustentável em casa, busque a ajuda de um profissional da arquitetura e da engenharia. Afinal, o telhado verde aplica um peso maior na edificação, que deve ser calculado. Em construções novas, o paisagismo do telhado deve estar incluído no projeto estrutural do mesmo.

Fonte: Engenharia e Construção
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Condomínios para idosos estão na mira de construtoras

O crescimento da população acima de 65 anos no Brasil, que passou de 5,9% no ano 2000 para 7,4% em 2010, segundo o IBGE, parece estar abrindo os olhos de construtoras para as necessidades dos idosos em termos de moradia. Já é possível perceber uma movimentação maior na elaboração de projetos e no lançamento de empreendimentos voltados para o público da terceira idade no País.

Um dos exemplos é o programa Projetando com Consciência Gerontológica, desenvolvido pela construtora Tecnisa. Trata-se de um estudo feito por uma equipe multidisciplinar, que inclui fisioterapeutas, arquitetos e geriatras, para levantar as necessidades e desejos que teriam os moradores com mais de 60 anos.

A partir deste levantamento, a companhia elaborou um conjunto de práticas que está sendo implantado em projetos da construtora, como em dois edifícios na cidade de Santos/SP e um condomínio em Barueri/SP. Antes, os idosos não eram nosso foco. Sempre nos preocupávamos em projetar playgrounds legais, por exemplo, mas não havia nada específico para as pessoas da terceira idade. Agora, incluímos estas pessoas, que se tornaram um nicho de mercado para nós, diz Patricia Valadares, diretora de projetos da Tecnisa.

Entre os conceitos identificados como necessidade deste público estão itens como piscina com escada de alvenaria e corrimão, pisos antiderrapantes e sem brilho, para não ofuscar a visão, além de bancos com cantos arredondados nas áreas comuns, para não correr o risco de lesões em um eventual esbarrão. Nos apartamentos, há também bacia especial nos banheiros, barras de apoio e banco basculante dentro do box. A fechadura também pode ser invertida, para facilitar a abertura com as chaves, e as tomadas ficam a uma altura maior, para que o idoso não precise se abaixar para ligar eletrodomésticos.

De olho neste mercado crescente, a Construtora e Incorporadora Laguna lança em 2014 o primeiro edifício projetado nestes moldes. O residencial Soul Batel Soho, localizado na região central de Curitiba/PR, conta com portas de vão livre maior, para comportar a circulação de cadeiras de rodas e andadores, e áreas comuns dotadas de plataformas elevatórias de acesso, barras de apoio, pisos antideslizantes e até uma academia para atividades de reabilitação.

Pioneirismo

Enquanto prédios estão sendo concebidos com foco nas necessidades da terceira idade, empreendimentos como o Condomínio do Idoso, criado há dois anos em Maringá/PR), já é uma realidade. Projetado pelos alunos do curso de Arquitetura da Universidade Estadual de Maringá (UEM) a pedido da prefeitura local, o condomínio fechado conta com 40 casas térreas de 47m², com sala, quarto, cozinha, banheiro e uma pequena varanda. Todos os cômodos são adaptados para acessibilidade, sem desnível, com piso antiderrapante e maior iluminação natural.

Pensando também na sociabilização destes idosos, foi criado um espaço de convivência, com hortas comunitárias e uma academia de ginástica.?

As instalações são adequadas às pessoas com dificuldades de locomoção, com áreas compatíveis para circulação de cadeiras de rodas e barras especiais para auxiliar também quem usa bengala, explica Renato Leão Rego, professor do departamento de Arquitetura e Urbanismo da UEM e coordenador do projeto. Ele diz, ainda, que uma segunda etapa do condomínio prevê a construção de um edifício de apartamentos com estrutura social e de lazer, inclusive com ambulatório médico.

Outro projeto pioneiro voltado para os idosos é o Residencial Santa Catarina, em São Paulo. Criado no ano 2000, o local é uma espécie de flat que oferece moradia, infraestrutura de serviços domésticos, atendimento à saúde e atividades de lazer.

Atualmente, 103 moradores todos com mais de 60 anos vivem em apartamentos de 38 ou 42m², com sala, quarto, cozinha e banheiro, todos projetados para dar conforto e acessibilidade. Além de portas maiores, os banheiros também têm barras de apoio e bancos para banho. Para dar mais segurança, especialmente aos que moram sozinhos, todos os ambientes possuem botão de emergência, que podem ser acionados em qualquer eventualidade.

Atenta às necessidades deste mercado, Márcia Cristina Bonilha, supervisora do Residencial Santa Catarina, confirma o crescimento na procura por este modelo de condomínio. Dos 118 apartamentos do residencial somente 15 não estão ocupados por moradores fixos, mas recebem eventualmente locatários temporários. A demanda aumenta a cada ano. O idoso está vivendo mais e procurando por este tipo de serviço, conclui.

Fonte: Obra24horas
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21 junho 2013

Floor Styler é um aplicativo para desenhar plantas

Se você é um arquiteto, designer de interiores, dona de casa ou apenas um fã - Piso Styler vai ajudar você a criar um piso interativo de planejamento online. Tudo que você precisa fazer é arrastar e soltar as fotos do mobiliário para o plano de sua casa e ver como poderia parecer. 

Para usá-lo não é necessário algum software, habilidades específicas ou saber sobre programação, apenas gostar de desenhar. Você pode planejar o interior de reformas, construção ou simplesmente exercitar a criatividade.

Apesar do aplicativo ser em Inglês, é online, gratuito e possui uma simples interface, flexibilidade e funcionalidade máxima, resumindo, é um produto prático e eficiente.

Projetado de acordo com as últimas tendências em flash gráficos, Piso Styler fornece ricas representações gráficas dos objetos comuns encontrados em uma casa - móveis, luminárias, pisos e até mesmo carros. Andar Styler ajuda a construir em poucos minutos os modelos 2D e 3D de sua casa e do design de interiores.




Fonte: Marketing e Comunicação Qualit Construção
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28 maio 2013

Bosch cria aplicativo para profissionais da construção civil

Diante das necessidades dos profissionais de engenharia, arquitetura e construção civil em geral, a Bosch desenvolveu um novo aplicativo para smartphones, compatível com os sistemas operacionais iOS e Android.

O Bosch Toolbox pode ser baixado gratuitamente pela Apple Store e Google Play e apresenta seis ferramentas principais: lanterna, conversor de medidas e escalas, câmera de medidas, gerenciador de projetos, catálogo de produtos, além da busca via geolocalização dos principais revendedores Bosch.

A câmera de medidas substitui o "velho" caderninho e nele é possível anotar as medidas das obras direto na foto. Também existe a possibilidade de fazer marcações como linhas elétricas, ligações ou ventilação e acrescentar notas (de voz, texto ou vídeo).

Já o gerenciador de projetos permite a criação de relatórios diretamente do canteiro de obras. Os documentos podem ser enviados por e-mail e auxiliam na manutenção de um histórico detalhado e digital do andamento da obra. Quando se tem um espaço (pequeno ou) escuro nas obras, o uso da lanterna é sempre essencial. Para casos como estes, o aplicativo também traz uma lanterna profissional e potente que usa led ou até mesmo a tela do telefone para iluminação.

Os problemas para converter medidas poderão ser sanados com o novo aplicativo. No programa, será possível converter mais de 50 unidades de medidas como: distância, área, temperatura, volume, velocidade, força do vento, pressão, voltagem, consumo, torque e ângulo.

Atualmente, também já é possível utilizar o aplicativo como um dos canais mais efetivos para o relacionamento do usuário com a empresa. "O aplicativo faz a integração com o banco de dados da Bosch, possibilitando a consulta às revendas de produtos, assistências técnicas e ao Serviço de Atendimento ao Consumidor", Mark Schwartz, chefe de Marketing da marca Bosch Ferramentas Elétricas para América Latina.

Como parte adicional ao projeto, a Bosch lançou o jogo "Dust Fighter". Acoplado ao aplicativo Toolbox, o jogo foi pensado para os momentos de descanso do trabalho. De forma divertida promove a aplicação da ferramenta Serra Tico Tico que utiliza o sistema de cortes sem sujeira e pó. Os jogadores terão que ultrapassar obstáculos como a queda de facas, alfinetes e chaves de fenda. Para trazer mais aventura ao desafio, em uma das fases do jogo, os usuários que conseguirem acoplar a serra ao aspirador de pó, ganham prolongamento da vida. Os aspiradores funcionam como bônus e a cada aparição deles, o jogo torna-se mais difícil.

Fonte: Último Instante
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21 maio 2013

Porcelana destinada ao descarte vira argamassa

Chega a 30 mil toneladas por ano a produção brasileira de isoladores elétricos de porcelana de alta e baixa tensão para distribuição de energia, equipamento utilizado em postes de iluminação, usinas hidrelétricas e, até mesmo, em residências como isolante de eletricidade. Deste montante, 75% são destinados às substituições das peças que perdem a sua função isolante. 

A questão, no entanto, é que o corpo metálico do isolador é reaproveitado para outras finalidades, enquanto que a parte de porcelana é descartada de forma inadequada em terrenos baldios, beiras de estrada e outros locais. Essa situação levou o engenheiro civil Marco Antonio Campos a realizar ensaios que permitiram adicionar resíduo da porcelana que seria descartado na natureza, em misturas que resultaram em novos tipos de concreto e argamassa. 

Os experimentos deram certo. Campos obteve um material vantajoso do ponto de vista de resistência e economia. Os dados constam da dissertação de mestrado apresentada na Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC), que foi orientada pela professora Ana Elisabete P. G. A Jacintho. 

Método utilizado

O processo de transformação é relativamente simples do ponto de vista metodológico. A moagem do resíduo da porcelana foi feita de forma a gerar tanto a areia grossa – ou agregado miúdo na linguagem técnica – e brita 1 ou agregado graúdo. Tanto a areia quanto a brita permitiram resultados com granulometria similar à utilizada tradicionalmente na construção civil. Por sinal, a areia feita de resíduo de porcelana foi o material que obteve melhor desempenho nos ensaios em laboratório. 

Testes

Já os testes de substituição foram etapas complexas, pois demandaram muitos dias de experimentos para estabelecer comparativos. O engenheiro testou a areia e a brita com substituições nas classes de 25%, 50%, 75% e 100% e fez os ensaios após três, sete e 28 dias. As comparações entre os dias e porcentagens de material eram necessárias, para conhecer o desempenho do material em várias formulações diferentes. 

O ensaio de resistência mecânica de compressão simples compreende a medição da capacidade que o material tem de suportar a pressão. Já o teste de absorção da água visa medir o quanto de água o concreto ou argamassa absorve, pois quanto menor a capacidade de água, menor o consumo de cimento na mistura. 

Os resultados foram similares às misturas feitas com materiais tradicionais e, em alguns casos, foram até superiores. A única questão foi o endurecimento do concreto ocorrer de forma mais rápida. Mas, isso foi perfeitamente contornado com o acréscimo de aditivos. 

Vantagens econômicas

Uma das vantagens econômicas também tem a ver com os testes de absorção da água. Os resultados apontaram que o material não absorve a água, o que significa a diminuição do consumo de cimento para produção do concreto. Ou seja, possibilita uma economia substancial de material para a composição. As análises demonstraram que a proposta é perfeitamente viável. A porcelana branca – matéria-prima dos isoladores – é altamente resistente devido às temperaturas elevadas a que é submetida, ou seja, até dois mil graus.

Acesse o estudo sobre este assunto no link abaixo: 


Fonte: Unicamp
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15 maio 2013

Construtoras investem em garagens para carros elétricos

O mercado de carros elétricos ainda é incipiente para os motoristas, mas não para as construtoras. Algumas apostam em pontos de recarga para esse tipo de veículo, de olho no morador que vislumbra abandonar os carros movidos a combustível.

Os quatro lançamentos da linha Igloo, da construtora BKO, por exemplo, terão de quatro a seis postos de recarga nas garagens. Segundo José Roberto Leite, gerente da empresa, as vagas serão destinadas ao uso comum em alguns empreendimentos; em outros, caso do Igloo Alphaville, que será entregue neste mês, serão individuais.

O Parque da Cidade, da Odebrecht Realizações, terá no mínimo cinco pontos por edificação (são dez prédios no total), afirma o diretor de incorporação Saulo Nunes.

Já a Cyrella foca em edifícios comerciais. O Escritórios Rio Negro, lançado no semestre passado em Alphaville, terá pontos de recarga rápida. O carro estará pronto para uso em 30 minutos, em vez de em oito horas, como ocorre com carregadores tradicionais.

Pietro Erber, presidente da Associação do Setor de Veículos Elétricos (ABVE), diz que não há venda de carros elétricos no Brasil, apenas híbridos. Nesse caso, a energia é gerada a partir de um motor a gasolina, o que dispensa recarga. "Espera-se que daqui a poucos anos alguns modelos elétricos estejam à venda."

O mercado de carros elétricos ainda é incipiente para os motoristas, mas não para as construtoras. Algumas apostam em pontos de recarga para esse tipo de veículo, de olho no morador que vislumbra abandonar os carros movidos a combustível.

Os quatro lançamentos da linha Igloo, da construtora BKO, por exemplo, terão de quatro a seis postos de recarga nas garagens. Segundo José Roberto Leite, gerente da empresa, as vagas serão destinadas ao uso comum em alguns empreendimentos; em outros, caso do Igloo Alphaville, que será entregue neste mês, serão individuais.

O Parque da Cidade, da Odebrecht Realizações, terá no mínimo cinco pontos por edificação (são dez prédios no total), afirma o diretor de incorporação Saulo Nunes.

Mario Amorim, diretor da imobiliária Brasil Brokers, diz que no empreendimento Saint Rémy, no Rio, haverá pelo menos um ponto.

Já a Cyrela foca em edifícios comerciais. Os Escritórios Rio Negro, lançado no semestre passado em Alphaville, terá pontos de recarga rápida. O carro estará pronto para uso em 30 minutos, em vez de em oito horas, como ocorre com carregadores tradicionais.

Pietro Erber, presidente da ABVE (associação do setor de veículos elétricos), diz que não há venda de carros elétricos no Brasil, apenas híbridos. Nesse caso, a energia é gerada a partir de um motor a gasolina, o que dispensa recarga. "Espera-se que daqui a poucos anos alguns modelos elétricos estejam à venda."

Fonte: Folha de São Paulo
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11 abril 2013

Asfalto vegetal pode ser a solução para estradas de terra

O asfalto parece ser a melhor solução do mundo quando se é forçado a viajar por uma estrada de terra.

Mas Wilson Smith, estudante da Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, defende que nenhum dos dois é o ideal: nem o asfalto é a solução para todas as estradas, e nem tampouco há que se resignar a viajar por estradas poeirentas e esburacadas.

Por isso ele decidiu trabalhar com um material de origem vegetal, na tentativa de criar uma alternativa que melhore as condições de tráfego das estradas não pavimentadas.

Smith está trabalhando com a lignina, o material que dá rigidez às células vegetais, para fazer um composto que possa reforçar à terra solta e aos pedregulhos das estradas vicinais.

Bioasfalto

O que torna a lignina um material particularmente valioso para essa aplicação é o seu comportamento adesivo quando umedecida, com capacidade para agregar os materiais do solo, gerando uma coesão e criando uma espécie de "bioasfalto".

Isto torna a estrada de terra menos poeirenta, mais lisa e com uma menor necessidade de manutenção, sobretudo no período das chuvas.

A lignina está presente em todas as plantas, sendo rejeito de culturas comerciais, como no caso do bagaço da cana-de-açúcar, da palha de milho e de outros resíduos da agricultura, assim como da indústria do papel, o que a torna um material sustentável e renovável.

Depois de diversos experimentos, Smith selecionou cinco diferentes concentrações de lignina no solo, que se mostraram mais promissoras (2%, 4%, 6% e 9%) e que agora estão sendo avaliadas na resistência da coesão do solo e, portanto, da diminuição da erosão da estrada.

Testes de campo

Com os bons resultados dos testes iniciais, a coordenadora do grupo, Dra. Dunja Peric, selecionou novos estudantes para avaliar o uso do material em outras condições, o que inclui a secagem prévia e a aplicação direta da lignina no solo.

"Nós queremos fazer uma análise exaustiva de como a coesão varia quando você muda a concentração de lignina, a quantidade de água e a compactação," disse Smith. "Isso vai determinar, em estudos de campo, qual a porcentagem de lignina produz a maior estabilização do solo."

O grupo programou uma apresentação dos resultados da sua pesquisa para meados de fevereiro, quando eles esperam fazer parcerias para os testes de campo, o que não deverá ser difícil, já que o Kansas é um estado agrícola, com quase dois terços das estradas sem pavimentação.

Fonte: Inovação Tecnológica
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25 março 2013

Arquitetura inovadora para conjuntos habitacionais recebe apoio da FINEP

Pesquisadores estão propondo mudanças na forma de planejar e projetar Habitações de Interesse Social (HIS), os famosos conjuntos habitacionais, voltados para a população de baixa renda.

A ideia é incluir nos projetos conceitos arraigados nas comunidades alvo, como a construção de "puxadinhos" e o uso de vielas para locomoção.
Tudo começou com uma chamada pública lançada pela FINEP em 2010 para formar uma rede de pesquisadores de universidades públicas para estudar novas políticas, métodos construtivos e tipos arquitetônicos para HIS.

As propostas deviam incorporar tecnologias sociais, visando à elaboração de novos parâmetros e conceitos para o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

Um dos grupos selecionados pertence ao Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur) da UFRJ. A ele coube a tarefa de elaborar projetos de arquitetura alternativos ao modo tradicional de conceituar, projetar e construir as HIS.

Puxadinho oficial

O resultado foram 11 novos tipos de habitações com muitos diferenciais. Um deles é a flexibilidade para contemplar apartamentos de um a quatro quartos, com construções que permitem rearranjo dos leiautes e a expansão controlada das unidades - ou seja, o "puxadinho" foi integrado, mas de forma a não descaracterizar o projeto.

Outra novidade é a proposta de uso misto das edificações, juntando o lado residencial à prestação de serviços. Pensando nisso, foram criados pilotis nos prédios para agregar espaços de comércio e lazer às construções.

Circulações verticais e horizontais de uso público também foram contempladas, melhorando a mobilidade na área.

Plantação de casas

"A maior parte dos projetos é de habitações unifamiliares de dois quartos, cujas maiores críticas são a massificação das construções, resultando no que parece uma plantação de casas, com residências uma ao lado da outra, e o consequente mal aproveitamento da infraestrutura urbana," diz Verônica Natividade, arquiteta da equipe IPPUR/UFRJ.

Ela conta ainda que o modelo do Minha Casa, Minha Vida impossibilita eventuais expansões e não considera a diversidade da composição das famílias que ocuparão o imóvel.

"Nessa pesquisa, procuramos responder a essas questões, dando às HIS um papel ampliado que vá além do fornecimento do abrigo. Sobre os aspectos arquitetônicos, partimos da hipótese de que as HIS pudessem ter um papel relevante na organização espacial do lugar onde fossem implantadas ou que atuassem como instrumento de reorganização espacial em assentamentos informais já consolidados," explica Verônica.

Fábrica comunitária

Para resolver as questões ligadas ao processo de construção em si, o projeto do propõe o uso de componentes pré-fabricados.

Além do ganho em agilidade, haveria uma aproximação entre o projetista, o construtor e o usuário, graças à flexibilização do programa arquitetônico, permitindo, inclusive, que o usuário participe da construção de sua moradia.

O projeto contempla a montagem de uma fábrica dos painéis de fachada dentro da própria comunidade. Assim, o morador poderia encomendar seus painéis se quisesse modificar o apartamento. Além da apropriação da concepção de sua moradia, a fábrica promoveria a transferência tecnológica e capacitação e mão-de-obra.

"Ao dar acesso a essas duas etapas do processo, a população passa a ser protagonista da produção das HIS, e não agente passivo diante de programas rígidos e, por vezes, distantes das reais necessidades e expectativas daqueles para quem as habitações são construídas", afirma Verônica.

Metodologia

A metodologia aplicada nessa pesquisa se originou da experiência do arquiteto Luiz Carlos Toledo, coordenador da equipe, na elaboração do Plano Diretor da Rocinha (favela do Rio de Janeiro), em 2006.

Para a elaboração do plano, Toledo fez uma verdadeira imersão na comunidade, onde treinou o olhar para entender profundamente o modo de vida dentro de uma favela, a despeito das imagens pré-concebidas e idealizadas que os arquitetos costumam ter sobre essas partes da cidade.

O plano contou com intensa participação popular, onde os habitantes opinavam e modificavam o projeto para se adequar às suas necessidades reais.

"Incorporamos em nosso projeto ideias levantadas e discutidas naquela ocasião, como o conceito de edificações sustentáveis com tetos verdes, captação da energia solar e das águas pluviais para reuso, bem como os processos construtivos baseados na utilização de componentes industrializados e pré-fabricados, de modo a reduzir o tempo de construção, evitar os desperdícios de esforços e materiais e garantir maior controle da qualidade das construções," conta Verônica.

Fonte: Obra24horas
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18 março 2013

Comprador busca cada vez mais imóvel por smartphone e tablet

Compradores estão usando cada vez mais aplicativos e outros canais digitais como ponto de partida para busca de imóveis, diz a imobiliária Coelho da Fonseca, uma das maiores do País no segmento de imóveis de alto padrão. O acesso por smartphones e tablets aos canais digitais da imobiliária teve um crescimento de 300% entre 2011 e 2012. 

Atualmente, 35% dos clientes que chegam a imobiliária o fazem depois de acessar informações em seus meios digitais (site, dispositivos móveis e redes sociais). Sendo que 10% entram em contato com a imobiliária depois de acessar seus canais apenas por meio de smartphones e tablets.

Segundo a Coelho da Fonseca, a possibilidade de acessar diversas informações sobre o imóvel pelo aplicativo tem agilizado as vendas, uma vez que os clientes já chegam às lojas sabendo quais imóveis eles querem. Desde 2010 a imobiliária possui um aplicativo para smartphones e iPads.

Depois dos meios digitais, o segundo canal que mais leva clientes à imobiliária são as placas de rua. Depois de observar as placas, muitos clientes passam a contatar a imobiliária pelo Torpedo Imóvel, um SMS que é enviado ao cliente com informações do imóvel, contatos diretos com a imobiliária, links para fotos e vídeos e disponível 24 horas.

Aplicativo

O aplicativo da Coelho da Fonseca, disponível para os sistemas iOS e Android, pode ser baixado gratuitamente pela Apple Store. Dentro do app é possível: localizar lançamentos e imóveis usados por região e delimitar a busca ao desenhar no mapa; simular o financiamento imobiliário e obter o valor de entrada e parcelas; falar com corretores online; e visualizar seu histórico de navegação, sem haver a necessidade de lembrar quais foram os imóveis pesquisados anteriormente.

Fonte: Exame
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13 março 2013

GBC Brasil divulga projetos pilotos do Referencial para Casas Sustentáveis

O Green Building Council Brasil, organização responsável por fomentar a indústria de construções sustentáveis, selecionou nove projetos pilotos para o Referencial GBC Brasil Casa. As residências estão localizadas em São Paulo (capital, litoral e interior), Brasília, Rio Grande do Sul e Mato Grosso e, após a assinatura do termo de compromisso, receberão visitas técnicas para acompanhamento e orientação para a adoção de critérios de sustentabilidade.

As residências selecionadas terão um ano para iniciarem suas obras, período em que serão avaliadas do ponto de vista da sustentabilidade. Após a conclusão e encerramento da auditoria serão concedidos um certificado e uma placa que indicarão o nível de sustentabilidade alcançado. A previsão é de que arquitetos e proprietários apresentem os cases na Greenbuilding Brasil Conferência Internacional & Expo que será realizada em agosto no Expo Center Norte. 

Na edição de 2012 do evento, realizada em setembro, a organização lançou o Referencial com o objetivo de criar parâmetros nacionais de sustentabilidade para residências unifamiliares ou multifamiliares, de baixo, médio e grande porte, que buscam viabilidade econômica, redução do impacto ambiental e a conscientização de todos os envolvidos no setor. 

O sistema passou por consulta pública e recebeu inscrições de 23 projetos. “Durante o período de inscrições recebemos um pedido por dia útil vindos de várias regiões do país. Mais de 200 profissionais voluntários se envolveram na fase de elaboração e durante a consulta pública recebemos importantes contribuições. Isso mostra que toda a cadeia está interessada em fomentar o movimento e mostra que o mercado está preparado para avançar no setor e se beneficiar de todas as vantagens econômicas, sociais e ambientais geradas pelas construções sustentáveis”, explica Marcos Casado, gerente técnico do GBC Brasil. 

A criação de um referencial específico para residências começou há pouco mais de um ano a partir da crescente demanda do mercado de construção civil e das empresas membros da instituição. “Recebíamos muitos questionamentos de proprietários e empresas sobre os parâmetros que definiam uma casa sustentável. O que fizemos foi incorporar a essa base o melhor de todos os sistemas de certificações existentes no mercado brasileiro e mundial”, disse Maria Carolina Fujihara, coordenadora técnica da organização. 

Critérios de avaliação – GBC Brasil Casa

Os empreendimentos serão avaliados segundo as categorias descritas abaixo:

• Implantação: controle de erosão, sedimentação e poeira na obra; seleção do terreno; paisagismo; redução de ilha de calor; controle e gerenciamento de águas pluviais; controle de pragas e doenças; 

• Uso Racional da Água: medição e gerenciamento do consumo de água fria; sistemas de irrigação eficientes; 

• Energia e Atmosfera: atendimento aos pré-requisitos descritos pelo PROCEL Edifica; iluminação natural; energia renovável; otimização do desempenho energético; processos de medição e verificação.

• Materiais e Recursos: aspectos como gerenciamento de resíduos, uso de madeira legalizada e materiais ambientalmente preferíveis, entre outros;

• Qualidade Ambiental Interna: controle de emissão de gases de combustão, filtragem do ar exterior; acústica, etc;

• Requisitos Sociais: legalidade e qualidade da obra; acessibilidade universal, adoção de boas práticas para operação e manutenção;

• Inovação e Projeto: análise do Ciclo de Vida e gerenciamento da qualidade com foco na durabilidade; projeto integrado e planejamento etc. 

• Créditos Regionais: levarão em conta as especificidades de cada região do país.

Para fortalecer e dar suporte ao setor, o GBC Brasil incluirá a partir de 2013 em seu Programa Nacional de Educação cursos de capacitação para profissionais atuantes no mercado de residências. A educação é um dos pilares da organização que já formou mais de 44 mil profissionais em cursos de curta duração, MBAs, in company e onlines sobre os diversos temas envolvendo Construções Sustentáveis. O Programa está presente em 51 cidades brasileiras capacitando pessoas físicas e gestores do setor público.

Fonte: Obra24horas
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