Mostrando postagens com marcador Decoração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Decoração. Mostrar todas as postagens

11 setembro 2013

Cores vivas: grafite ganha espaço na decoração

Não é de hoje que o grafite vem assumindo lugar de destaque no conjunto das expressões artísticas contemporâneas. 

Nascido nas ruas e alçado ao status de obra de arte, ele já pode ser apreciado em espaços antes restritos, como galerias e museus. Mais recentemente, a arquitetura e o design de interiores também se renderam aos sprays. A nova sede do Grupo de Apoio à Criança com Câncer do Amazonas (GACC), é um exemplo de como a decoração assimilou esse estilo urbano.

Os corredores e acessos da instituição ganharam novas cores graças ao trabalho voluntário de dez grafiteiros da Point Paint Graffiti Shop. Segundo o proprietário da loja, Rodrigo Pot, essa é uma tendência que vem crescendo em Manaus. “O trabalho do grafiteiro agrega muitos valores ao espaço, porque é feito de uma forma personalizada para ser uma obra de arte, de modo que nenhum seja igual ao outro”, explica Pot.

“Os corredores brancos viraram verdadeiras telas para o trabalho deles. O grafite trouxe uma vida nova para o interior do abrigo”, ressalta Edmar de Oliveira Andrade, representante da Casa da Criança, projeto social que ajudou a promover a ampliação do GACC. De acordo com ele, as mudanças vão garantir que o espaço dobre a sua capacidade de atendimento.

A ação social da Point Paint em parceria com o GACC prevê, ainda, a pintura de toda a fachada da instituição. “Para a inauguração, vamos fazer uma pintura provisória, que depois será completada. Vai ser o primeiro prédio da cidade grafitado por dentro e por fora”, destaca Pot. 

Sofisticado

Para o arquiteto Achilles Fernandes, assim como a tatuagem, o grafite foi desmistificado e caiu no gosto de quem procura por sofisticação. “Depois da novela ‘Cheias de Charme’, as pessoas passaram a ver essa arte com outros olhos. Hoje, ela já é usada em casas, áreas de lazer, cinemas, bares, dentre outros. Alguns projetos, inclusive, substituem o papel de parede pelo grafite”, explica.

O espaço assinado pelo arquiteto na Casa Cor do ano passado, por exemplo, também levou a marca de Rodrigo Pot, que retratou a cantora Amy Winehouse em uma das paredes do “Lavabo de Festa”. “É um recurso que deixa o ambiente com um ar mais descolado e contemporâneo”, justifica Achilles.

Praça sofre abandono

Obras de grafiteiros locais também podem ser vistas em espaços como a Praça Aurora Machado (acima), na av. Umberto Calderaro, e na fachada do Nativos Bar, no Centro. O primeiro ponto, no entanto, vem sofrendo com o abandono e o acúmulo de lixo. 
Segundo o escritor de grafite Diogo Lúcio (Paradise), sete meses depois de inaugurada, a praça não tem recebido manutenção regular. “Nossa intenção era transformar o espaço em um ponto de encontro para os adeptos da arte urbana, mas isto não está sendo possível”, declarou.

De acordo com o Implurb, a limpeza, replantio e administração da praça são responsabilidades do Hotel Da Vinci. Até o fechamento desta edição, o hotel não havia se posicionado a respeito.

Grafiteiros fazem sucesso no exterior

“Os Gêmeos” é uma dupla de grafiteiros de São Paulo. Seus trabalhos estão presentes em diferentes cidades dos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Cuba, dentre outros países. Em 2008, os brasileiros ajudaram a executar a pintura da fachada do museu londrino Tate Modern para a exposição “Street Art”.

Fonte: Obra24horas
Continue Lendo ►

28 agosto 2013

Cores na decoração em espaços pequenos

Em pequenas habitações ou divisões da casa pequenas, as cores com que se decora e pinta o interior têm grande influência no espaço perceptível. Embora o espaço não se modifique, a cor usada na decoração pode fazê-lo parecer maior ou menor. 

Se gostar de 2 cores isso não significa que juntas resultem bem. As cores têm características próprias que devem ser levadas em consideração quando se pinta um espaço, especialmente quando se deseja criar uma certa atmosfera numa divisão da casa. 

Os espaços menores, quando pintados e decorados requerem certas especificidades. O risco de não considerar o tamanho da divisão quando se selecionam as cores, é acabar com uma divisão ainda menor e mais confusa do que antes de a ter decidido decorar com cor. Se gosta de cores para pintar as paredes, então ficam os seguintes conselhos quando pintar uma divisão da menor da casa: 

Mantenha as coisas simples 

A regra de manter as coisas simples é uma regra na maioria dos casos, especialmente no que toca à decoração. 

Num espaço interior pequeno, a regra é que deve evitar a decoração complicada ao máximo. Nas paredes, teto, carpetes e chão, não use cores muito gritantes, opte por cores pastéis claras, o mais neutras possível. 

Se pretender, pode usar uma cor para as paredes e outra para o teto. Se quiser usar tapetes ou carpetes, escolha algo simples sem motivos decorativos e neutro, sem grandes relevos. Da mesma forma, evite o papel de parede com grandes padrões, e opte por um papel de parede neutro e simples. Isto tudo para evitar chamar a atenção para a pequena dimensão do espaço. 

Cores escuras mais próximas do chão 

Se optar por diversas cores ou padrões mais forte de cor, opte por deixar as cores mais escuras em baixo e as mais claras mais perto do teto. 

Isto inclui os carpetes e o chão. Se estivermos a falar de um WC que tenha azulejos no chão azul-marinho, os da parede devem ser sempre mais claros, um azul celeste, ou um azul água pode ser a solução. 

O esquema de cores deve terminar sempre com o teto branco ou num tom mais claro que todos os usados abaixo. Regra geral, os espaços que têm paredes mais escuras que o chão tendem a parecer caixotes sem fundo. 

Opte sempre por cores que iluminem 

A regra básica para decorar um espaço pequeno é mantê-lo com um aspeto luminoso porque os espaços escuros tendem a parecer menores do que de fato são. 

Quanto menor as divisões de uma casa forem, tais como salas de banho/banheiro, ou espaços menores como o escritório, mais cuidado se deve ter na escolha das cores da decoração. 

Não existe necessidade de os fazer ainda menores do que eles já são, pintando-os com cores escuras. Se pretender usar várias cores, certifique-se que a cor mais escura fica sempre na zona inferior da divisão e que a cor mais escura não é a cor mais dominante no espaço.

Fonte: Fórum da Construção
Continue Lendo ►

27 agosto 2013

Arquitetura, como fazer bonito, barato e com bom gosto

A arquitetura é a forma de se estudar ou desenvolver projetos de utilização do espaço para a construção de ambientes, seja para uma casa ou para um prédio comercial. O estudo de como fazer a divisão de cada espaço a ser utilizado pode fazer com que um projeto não tenha uma utilização pouco otimizada. 

Na atualidade os projetos são a forma inicial do estudo de uma obra. Entre os profissionais da arquitetura o arquiteto possui a forma mais direta de trabalho nesse sentido para todos os desenvolvimentos de suas atividades inclusive na forma de acompanhamento. 

O desenvolvimento de um projeto arquitetônico seja de casas ou outras edificações, permitem com que uma construção possa ser mais econômica ao invés de se gastar muito mais do que se precisa.

Arquitetura deve ser vista como uma ferramenta para que as construções possam ser feitas e concebidas para uma finalidade especifica, seguindo uma linha de apresentação a qual chamamos de estilo arquitetônico. 

Nem sempre essa linha de desenvolvimento é seguida, muita casa são projetadas com a simples finalidade de fazer com que uma obra possa fazer com que as aspirações primariam do proprietário possa ser realizada. Mas os profissionais da arquitetura deveriam verificar sua missão de forma mais completa onde deveriam mostrar as pessoas todas as oportunidades que a arquitetura pode proporcionar para o desenvolvimento de uma edificação. 

Arquitetos e engenheiros podem fazer com que os espaços possam ser utilizados e ou reutilizados para um melhor aproveitamento de em cada uma das opções que sua atividade coloca em utilização na atividade prática da casa ou do estabelecimento comercial. Ainda existem as arquiteturas industriais, que tem em sua constante mudança de layout em fabricas e outras atividades fabril, estudos específicos para esse seguimento vem sendo cada vez mais utilizados. 

Nesse nicho de mercado as estruturas metálicas e as estruturas pesadas de concreto poderiam inibir as criatividades muitas vezes colocadas à prova. Mas a grande infinidade de elementos arquitetônicos permite a criação sempre inimaginável de inúmeros exemplos dessa arquitetura voltada para a base produtiva das grandes nações. 

A arquitetura não deve ser vista como inibidora, mas sim como produtora de oportunidades de melhorar sempre.

Fonte: Fórum da Construção
Continue Lendo ►

Casa-museu idealizada por curador suíço atrai milhares de visitantes no Brasil

Na capital paulista, Obrist, que atualmente é curador da Serpentine Gallery de Londres e foi eleito em 2010 o nome mais poderoso do mundo das artes pela publicação especializada inglesa “Art Review”, escolheu uma construção que é considerada um ícone entre amantes e profissionais das artes e da arquitetura: a Casa de Vidro, projetada em 1950 pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi, que ali viveu e trabalhou por quase toda sua vida. A exposição foi organizada em parceria com o Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi, e o retorno do público brasileiro foi animador.

Complementação artística concebida por Obrist para a Casa de Vidro, a exposição “O Interior está no Exterior” foi encerrada em 30 de maio após oito meses de uma exibição que atraiu, segundo seus organizadores, cerca de cinco mil visitantes. A casa-museu paulistana, construída de forma a interagir com a Mata Atlântica que a rodeia, abrigou uma exposição que foi montada progressivamente, com a inclusão gradual das obras de 34 artistas internacionais e brasileiros. Segundo o curador suíço, “todos, de alguma forma, ligados ao universo criativo de Lina Bo Bardi”. 

Na primeira parte da exposição, batizada como “Prelúdio”, a Casa de Vidro recebeu obras dos artistas Gilbert & George, Douglas Gordon, Kazuyo Sejima, Alexander Calder, Cildo Meirelles, Waltercio Caldas, Paulo Mendes da Rocha e Cinthia Marcelle, entre outros. Ao longo dos meses, foram acrescentadas obras dos artistas Norman Foster, Pablo León de la Barra, Koo-Jeong-a, Olafur Eliasson, Dominique Gonzales-Foerster, Ernesto Neto e Renata Lucas, entre outros.

Uma parte da exposição foi montada no SESC Pompéia, edifício projetado por Lina Bo Bardi, assim como o Museu de Arte de São Paulo (MASP), considerado a sua maior obra. O SESC Pompéia recebeu obras e instalações de Dan Graham, Adrian Villar Rojas, Pedro Barateiro, Ernesto Neto e José Celso Martinez Corrêa. 

A presença dos artistas que visitaram a Casa de Vidro nesses oito meses foi uma atração à parte no projeto imaginado por Obrist. Os visitantes que mais chamaram a atenção da imprensa brasileira foram o italiano Gilbert Proesch e o inglês George Passmore, mais conhecidos como a dupla Gilbert & George, que fez enorme sucesso no Brasil há 32 anos, durante a 16ª Bienal de São Paulo, com suas performances e esculturas vivas. 

Em entrevista ao site Blouin Artinfo, especializado em arte, Obrist explica o conceito de seu trabalho: “Em primeiro lugar, quando uma exposição acontece em um espaço doméstico, a escala é muito diferente e produz trabalhos muito mais íntimos. Não é que os artistas trazem trabalhos para decorar a casa, mas eles trabalham no contexto que acreditam ser necessário. Muitos desses trabalhos são intervenções contextuais. Eles acrescentam uma outra camada”, diz.

Arte na cozinha

Hans Ulrich Obrist começou a ganhar fama há pouco mais de 20 anos, graças a uma exposição que montou na cozinha de sua casa em Zurique. Batizada como “Sopa do Mundo”, a original e então inédita exposição reunia obras dos artistas suíços Fischli & Weiss e do francês Christian Boltanski: “Interagir com as casas pode ser um exercício muito estimulante para o artista. É interessante para o artista poder mostrar sua obra em um contexto bem específico e pouco usual”, diz o curador suíço.

Ele se recorda do início da carreira: “De alguma forma, é preciso que haja experiências diferentes ou espaços diferentes. A experiência que eu tive no começo na cozinha não deve ser perdida. Todas as minhas experiências seguintes estão sempre se conectando com a primeira exposição de alguma forma”.

Arquitetura

Uma das metas da obra de Obrist é mesclar arte e arquitetura, como o curador suíço vem fazendo na Casa de Vidro em São Paulo: “Arte e arquitetura são dois mundos diferentes, embora muito conectados. A conexão sempre houve nessa casa, por motivos óbvios: era a casa de um diretor de museu, vinham artistas, escritores também, é fascinante que todas essas disciplinas tenham interagido aqui”. 

Lina Bo Bardi, na opinião do suíço, que a define como “a arquiteta dos artistas”, é a mais perfeita tradução da união entre os dois campos criativos: “Um exemplo disso é que na Casa de Vidro existem mais de dez mil itens colecionados por Lina, como quadros, desenhos, fotos, joias e móveis”, diz. 

O suíço ressalta o conceito de imaterialidade que permeia a obra de Lina Bo Bardi e tem grande influência tanto na arte quanto na arquitetura contemporânea: “A Casa de Vidro tem algo extremamente físico, mas que flerta com a imaterialidade, define a gravidade. Isso serve de inspiração atualmente para muitos arquitetos. A busca por tornar a arquitetura mais leve tem total sintonia com a indefinição dos espaços, com o dentro e fora que vemos na casa”, diz.

Fonte: Obra24horas
Continue Lendo ►

22 agosto 2013

Grifes de decoração apostam no Brasil

Foram os astros - e o apetite do brasileiro por produtos de luxo - que trouxeram a empresária americana Holly Hunt ao Brasil. Não faz muito tempo, ela consultou uma amiga astróloga para traçar o seu plano de expansão e descobrir onde deveria abrir a primeira loja no exterior. "De acordo com os mapas, deveríamos ir para o Brasil", conta a empresária, cujo nome estampa uma das marcas mais chiques de design dos Estados Unidos. No segundo semestre, ela inaugura sua primeira loja no País.

Assim como Holly Hunt, algumas das maiores grifes de decoração mundiais têm encontrado no Brasil um mercado de luxo novo e promissor. Marcas como as italianas Natuzzi, Versace Home, Armani Home, Cassina e Poltronas Frau, responsável pelos interiores de carrões como Ferrari e Lamborghini, também decidiram apostar as fichas no aumento do poder de consumo brasileiro, enquanto tentam driblar a crise, principalmente no mercado europeu.

O segmento de móveis e decoração representa 9% do mercado de luxo no País, com faturamento de cerca de R$ 1,8 bilhão de acordo com os últimos estudos do setor. Em 2011, houve um crescimento de 23% em relação ao ano anterior. Segundo empresários do ramo, isso se deve em parte à crise na Europa, que obrigou as empresas de lá a procurar novos mercados. 
Mas também há a percepção de que o público brasileiro se tornou mais sofisticado. "O que acontece hoje no mercado de decoração é a mesma movimentação que que já se viu no mercado de moda. Os estilistas foram apenas mais rápidos e audaciosos", diz a arquiteta Zize Zink.

A diferença agora é que, enquanto notórias grifes de alta-costura deixaram os antigos acordos de representação para abrir as suas próprias operações no Brasil, as principais marcas de design ainda parecem viver o primeiro momento.

O cenário esbarra na alta carga tributária e de importação do País. No setor, cerca de 66% das empresas apontam a tributação elevada como o principal obstáculo para suas operações. "Descobrimos que seria mais complexo do que imaginávamos", afirma Holly, que, como o estilista Giorgio Armani, arriscou montar uma operação própria por aqui. "Os preços refletirão os elevados impostos de importação, mas seremos competitivos."

Preços

As peças chegam ao Brasil com preços muito superiores aos praticados em outros países. Muitas delas são feitas sob encomenda e têm preços sob consulta. Uma cadeira da Versace Home, por exemplo, chega a custar até R$ 150 mil, por se tratar de um item numerado e feito à mão. Já poltronas da Frau saem, em média, R$ 4 mil.

"Com essas marcas estabelecidas no Brasil, o consumidor agora tem assistência técnica e logística. Os preços são mais altos por causa da carga tributária, mas ainda é mais fácil do que fazer uma viagem para decorar a casa. Dá para ir escolhendo ao longo do processo", diz Raquel Silveira.

Fonte: O Estado de São Paulo
Continue Lendo ►

11 julho 2013

Mão na massa: Piso artesanal

Desde a década de 30, os ladrilhos hidráulicos encantam com sua variedade de cores e opções de desenhos para ambientes rústicos. Seu uso nunca se perdeu, mas ainda há muitos assentadores que não conhecem os devidos cuidados de armazenagem e colocação das peças. Artesanais e muito sensíveis, elas são produzidas uma a uma. 

Os cuidados começam na armazenagem: precisam ser guardadas sobre paletes e sempre em local coberto. Isso evita que a umidade chegue à caixa de papelão e manche o material. Ao retirá-las da caixa, é importante posicionar da mesma forma que estavam dentro da embalagem - face a face -, para não riscar. 

Segundo Divo Picazio, da Dalle Piagge, ladrilhos hidráulicos são diferentes dos pisos cerâmicos por que são porosos. É preciso engrossar a massa de assentamento para regular a diferença de espessura entre as peças e evitar "dentes" entre elas. 

“O mesmo deve ser feito aplicando a argamassa, de preferência branca, para não manchar o ladrilho, sobre o contra piso e no fundo inteiro da peça. Os ladrilhos são assentados batendo as mãos fechadas, de leve, sobre elas. Não podem ser usados martelinhos de borracha, que craquelam a camada superficial de pintura”, explica.

A junta entre as peças é seca. Se durante a colocação respingar argamassa ou qualquer outro produto, a recomendação é limpar imediatamente com esponja e água limpa. “É para evitar manchas que recomendamos o uso de uma demão de resina acrílica semibrilho, com rolo de lã de pelo curto, sobre a face pintada do ladrilho, antes do assentamento”, diz.

Após o assentamento, os ladrilhos são limpos com água e sabão neutro, e mais duas vezes resinados. “Nunca utilize ácido, água sanitária, produtos para limpeza de pedras ou abrasivos. A resina, por outro lado, só é aplicada depois que as peças estiverem completamente secas”, alerta.

Fonte: Mapa da Obra
Continue Lendo ►

28 junho 2013

Especialista dá dicas de como usar as cores na decoração por meio do Feng Shui

As cores são essenciais para a decoração e ajudam a transmitir sensações únicas. “Cor é energia pura e faz bem para as pessoas”, destaca o professor e consultor de Feng Shui, Franco Guizzetti, da capital paulista, que ensina que na hora de escolher as tonalidades para colorir um ambiente podemos observar sob dois pontos de vista: decorativo e do Feng Shui. “Mas tenha a certeza de que todas as cores são bem-vindas”, destaca.

A pedido da Solventex, o professor explica quais as características de algumas tonalidades que estão presentes na cartela de cores tanto da linha de esmalte sintético Esmaltex, quanto nas linhas de látex acrílico Vinilar e Viniltex. Confira e escolha a sua cor!

Branco: muito usada no Feng Shui, tem padrão neutro. “Na técnica, está ligada ao elemento metal. Deve-se tomar muito cuidado quando o branco aparece em demasia em um ambiente, pois representa infinito, deixando em uma pessoa que passa muito tempo neste ambiente, uma sensação de frieza, vazio e hostilidade. Deve-se quebrar o branco com quadros e móveis bem coloridos e/ou cores quentes”, ensina Guizzetti, que lembra que a cor é usada para dar amplitude a ambientes pequenos e apertados e passa a sensação de limpeza.

Preto: ligada ao elemento água no Feng Shui, deve ter sua aplicação com cautela, pois pode transmitir a sensação de angústia por lembrar o luto, as perdas e a tristeza, segundo o especialista e, por isso, costuma aparecer em detalhes na decoração. “É uma cor muito usada no teto com pé-direito muito alto, para dar a sensação de rebaixamento”, indica.

Verde: neutra, é uma tonalidade que representa o elemento madeira no Feng Shui e “acalma o sistema nervoso e as pessoas agitadas e significa esperança e satisfação”, conta Guizzetti, que indica cautela na combinação do tom com vermelho porque “teremos um local muito quente, com verde/madeira e o vermelho/fogo”. Nos locais onde há problemas de saúde, o verde é uma ótima cura, segundo o professor, e nos banheiros, ajuda a elevar a energia do cômodo. “No piso e nos detalhes, lembra a natureza.”

Lilás/violeta: cor que traz tranquilidade, sossego e calma, estimula a espiritualidade e a meditação. “Tem efeito purificador, transforma energias negativas em positivas, é ótimo para a saúde e acalma o coração, a mente e os nervos. Em excesso, pode trazer depressão e ansiedade”, diz Franco Guizzetti, que recomenda seu uso em cantinhos de meditação e oração da casa e sugere que se evite a predominância dessa cor.

Laranja: cor do intelecto, em doses pequenas estimula os sentidos, a criatividade e a comunicação. “É bom para usar nas áreas da casa nas quais se quer estimular o diálogo, como as salas de estar e jantar e a cozinha. Em excesso, pode provocar conversas demais, brincadeiras fora de hora e aumento do apetite”, indica o profissional, que propõe seu uso na sala de jantar em uma única parede, em tons suaves, como o Pêssego da linha Vinilar.

Vermelho: “no Feng Shui é uma cor que pode estimular o relacionamento afetivo, o sucesso, a autoestima, a fama e a prosperidade. É uma cor ligada ao elemento fogo e deve ser usado com cuidado, por ser estimulante. No quarto do casal, ativa a sexualidade. Na sala ou na cozinha, incentiva o apetite e o diálogo. Em excesso, provoca brigas, confusões e explosões de humor”, diz Franco que acredita que a cor deva ser usado em detalhes, para trazer glamour e exotismo ao ambiente.

Azul: tem efeito calmante e tranquilizante e pode provocar sono em excesso. Deve ser usado por quem é muito agitado e está associado ao elemento água no Feng Shui. “Pode ser aplicado em grandes áreas, mas deve ser combinado a outras cores para evitar a monotonia e o sono. O tom mais escuro transmite autoridade e poder”, conta.

Amarelo: estimulante do intelecto, “é a cor da luz e deve ser usada em ambientes escuros”. Também incentiva a comunicação, o mental e o apetite e, em excesso, provoca muita conversa e pensamentos acelerados e confusos, gerando preocupação. “Nos ambientes é usado para aquecer e iluminar áreas escuras e frias. No piso, provoca a sensação de avanço e pode incomodar quando usado em grandes superfícies por causa da incidência de luz”, conclui Franco Guizzetti.

Fonte: Obra24horas
Continue Lendo ►

25 junho 2013

Telhados sustentáveis

Quando as pessoas vão decorar a casa, pensam logo em todos os espaços que possam sofrer algum tipo de intervenção para ficarem mais bonitos e agradáveis. Mas muitas delas se esquecem de uma importante parte da casa que pode ficar tão bonita quanto as outras através da decoração: o telhado.

Sim, o telhado pode ser decorado com um pouco de tecnologia e muito pensamento crítico e coletivo: através das manta geotêxtil é possível ter um telhado bom, bonito, barato e muito sustentável. Isso acontece pois, nas coberturas, é possível plantar gramas e jardins e ajudar a diminuir a poluição urbana.

Além de visar essa melhoria no meio ambiente, o telhado sustentável – que pode ser decorado com jardins, pedriscos ou pintura clara – oferece, também, um conforto térmico e ajudam a diminuir as ilhas de calor. Melhor do que isso, esse tipo de telhado também ajuda a casa a não acumular águas de chuva ou enchente, o que traz ainda mais segurança para o lar.

O telhado sustentável – ou verde, dependendo de como você queira chamá-lo, é muito comum em diversas edificações que já visam as melhorias do futuro. É possível encontrá-lo em lugares como o teto da prefeitura de Chicago, em uma passarela de pedestres em São Paulo, na fábrica da Ford em Michigan e também em cima da California Academy of Sciences. Mas, claro, o telhado verde e sustentável é também uma ótima pedida para edificações residenciais, sendo aplicado no contexto de forma sadia e segura.

Usar o telhado sustentável é repor à sociedade o verde perdido com as construções daquele ambiente, além de ajudar a diminuir a poluição de forma geral, em benefício de todos. Portanto, se você quer ter esse senso crítico e colocar em um telhado sustentável em casa, busque a ajuda de um profissional da arquitetura e da engenharia. Afinal, o telhado verde aplica um peso maior na edificação, que deve ser calculado. Em construções novas, o paisagismo do telhado deve estar incluído no projeto estrutural do mesmo.

Fonte: Engenharia e Construção
Continue Lendo ►

21 junho 2013

Pastilhas de vidro – Modernidade e beleza na construção civil

Com um vasto leque de oportunidades entre cores e formatos, o uso de pastilhas de vidro e porcelana a cada dia tem atraído os olhares e o gosto do brasileiro para decoração de casas e/ou prédios comerciais. Utilizadas para decorar ambientes internos e externos como cozinhas, piscinas e banheiros, são encontradas no mercado nas medidas de 1x1 cm até 9.5x9.5 cm, desde a clássica quadrada preto e branca até modelos mais personalizados, em formas redondas e coloridas. 

Ao se reinventar para agradar uma clientela exigente, a construção civil pede soluções práticas e bonitas, e nesse sentido, as pastilhas são destaque. 

Sozinhas ou utilizadas com pisos e revestimentos cerâmicos, as pastilhas possuem diversas faixas de preços que acabam compensando pelo alto nível de durabilidade do produto ao ser aplicado com uma argamassa específica e durável. 

É nesse momento que a experiência de uma empresa já conceituada no mercado, garante resultados belíssimos e resistentes para pastilhas de vidro ou porcelana, misturadas em mosaicos artesanais, faixas decorativas, pedras naturais e cerâmicas em geral.

“Nos dias atuais a preocupação do brasileiro com a decoração aliada à praticidade e durabilidade é crescente. As pessoas buscam exclusividade nos acabamentos e para isso a diversidade das pastilhas é muito útil. 

Dicas de uso da Argamassa para Pastilhas

- A base de aplicação deve estar resistente, firme e curada (não aplicar em bases de madeira); 
- Isenta de quaisquer tipos de sujeiras (poeiras, gorduras, fungos, graxa, oleosidade ou desmoldantes) que prejudiquem a aderência da argamassa. A base deve estar plana, sarrafeada e/ou desempenada, limpa e firme (sem ocos e esfarelamentos); 
- Quando apresentar umidade constante deverá ser impermeabilizada antes da aplicação da argamassa;
- A temperatura da base no momento da aplicação deve estar entre 10°C e 30°C;
- Em situações de sobreposição lavar a base de aplicação com água e detergente para remoção de graxas e gorduras;
- Em superfícies pintadas, remover totalmente a tinta e promover a limpeza conforme descrito acima;
- Em superfícies enceradas, deverá ser aplicado removedor de cera e posteriormente lavar muito bem com água abundante.

Fonte: Segs
Continue Lendo ►

20 junho 2013

Casa Cor São Paulo abdica de famosos e resgata o conceito do "morar bem"

Morar bem. Afinal, é isto que todos querem, não? Dentro de uma proposta conceitual, a Casa Cor abre as portas para sua 27ª edição no Jockey Club de São Paulo. Embora, se comparada aos anos anteriores, a mostra apresenta 78 propostas amplas e "inteiras", sendo assim, mais coesas e inteligíveis. O evento fica em cartaz até 21 de julho de 2013.

Para este ano, a organização da maior exposição de arquitetura, design de interiores, decoração e paisagismo da América Latina deixou de lado as conhecidas divisões Casa Hotel - que deve configurar, como em anos anteriores, uma mostra a parte -, Kids e Talento Fashion. Outra mudança é a menor exploração de ambientes que homenageiam ou se inspiram em famosos, tendência que havia se espalhado pelas outras edições nacionais da Casa Cor e demais franquias do gênero até 2012. Com isso, os profissionais convidados se concentraram a expor casas, apartamentos e, em especial, lofts que traduzem diferentes perfis, estilos e necessidades do morar.

Parede pra quê?

Para muitos arquitetos, decoradores e designers de interiores que assinam ambientes na exposição, a ideia do "morar bem" é reforçada quando a proposta é o convívio familiar aliado ao conforto do lar. Desta forma, além dos lofts, que por sua essência ignoram a necessidade de paredes, projetos mais pontuais investem em espaços integrados e contemporâneos.

O arquiteto Sig Bergamin, no seu retorno à mostra após sete anos de ausência, assina quarto, sala de banho e "home office" conjuntos. A atmosfera praiana, o misticismo na decoração e os elementos energizantes - como o espelho d'água que corta o ambiente - não deixam dúvida que ali é bom estar. É bom viver.

E se integrar energia renovável com alta tecnologia pode - a princípio - parecer complicado, Jóia Bergamo demonstra o contrário com a Casa Inteligente, de 300 m², totalmente autossustentável. Para o projeto, a designer de interiores instalou equipamentos tecnológicos, alimentados por um sistema de energia solar e eólica, unindo modernidade, conforto e sustentabilidade.

Por sua vez, o Espaço para um Homem Moderno, assinado pela arquiteta Ana Maria Vieira Santos, aponta para um recurso muito usado em projetos contemporâneos: a composição equilibrada que une mobiliário atual a obras de artes e objetos "antiguinhos". Contudo, a singularidade do ambiente já se dá na porta de entrada onde há uma mesa de sinuca disposta sob o pé direito generoso em seus dez metros de altura.

Na contramão às cores sóbrias e aos tons de cinza (estes, aliás, bem explorados nesta edição da mostra), Murilo Lomas propõe para seu estúdio uma mistura de matizes, formas e texturas impactante, ou mesmo, incômoda. Em parte do espaço, o piso como um mosaico preto e branco desenhado em mármore escuro e recortado se alinha às paredes vermelhas, estampadas por pequenas e "infinitas" zebrinhas.

A vez da bagunça

Para as mamães e papais que visitarem a edição paulistana da franquia, o leque de ambientes para meninos, meninas e bebês vai dos sempre presentes espaços decorados (e fofos) com temáticas de desenhos animados à inusitada proposta do Quarto da Bagunça. Existente na maioria das casas de quem tem filhos, aquele canto ou mesmo quarto onde estão todos os brinquedos dos pequenos foi inspiração para a arquiteta Camila Rosa.

O tão sonhado e divertido cômodo traz um verdadeiro mundo da fantasia com uma ampla área livre para as brincadeiras, onde cabe até mesmo uma cabana, além de entreter com o "dentro-fora" de armários com portas no tamanho adequado a quem mais interessa: a criança. A profissional explica que, ao brincar com as alturas, pesos e grandezas, deu um jeito todo diferente e personalizado ao espaço.

Serviço - 27ª Casa Cor SP
Quando: até 21 de julho de 2013
Horário: das 12h às 21h30 (de terça a sábado) e das 12h às 20h (domingos e feriados)
Onde: Jockey Club de São Paulo (Av. Lineu de Paula Machado, 1.173)
Quanto: de R$ 40 a R$ 90 (passaporte, válido para todos os dias do evento)

Fonte: Obra24horas
Continue Lendo ►

27 maio 2013

Ter um escritório em casa exige atenção a alguns detalhes com a decoração

Cresce cada vez mais o número de pessoas que optam pelo home-office (trabalhar em casa). Essa opção alternativa detrabalho exige que a decoração da casa seja repensada. A ideia é ter móveis compactos, práticos e multifuncionais. “A mobília do ‘escritório’ deve integrar o estilo do restante da casa. Além de ter o estilo do morador, o espaço precisa deixá-lo à vontade para realizar o trabalho com concentração”, alerta Alexandre Toffani, designer da Kitchens. 

Cores

Prezar pela harmonia é essencial na escolha das cores. Um ambiente com cores muito intensas podem distrair o trabalhador. “É preciso ter cuidado para não colocar muitas informação visual no espaço. O ideal é utilizar um ou dois padrões de cores aliados aos móveis de madeira para trazer uma sensação de bem-estar”, recomenda Toffani.

Organização

Para evitar que os fios dos computadores fiquem jogados ou aparentes, escolha móveis que tenham compartimentos para guardá-los. “Nas mesas, devemos ter o cuidado de verificar como serão feitas as conexões entre os aparelhos para que os fios não fiquem expostos. Escolha móveis que tenham espaços planejados para computadores e impressoras. A ideia é economizar espaço é”, sugere Toffani. Vale lembrar a melhor saída para aproveitar todo o ambiente é optar por móveis planejados.

Aconchego

Opte por materiais que tragam bem-estar e conforto. Dessa forma, as tarefas serão melhor executadas. “A madeira ebanizada (diferente das demais, ela tem pequenos vasinhos ressaltados) têm várias tonalidades e traz aconchego ao ambiente. As cores claras deixam os ambientes mais modernos”, diz Cristina Barbara, designer de interiores.

Cores neutras também são recomendadas, já que são democráticas e permitem ousar na escolha dos acessórios. “Tonalidades neutras e madeiras com tons claros são ótimas opções porque dão um ar clean e o dono não ‘cansa’ com o tempo”, afirma Camila Klein, arquiteta.

Iluminação

Um ambiente de trabalho precisa ter iluminação para quem vai ler ou passar várias horas em frente ao computador. “O recomendado são as luzes difusas (que se espalha por todo o ambiente). Além de iluminar bem, cria um clima agradável”, orienta Clélia Regina, arquiteta.

Disposição dos móveis

Em cômodos pequenos, o móvel multifuncional é a solução certeira para evitar desperdício de espaço. E eles precisam ser encostados na parede. Assim, o centro do cômodo fica livre. As estantes multiusos também garantem organização ao escritório. “Os nichos e as prateleiras são indispensáveis. Muitas gavetas, mesas portáteis, móveis claros e agradáveis para distribuir bem todo o material de trabalho. Não podemos esquecer de um espaço destinado para telefone, computador, impressora e fax de fácil acesso”, avalia Clélia.

Fonte: Caras UOL
Continue Lendo ►

24 maio 2013

Borda infinita é "queridinha" na arquitetura das piscinas

Uma mistura ilusória que une paisagem à água da piscina, em alguns casos confunde os espectadores sobre o término de uma e começo da outra. As piscinas com borda infinita tem feito sucesso em residências e empreendimentos comerciais, tornando-se um importante conceito da decoração.

O modelo se propagou em 1990 e já é exigência em muitos projetos, adicionando um toque de requinte e beleza à arquitetura dos espaços. Este tipo de piscina tem o objetivo de criar uma ilusão ótica do infinito, principalmente quando é margeada pelo mar, criando a sensação de que ela faz parte do oceano. “Com uma construção muito cuidada e específica, uma piscina infinita parece ter apenas três paredes, fundindo-se assim com o seu meio ambiente, o que lhe confere um comprimento sem limites ou pelo menos o efeito ótico de que assim é”, sugere o site ABC Piscinas. 

Infinity Poll

Conhecida também como Infinity Pool, esta modalidade é escolhida, segundo o portal Piscinas Planalto, “principalmente em projetos com terreno desnivelado, onde a água da piscina transborda como se estivesse caindo de uma cachoeira, dando impressão de perda da água da piscina, que na verdade retorna para dentro através de bombeamento e dispositivos instalado internamente thati dei uma adaptada nessa fala”.

O portal ABC Piscinas finaliza. “Ao parecer fundir-se com o céu, o mar, as montanhas ou um jardim, uma piscina infinita apela a todos os sentidos e dá um novo significado ao ato de mergulhar e nadar, que se faz quase como para além do horizonte”

Fonte: Rede Global do Mercado Imobiliário
Continue Lendo ►

22 maio 2013

Utilização do gesso na construção civil

A Chapada do Araripe é o berço de um dos minerais mais explorados no País, a gipsita, matéria-prima para a produção de gesso. Ela ocupa uma área que engloba 88 municípios de três estados nordestinos, Ceará, Piauí e Pernambuco. O gesso é utilizado de várias formas, mas é para a construção civil que a vai maior parte da produção.

O Pólo Gesseiro está localizado no epicentro do semi-árido nordestino e ocupa 8% do território pernambucano, abrangendo cinco municípios (Araripina, Ipubi, Trindade, Bodocó e Ouricuri).

Por meio de uma parceria entre Sindicato da Indústria do Gesso do Estado de Pernambuco (Sindugesso) e o Sebrae, firmou-se um convênio de cooperação técnica com o Instituto de Tecnologia de Pernambuco (ITEP) para construção de um protótipo da casa de gesso, realização de ensaios com os produtos de gesso e com o sistema construtivo e elaboração de um manual construtivo com base no gesso. 

Ao final do trabalho foi possível observar pontos positivos em relação ao uso do gesso quando voltado para a construção civil. São eles: incombustível, isolante térmico, hidro-ativo, leveza, estabilidade e precisão dimensional.

Um desafio constante deste setor é mostrar as vantagens de utilização do gesso, que alia praticidade, versatilidade e segurança a custos inferiores ao dos produtos substitutos. Com o desenvolvimento de referências técnicas para o Sistema Construtivo em Gesso, a perspectiva é que este crescimento se intensifique.

Fonte: Sebrae
Continue Lendo ►

10 abril 2013

Por um ambiente produtivo

Não há segredo: um ambiente de trabalho agradável estimula a produtividade e a eficiência nas empresas. O inverso, um espaço mal projetado, pode explicar a queda de rendimento do colaborador, comprometendo o lucro - sem falar que pode passar uma imagem negativa ao cliente.

Neste contexto, a arquitetura e decoração corporativa trazem recursos para organização e personalização dos espaços, com soluções que estimulam o engajamento do colaborador e a identificação do cliente.

Para o arquiteto e urbanista Sidnei Madeira, os empresários deveriam investir mais em arquitetura e decoração corporativa. "São vários os recursos disponíveis, o segredo é buscar a melhor harmonia entre eles".

A orientação do arquiteto é que o projeto contemple soluções da arquitetura de interiores (definir pisos, paredes e forros), design de interiores (definição de mobiliário de acordo com as funções de cada ambiente), luminotécnico (projeto de iluminação, buscando saúde e conforto do usuário), conforto termoacústico, decoração (peças e detalhes que podem e devem contribuir para compor a ambientação que transmita a "mensagem" e a personalidade da empresa em questão) e a comunicação visual, entre outros.

Ele explica que em primeiro lugar é necessário compreender a que se destina cada espaço, cada departamento e suas interligações. "Depois disso, deve-se buscar propor o melhor fluxo, para uma circulação eficiente. Feito esse estudo de zoneamento, podemos dispor os mobiliários, respeitando suas funções específicas e diferentes dimensionamentos, buscando uma distribuição (layout) simples e agradável."

Cores e ergonomia

As cores também são ponto forte na composição dos ambientes e tem grande influência sobre os usuários.

"Elas influenciam psicologicamente, transmitem ou proporcionam calma, energia, reflexão, entre outros estímulos que devem ser bem explorados. Não devemos nos esquecer, no entanto, que, no caso dos objetos que participarão de cada ambiente, deve-se buscar sempre a harmonia entre as diferenças para o sucesso do conjunto".

Quando o assunto é conforto, Madeira prefere usar a palavra ergonomia, que tem como objetivo melhorar as condições de trabalho permitindo maior conforto operatório e segurança, integrando critérios de produtividade e qualidade.

"Quando se leva em conta todos os aspectos que a ergonomia nos proporciona para alcançar melhorias no trabalho, automaticamente se alcança o conforto do trabalhador. Uma boa proposta ergonômica traz embutida o aumento da produção. Não se pode substituir o conforto de boa proposta ergonômica, pela simples estética agradável. Os dois são importantíssimos e cada um tem sua função na hora de projetar".

Além de utilizar ferramenta e recursos disponíveis na arquitetura corporativa, buscar informações dos usuários, funcionários e outros envolvidos é também importante antes de se projetar o espaço.

"Entender as aspirações, vontades, problemas já vivenciados, vícios, pontos fortes já definidos, enfim, tudo isso são informações ricas para o início do projeto", diz o arquiteto.

Para Madeira, "seja qual for o espaço corporativo a ser projetado, a arquitetura pode e deve colaborar para o melhor desempenho de suas funções em um ambiente esteticamente simples, agradável e que de preferência transmita a personalidade e a alma da empresa".

Fonte: Obra24horas
Continue Lendo ►

22 março 2013

Sites vendem decoração de apartamentos da propaganda com bons descontos

Na próxima visita a um estande de apartamento decorado, fique atento não só à planta do imóvel, mas a mesas, cadeiras e objetos de decoração. Mesmo se não assinar o contrato, você pode estar diante de uma oportunidade de economizar nas compras. Isso porque as construtoras e incorporadoras costumam vender a maior parte daquela mobília com bons descontos.

Itens caros como geladeiras, fogões, sofás e armários são os mais negociados em leilões virtuais de sites como Sold ( www.sold.com.br ) e Lance Total ( www.lancetotal.com.br ), que surgiram na esteira do boom de lançamentos imobiliários dos últimos anos e servem como intermediários em troca de uma taxa sobre cada item negociado.

Uma máquina de lavar roupas LG que sai por até R$ 2.700 em sites de grandes varejistas, ao final de 27 lances foi arrematada por R$ 1.720 (37% de desconto) no Sold. Se preferir, uma geladeira Electrolux com filtro na porta saiu por R$ 1.990 após ter sido disputada por 66 lances, enquanto em lojas comuns não sai por menos de R$ 2.400 (19% de desconto).

Em comum, além dos grandes descontos, está o fato de que esses sites não oferecem garantias. “Participantes dos leilões costumam visitar o local onde está o lote para verificar as condições antes de dar o lance pela internet”, diz Elaine de Castro, responsável pelo marketing do Sold, que registrou faturamento de R$ 60 milhões em 2012, sendo 30% proveniente de móveis e eletrodomésticos.

“Há casos de pessoas que arrematam objetos para uso próprio, ou seja, para decorar, mobiliar a casa e muitos casos de empreendedores que arrematam itens para equipar ou ampliar escritórios, restaurantes e lojas”, explica Carla Umino, leiloeira oficial da Lance Total. A empresa recomenda que o cliente leve uma fita métrica ao depósito, para evitar problemas com peças sob medida, que podem não caber no seu quarto ou cozinha.

Caros e baratos

O negócio de leilões virtuais facilita a vida não só de clientes, que têm a chance de comprar móveis selecionados por arquitetos com desconto, mas também a logística das próprias construtoras e incorporadoras.

Algumas, como a Gafisa, promovem vendas internas entre funcionários. A estratégia também era adotada pela Cyrela, que a partir de 2010 abriu negociação para o público em geral via sites de leilão. “Nos lotes são incluídos até mesmo a decoração do salão de vendas onde é feito o atendimento do corretor, como mesas, cadeiras e balcões”, diz a empresa, por meio de sua assessoria. “Os itens que não forem arrematados são destinados para doação”, afirma.

A partir do momento em que o balcão de vendas “zera” (jargão usado para venda de todas as unidades) um empreendimento, a incorporadora praticamente sai de cena. As empresas que cuidam dos leilões, então, catalogam e precificam o material que vai ficar à espera do lance do consumidor final, que arca com o transporte e montagem do item.

A MRV Engenharia, que tem grande atuação no programa Minha Casa, Minha Vida do governo federal, diz arrecadar em leilões metade do que é aplicado nos estandes, mesmo oferecendo descontos de até 80%. “No apartamento de dois quartos, o investimento médio no decorado é R$ 28 mil, excluindo os armários, que ganhamos em parcerias”, diz Eduardo Barreto, diretor-executivo comercial.

Antes de dar o clique final e fechar negócio, é preciso avaliar bem a oferta. “Há uns três anos, uma geladeira muito disputada na reta final do leilão acabou sendo vendida por até R$ 2 mil reais acima de seu valor de mercado”, segundo conta Maria Carolina Maia, gerente de incorporação da Yuny Incorporadora, que não deixa nem louças para trás nos modelos decorados à venda na capital paulista.

Fonte: Obra24horas
Continue Lendo ►

01 março 2013

Cozinha integrada com a sala

Os apartamentos, cada vez menores, precisam de soluções inteligentes para poder atender todas as necessidades dos moradores. Além disso, a vida está cada vez mais corrida, onde nem sempre há tempo para aquele almoço em família. 

Uma solução moderna, esteticamente bonita, e ainda funcional, é a integração: cozinha e sala. Ela permite que, quem está cozinhando, lavando louça, participe das conversas da sala. 

Confira alguns passos para ter sua cozinha integrada: 

  • Viabilidade: antes de quebrar qualquer parede, consulte um profissional, ele saberá fazer uma avaliação e dizer se é possível ou não quebrar a parede. 
  • Alterações: além de derrubar a parede é necessário verificar se é preciso fazer alterações nos pontos elétricos e hidráulicos. 
  • Balcão: uma ótima solução para dividir os ambientes. A altura ideal para um balcão é de 1,10m e prefira banquetas com altura reguláveis. 
  • Materiais: diversos, madeira, MDF, granito, alvenaria, vidro, pastilhas. 
  • Caso ainda falte espaço de armazenamento, não quebre toda a parede, deixe um espaço superior para um armário, ou ainda, utilize um balcão onde seja possível ter um armário embaixo. 
  • Ventilação: uma boa ventilação é fundamental, abra as janelas e utilize exaustores ou coifa. 
  • Harmonia: para não errar, procure usar a mesma linguagem nos estilos entre cozinha e sala. 

Um detalhe muito importante é a organização, mantenha sempre sua cozinha organizada, tudo fica à mostra, não deixe louça suja na pia ou sobre o balcão!




Fonte: Fórum da Construção
Continue Lendo ►

21 fevereiro 2013

Sete dicas de decoração que cabem em qualquer bolso

Há muitas maneiras de refazer a decoração de sua casa sem ter que ir à falência por isso. Basta usar um pouco de criatividade e inspiração para transformar ambientes apáticos e sem graça em lugares agradáveis e acolhedores. Conheça a seguir sete formas práticas e econômicas de mudar o visual da sua casa: 


Acrescente um tom novo 

Não menospreze o poder transformador de um banho de cores. Sem dúvida é a maneira mais barata de mudar completamente o visual de uma casa. Basta uma camada de tinta fresca para ter uma casa quase nova. Opte por tons alegres, criativos e apropriados. Sempre há ofertas de tinta por aí. Se tiver sorte, poderá mudar o aspecto de um espaço grande gastando pouco. 
Dica: os entendidos dizem que vale a pena gastar R$ 50 por uma marca melhor ao invés de optar sempre pelo mais barato. Além da camada de cor ter mais qualidade e melhor aparência, muitas vezes uma tinta de melhor qualidade rende mais. 

Reutilizar e reciclar 

Vá a um local em que vendam artigos usados (feiras de trocas, loja de móveis usados, antiquários) para comprar móveis de qualidade, almofadas, peças de arte ou enfeites meio velhos, mas que podem criar uma atmosfera interessante. Outra opção é dar uma reformada nos objetos (acredite, uma mão de tinta e um pouco de cola podem fazer verdadeiras mágicas com um móvel velho, basta ser criativo e cuidadoso!). Aproveite as ofertas, com um pouco de cuidado terá peças lindas, quase novas e muito originais. 

Iluminação 

As vezes, para iluminar um espaço você só precisa instalar uma luz lateral. Procure abajures novos, baratos e alegres em lojas que tenham ofertas legais. Mesinhas de canto, luminárias e pendentes dão um toque novo a qualquer lugar. Não tem dinheiro suficiente para novos equipamentos? Experimente colocar lâmpadas mais fortes ou de outra cor nos abajures que já possui. 

Tapeçaria 

Quer substituir aquele sofá horrível e resistente, que você herdou de um parente? Não precisa gastar dinheiro comprando outro móvel, apenas escolha o tecido certo para reformá-lo. Se o velho sofá é forte, compensa investir na reforma. É impressionante ver a diferença que um tecido novo pode fazer na sua mobília velha. 

Cortinas leves e alegres 

Uma cortina nova pode levantar o ânimo de um cômodo inteiro. Aposte em modelos leves e coloridos, sem grandes volumes, instalados em varões (são mais práticos). 

Tapete novos 

Você não precisa investir muito para ter tapetes bonito e descolado espalhados pela casa. Ao invés de gastar uma fortuna em apenas um tapete de marca, invista em dois ou três exemplares mais baratos e com um padrão legal para dar vida aos ambientes. 

Velho renovado 

Para dar um aspecto moderno à sua mesa de jantar, use alguns objetos diferentes da decoração. Uma cadeira diferente das demais pode dar um toque mais alegre e descontraído ao espaço. Escolha uma cor de tinta spray que combine com o ambiente e reforme uma ou duas cadeiras velhas que pertenciam a sua avó. O contraste entre o velho e o novo confere um charme especial à decoração.

Fonte: Obra24horas
Continue Lendo ►

15 fevereiro 2013

Terapia de Ambientes

Há muitos anos atrás, recebi por e-mail um pequeno conto que permaneceu em minha memória. Ele falava de um sábio chinês que, quando chamado por seu cliente para indicar o local correto em que deveria ser construída a casa em um grande terreno, passou vários dias tomando chá em meio à mata... 

Ao fim desses dias, indicou uma determinada posição ao cliente. Este, curioso, perguntou ao mestre porque havia levado tanto tempo para escolher a posição exata da casa. Ao que o sábio mestre respondeu: eu não estava escolhendo um local para colocar a casa, estava esperando que o terreno me dissesse onde deseja que a casa seja construída. 

Acredito que este é um caminho necessário à arquitetura de hoje, após mais de um século de excessiva valorização do mecanicismo e da tecnologia: resgatar esta parcela da arte do desenho que inclui saber escutar os desejos dos lugares, ter a sensibilidade de projetar de maneira receptiva, captando os sentimentos e a vocação dos lugares. Isso é o que permite à arquitetura criar ambientes vivos, qualidade tão necessária ao nosso bem estar e à nossa sanidade física, emocional e mental. 

Meu primeiro domínio de internet registrado chamava-se alma.arq.br, um trocadilho com as iniciais de meu nome - Aline Lopes Mendes - mais a palavra Arquitetura, e um reflexo deste desejo de fazer uma arquitetura com alma, com vida. 

Após muitos anos de estudos e pesquisas, o caminho encontrado para alcançar este objetivo recebeu o nome de Terapia de Ambientes, que é a união de conhecimentos ancestrais do Ocidente e do Oriente, visando à cura e à harmonização dos ambientes que habitamos. Em sua proposta inicial, a Terapia de Ambientes integra, de maneira dinâmica, o Feng Shui, a Geobiologia e a Arte Zahorí. 

Da Geobiologia, ela traz todo o estudo de como os ambientes podem influenciar a saúde das pessoas. Esse estudo inclui o diagnóstico de energias telúricas, tanto do subsolo quanto da superfície do planeta; a pesquisa sobre a salubridade dos materiais de construção, as radiações, insolação, iluminação e ventilação adequadas, propondo soluções e alternativas para resolver estas questões. 

Com a Arte Zahorí, tradição espanhola que mescla influências árabes e druidas, a Terapia de Ambientes resgata nossa sensibilidade inata às energias da Terra, ensinando como interpretá-las e interagir com elas, e como aproveitar essas energias, que estão à disposição de todos, para curar os ambientes e os seres. 

O Feng Shui Tradicional Chinês, incorporado à Terapia de Ambientes, amplia enormemente as possibilidades de diagnóstico e trabalho com os ambientes. A partir de suas interpretações, baseadas em análises do espaço e do tempo, podemos contar capítulos inteiros da história dos ocupantes de cada imóvel, de uma forma que chega a parecer mágica. O mais importante, porém, é poder ajudar as pessoas a escreverem novos capítulos, que contam histórias de saúde, felicidade e prosperidade. 

A Terapia de Ambientes também se propõe a integrar conceitos de ecologia, sustentabilidade, conforto ambiental, geometria sagrada, consciência, entre outros. 

Nesta nova seção do Fórum da Construção, estaremos trazendo tanto textos explicativos quanto novidades nos setores de pesquisa, comércio e tecnologia, bibliografia e cursos, que possam contribuir para uma melhor experiência de vida em nossos ambientes construídos.

Fonte: IBDA - Fórum da Construção
Continue Lendo ►