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12 setembro 2013

Pisos de madeira de demolição: como escolher

A madeira de demolição é um material sustentável, charmoso e capaz de reforçar a sensação de conforto dentro de casa. No entanto, para usar o produto da melhor forma, é importante tomar uma série de cuidados no momento da escolha e levar em consideração todas as características do projeto. 

Diferentemente dos materiais novos e modernos que estão disponíveis no mercado de construção, a madeira de demolição apresenta vestígios impressos na sua superfície, como riscos, restos de tinta, variação de cor e veios profundos. 

Quem resolve revestir a casa com madeira de demolição está em busca de um acabamento rústico, capaz de resgatar as raízes do campo e deixar os ambientes mais aconchegantes. 

As madeiras de demolição normalmente são retiradas de casarões antigos, por isso os materiais nobres acabam assumindo tons escuros. A extração também acontece em trilhos de trem e postes de energia elétrica

Confira a seguir dicas para acertar na escolha dos pisos de madeira de demolição: 

- Na hora de escolher o piso de madeira de demolição, é importante observar a textura, o formato e a possível desagregação do material. Esta avaliação permite identificar diferentes problemas, como os furos provenientes de cupins. 

- Quando se trata de madeira de demolição, a peroba-rosa é a mais comercializada e a ‘queridinha’ entre os arquitetos. Ela é favorável por causa de sua estrutura única e veios lineares. A grande alteração na intensidade de cor e forma faz com que cada pedaço de madeira seja uma verdadeira obra de arte. 

- Se a casa tem crianças ou animais de estimação, os pisos com sulcos fundos não são recomendados. 

- Além da peroba rosa, as madeiras jatobá, ipê, jacarandá, peroba e angelim pedra também são recomendadas. 

- Antes de concluir a compra, o consumidor deve ter certeza de que madeira de demolição recebeu um tratamento adequado. Caso contrário, o material ficará vulnerável às pragas. 

- A madeira de demolição original possui furos de prego, ranhuras e outras imperfeições. 

- Existe a possibilidade de arrematar lotes fechados de madeira de demolição, mas o prejuízo com este investimento pode chegar a 30%. 

- O consumidor deve contratar um marceneiro de confiança, afinal, a instalação do piso de madeira de demolição requer habilidade. 

- A madeira de demolição é um material resistente, mas mesmo assim requer tratamento. Um produto indicado para o acabamento e manutenção é a resina à base de água.

Fonte: Obra24horas
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14 agosto 2013

Com quantos shopping centers se faz uma cidade?

O modelo tradicional dos Shoppings Centers está exaurido. Ainda bem! 

Cada vez mais tenho visto artigos – normalmente em sites ou blogs de economia – que discutem a falência do modelo tradicional de shopping centers nos EUA*. Frequentemente instalados fora das cidades, acessíveis somente por carros, esses grandes edifícios são em geral traduzidos em grandes caixas fechadas, recheadas de lojas e atrações de lazer. 

Em alguns lugares, o frio intenso até justifica o modelo hermético do edifício, reforçado pelo fato de estar isolado de qualquer outro edifício ou equipamento urbano e rodeado por infinitas vagas de estacionamento. 

No Brasil, a febre dos shopping centers herdou muito do modelo norteamericano. Mas uma vantagem assegura à versão tupiniquim uma sobrevida possivelmente maior: por aqui, os shoppings estão geralmente dentro das cidades, ‘integrados’ ao cotidiano das pessoas. 

Não que isso seja uma enorme vantagem para a cidade. O comércio tradicional de rua perdeu o público de renda média e alta para o conforto do ar condicionado, ilusão de segurança e desconexão absoluta com a realidade. Chuva, calor e noite são informações que os shoppings se orgulham de nos ocultar: afinal, quanto mais nos concentrarmos só em consumir, melhor... 

O modelo de ‘caixa forte’ que os shoppings adotam é muito esquisito. Sua escala monumental geralmente afronta o entorno e provoca desequilíbrio na infraestrutura de transportes, água e energia. Seu espaço inequivocamente privado refuta relação com a rua, chegando ao extremo de, em alguns casos, simplesmente ignorar o consumidor que chegue a pé. 

Espaços verdes, permeáveis ou públicos são impensáveis – se houver espaço livre, será para estacionamento! Será que os empreendedores não enxergam que isso é ruim para todos, inclusive para eles mesmos? 

Orgulho-me de nunca ter posto os pés no Shopping Cidade Jardim, que é a última palavra em exclusão social. Perdido no meio da agressiva Marginal do Pinheiros, o shopping não acolhe qualquer tipo de pedestre – nem os ricos do bairro conseguem entrar a pé. 

À guisa de fortificação medieval, sobre o monumental trambolho brotam edifícios neo-bobos que os novosricos ocupam com empáfia. Sorte nossa, eles não precisam nem sair de casa para ir às compras! O Cidade Jardim é a última palavra em condomínio-clube, esse câncer que se alastra pela cidade. 

Ouvi dizer que vão até inaugurar cemitérios nesse tipo de condomínio, ao lado da ‘pérgula da babá’ e da ‘piscina do idoso’, para que as pessoas não saiam de casa para morrer. 

Há também shoppings para outras classes sociais. Aliás, há vários: só na cidade de São Paulo, já são cerca de 50 grandes shoppings, e a lista continua a crescer. Mas de alguns anos para cá, novidades têm diversificado o mercado, como pequenos edifícios comerciais de bairro.

Esses pequenos shoppings nasceram da percepção de alguns empreendedores de que há espaço para pulverização do comércio de conveniência. Mais perto das casas, diluem o tráfego e não sobrecarregam as demais redes. Muitas vezes abertos para a rua, são convidativos também para pedestres. 

Sua escala menor dificilmente causa grande contraste com o entorno. E, versáteis, são viáveis tanto em bairros ricos quanto em áreas menos abastadas, levando emprego, comércio e serviço para locais antes desatendidos. 

Em alguns casos, funciona praticamente como comércio de rua tradicional, em outros, como uma mini caixa forte. Será que estamos voltando ao modelo de ‘galerias’, que foram tão populares nos centros de cidades como Rio de Janeiro e São Paulo? 

O interessante das galerias é que elas são, potencialmente, parte do tecido urbano. Muitas vezes, interligam ruas diferentes e transformam o espaço privado em extensão do público e não brigam com o comércio tradicional de rua – pelo contrário, complementam-no. 

Em São Paulo, as galerias do Centro podem ter perdido o ‘glamour’, mas continuam pulsantes e adaptadas ao padrão dos frequentadores atuais da região. 

No Rio, é possível encontrar galerias chiques em meio a ruas de comércio vívido como a Visconde de Pirajá, que oferece na porta ao lado um sapateiro, um boteco ou uma farmácia. 

Felizmente, lá o comércio de rua sobrevive à febre dos shoppings. Talvez porque a cidade não comporte, pela sua limitação física, novos e grandes edifícios – à exceção da Barra da Tijuca, é claro, mas a Barra está longe de ser o Rio. 

Seja lá como for, equipamentos comerciais demandam uma sustentabilidade que transcende a eficiência energética do edifício. Seus materiais e dispositivos de conforto higrotérmico parecem menos relevantes do que a eficiência da própria cidade que o acolhe. 

Não podemos pensar só em praças e jardins quando discutimos os espaços públicos de uma cidade, há de se considerar que eles são determinados também por outros usos, como o comercial. 

Ignorar o problema é abrir mão de projetar uma cidade mais equânime, democrática, generosa e eficiente quando trabalhamos com um programa aparentemente tão ‘privado’. 

E o mais engraçado de tudo: uma ampla revisão da cartilha dos shoppings poderia até aumentar sua eficiência comercial!

*Artigo publicado em especial, indico o artigo Birth, Death and Shopping, publicado na The Economist de 19/12/2007 e o site www.deadmalls.com 

** Lourenço Urbano Gimenes é arquiteto e urbanista formado pela FAUUSP, com mestrado em Estruturas Ambientais Urbanas pela mesma instituição. Sócio do escritório de arquitetura Forte, Gimenes & Marcondes Ferraz

Fonte: Obra24horas
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27 junho 2013

Portas automáticas acrescentam acessibilidade em edificações

Abrir e fechar uma porta pode não ser um ato tão simples para um idoso, um cadeirante ou mesmo uma gestante ou alguém empurrando um carrinho de bebê, por exemplo. Qualquer pessoa que tenha alguma deficiência de mobilidade permanente ou temporária pode ter problemas com o peso da porta, a movimentação da maçaneta ou se atrapalhar com algo que esteja lhe ocupando as mãos. São situações muito comuns, mas que, nesses casos, se tornam obstáculos à autonomia e até à segurança.
Para o engenheiro Pedro Paulo Skrobot, portas automáticas são uma solução prática de acessibilidade. “Existe algo mais acessível que uma porta que se abre à simples aproximação de quem quer entrar?”, diz ele, que é proprietário da Prime Portas Automáticas, em Curitiba/PR. Skrobot explica que as portas automáticas podem não apenas garantir a acessibilidade, mas a segurança, com sistemas de biometria, controle remoto, interfone e outros, e o controle de temperatura, som e tráfego, que não é prejudicado pela facilidade de entrada e saída. As portas deslizantes, com o mínimo de 80 cm de vão livre, são ideais.

Projetar para Todos

Segundo o Censo 2010 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), aproximadamente 24% da população brasileira têm algum tipo de deficiência. Um número consideravelmente alto e que deve ser levado em consideração no momento de projetar espaços. Em dezembro de 2004, o Decreto Federal 5.296, regulamentou as Leis n° 10.048, de 8 de novembro de 2000, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelecem normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade.

Entretanto, Pedro Paulo Skrobot acredita que essa promoção deve ir além da lei e ir ao encontro dos anseios das pessoas, garantindo cada vez mais dignidade. Uma porta automática pode atender ao conceito Projetar para Todos que, explica o engenheiro, é a concepção de espaços, artefatos e produtos atendendo simultaneamente todas as pessoas com diferentes características antropométricas e sensoriais, de forma autônoma, segura e confortável, constituindo-se nos elementos ou soluções que compõem a acessibilidade.

Fonte: Obra24horas
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Revestimento para proteção

Corrosão branca e passivação no aço galvanizado por imersão a quente

Alguns metais apresentam uma condição termodinâmica instável e tendem a mudar para uma condição estável pela formação de óxidos, hidróxidos, sais, etc. Desta maneira a corrosão é um processo espontâneo e indesejável. Uma das formas de combater a corrosão consiste em evitar o contato do metal com o meio corrosivo. Pode-se, por exemplo, recobrir o metal com revestimentos metálicos e orgânicos, de espessura e composição adequadas.

Os revestimentos protetores são películas aplicadas sobre a superfície metálica e que dificultam o contato da superfície com o meio corrosivo, objetivando minimizar a deterioração da mesma pela ação do meio. O tempo de proteção dado por um revestimento depende do tipo de revestimento (natureza química), das forças de adesão, da sua espessura e da permeabilidade à passagem do eletrólito através da película. Influenciará também o mecanismo de proteção. Nos revestimentos protetores o mecanismo de proteção é denominado proteção por barreira ou por retardamento do movimento iônico. Em virtude da porosidade da película, depois de algum tempo o eletrólito chegará à superfície metálica e iniciará um processo corrosivo. Desta forma, a falha do revestimento dá-se sempre por corrosão sob a película, com exceção,é claro, dos casos em que a própria película é atacada pelo meio corrosivo ou danificada por ações mecânicas.

Outra forma de ampliar a vida de um revestimento é quando ele possui um mecanismo adicional de proteção denominado proteção catódica. Neste caso, forma-se uma pilha galvânica entre o metal de base e o metal do revestimento. Esse fato ocorre quando se utilizam revestimentos metálicos menos nobres que o metal a se proteger.

Assim, o revestimento metálico age como anodo de sacrifício, permitindo a proteção do metal-base contra a corrosão.

Corrosão branca

O zinco é o metal mais indicado e mais utilizado para a proteção de superfícies metálicas contra a corrosão, devido à sua facilidade de aplicação e seu baixo custo, a exemplo da galvanização por imersão a quente. Através de cálculos termodinâmicos e de medidas de potencial de eletrodo, vemos que o zinco é um metal bastante reativo, portanto com uma tendência apreciável para se corroer. Na prática, o zinco sacrifica-se sofrendo corrosão, protegendo assim o metal base.

A cobertura de zinco quando danificada funciona como proteção catódica. Esta prolongará a vida útil do substrato e dependerá da espessura da camada de zinco e da extensão da área exposta. Se considerarmos o revestimento galvanizado por imersão a quente em uma estrutura de aço que foi arranhada acidentalmente durante o descarregamento, a umidade da atmosfera criará uma célula eletrolítica entre o revestimento de zinco e o aço exposto pelo risco. O zinco então corrói preferencialmente ao aço, que é assim protegido.

Óxido de zinco é o produto de corrosão inicial do zinco em atmosfera relativamente seca e é formado pela reação entre o zinco e o oxigênio presente na atmosfera. Na presença de umidade, este produto é convertido em hidróxido de zinco. O hidróxido de zinco e o óxido de zinco ainda reagem com o dióxido de carbono presente no ar para formar carbonato de zinco. O carbonato de zinco é aderente e relativamente insolúvel e é o principal responsável pela excelente proteção anticorrosiva proporcionada pelo revestimento galvanizado. O filme de carbonato de zinco forma-se razoavelmente rápido e a taxa de crescimento diminui com o tempo. 

Quando o acesso de dióxido de carbono atmosférico na superfície galvanizada é restrito, o filme de carbonato de zinco protetivo não se forma. Ao invés dele, um depósito branco consistindo essencialmente de uma mistura de óxido de zinco e hidróxido de zinco é formado. Este depósito branco é chamado de corrosão branca. As manchas brancas raramente causam danos permanentes, mas se consideradas indesejáveis no ponto de vista estético podem ser removidas por escovação, utilizando uma escova de cerdas rígidas, ou por tratamento com um ácido fraco seguido por lavagem e secagem.

Corrosão branca não significa má qualidade

A ABNT NBR 6323 - Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido - Especificação - menciona no subitem 6.1.2 que "Excesso de zinco, inclusão de fluxo e corrosão branca somente serão considerados motivos de rejeição se comprometerem a funcionalidade e/ou a durabilidade do material" e na Nota 1 do mesmo sub-item que" A corrosão branca não é prejudicial à durabilidade do material quando esta não diminuir a espessura do revestimento abaixo do especificado ...;"

A superfície galvanizada escurece na exposição prolongada pelo acúmulo de sujeira e poeira, especialmente em atmosferas urbanas e industriais. O mais importante contaminante a ser considerado em corrosão atmosférica do zinco é o dióxido de enxofre.

Seu efeito é particularmente notado sob condições de umidade alta. A reação de corrosão pode ser complexa, mas no final resulta em sulfato de zinco que aparece no produto de corrosão. Os revestimentos galvanizados por imersão a quente possuem uma camada externa de zinco puro, formado durante a extração da peça do banho de zinco fundido, e é esta camada que proporciona a longa vida de existência deste filme protetivo, sendo proporcional à espessura total da camada. Um revestimento galvanizado por imersão a quente, de espessura comercial, em uma estrutura de aço, dependendo do meio, pode ter uma vida de não menos que 4 anos ao todo.

Como a superfície de zinco resiste à corrosão atmosférica, a taxa de corrosão do zinco é muito baixa em meio ambiente neutro, aumentando em condições extremas de acidez e alcalinidade. 

A galvanização por imersão a quente envolve imergir o substrato com superfície limpa em um banho de zinco fundido, o qual reage com o ferro formando uma camada. O revestimento de zinco consiste de uma camada externa de zinco puro e de uma série de compostos intermetálicos zinco-ferro presentes entre a camada externa de zinco e o substrato de aço.

Cada uma dessas regiões pode ser afetada pelo tempo de imersão e pela temperatura do banho, assim como pela composição química do banho e do substrato do aço. A qualidade do revestimento é influenciada ainda pelas operações de preparação da peça (pré-tratamento da superfície como desengraxe, decapagem, fluxagem e secagem), operações e tratamento após galvanização (lavagem e passivação), e também pelo estado superficial da peça a ser galvanizada.

Passivação

A passivação retarda o aparecimento da chamada "Corrosão Branca". Se a peça for posteriormente destinada à pintura, não poderá ser passivada, em função da não aderência da tinta sobre a camada passivada. Se a peça for pintada, o ideal é que isto acontece logo após a galvanização. Há galvanizadores que possuem um setor de pintura e também há aqueles que cedem espaço para que seus clientes a faça. O Sistema de pintura sobre o galvanizado é denominado Sistema Duplex.

Em algumas galvanizações, aproveita-se o tanque de resfriamento para realizar a passivação da camada de zinco das peças galvanizadas.

Trata-se de um banho rápido em soluções cromatizantes, à base de ácido crômico e bicromato de sódio. Neste banho (etapa de passivação), a estabilização da camada de zinco ocorre em segundos, através de uma série de reações químicas entre o passivador e a superfície galvanizada, formando uma capa protetora em torno de 0,51um de cromato de zinco insolúvel. 
Esta passivação confere ao galvanizado um aspecto ligeiramente amarelado, sendo mais claro quanto menor a concentração da solução ou menor o tempo de imersão.

A camada com solução cromatizante dura em média 30 dias, se material armazenado em local coberto. Em local descoberto a chuva lavará a solução da superfície. O aparecimento da corrosão branca é um indício de que a peça já está sem a camada passivada pela solução cromatizante.

Notas

Atualmente a CEE 114 - Comissão Especial de Estudo da Galvanização por Imersão a Quente da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas - reativada em dezembro de 2012, com sede no ICZ - Instituto de Metais Não Ferrosos – estudará a eliminação da etapa de passivação no Brasil, a exemplo do que é praticado na Europa.

A NBR 6323 - Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido - Especificação- está sendo revisada e deverá apresentar na nova versão as melhores formas para envio dos produtos a serem galvanizados, com furações (locais e dimensões) para permitir a passagem do zinco liquefeito por toda superfície a ser galvanizada, externa e internamente, além da inserção sobre acabamento final do galvanizado em função da composição química do material base enviado para o galvanizador.

* Paulo Silva Sobrinho é coordenador Técnico do Instituto de Metasi não Ferrosos.

Fonte: Obra24horas
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25 junho 2013

Condomínios para idosos estão na mira de construtoras

O crescimento da população acima de 65 anos no Brasil, que passou de 5,9% no ano 2000 para 7,4% em 2010, segundo o IBGE, parece estar abrindo os olhos de construtoras para as necessidades dos idosos em termos de moradia. Já é possível perceber uma movimentação maior na elaboração de projetos e no lançamento de empreendimentos voltados para o público da terceira idade no País.

Um dos exemplos é o programa Projetando com Consciência Gerontológica, desenvolvido pela construtora Tecnisa. Trata-se de um estudo feito por uma equipe multidisciplinar, que inclui fisioterapeutas, arquitetos e geriatras, para levantar as necessidades e desejos que teriam os moradores com mais de 60 anos.

A partir deste levantamento, a companhia elaborou um conjunto de práticas que está sendo implantado em projetos da construtora, como em dois edifícios na cidade de Santos/SP e um condomínio em Barueri/SP. Antes, os idosos não eram nosso foco. Sempre nos preocupávamos em projetar playgrounds legais, por exemplo, mas não havia nada específico para as pessoas da terceira idade. Agora, incluímos estas pessoas, que se tornaram um nicho de mercado para nós, diz Patricia Valadares, diretora de projetos da Tecnisa.

Entre os conceitos identificados como necessidade deste público estão itens como piscina com escada de alvenaria e corrimão, pisos antiderrapantes e sem brilho, para não ofuscar a visão, além de bancos com cantos arredondados nas áreas comuns, para não correr o risco de lesões em um eventual esbarrão. Nos apartamentos, há também bacia especial nos banheiros, barras de apoio e banco basculante dentro do box. A fechadura também pode ser invertida, para facilitar a abertura com as chaves, e as tomadas ficam a uma altura maior, para que o idoso não precise se abaixar para ligar eletrodomésticos.

De olho neste mercado crescente, a Construtora e Incorporadora Laguna lança em 2014 o primeiro edifício projetado nestes moldes. O residencial Soul Batel Soho, localizado na região central de Curitiba/PR, conta com portas de vão livre maior, para comportar a circulação de cadeiras de rodas e andadores, e áreas comuns dotadas de plataformas elevatórias de acesso, barras de apoio, pisos antideslizantes e até uma academia para atividades de reabilitação.

Pioneirismo

Enquanto prédios estão sendo concebidos com foco nas necessidades da terceira idade, empreendimentos como o Condomínio do Idoso, criado há dois anos em Maringá/PR), já é uma realidade. Projetado pelos alunos do curso de Arquitetura da Universidade Estadual de Maringá (UEM) a pedido da prefeitura local, o condomínio fechado conta com 40 casas térreas de 47m², com sala, quarto, cozinha, banheiro e uma pequena varanda. Todos os cômodos são adaptados para acessibilidade, sem desnível, com piso antiderrapante e maior iluminação natural.

Pensando também na sociabilização destes idosos, foi criado um espaço de convivência, com hortas comunitárias e uma academia de ginástica.?

As instalações são adequadas às pessoas com dificuldades de locomoção, com áreas compatíveis para circulação de cadeiras de rodas e barras especiais para auxiliar também quem usa bengala, explica Renato Leão Rego, professor do departamento de Arquitetura e Urbanismo da UEM e coordenador do projeto. Ele diz, ainda, que uma segunda etapa do condomínio prevê a construção de um edifício de apartamentos com estrutura social e de lazer, inclusive com ambulatório médico.

Outro projeto pioneiro voltado para os idosos é o Residencial Santa Catarina, em São Paulo. Criado no ano 2000, o local é uma espécie de flat que oferece moradia, infraestrutura de serviços domésticos, atendimento à saúde e atividades de lazer.

Atualmente, 103 moradores todos com mais de 60 anos vivem em apartamentos de 38 ou 42m², com sala, quarto, cozinha e banheiro, todos projetados para dar conforto e acessibilidade. Além de portas maiores, os banheiros também têm barras de apoio e bancos para banho. Para dar mais segurança, especialmente aos que moram sozinhos, todos os ambientes possuem botão de emergência, que podem ser acionados em qualquer eventualidade.

Atenta às necessidades deste mercado, Márcia Cristina Bonilha, supervisora do Residencial Santa Catarina, confirma o crescimento na procura por este modelo de condomínio. Dos 118 apartamentos do residencial somente 15 não estão ocupados por moradores fixos, mas recebem eventualmente locatários temporários. A demanda aumenta a cada ano. O idoso está vivendo mais e procurando por este tipo de serviço, conclui.

Fonte: Obra24horas
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21 junho 2013

Floor Styler é um aplicativo para desenhar plantas

Se você é um arquiteto, designer de interiores, dona de casa ou apenas um fã - Piso Styler vai ajudar você a criar um piso interativo de planejamento online. Tudo que você precisa fazer é arrastar e soltar as fotos do mobiliário para o plano de sua casa e ver como poderia parecer. 

Para usá-lo não é necessário algum software, habilidades específicas ou saber sobre programação, apenas gostar de desenhar. Você pode planejar o interior de reformas, construção ou simplesmente exercitar a criatividade.

Apesar do aplicativo ser em Inglês, é online, gratuito e possui uma simples interface, flexibilidade e funcionalidade máxima, resumindo, é um produto prático e eficiente.

Projetado de acordo com as últimas tendências em flash gráficos, Piso Styler fornece ricas representações gráficas dos objetos comuns encontrados em uma casa - móveis, luminárias, pisos e até mesmo carros. Andar Styler ajuda a construir em poucos minutos os modelos 2D e 3D de sua casa e do design de interiores.




Fonte: Marketing e Comunicação Qualit Construção
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20 junho 2013

Revestimentos em argamassa, chapisco e emboço numa construção

O revestimento em argamassa é o conjunto de camadas que recobre as vedações e a estrutura de um edifício com as funções de proteção, complementar às funções de vedação e se constitui no acabamento final (funções estéticas, de valorização econômica).

Os revestimentos de argamassa de cimento sobre as alvenarias e estruturas com o objetivo de regularizar e uniformizar as superfícies, corrigindo as irregularidades e tem como finalidades principais: a proteção contra as intempéries, a regularização dos parâmetros, o aumento da resistência ao choque, a melhoria das qualidades acústicas, térmicas, de impermeabilização e de higiene (SALGADO, 2007).

Em relação aos revestimentos de argamassa, são constituídos de no mínimo três camadas superpostas, contínuas e uniformes:

  • Argamassa de aderência (chapisco) – tem por finalidade aumentar a rugosidade do substrato, aumentar as condições de aspereza em superfícies lisas, de modo que a argamassa prevista para revestir encontre boas condições de aderência;
  • Argamassa de regularização (emboço) – tem como finalidade uniformizar superfícies regularizando o prumo e o alinhamento. Deve evitar a penetração de água sem impedir a ação capilar, que transporta a umidade do interior para o exterior dos paramentos. A sua composição possui cimento, areia e em algumas regiões do país saibro.
  • Argamassa de acabamento (reboco) – tem por finalidade servir de acabamento ou de suporte para a pintura, devendo ser perfeitamente regular, com pouca porosidade. Sua espessura não deve ser superior a 5 mm.

Revestimento chapisco

A aplicação do chapisco consiste em lançar uma argamassa fluída no substrato para proporcionar sua maior fixação. Esta argamassa é produzida com cimento e areia no traço 1:3 ou 1:4, geralmente com areia grossa. O lançamento manual é a forma mais adequada para realizar esta aplicação. Como ocorre muita queda de material neste procedimento, recomenda-se proteger o piso para tentar reaproveitar o material (SALGADO, 2007).

O chapisco possui o traço com maior consumo de cimento por metro cúbico de material, nem mesmo o concreto estrutural proporcionalmente terá a mesma quantidade de cimento.

Revestimento emboço

A execução de um emboço deve ser apenas realizada depois de cumprido o tempo mínimo de cura do chapisco aplicado em uma parede, ou seja, ao menos 72 horas. Outro fator importante é a execução das instalações diversas e o preenchimento com argamassa comum dos rasgos ou qualquer deformação existente na parede. Uma prática comum é que seja aplicado após a execução do contrapiso ou camada de regularização.

O emboço também considerado camada de revestimento espesso, tem em média 2 cm de espessura cujo traço depende do que vier a ser executado como acabamento. Usualmente, uma argamassa de emboço é aplicada nos traços 1/2:1:5; 1:1:6; 1:2:9 (cimento, cal e areia).

Na sua aplicação recomenda-se a molhagem prévia do substrato a receber a argamassa, para não absorver a água de amassamento necessária para a cura da argamassa. Para a execução do emboço, deve-se inicialmente realizar o alinhamento da parede, com posicionamento de taliscas de madeira ou caco cerâmico geralmente inferior a 2 m de espaçamento.

Com a consolidação das taliscas (cerca de dois dias), preenche-se o espaço entre as taliscas verticalmente com a mesma argamassa do emboço e, estando a massa firme com o uso de uma régua de alumínio (desempenadeira), apruma-se as mestras que servirão de guia para a execução do revestimento.

Após chapar o emboço, é realizado o corte com régua de alumínio ou sarrafo de madeira, orientadas pelas mestras.

Com a regularização, aplica-se uma desempenadeira para acertar a argamassa no substrato uniformizando a superfície, tendo em conta os seguintes elementos:

  • Avaliar o ponto de sarrafeamento da argamassa pelo teste de compressão da superfície com os dedos;
  • Analisar o tipo de desempeno aplicado em função do acabamento final previsto;
  • Verificar a planicidade utilizando uma régua de alumínio com nível de bolha acoplado que deve ficar inteiramente encostada à superfície e com a bolha entre as linhas.
Fonte: Obra24horas
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Brasil tem seu primeiro shopping sustentável

No mês de abril, o estado de São Paulo saiu na frente e liderou o ranking de pedidos para obtenção da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), selo internacional que atesta a sustentabilidade de empreendimentos, mas outras regiões também se destacaram. Na região sul, o destaque foi para a Estação San Pelegrino (Caxias do Sul/RS), primeiro Shopping da América Latina a obter o selo. 

De acordo com Tatiana Tostes, gerente de Green Building para América do Sul da Cushman & Wakefield, empresa que prestou consultoria para a obtenção do selo, a adoção de ações sustentáveis representa um diferencial. “A certificação agrega valor à construção, que torna-se mais eficiente”, explica. No caso da Estação San Pelegrino, o Grupo Gazit-Globe – empresa proprietária do Shopping via sua subsidiaria Gazit Brasil Ltda. – tem como diretriz global a procura de práticas de sustentabilidade e sempre que possível busca aderir à certificação LEED ou equivalente nos seus empreendimentos. “Esse foi um projeto pioneiro no qual trabalhamos por mais de dois anos”, afirma Tatiana. 

A adoção da sustentabilidade trouxe benefícios à edificação desde o início da obra, devido ao controle e destinação correta dos resíduos gerados na etapa da construção. A escolha das tintas com baixo índice de Compostos Voláteis Orgânicos também visou à preservação da saúde dos operários e ocupantes. “A Qualidade Ambiental Interna, que engloba questões como iluminação natural, qualidade do ar e conforto dos ocupantes, é um importante critério para a certificação, pois envolve a sustentabilidade nos âmbitos social, ambiental e econômico”, ressalta Marcos Casado, diretor técnico e educacional do Green Building Council Brasil (GBC Brasil). O alto índice de transmissão luminosa dos vidros da fachada e parte da cobertura zenital também reduziu a necessidade de iluminação artificial e o consumo de ar condicionado, que já possui taxas de renovação de ar superiores aos das normas brasileiras.

Outro benefício foi em relação ao consumo da água, que atingiu 42,8% de economia em relação ao consumo padrão. “O setor de construção civil é responsável pelo consumo de 21% de toda a água tratada do planeta e a adoção da certificação pode reduzir esse número pela metade, o que tem aumentado a busca pela certificação”, destaca Casado. Para disseminar a importância dessa postura, o Shopping lançou um site com informações educativas e investiu em placas educativas com os resultados e ações tomadas espalhadas pelo ambiente.

Desde o início do ano, nove empreendimentos brasileiros receberam o selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) e 37 empreendimentos entraram com pedido de certificação, números que levam o País à marca de 89 empreendimentos certificados e 698 pleiteando o selo. Com isso, o Brasil mantém o 4º lugar no ranking de empreendimentos registrados, atrás apenas dos Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos e China. A expectativa é que até o final de 2013 sejam 900 empreendimentos registrados e 120 certificados.

Fonte: Obra24horas
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19 junho 2013

6 obras que a Copa prometeu e não vai entregar

Das obras que foram planejadas para 2014, só os estádios estão garantidos. As seleções precisam ter onde jogar, mas, depois que a Copa do Mundo acabar, o legado que essas monumentais construções vão deixar para a população será pequeno.

As obras que vão fazer a diferença, mesmo, serão as que estão sendo feitas em infraestrutura: aeroportos (muitos em parceria público-privada) e mobilidade urbana. E essas não estão garantidas para 2014. Longe disso: muitas dessas obras já apresentam atrasos preocupantes, algumas não tiveram sequer os empréstimos contratados (correm sério risco de parar pela metade) e 35% têm data de entrega em cima da hora, para maio ou junho e 2014.

Confira seis obras na área dos transportes que foram prometidas para daqui dois anos, mas já sabemos que não serão entregues - ou estão em situação crítica.

Monotrilho - São Paulo

Monotrilho Linha 17, em São Paulo
São Paulo só havia prometido uma obra para a Copa do Mundo: o monotrilho que ligaria o Aeroporto de Congonhas até o bairro do Morumbi, na Zona Sul da capital. A chamada Linha 17 - Ouro do metrô, porém, não vai existir antes de 2014.

A justificativa para o atraso foi de que houve demora para obtenção de licenças ambientais, mas as licenças foram publicadas no Diário Oficial em março, mesmo mês que o governador Geraldo Alckmin reiterou a intenção de conclusão para antes da Copa.

Em novembro, Alckmin admitiu que o monotrilho que permitirá às pessoas saírem do aeroporto de Congonhas e pegar o trem não vai ficar pronto.

Avenida - Porto Alegre

Projeto de duplicação da Avenida Tronco em Porto Alegre
A duplicação da Avenida Tronco, em Porto Alegre, vai aumentar o trecho em 5,3 km, com ciclovia, corredor de ônibus e tratamento paisagístico. É uma das dez principais obras de legado da Copa já que criaria uma alternativa rápida de ligação entre a Zona Sul e o Centro, desafogando a Avenida Beira-Rio (Edvaldo Pereira Paiva), onde fica o estádio.

Entretanto, em julho de 2012 a obra ainda não havia começado nos principais trechos por conta de problemas na expropriação das famílias. Para piorar, no mesmo mês a licitação foi suspensa em caráter preventivo por suspeitas de fraude.

Segundo o site do governo gaúcho, as obras estão com a burocracia correta, no prazo e devem ficar prontas até maio de 2014, mas, segundo o TCU, cinco das dez obras da capital do Rio Grande do Sul, inclusive as obras da Avenida Tronco, ainda sequer foram apresentadas à Caixa Econômica Federal, que vai financiar parte do valor.

VLT - Brasília

Projeção do VLT de BrasíliaBrasília ganhou um projeto de VLT (veículo leve sobre trllhos) que ligaria o Aeroporto de Brasília à Asa Sul da capital brasileira.

Já em 2011 o primeiro trecho do VLT em Brasília teve suas obras paralisadas por fraude na licitação que ocorrera dois anos antes. No início do ano, foi declarado que o trecho Aeroporto - Asa Sul (que teria 6,4 km de extensão e quatro estações) não ficaria pronto antes da Copa do Mundo.

Terminal Integrado - Recife

Projeto do Terminal Integrado Cosme e Damião, em RecifeO terminal fará parte do chamado "Ramal de Acesso à Cidade da Copa", via inescapável para quem quiser ir à Arena Pernambuco.

A expectativa é que as obras ficassem prontas já para a Copa das Confederações, em 2013, mas em setembro de 2012 o Tribunal de Contas da União já alertou para atrasos.

Apesar do otimismo da Secretaria das Cidades, que ainda insistia que o Terminal ficará pronto até junho de 2013, em setembro deste ano as obras, que deveriam estar 78% concluídas apresentavam um percentual de apenas 4% de conclusão.

BRT - Curitiba

Linha verde do BRT em Curitiba
Curitiba já tem uma larga malha de transporte BRT (Bus Rapid Transit). A Linha Verde Sul conta com 9,4 km de extensão e vai do Pinheirinho até o Jardim Botânico - são seis estações no trecho.

O Governo Federal, através de financiamento da Caixa, liberou cerca de 19 milhões de reais para a ampliação do trecho, três quilômetros de Pinheirinho até o Contorno Sul, mas as obras, que deveria ter iniciado em 2011, ainda nem começaram.

Os três quilômetros extras de BRT não ficam prontos até a Copa.

Metrô - Fortaleza
Projeto de estação de metrô em Fortaleza
O metrô de Fortaleza demorou 13 anos e mais de 1,7 bilhões de reais para finalmente sair do papel. A malha conta com 25 quilômetros de extensão e, para a Copa de 2014, foi acrescido o projeto para duas novas estações: Padre Cícero e Juscelino Kubitschek.

Apesar dos avanços na mobilidade e no transporte público da capital cearense, essas duas estações tiveram grandes atrasos na obra - assim como o trecho da linha Parangaba - Mucuripe. As obras tinham como prazo final dezembro de 2013.

Fonte: Exame

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Qual a diferença entre área útil e área total?

Em uma planta de um imóvel, é comum dizer "Apartamento de dois dormitórios, com área útil de 100m² e/ou área total de 200m²". 

É comum surgir a dúvida: qual a diferença entre área útil e área total? A seguir se encontra uma breve descrição de cada uma, como outros conceitos que podem conter junto aos desenhos. É importante você saber a diferença entre cada elas, as áreas influenciam diretamente nos valores, sejam eles para construir, reformar ou decorar. 
Área comum 

Espaço de acesso comunitário, tanto por moradores quanto visitantes. Exemplos de áreas comuns: saguões, jardins, circulação, áreas de lazer, piscinas, quadras. 

Área privativa 

A área interna de um apartamento demarcado pelas paredes. Incluindo garagem e as paredes em si. 

Área total 

A área total é a soma de todas as áreas. É a soma da área privativa mais a área de uso comum. 

Área útil 

A área útil é considerada o espaço privativo, o interior do imóvel em que você vive(ou vai viver), é feita com o somatório de cada área dos ambientes internos. Garagens e varandas não estão incluídas. Diferente da área privativa, na área útil não é considerada as paredes.

Fonte: Fórum da Construção
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17 junho 2013

Em que pé estão os estádios faltando 360 dias para a Copa

Há pouco menos de 1 ano da Copa do Mundo, o ideal era que essa galeria tivesse menos fotos de obras e mais imagens de estádios prontos. 

Das 12 cidades-sedes, metade só vai ter os espaços prontos no segundo semestre de 2013. No caso de Manaus, Natal, Porto Alegre e São Paulo, a inauguração dos palcos do Mundial de futebol de 2014 está prevista para dezembro. Além de torcer pelo Brasil, é bom torcer para que dê tudo certo.

Visite aqui os estádios da Copa e saiba dados como lotação, custo e data de entrega (fornecidos pela Fifa e pelo Portal da Copa, do Governo Federal) – além das últimas notícias relativas a cada um deles.

Mineirão
Estádio Governador Magalhães Pinto, o MineirãoLocal: Belo Horizonte (MG)
Lotação: 57.483 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 695 milhões
Entrega: Show da banda Jota Quest em 21/12/2012 (entrega dentro do prazo)
Últimas notícias: Torcedores terão 300 ônibus à disposição para chegar ao estádio durante a Copa das Confederações, já que circulação de carros particulares no entorno não será permitida.

Mané Garrincha
Brasília e Brasiliense jogam a Final do Candangão 2013 no Mané GarrinchaLocal: Brasília (DF)
Lotação: 68.009 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 1,01 bilhão
Entrega: Brasília x Brasiliense em 18/05/2013 (5 meses de atraso)

Arena Pantanal
Obras na Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Local: Cuiabá (DF)
Lotação: 42.968 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 518,9 milhões
Entrega: Outubro de 2013 (10 meses de atraso)

Arena da Baixada
Obras na Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Local: Curitiba (PR)
Lotação: 41.456 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 234 milhões
Entrega: Julho de 2013 (1 mês de atraso)

Castelão
Dilma inaugura o Castelão
Local: Fortaleza (CE)
Lotação: 58.704 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 518,6 milhões
Entrega: Show do cantor Fagner em 16/12/2012 (entrega dentro do prazo)

Arena Amazônia
Obras na Arena Amazônia em maio
Local: Manaus (AM)
Lotação: 42.374 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 583,4 milhões
Entrega: Dezembro de 2013 (1 ano de atraso)

Estádio das Dunas
Arena das Dunas, o estádio da Copa em Natal (RN)
Local: Natal (RN)
Lotação: 42.086 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 417 milhões
Entrega: Dezembro de 2013 (entrega dentro do prazo)

Beira-rio
Em Porto Alegre (RS), Beira-rio em obras para 2014
Local: Porto Alegre (RS)
Lotação: 48.849 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 330 milhões
Entrega: Dezembro de 2013 (1 ano de atraso)

Arena Pernambuco
Inauguração da Arena Pernambuco com partida entre operários
Local: São Lourenço da Mata (PE)
Lotação: 42.849 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 500,2 milhões
Entrega: Jogo entre operários em 20/05/2013 (5 meses de atraso)

Maracanã
Maracanã será palco da final da Copa
Local: Rio de Janeiro (RJ)
Lotação: 73.531 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 882,9 milhões
Entrega: Brasil x Inglaterra (jogo amistoso) em 2/06/2013 (6 meses de atraso)

Fonte Nova
Arena Fonte Nova à noite
Local: Salvador (BA)
Lotação: 52.048 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 591,7 milhões
Entrega: Cerimônia com Dilma em 05/04/2013 (5 meses de atraso)

Itaquerão
Arena Corinthians, vulgo Itaquerão
Local: São Paulo (SP)
Lotação: 65.807 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 820 milhões
Entrega: Dezembro de 2013 (entrega dentro do prazo)

Fonte: Exame
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07 junho 2013

Sergipe recebe grupo internacional de construção civil

Na noite desta quinta-feira, 6, Aracaju recebeu oficialmente as instalações do grupo italiano Policentro, atuante na área de construção e design de centros comerciais. Com a inauguração de sua sede em Sergipe, a sucursal Poly Promotion do Brasil promete trazer uma tecnologia inovadora ao Estado, capaz de construir 2 mil apartamentos em 1 ano. Outra proposta é a utilização de energia solar para o desenvolvimento de construções autossuficientes.

O diretor geral da Poly Promotion, Domenico Pastori, explica a escolha de Sergipe para sediar o empreendimento. “Sergipe possui belezas naturais que se identificam com o design italiano. Além disso, o capital humano e o parque tecnológico são muito promissores, e combinam com nosso objetivo de trazer tecnologia, inovação e formação. Além disso, recebemos o apoio de incentivos fiscais pelo Estado e pela prefeitura”, afirma.

Em Sergipe, o grupo atuará nos municípios de Barra dos Coqueiros e Lagarto, e na Zona de Expansão de Aracaju, com investimentos em prédios, escritórios e centros comerciais. Domenico destaca que a empresa vem realizando estudos para uma parceria com o programa Minha Casa Minha Vida. “Ao longo de nossos 40 anos em atividade, o grupo Policentro empregou de forma bem sucedida sua tecnologia exclusiva em diversos países. Com nosso método, uma casa pode ser inteiramente construída em cinco dias”, diz.

Segundo Domenico, a chegada do grupo ao Estado deverá motivar a vinda de outras construtoras e indústrias. “Nosso objetivo é mobilizar o complexo construtor do Estado, fixando raízes e realizando investimentos”, reforça.

Giovani Mattaverlli, gerente de marketing da sucursal brasileira, considera que a troca de experiências traz benefícios coletivos. “Nós trazemos o know how, e existe uma reciprocidade muito positiva. O povo brasileiro, e especificamente o sergipano é bastante receptivo, o que faz Itália e Brasil países-irmãos”, expõe.

Fonte: Infonet
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05 junho 2013

Recife na Copa das Confederações 2013

A Arena Pernambuco – Crédito: Reprodução
A capital de Pernambuco conta com três grandes times e três grandes arenas: Sport (Ilha do Retiro), Náutico (Aflitos) e Santa Cruz (Arruda). Mas mesmo assim resolveu erguer um novo estádio para a Copa das Confederações e para a Copa do Mundo do ano que vem. Prevista para ser entregue no início de 2013 com um gasto de R$ 530 milhões, a moderna Arena Pernambuco saiu apenas em maio e por R$ 680 milhões, sendo a última arena da Copa das Confederações a ser entregue. O estádio foi inaugurado oficialmente com um amistoso entre o Náutico, que pode ser o futuro dono da arena, e o português Sporting. Algumas críticas em relação a entrada e filas nas catracas foram relatadas, mas o gramado foi muito elogiado. Quanto a cidade, a maior preocupação é com a violência, algo que não é exclusividade do Recife, e sim de todo o Brasil.


O ESTÁDIO

Arena Pernambuco
Nome oficial: Itaipava Arena Pernambuco
Capacidade: 46.000
Recorde de Público: Náutico 1 x 1 Sporting Lisboa, 26.803 pagantes, em 22 de maio de 2013

NA COPA DAS CONFEDERAÇÕES

Grupo B: Espanha x Uruguai, dia 16 de junho
Grupo A: Itália x Japão, dia 19 de junho
Grupo B: Uruguai x Taiti, dia 23 de junho
 
A CIDADE

Recife
Área: 217,494 km²
População: 1,5 milhão
IDH: 0,797 (médio)
Atrações Turísticas: Praia de Boa Viagem, Marco Zero, Torre de Cristal e Rio Capibaribe.

Vista do Rio Capibaribe
A Praia de Boa Viagem
A Torre de Cristal
O Marco Zero de Recife



Fonte: Blog da Comunicação - BGC
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