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13 setembro 2013

Estruturas metálicas em shopping centers

O uso do aço como solução estrutural já é conhecido desde o século XVIII. Com o passar dos anos e o desenvolvimento do seu uso, a estrutura metálica se tornou a solução mais adequada para empreendimentos que exijam flexibilidade, leveza e estética.

Nos últimos anos, diversos empreendimentos novos ou de expansão empregam o aço, entre eles hospitai, universidades, empreendimentos comerciais e shopping centers.

Os shopping centers há muito já deixaram de ser apenas um centro de compras com lojas variadas, sendo também um importante local de encontro e lazer. Neste caso, além da questão estética, a principal razão para o uso do aço se dá pelo pouco prazo encontrado para fazer as ampliações ou reformas, sendo que o prazo de entrega pode ser reduzido em até 50% com o uso do aço.

Os arquitetos e engenheiros afirmam que o aço permite a construção de vãos e claraboias, dando maior iluminação natural, o que garante um ambiente mais confortável e sensação de bem-estar ao usuário. Além disso, as estruturas metálicas também permitem maior flexibilidade estética.

Do ponto de vista econômico, geralmente, esse tipo de sistema estrutural exige um maior investimento incial do empreendedor, porém, a longo prazo, o sistema construtivo em aço permite que haja uma boa economia em relação aos gastos de manutenção. Outro fator econômico imporatante está intimamente relacionado com o prazo de entrega da obra, pois como este sistema permite a execução da obra em tempo célere,a inauguração antecipada de um empreendimento comercial também se traduz em maior rentabilidade para o cliente.

Algo que conta de forma positiva para a escolha do aço está relacionado com o canteiro de obras, visto que não é necessária grande mobilização para tal. Isso é muito importante quando a obra está no centro de uma grande cidade, por exemplo, e não se pode fazer grandes intervenções para dispor um canteiro de obras. Os engenheiros e arquitetos, por sua vez, apontam casos em que a estrutura metálica foi a única alternativa para viabilizar a obra, já que não há espaço para canteiro de obras.

Na hora da contratação do serviço, há empresas que oferecem não apenas a fabricação das estruturas, mas também o desenvolvimento do projeto e dos cálculos, assim como os estudos de montagem.

Proteção das estruturas metálicas

Ao longo deo tempo, o mercado da construção civil aderiu a três métodos de proteção de estruturas metálicas.

Revestimento Intumescent: amplamente utilizado na Europa e EUA, é um material com a mesma aparência e acabamento das pinturas convencionais, no entanto, com propriedades que permitem a proteção contra o fogo por até 120 minutos. Ao entrar em contato com temperaturas superiores a 200º C, o revestimento intumescente se expande por múltiplas vezes o seu tamanho, protegendo o aço estrutural das temperaturas críticas de falência.

Argamassa projetada de alta e baixa densidade: material com aparência rugosa, fabricada a partir de materiais fibrosos e derivados rochosos como a vermiculita. É projetada sobre a estrutura metálica em espessuras que variam entre 1,5 a 2,5 cm. Protegem o substrato do calor por apresentarem baixa condutividade térmica. Não é recomendada para estruturas expostas pela aparência rústica que confere e fragilidade a impactos mecânicos.

Placas de silicato de cálcio: material gessado específico para estruturas metálicas, em formato de placas de 15 mm, são cortadas uma a uma nas medidas requeridas e envolvidas nas estruturas metálicas seguindo normas adequadas. Em alguns casos é necessário vedar as juntas entre as placas com materiais de firestop, para que a sua proteção seja efetiva em caso de incêndio. Por ocuparem espaços de áreas úteis e serem mais frágeis, não são recomendadas, por exemplo, em garagens ou áreas expostas a impactos mecânicos. O tempo de instalação também costuma ser maior, devido ao trabalho artesanal e de encaixe das placas.

Outras tecnologias: uma das alternativas para a proteção estrutural que surgiu no mercado há algumas décadas é o envelopamento com mantas resistentes ao fogo, além disso, há a pesquisa e desenvolvimento de estruturas metálicas produzidas com materiais e aditivos especiais, que permitem maior resistência ao fogo. Como essas alternativas ficaram muito custosas, raramente são utilizadas, alguns países como o Japão utilizam devido à ocorrência frequente de terremotos e furações, que testam as estruturas ao limite.

Cases

Um exemplo é o projeto do Frei Caneca Shopping, considerada a maior obra vertical em estrutura metálica da América Latina, com 60 mil metros quadrados de área construída, em um terreno de 7,6 mil metros quadrados, no centro de São Paulo. Se não fossem os sistemas industrializados, essa obra não teria acontecido.

Para se adequar, o canteiro de obras foi dividido utilizando o sistema fast-track, ou seja, cada setor possuía sua montagem independente. Além disso, havia um contingente bem menor de pessoas trabalhando na obra.

A solução encontrada para o solo também estava no solo. Utilizou-se o steel deck, uma espécie de pré-forma que não necessita de escoramento, recebendo posteriormente uma capa de concreto.

Dados da CSN indicam que cerca de 80% dos novos edifícios comerciais usam as chamadas divisórias DryWall - que é revestida por gesso.

Outro exemplo de obra é o Shopping Porto Itaguá, em Ubatuba. O propósito desta obra foi valorizar os espaços de uso coletivo, como a praça de alimentação, as circulações e os acessos, ou seja, essas áreas ocupam cerca de 1/3 do total construído, índice bem superior ao dos Shoppings convencionais. A solução encontrada pelos arquitetos foi utilizar estruturas metálicas e manta impermeabilizante.

Porém, as necessidades dessa obra diferiram muito daquelas vistas nos shoppings de São Paulo, pois é importante lembrar que este é um shopping com área reduzida e movimento sazonal, ou seja, para este projeto foi necessário fazer uma boa pesquisa para que fosse garantido um bom planejamento e projeto arquitetônico da obra.

Assim, o traço arquitetônico baseia-se na máxima abertura para o exterior, de modo a assegurar ventilação natural, privilegiando a vista para o mar, o que propicia a sensação de continuidade entre a rua e o interior do edifício.

Nessa obra, a escolha do aço esteve relacionada com os prazos curtos e pelos custos competitivos em relação ao sistema tradicional, além disso, foi a compatibilidade com a solução modulada do projeto que agradou os arquitetos.

Já para a obra do Flambo Flaboyant Shopping Center Artem, em Goiás, que teve a sua quarta expansão em 2007, onde foram feitas a construção do 3º andar do shopping, com ampliação da área de alimentação e mais cinemas, além de Parck Decking com 5 pavimentos , incluindo a Administração e o Heliponto,foram utilizadas 2.400 toneladas de estruturas metálicas. O consumo total de Steel Deck foi de 9.000 m² e 17.000 m² de Telhas Térmicas e Painéis Isotérmicos. Comprovando a eficácia, o requinte e a praticidade do aço neste empreendimento. Além disso, conta com uma passarela metálica com piso de vidro, interligando as duas alas comercias do empreendimento. A sua estrutura espacial é de aço tubular dimensionada para suportar sobrecarga de 500 kg/m².

Entretanto, os principais desafios encontrados foram executar toda a obra em 8 meses, sempre com o Shopping funcionando, com restrições de horário, barulho e espaço para trabalho; além dos reforços estruturais de pilares e fundações sem interromper as lojas atendidas; manter a estanqueidade do prédio; e atender a rigorosas normas de segurança.

Outra obra de sucesso foi o Salvador Shopping, construído com tecnologias inovadoras desde a fundação até o revestimento. É um dos maiores e mais modernos Shoppings do Brasil possui aproveitamento da água das chuvas, sistema de esgoto a vácuo, lâmpadas especiais contra raios ultravioletas, entre outros processos que visam a sustentabilidade.

A solução mista de aço e concreto foi a mais indicada por atender às necessidades de sobrecarga de 1000 kg/m² nas lajes.

A obra consumiu mais ou menos 5.000 toneladas de estrutura metálicas e 1.500 toneladas de Steel Deck teve o seu conceito estrutural baseado na criação de um pilar misto, composto de um perfil metálico de montagem (250x250 mm), que nasceria na cabeça do pilar de concreto armado (600x600mm), um metro abaixo da cota do piso da primeira garagem. O perfil metálico foi dimensionado de modo a permitir a montagem e concretagem de até dois pavimentos de lajes sem a necessidade da concretagem dos pilares metálicos. Sua função foi dar velocidade e precisão na montagem do vigamento metálico.

Bibliografia: Shoppings em estrutura de aço. Edson Modelski, Márcio André Borin. Universidade de Passo Fundo; CBCA; Proteção passiva em estruturas metálicas. Blog SCI; CPC Estruturas Metálicas.

Fonte: Obra24horas
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12 setembro 2013

Pisos de madeira de demolição: como escolher

A madeira de demolição é um material sustentável, charmoso e capaz de reforçar a sensação de conforto dentro de casa. No entanto, para usar o produto da melhor forma, é importante tomar uma série de cuidados no momento da escolha e levar em consideração todas as características do projeto. 

Diferentemente dos materiais novos e modernos que estão disponíveis no mercado de construção, a madeira de demolição apresenta vestígios impressos na sua superfície, como riscos, restos de tinta, variação de cor e veios profundos. 

Quem resolve revestir a casa com madeira de demolição está em busca de um acabamento rústico, capaz de resgatar as raízes do campo e deixar os ambientes mais aconchegantes. 

As madeiras de demolição normalmente são retiradas de casarões antigos, por isso os materiais nobres acabam assumindo tons escuros. A extração também acontece em trilhos de trem e postes de energia elétrica

Confira a seguir dicas para acertar na escolha dos pisos de madeira de demolição: 

- Na hora de escolher o piso de madeira de demolição, é importante observar a textura, o formato e a possível desagregação do material. Esta avaliação permite identificar diferentes problemas, como os furos provenientes de cupins. 

- Quando se trata de madeira de demolição, a peroba-rosa é a mais comercializada e a ‘queridinha’ entre os arquitetos. Ela é favorável por causa de sua estrutura única e veios lineares. A grande alteração na intensidade de cor e forma faz com que cada pedaço de madeira seja uma verdadeira obra de arte. 

- Se a casa tem crianças ou animais de estimação, os pisos com sulcos fundos não são recomendados. 

- Além da peroba rosa, as madeiras jatobá, ipê, jacarandá, peroba e angelim pedra também são recomendadas. 

- Antes de concluir a compra, o consumidor deve ter certeza de que madeira de demolição recebeu um tratamento adequado. Caso contrário, o material ficará vulnerável às pragas. 

- A madeira de demolição original possui furos de prego, ranhuras e outras imperfeições. 

- Existe a possibilidade de arrematar lotes fechados de madeira de demolição, mas o prejuízo com este investimento pode chegar a 30%. 

- O consumidor deve contratar um marceneiro de confiança, afinal, a instalação do piso de madeira de demolição requer habilidade. 

- A madeira de demolição é um material resistente, mas mesmo assim requer tratamento. Um produto indicado para o acabamento e manutenção é a resina à base de água.

Fonte: Obra24horas
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03 setembro 2013

CUB registra alta de 0,16% no custo da construção paulista em agosto

O custo unitário básico (CUB) da construção civil do Estado de São Paulo avançou 0,16% em agosto, ante julho, para R$ 1.094,71 por metro quadrado, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, o índice, que reflete a variação dos custos do setor e é usado nos reajustes dos contratos de obras, mostra alta de 6,82%. Em 12 meses, a expansão é de 7,35%.

Conforme o levantamento, em agosto, os custos com mão de obra subiram 0,07% em relação a julho. Já os custos das construtoras com material de construção avançaram 0,31%, na mesma base de comparação. Os salários dos engenheiros, por sua vez, indicaram estabilidade no período.

“No período, 15 dos 41 insumos da construção pesquisados variaram acima do IGP-M do mês, que ficou em 0,15%”, destaca o sindicato.

Fonte: Valor Econômico

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02 setembro 2013

Venda de materiais sustentou PIB da construção, diz FGV

As vendas de materiais de construção no varejo impulsionaram o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil em 2013, de acordo com Ana Maria Castelo, coordenadora de estudos da construção da Fundação Getulio Vargas (FGV). "O consumo das famílias está mostrando um dinamismo maior", disse.

A pesquisadora explicou que, apesar do quadro mais adverso da economia brasileira, a renda e o emprego ainda se mantiveram em bons níveis nos últimos meses, mantendo consistente a demanda por materiais de construção para reformas e ampliações domésticas. "O crédito para financiar a compra de materiais também tem um peso muito importante para incentivar a demanda", completou.

As vendas de materiais de construção no varejo cresceram 6,8% no primeiro semestre de 2013 ante o mesmo período de 2012, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mesmo período, o PIB da construção aumentou 1,4%. Já no segundo trimestre, houve alta de 3,8% em comparação com o primeiro trimestre deste ano e de 4,0% ante o mesmo intervalo de 2012, divulgou a instituição nesta sexta-feira, 30.

Ana Maria observou, por outro lado, que os níveis de atividade econômica no mercado imobiliário e nas obras de infraestrutura estão baixos. O número de trabalhadores empregados em obras residenciais e comerciais caiu 0,1% no primeiro semestre deste ano, pois as incorporadoras ainda estão terminando obras antigas, enquanto as obras novas estão sendo iniciadas em um ritmo mais lento. Já no setor de infraestrutura, o total de empregados aumentou 1,5%, o que mostra uma leve recuperação no ritmo de execução das obras públicas, segundo a pesquisadora.

Fonte: Exame.com
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29 agosto 2013

Setor de material de construção revê previsão para 2013

O ritmo mais fraco nos segmentos de infraestrutura levou a indústria de materiais de construção a reduzir a previsão de crescimento das vendas em 2013. Inicialmente, a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) trabalhava com expansão de 4,5% no ano. Agora, projeta alta de 4%, em um ajuste classificado pelo presidente da entidade, Walter Cover, como "nada desastroso". 

Apesar da revisão, as empresas têm mostrado otimismo crescente nos últimos meses. Segundo termômetro mensal da associação, após um "bom" mês em agosto - 56% das indústrias avaliaram dessa forma o desempenho das vendas -, 62% delas indicaram que acreditam na manutenção desses parâmetros em setembro. Em julho, esse índice havia ficado em 44%. 

Além disso, 74% das empresas de materiais de construção disseram em agosto que pretendem investir nos próximos 12 meses. Em julho, essa mesma resposta havia sido dada por 70% das indústrias. 

Responsável por cerca de 22% das vendas da indústria de materiais de construção no país, o setor de infraestrutura tem avançado em ritmo mais lento do que o esperado em razão do atraso em obras, sobretudo na esfera pública. Dificuldades para obtenção de licenciamento, entre outras, segundo Cover, têm postergado o início de obras e, consequentemente, a compra de materiais de base, como aço e cimento. 

Não à toa, em 2013, a Abramat vê expansão de 2,5% nas vendas desse tipo de material de construção, enquanto os itens de acabamento - como cerâmicas e tintas - deverão fechar o ano com crescimento de 5,5%. 

Esse descolamento já aparece nos números da indústria no acumulado até julho, período em que a taxa de expansão geral, na comparação anual, foi de 3,7%. No intervalo, as vendas de materiais básicos subiram 2,5% e, em 12 meses até julho, mostraram alta de 0,8%. Já em materiais de acabamento, a taxa de crescimento de janeiro a julho ficou em 5,8% e, em 12 meses, em 4,9%. 

Conforme Cover, enquanto o segmento de infraestrutura anda meio de lado em 2013, os negócios no varejo e no segmento imobiliário seguem acelerados. Responsável por cerca de 50% das vendas da indústria de materiais de construção no país, o varejo deve mostrar expansão de 7% neste ano. Já no segmento imobiliário, que contribui com aproximadamente 28% das vendas, o crescimento deve ficar entre 1,5% e 2%. 

Jogam a favor da indústria o câmbio - favorável às exportações -, a disponibilidade de crédito, o nível de emprego e a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que chegou ao seu quinto ano consecutivo. O pleito da indústria, neste momento, é por nova prorrogação para 2014 - conforme Cover, o setor está otimista e acredita que o governo poderá a anunciar a medida nas próximas semanas. 

Especificamente em julho, o faturamento total deflacionado das vendas de material de construção no mercado interno cresceu 3,3% frente ao mês anterior e 3,6% na comparação anual. Já o nível de emprego ficou praticamente estável, com alta de 0,1% em junho e queda de 0,9% na comparação anual. 

No segmento de materiais básicos, permanece o reflexo do menor ritmo do setor de infraestrutura. Em julho, as vendas cresceram apenas 0,7% ante o verificado no mesmo mês de 2012 - porém subiram 3,6% frente a junho. Por outro lado, as vendas internas de materiais de acabamento avançaram 7,8% em julho, frente ao mesmo mês do ano passado, e 2,8% ante junho. 

A percepção dos empresários quanto "ao ritmo na execução das obras das novas concessões em infraestrutura e ao estado geral da economia", conforme Cover, explica o fato de a maior parte das empresas, ou 71%, estar indiferente quanto às ações do governo para o desenvolvimento do setor no médio prazo. Em julho, 60% das empresas se declararam indiferentes. 

O nível atual de utilização da capacidade instalada da indústria é de 83%, 1 ponto percentual acima do índice verificado no mês passado.

Fonte: Valor Econômico
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28 agosto 2013

Crescem as vendas de materiais para construção pelo quarto mês consecutivo

Mesmo com as recentes notícias sobre a desaceleração da economia brasileira, o setor da construção civil continua demandando, em ritmo acelerado, as empresas de materiais para construção. Pelo quarto mês consecutivo, as vendas registraram crescimento real em comparação com igual período do ano passado.

Segundo dados revelados na última sexta-feira (23) pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), o setor vendeu 3,7% mais do que no mesmo período de 2012 e, nos últimos 12 meses, houve crescimento de 2,4%. Para o setor de aço, os números também são animadores. Segundo o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Produtos Siderúrgicos (Sindisider), as vendas de aços planos apresentaram alta de 11,2% em julho em comparação ao mês anterior, totalizando 366,8 mil toneladas contra 347,8 mil toneladas, respectivamente.

Ainda de acordo com o Sindisider, no acumulado de janeiro a julho deste ano, as vendas registraram um leve incremento de 0,3% contra o primeiro semestre de 2012, com volume total de 2,5 milhões de toneladas.

- O volume das vendas foi superior à previsão do Sindisider devido, dentre outros fatores, à presença de três dias úteis a mais em julho em relação ao calendário dos meses anteriores - explica o presidente do sindicato, Carlos Jorge Loureiro.

Fonte: Monitor Mercantil
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27 agosto 2013

Setor de materiais de construção eleva expectativa de investimento

As empresas de materiais de construção aumentaram o uso da capacidade instalada em agosto e elevaram a expectativa em relação aos investimentos previstos para os próximos meses, segundo pesquisa da Abramat.

A utilização atual da capacidade instalada é de 83%, acréscimo de 1 ponto percentual sobre o nível observado no trimestre anterior.

Em agosto, 74% das indústrias de construção disseram que pretendem investir nos próximos 12 meses, ante 70% em julho. No mesmo período do ano passado, a intenção era de 67%. 
Segundo o presidente da entidade, Walter Cover, as vendas para o varejo, que representam cerca de metade da receita do setor, devem crescer 5% em 2013. 

A pesquisa revelou que 62% das empresas acredita que as vendas continuarão boas no mercado interno em setembro. Em agosto, 56% das companhias avaliou o desempenho como bom. Em julho, o índice de satisfação foi de 44%. 

À Reuters, Cover afirmou que a indústria de materiais de construção não vê o avanço da inflação como uma ameaça para a disposição do consumo dos brasileiros, ainda que os combustíveis sejam reajustados no ano. 

"A inflação deve terminar o ano dentro da meta", afirmou, reforçando que o impacto do avanço do dólar contra o real ajuda as exportações, de um lado, e afeta o encarecimento de insumos essenciais para alguns segmentos, de outro, não implicando uma mudança de rumo para o setor.

Fonte: Exame.com
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20 agosto 2013

Vendas de materiais de construção crescem 3,6% ante 2012

Trabalhadores da Oderbrecht na construção do Itaquerão, na Zona Leste de São PauloAs vendas de materiais de construção subiram 3,6 por cento em julho em relação a igual período do ano passado, quarto mês consecutivo a apresentar avanço sobre 2012, afirmou nesta terça-feira a associação que representa a indústria no país, Abramat.

Na comparação com o mês imediatamente anterior, o crescimento foi de 3,3 por cento, enquanto no acumulado do ano as vendas no setor registram alta de 3,7 por cento.

A associação mantém a projeção de encerrar o ano com crescimento de 4 por cento.

"Para isso precisamos pleitear a ampliação do prazo da desoneração do IPI, que auxilia na aceleração dos projetos de infraestrutura. As ofertas de crédito imobiliário para reformas também vão auxiliar a indústria a atingir esse percentual", disse em nota o presidente da Abramat, Walter Cover.

No período de 12 meses encerrado em julho, o crescimento foi de 2,4 por cento, afirmou a Abramat.

Os empregos na indústria permanecem estáveis em relação a junho de 2013, com crescimento mínimo de 0,1 por cento, mas em relação a julho de 2012 houve queda de 0,9 por cento, segundo a associação.

Fonte: Exame.com
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15 agosto 2013

Concre House – Revolução no mercado da construção civil

O Brasil tem um déficit habitacional de oito milhões de moradias, e pra completar os custos da construção civil são altíssimos. O metro quadrado passou a custar R$ 924,21 em março de 2013. O custo dos materiais subiu 0,22% e chegou ao valor de R$ 457,60 por metro quadrado. Já o custo da mão de obra aumentou 0,14% e passou a custar R$ 407,43.

Um fator importante que incide diretamente nos custos da construção civil é a ineficiência nos sistema de produção das obras ocasionando perdas e desperdício. A origem das perdas pode estar no próprio processo de produção quanto nos processos que o antecedem, como fabricação de materiais, preparação dos recursos humanos, projetos, suprimentos e planejamento. Uma medida importante para reduzir as perdas é integrar o uso de tecnologias novas à construção civil, como o ERP Qualit Construção.

O método de construção com formas de resina termoplásticas modulares vem sendo desenvolvido há 12 anos pelo arquiteto e urbanista Claudio Barcellos. Em 2005, foi montado o primeiro protótipo no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-riograndense, e de lá pra cá, já foram construídos mais de 20 mil metros quadrados de residências nesse modelo, nas regiões de Pelotas, Porto Alegre e região Metropolitana de Campinas. 

O sistema possibilita obras em diversos padrões de acabamento com ganho de qualidade e durabilidade e é constituído de formas termoplásticas preenchidas por graut (concreto com pedrisco de brita), resistindo a uma sobrecarga 10 vezes maior do que a necessária conforme a NBR 16055 aprovada pela Caixa Econômica Federal. A tubulação hidráulica e elétrica é embutida no processo construtivo e o acabamento interno é revestido com massa fina nas paredes e no teto, piso e paredes cerâmicas nas áreas frias. 

O resultado é uma construção com rapidez e durabilidade muito maior do que o método construtivo convencional. 

Quem desenvolveu

Natural de Pelotas, o arquiteto e urbanista Claudio Barcellos, dedica-se a novas metodologias e técnicas para melhorar a construção civil no Brasil já há mais de 20 anos. Preocupado em sustentabilidade com baixo custo e facilidade na operacionalização, Claudio ganhou em 2001 o prêmio da CEF – Caixa Econômica Federal e IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil na categoria “Soluções alternativas para construções de baixo custo no Brasil” e continua incansavelmente a procura de novas metodologias junto á incubadora do Instituto Federal de educação, Ciência e Tecnologia Sul-riograndense.

Fonte: Maxpress
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14 agosto 2013

Construção prevê semestre melhor

A construção civil desacelerou no primeiro semestre, mas representantes do setor projetam alguma recuperação ao longo dos próximos meses. Walter Cover, presidente da Associação Brasileira de Materiais de Construção (Abramat), projeta avanço de 4,5% da produção de materiais de construção neste ano, o que embute perspectiva de aceleração em relação ao crescimento de 3,7% observado no primeiro semestre, sempre em relação a igual período do ano passado.

Em julho, as empresas afirmaram que as vendas devem ter ficado estáveis, de acordo com o termômetro do setor, divulgado mensalmente pela Abramat. "Mas isso significa que o setor deve ter mantido crescimento em torno de 4% no período, o que está longe de ser um desastre."
Parte da aceleração, segundo a entidade, se deve à expectativa de retomada dos projetos de infraestrutura, diante da perspectiva de aceleração das obras por causa das concessões de projetos para o setor privado e também em função da proximidade do ano eleitoral.

Já o mercado doméstico de cimento cresceu 4,4% em julho, ante igual período do ano passado. 
Em relação a junho, as vendas por dia útil avançaram 1,4%. Para o presidente do Sindicato Nacional das Indústrias de Cimento (Snic), José Olavo de Carvalho, as vendas devem ser maiores no segundo semestre, mas insuficientes para que o setor cresça os 5,5% estimados no início do ano. "Estamos revisando nossos números e a tendência é certamente de alta inferior a 4%", afirma. Cauteloso, Carvalho pondera que não deve haver redução do consumo de cimento no país, mas diz que, como o setor imobiliário dá sinais de perda de fôlego, o segmento passou a trabalhar com estimativas mais modestas.

Carvalho avalia que o início de obras de infraestrutura poderia contrabalançar o desaquecimento do setor imobiliário nos últimos meses, mas até agora esses projetos não começaram. "Esperamos que as concessões em algum momento aumentem as vendas do setor, mas até as obras se traduzirem em demanda efetiva vai algum tempo.

Fonte: Valor Econômico
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O Cobre na Arquitetura

Características singulares deste nobre metal permitem seu uso na cobertura e revestimento de edifícios, expressando durabilidade, desafio da forma, beleza estética, resistência à corrosão e sempre com significativa relação custo-benefício. 

Desde épocas remotas, o cobre vem sendo utilizado nas mais diversas atividades, tornando-se fonte permanente de estudos científicos e descobrimentos nas áreas da saúde e da tecnologia. Sua aplicação na construção de edifícios é cada vez mais difundida, marcando presença pela sua qualidade e tradição em instalações elétricas, hidráulicas, calefação, gás, refrigeração e captação da energia solar. 

Na arquitetura dos edifícios, o cobre está presente desde o início da era cristã, passando pela Idade Média, Renascimento, Idade Moderna até os dias atuais. Seus atributos e características técnicas singulares permitem seu uso na cobertura e revestimento de edifícios. Seu desempenho técnico e qualidades arquitetônicas se expressam principalmente pela durabilidade, pelo desafio de forma, pela beleza estética da coloração e pelos aspectos ecológicos, sempre com ótima relação custo-benefício. 

No Brasil o cobre vem sendo utilizado com presença marcante desde o início do século XX nas coberturas de edifícios institucionais, com destaque para o Teatro Municipal e o Supremo Tribunal de Justiça (RJ) e a Catedral da Sé, o Teatro Municipal e a antiga Escola Politécnica (SP). 

Aplicações 

• Revestimento de Coberturas - Planas, inclinadas, curvas, cúpulas e domos. 
• Revestimentos de Fachadas – Valoriza a arquitetura das fachadas dos edifícios pela textura, coloração e adaptação às mais variadas formas adotadas. 
• Calhas e condutores das Águas Pluviais - As calhas e condutores das águas pluviais das coberturas de edifícios devem ter grande duração e resistência à corrosão. Por isso o cobre é uma opção correta, com bom resultado técnico-estético. As possibilidades de desenho das calhas são inúmeras, permitindo uma integração harmoniosa com as edificações, adaptando-se a qualquer arquitetura. 
• Arquitetura de interiores - O cobre é utilizado com freqüência em revestimentos de interiores, tetos, paredes e portas. 
• Design - O cobre é usado com singular propriedade no design de peças ornamentais, equipamentos e utensílios domésticos, bem como em esculturas. Sua durabilidade, coloração e formas contribuem para a valorização do ambiente. 

Perguntas mais Frequentes 

1. Por que usar o cobre na arquitetura? 
Na história da arquitetura o cobre sempre foi utilizado no revestimento das paredes verticais, no recobrimento das coberturas e nas ornamentações, nos objetos decorativos e de uso doméstico. A opção por este metal se prende pela sua praticidade, higienização, durabilidade, facilidade de limpeza e baixa necessidade de manutenção. Os edifícios com cobertura em cobre se destacam e valorizam o patrimônio histórico edificado das cidades. 

2. Quais as vantagens do revestimento de cobre? 
Uma das principais qualidades das lâminas de cobre é sua nobreza. Suas principais vantagens são dadas por sua durabilidade, alta resistência à corrosão e facilidade de trabalho. Prova disso são as numerosas obras espalhadas pelo mundo, com séculos de antiguidade e que mantêm as mais variadas formas de coberturas devidamente intactas. 

O cobre também apresenta infinitas possibilidades de desenho e alta qualidade estética, sendo facilmente encontrado sob a forma de lâminas, o que permite aos arquitetos e outros profissionais do design elaborar desenhos com aspectos formais personalizados, abrindo um novo campo de desenho. 

3. Por que houve uma revalorização do uso do cobre nos revestimentos? 
Existe uma tendência mundial do uso do cobre para coroar ou arrematar os edifícios, garantindo-lhes personalidade, caráter e destaque na paisagem urbana. A tecnologia também participa da valorização do cobre como material de arquitetura, assim como sua versatilidade e a possibilidade de harmonizar cor, desenho e textura. 

4. O que é possível desenhar com o cobre? 
Existe uma grande variedade de desenhos utilizando lâminas de cobre dada a possibilidade de dobrá-las ou estampá-las, possibilitando seu uso em quatro áreas vinculadas aos revestimentos e proteções dos edifícios: 

1. Revestimentos de coberturas: planas ou curvas, arremates e elementos sobressalentes. 
2. Revestimentos verticais de fachada: painéis tipo muro cortina, revestimentos de fachadas externas e interiores. 
3. Acessórios de águas pluviais: calhas, condutores, caixas de captação e forros de proteção. 
4. Desenho de interiores: ornamentação, murais, objetos, portas, esculturas. 
5. É muito caro um revestimento de cobre? Comparado a outros revestimentos metálicos, o cobre tem um valor econômico inicial um pouco maior. Mas suas vantagens ao longo do tempo garantem uma ótima relação custo-benefício, compensando sua opção. 
6. Como se instala o cobre e sobre que tipo de superfície ele é aplicado? 

Em geral as lâminas de cobre natural, laqueadas ou patinadas nas suas várias espessuras são processadas tecnicamente nas coberturas ou revestimentos verticais e inclinados por meio de encaixes tradicionais com junta elevada simples ou com caibros de madeira, consistindo no sistema comprovado por sua forma mais prática de executar um revestimento de cobre. No entanto, existe também a possibilidade de telhas planas e estampadas sob os mais variados formatos. 

A superfície sobre a qual se coloca o cobre denomina-se "suporte-base", constituindo de um compensado de madeira autoclavado, com resina fenólica ou madeira maciça, tratada contra insetos xilófagos e material hidrofugante para resistir aos desafios da degeneração. Esta superfície deve ter planicidade e sem ressaltos no suporte-base para que as lâminas de cobre fiquem uniformemente assentadas e evitem imperfeições. 

Os revestimentos para coberturas envolvem trabalhos com mão-de-obra específica, vinculados às superfícies planas ou curvas, aos panos de paredes verticais ou inclinados, às soluções das captações das águas pluviais aos forros de proteção e ao desenho de interiores. 

7. Quais formatos e dimensões possíveis? 
No mercado há lâminas de cobre natural em tiras e chapas. Se forem em rolo, a largura vai até 610mm e a espessura até 3,17mm. Já as retas estão disponíveis com largura de 25 a 600mm e espessura de 0.30 a 3.17mm. 

8. O que deve ser feito para se obter outras cores? 
Há empresas locais e mão-de-obra especializada para a realização da pátina artificial, com ênfase para o cobre na cor verde-água. . 

9. Existe algum profissional no Brasil que presta assistência técnica? 
Atualmente o Procobre - Instituto Brasileiro do Cobre www.procobrebrasil.org presta informações técnicas e construtivas para projetar coberturas e revestimentos de edifícios com cobre. Quanto à instalação ou execução de obras de coberturas e revestimentos de paredes de edifícios, o Procobre mantém em seu cadastro diversas empresas especializadas nessa área.

Fonte: Metalica
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16 julho 2013

Produtos de aço ganham mais espaço na construção civil

Como um grande produtor de matéria prima, o aço tem sido cada vez mais produzido e aplicado em construções civis no Brasil e no mundo. De acordo com a World Steel Association (WSA), entidade que reúne produtores de aço de 63 países, a produção mundial de aço bruto avançou 2,6% em maio, na comparação com o mesmo mês de 2012, para 136 milhões de toneladas. Somente o Brasil, foram produzidas cerca de 3 milhões de toneladas de aço em maio de 2013 - uma expansão de 5,5% no volume produzido. Com tanta demanda, arquitetos e engenheiros estão optando cada vez mais pelo uso de materiais de aço nas construções. 

O gerente de Vendas da Ferragens Pinheiro e especialista no assunto, Vanderlei Ribeiro, aponta quais os principais motivos pela preferência do produto nas obras. “O material tem agradado arquitetos e consumidores por conta do perfeito acabamento, praticidade e potencial decorativo. Outros fatores como a versatilidade, leveza, resistência e durabilidade acabam sendo a preferência de muitos”, explica o gerente. 

A Ferragens Pinheiro, empresa revendedora de produtos de aço há mais de cinco décadas no Distrito Federal, acompanha essa expansão e conta com uma variedade de produtos de aço para todos os tipos de construção. “Trabalhamos com um mix de mais de 2 mil tipos de produtos industrializados e comercializados, e estamos com a expansão de uma segunda loja, tudo para conseguir atender a crescente demanda que tem surgido”, ressalta Vanderlei. 

Segundo a Associação Brasileira de Alumínio (ABAL), o consumo de produtos transformados de alumínio em 2013 deve crescer entre 3,6% e 5,4%, conforme o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB). A ABAL projeta também que o consumo de perfis extrudados de alumínio, cujo principal segmento consumidor é a construção civil, deverá crescer em média 9,6% ao ano até 2025. “Ao longo destes 53 anos no mercado de Brasília, a nossa demanda nas vendas não para de crescer, por isso, estaremos inaugurando nossa segunda filial no Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA), neste segundo semestre de 2013”, revela a diretora Executiva da Ferragens Pinheiro, Janine Brito. 

A empresária conta ainda que uma indústria está sendo montada para realizar diversos serviços com os produtos de aço. “Brevemente, os nossos clientes poderão aproveitar melhor os nossos serviços e produtos. Prevemos um crescimento de, no mínimo, 40% no faturamento da firma, em comparação ao ano passado”, conta Janine. 

Gerando mais de 150 novas contratações e ampliando o seu mix de produtos oferecidos com a nova loja, a Ferragens Pinheiro está entre as maiores do varejo na venda de materiais para aço no DF. “A Pinheiro está sempre atenta à globalização e aos avanços tecnológicos, modernizando o nosso maquinário e as suas instalações, além da capacitação e qualificação dos nossos funcionários”, finaliza a diretora. 

Sobre a Ferragens Pinheiro – Fundada em 1961 a Ferragens Pinheiro nasceu com o objetivo de comercializar ferro para a construção civil. A empresa, de base familiar, foi responsável por oferecer grande parte de materiais para a construção de Brasília. Com o passar dos anos, os serviços e materiais oferecidos foram se multiplicando e, atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de 2 mil tipos de produtos industrializados e comercializados. Localizada em Taguatinga, oferece, com a nova gestão, moderna estrutura e serviços diferenciados.

Fonte: Incorporativa
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Criação de Ambientes Virtuais 3D

Com o constante desenvolvimento e aumento da capacidade dos hardwares e softwares em processamento e armazenamento, é perfeitamente possível desenvolver cenários virtuais, ou maquetes em 3d como representação de construções físicas, prediais ou residenciais, ambientes decorados ou cenários. Essa facilidade passou a ser acessível com o simples uso de um equipamento doméstico, dotado de boa capacidade de armazenamento e processamento. Os softwares mais conhecidos do mercado são o 3D Max Design voltado especialmente para projetistas e arquitetos e o Sketchup desenvolvido pela Google. Estes aplicativos permitem ao usuário criar um projeto 3D a partir de uma planta baixa, que seria exatamente e proporcionalmente a representação de um projeto arquitetônico em linhas e dimensões, permitindo a compreensão do formato e detalhes do projeto. Para uma melhor representação visual compreensível a pessoas que não são da área técnica, as maquetes em 3d toraram-se uma necessidade representativa. Através de um cenário virtual, é perfeitamente possível para um leigo compreender dimensões e detalhes presentes em um projeto arquitetônico sem a possibilidade de enganos e erros no momento da aprovação de um projeto.

Os softwares criadores de cenários virtuais, além de permitirem um fotorrealismo e perfeição em detalhes, também possibilitam a criação de vídeos e animações, permitindo que mesmo antes de uma construção existir, possam ser vistos todos os detalhes do ambiente e a perfeita noção de dimensões do que será construído.

Outro fator muito importante é o cálculo de custos e materiais que serão necessários para um determinado projeto. Softwares como Revit, permitem realizar um cálculo preciso e exato de como será a aplicação e uso de materiais para a construção.

Com o aprimoramento da tecnologia utilizada por alguns softwares, também é possível simular um evento físico chamado de iluminação global, o qual, ao ser representado em um cenário 3d, nos permitirá um maior realismo em detalhes de uma cena. Além disso, também é possível simular materiais que temos no mundo real em cenários virtuais, alguns softwares conseguem inclusive elaborar uma paleta de materiais que simulam materiais existentes na vida real como vidro, madeira, concreto, asfalto, etc, permitindo a criação de cenários virtuais reais, dessa forma uma perfeita cópia da realidade física.

Portanto, hoje em dia é perfeitamente possível a qualquer profissional da área de arquitetura e construção, ter em mãos um projeto detalhado e preciso do que será sua obra, e apresentar ao um possível cliente uma noção exata disto.

Como exemplo de cenários virtuais em 3d, podemos encontrar algumas imagens representativas de ambientes 3d e maquetes 3d nos sites www.bussolavirtual.webuda.com e www.bussolavirtual3d.wordpress.com.

* Leonardo Bertolazzi é formado em Multimídia Digital e especialista em criação de materiais didáticos para cursos e treinamentos na área de computação gráfica. Atua como professor de softwares gráficos como After Effects e 3D Max há mais de 16 anos.

Fonte: Obra24horas
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Concreto arquitetônico alia beleza, praticidade e sustentabilidade

A Aliança Francesa no mundo inaugurou em maio, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, o seu primeiro prédio sustentável no mundo. A nova instalação do tradicional curso de idiomas atende à certificação ambiental brasileira AQUA (Alta Qualidade Ambiental) por utilizar um processo sustentável de gestão da construção, que privilegia o consumo racional de energia. 

Como parte do projeto, foi usado 85m² de aplicação do HydromediaTM, concreto arquitetônico com alta capacidade de drenagem de águas da chuva e de superfície, em duas áreas bem visíveis: entrada principal e acessos laterais. Com 20% de espaços vazios, o produto da Lafarge permite que a água atravesse o concreto criando um sistema de drenagem rápido e eficiente. A permeabilidade do concreto por m² é de 150 a 500 litros por minuto. A solução foi desenvolvida para aplicações externas, visando a drenagem rápida das águas de chuvas e tempestades. É ideal para ciclovias e passarelas para pedestres, pátios, quadras, decks de piscinas, calçadas, ralos e bueiros de calçamentos e jardins. O produto pode ser aplicado em várias cores, em harmonia com os mais diferentes materiais e especificidades de projeto, e permite a aplicação de pintura, como sinalização de piso, por exemplo.

Conheça mais sobre o produto e seu conceito na entrevista abaixo com o gerente de marketing de Concretos e Agregados da Lafarge Brasil, Rodrigo Kinsch.

Obra24Horas: O que é o Hydromedia?

Rodrigo Kinsch: O Hydromedia é um concreto de alta tecnologia que permite que a água ou outros líquidos fluam por meio dele a uma altíssima vazão, representando assim uma solução para questões ambientais e de engenharia. Além da questão tecnológica, o produto oferece uma alternativa estética bastante interessante, sobretudo para pisos.

Obra24Horas: Qual o diferencial desse produto e em quais lugares ele pode ser usado?

Rodrigo Kinsch: São várias as vantagens se aplicado em pisos, como ausência de poças e armazenagem de água. Ele ainda permite que ar e água alcancem as raízes da vegetação e dá um aspecto arquitetônico rústico, colorido e texturizado. Além de ser antiderrapante, ter um custo acessível, conforto térmico (não esquenta) e mitigação de 90% dos poluentes da presentes em pavimentos.

Ele pode ser usado em calçamentos, praças e pátios; áreas de jardins; decks de piscinas; quadras de tênis; canaletas de drenagem em pátios e estacionamentos, e pequenos estacionamentos.

Obra24Horas: Como é o acabamento do produto? E como é a sua aplicação?

Rodrigo Kinsch: O acabamento é rústico, mas extremamente agradável para caminhar. Andar de salto alto não é um problema. Para cadeirantes é uma solução antiderrapante que facilita a acessibilidade. 
O produto é aplicado por uma equipe própria, o que é fundamental para garantir a qualidade do produto final. 

Obra24Horas: Ele foi usado recentemente no primeiro prédio sustentável da Aliança Francesa, construído no Rio de Janeiro/RJ, que foi inaugurado no bairro de Botafogo, na capital carioca. Porque a Aliança Francesa optou pelo Hydromedia e como ele se encaixa em um produto sustentável?

Rodrigo Kinsch: Além de funcional e esteticamente bonito, o Hydromedia se adequa bem aos projetos arquitetônicos por ser moldado in loco, nos formatos e cores definidas. Em tempos em que as metrópoles sofrem com alagamentos devido à grande porcentagem de impermeabilização do solonosso produto apresenta uma grande alternativa. Além de permeável, o Hydromedia tem 20% de espaços vazios, que permite armazenar água nos locais onde o solo tem absorção mais lenta.

Obra24Horas: A Lafarge é uma empresa que preza pela sustentabilidade e destaca isso em seus produtos. Porque esse assunto é tão relevante para vocês?

Rodrigo Kinsch: A Lafarge está comprometida há vários anos com uma abordagem para o desenvolvimento sustentável. Toda a cadeia produtiva nas suas três linhas de produtos – Cimento, Concreto e Agregados, acontece sob o conceito de sustentabilidade e 50% de nossas pesquisas atualmente são dedicadas a temas relacionados à construção sustentável, como as emissões de CO2, eficiência energética, preservação de recursos naturais, proteção e segurança, conforto e qualidade de vida e custo de construção.

Com seus produtos e serviços, a Lafarge vem contribuindo para a construção de cidades melhores e mais sustentáveis para se viver em todo o mundo, há 180 anos. Cidades sustentáveis não são apenas aquelas que têm parques e jardins, ou que protegem o meio ambiente. São também locais duráveis, que resistem tanto à passagem do tempo, quanto aos desastres naturais. No caso de construções em locais propensos a terremotos, ciclones ou expostos à corrosão pela água do mar, podemos aumentar ainda mais a força e resistência do concreto com nossos produtos especiais de alto desempenho. 

Obra24Horas: Como você analisa a preocupação com o meio ambiente por parte das empresas de construção civil nos últimos anos? É algo que está crescendo a cada dia?

Rodrigo Kinsch: Sem dúvida, a questão da responsabilidade socioambiental é uma questão que vem ganhando cada vez mais atenção da indústria de construção civil no País. No caso da Lafarge, nossos compromissos para o futuro e nossa contribuição para uma sociedade sustentável estão explícitos nas Ambições de Sustentabilidade 2020, divulgadas em 2012, que incluem nove metas a serem alcançadas. Segue abaixo:

1. Reduzir em 33% as emissões de CO² por tonelada de cimento produzido comparado aos níveis de 1990;

2. Usar 50% de combustíveis não fósseis nas fábricas de cimento até 2020 (incluindo biomassa);

3. Ter 20% do concreto contendo materiais reutilizados e reciclados;

4. Chegar a zero fatalidade e praticamente eliminar os acidentes com perda de tempo com nossos empregados e contratados;

5. Ter 35% dos cargos de chefia ocupados por mulheres;

6. Dedicar 1 milhão de horas de trabalho voluntário por ano para projetos locais selecionados;

7. Desenvolver um plano para geração de empregos locais em 75% dos países onde a empresa está presente;

8. Facilitar o acesso a moradias sustentáveis e a preços acessíveis para 2 milhões de pessoas;

9. Gerar faturamento de € 3 bilhões por ano em novas soluções, produtos e serviços sustentáveis.

Obra24Horas: Na visão da empresa, essa preocupação tende a crescer e se tornar parte do dia a dia dessas empresas?

Rodrigo Kinsch: Entendemos que sim. Cabe a nós e outras empresas de porte liderar esse movimento, como fazemos há alguns anos com a divulgação pública das nossas Ambições de Sustentabilidade.

Obra24Horas: A Lafarge está investindo em algum novo produto sustentável? Qual é e quando deverá ser lançado no mercado?

Rodrigo Kinsch: No momento estamos investindo na sedimentação do Hydromedia, ainda uma novidade na maioria dos mercados, e na linha de concretos arquitetônicos Artevia. Este ano já lançamos a linha de argamassas estabilizadas, que oferecem como vantagem a redução do desperdício nos canteiros de obras, sem dúvida uma contribuição para a sustentabilidade das construções.

* Entrevista para a jornalista Érica Nacarato, redatora do Portal Obra24horas.

Fonte: Obra24horas
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15 julho 2013

Construção Civil consome até 75% da matéria-prima do planeta

O mercado da construção civil no Brasil está aquecido. É preciso adotar práticas que agridam menos o meio ambiente (Foto: Divulgação/ Lucas Conrado)De acordo com o professor Vahan Agopyan da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, a construção civil é responsável pelo consumo de 40% a 75% da matéria-prima produzida no planeta. Atualmente, o consumo de cimento é maior que o de alimentos e o de concreto só perde para o de água. Para cada ser humano, são produzidos 500 quilos de entulho, o que equivale a 3,5 milhões de toneladas por ano. Esses dados fazem da construção civil a indústria mais poluente do planeta.

"A diminuição no ritmo da construção civil significa deixar uma grande parcela da população mundial vivendo em situação precária", comenta. Investimentos em novas técnicas de construção, novos materiais e mão de obra mais qualificada podem diminuir o impacto da indústria nos próximos anos.

Por que polui tanto?

Agopyan destaca que o impacto da indústria no meio ambiente não está restrito à extração da matéria-prima. "Envolve tudo, desde a exploração da matéria até sua utilização e desmonte, que cria o entulho", comenta. Ele destaca que o grande porém da construção civil é que, ao contrário de outras indústrias, não é possível fazer uma miniaturização. "Com o passar dos anos, foram surgindo notebooks menores e mais leves. A construção civil não funciona assim. Uma ponte precisa ligar um lado ao outro de um rio", compara.

Além de consumir uma grande quantidade de materiais, a construção civil também causa impactos por sua franca expansão em grandes regiões do mundo, inclusive no Brasil. "Não podemos parar de construir casas, hospitais, melhorar os transportes", comenta.

Um dos grandes desafios da construção civil é diminuir o desperdício de materiais. "O Brasil, por exemplo, tem muito desperdício. A indústria da construção civil no país gasta muito mais do que Estados Unidos e Europa", comenta o professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) José Koz.

Ele defende que grandes programas de construção de casas promovidos pelo Governo Federal, como o Minha Casa Minha Vida, poderiam servir de laboratório para o desenvolvimento de novas técnicas que consumissem menor quantidade de matéria-prima. "O governo deveria estimular o uso de técnicas mais limpas. Deveriam testar novos materiais, com impacto menor", comenta Kós, que complementa: "A gente tem, aos poucos, uma necessidade de mudança por causa da exigência do mercado."

Mão de obra qualificada e técnicas de pré-fabricação

A construção civil experimenta cenários diferentes em regiões distintas do mundo. Enquanto no Brasil, China, Índia e outros países emergentes se encontra em expansão, em países desenvolvidos como os europeus e os Estados Unidos o setor passa por uma estagnação. "Eles investem mais em reformas de edifícios, pontes e estradas. A construção civil é mais focada na manutenção", conta Agopyan.

Os dois especialistas destacam que a diminuição do impacto da construção civil passa por dois pontos-chave: o primeiro é a maior qualificação da mão de obra. "As técnicas de construção exigem maior conhecimento. É preciso uma mão de obra mais preparada para elas", comenta José. Essa formação deve ser constante. Com uma exigência maior, especialmente no Brasil, é importante que essa reciclagem seja feita em grande escala.

O segundo ponto destacado pelos professores é o investimento na utilização de materiais pré-fabricados. "O ideal é fazer do canteiro de obras uma área de montagem, enquanto a parte mais pesada fica fora, em uma fábrica", comenta Koz. O material poderia ser transportado até o local onde a casa está sendo feita e montado já na posição correta. "A tendência é a utilização de materiais mais leves, como paineis de madeira, gesso cartonado e outros materiais de isolamento. Há ainda o surgimento de materiais compostos, leves e resistentes", destaca Koz.

A redução do impacto pela construção civil deve ser feita desde o planejamento: "Se não é possível parar de construir, o ideal é reduzir o consumo. Os arquitetos podem desenhar paredes e pilares mais finos e que exigem menos matéria-prima. Outra medida que ajuda é a reciclagem e reutilização dos materiais da obra", destaca Agopyan.

Consumo pós-construção

O impacto da construção civil no meio ambiente não se dá apenas no momento da construção de casas e edifícios, mas também na utilização dos mesmos. A energia gasta por aqueles que habitam e frequentam essas construções também determina o impacto que elas trarão ao meio-ambiente.

Agopyan destaca que o consumo de energia no Brasil é menor que em outros países por causa do clima. "Países do norte da Europa enfrentam problemas sérios relativos à climatização. Eles gastam muita energia para aquecer as casas e prédios", comenta. Ele destaca que, sendo o Brasil um país tropical, o gasto com climatização é menor, apesar de ser cada vez mais comum o uso de ar condicionado.

A climatização também pode ser melhor aproveitada no país, de acordo com José Kós. O especialista afirma ser pequena a preocupação com detalhes como esquadrias de portas e janelas. "Pensamos que a climatização é feita por ventilação. Na verdade, é preciso investir no isolamento das áreas resfriadas, para diminuir o consumo", comenta.

Fonte: GCiência
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11 julho 2013

Mão na massa: Piso artesanal

Desde a década de 30, os ladrilhos hidráulicos encantam com sua variedade de cores e opções de desenhos para ambientes rústicos. Seu uso nunca se perdeu, mas ainda há muitos assentadores que não conhecem os devidos cuidados de armazenagem e colocação das peças. Artesanais e muito sensíveis, elas são produzidas uma a uma. 

Os cuidados começam na armazenagem: precisam ser guardadas sobre paletes e sempre em local coberto. Isso evita que a umidade chegue à caixa de papelão e manche o material. Ao retirá-las da caixa, é importante posicionar da mesma forma que estavam dentro da embalagem - face a face -, para não riscar. 

Segundo Divo Picazio, da Dalle Piagge, ladrilhos hidráulicos são diferentes dos pisos cerâmicos por que são porosos. É preciso engrossar a massa de assentamento para regular a diferença de espessura entre as peças e evitar "dentes" entre elas. 

“O mesmo deve ser feito aplicando a argamassa, de preferência branca, para não manchar o ladrilho, sobre o contra piso e no fundo inteiro da peça. Os ladrilhos são assentados batendo as mãos fechadas, de leve, sobre elas. Não podem ser usados martelinhos de borracha, que craquelam a camada superficial de pintura”, explica.

A junta entre as peças é seca. Se durante a colocação respingar argamassa ou qualquer outro produto, a recomendação é limpar imediatamente com esponja e água limpa. “É para evitar manchas que recomendamos o uso de uma demão de resina acrílica semibrilho, com rolo de lã de pelo curto, sobre a face pintada do ladrilho, antes do assentamento”, diz.

Após o assentamento, os ladrilhos são limpos com água e sabão neutro, e mais duas vezes resinados. “Nunca utilize ácido, água sanitária, produtos para limpeza de pedras ou abrasivos. A resina, por outro lado, só é aplicada depois que as peças estiverem completamente secas”, alerta.

Fonte: Mapa da Obra
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