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26 setembro 2013

Arquitetura Brasileira marca presença em Frankfurt

Projeto conjunto com o Instituto Tomie Ohtake e a revista Monolito, a exposição apresenta os trabalhos de jovens e promissores nomes da arquitetura brasileira: Arquitetos Associados, BCMF Arquitetos, Carla Juaçaba, Corsi Hirano Arquitetos, Jacobsen Arquitetura, Metro, Nitsche Arquitetos Associados, Rizoma Arquitetura e Studio Paralelo. 

O evento tem a organização do Instituto Tomie Ohtake, em parceria com o editor da revista Monolito, Fernando Serapião, que levará uma edição especial do veículo. Com curadoria de Peter Cachola Schmal, Anna Scheuermann e Ricardo Ohtake, a exposição fica no DAM até 12 de janeiro de 2014.

Talentosos arquitetos da nova geração de nove escritórios de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre – daí o nome da exposição “Nove Novos” – são unânimes em afirmar que esta é uma oportunidade única para levarem parte da arquitetura brasileira para fora do País.

Pedro Nitsche, um dos convidados, diz que participar da exposição é algo inestimável, pois haverá troca de experiências e enriquecimento do diálogo em torno da Arte e Arquitetura, para que as ideias e os pensamentos floresçam. O presidente do escritório paulista Nitsche Arquitetos Associados levará para a Alemanha dois projetos: a Residência, em Iporanga, e o Edifício Comercial João Moura. Ele ressalta que experiências como essa são extremamente positivas e, portanto, um grande estímulo para a arquitetura brasileira.

O escritório paulista Corsi Hirano Arquitetos também estará na “Nove Novos” em Frankfurt, com os projetos do TRT Law Courts Complex e a AV Houses. Daniel Corsi salienta o prestígio e o compromisso envolvidos em acontecimentos desse porte.

“Acreditamos que a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável devam estar sempre presentes em nossos projetos. O reconhecimento e a oportunidade de representar a arquitetura brasileira são fatos muito importantes”, afirma. 

Os projetos Casa ML (Porto Feliz), Museu de Arte do Rio (MAR) e Casa JN habilitaram a participação do escritório carioca Jacobsen Arquitetura – com atuação em São Paulo – a juntar-se aos outros arquitetos convidados.

Os jovens profissionais do escritório mineiro Arquitetos Associados estão ansiosos para ampliar o debate em torno da cultura e da produção arquitetônica brasileira atual. Alexandre Brasil, André Luiz Prado, Carlos Alberto Maciel, Paula Zasnicoff e Bruno Santa Cecília formam a equipe responsável pelos projetos do Centro Educativo Burle Marx, Estúdios Terra e Pavilhão Miguel Rio Branco. 

“A arquitetura latino-americana recente tem provocado grande respeito por parte dos europeus. Há um forte interesse deles em avaliar a arquitetura moderna e os novos rumos da geração mais jovem”, observa Bruno Santa Cecília.

Outro representante das Minas Gerais é o escritório BCMF Arquitetos, responsável pelo projeto de remodelação do Mineirão, pelo Centro Nacional de Tiro Esportivo - PAN 2007 e pelo Projeto Bar Casa Cor. Bruno Campos está animado para participar. 

“Depois de muitos anos de crise no Brasil, com uma produção limitada e pontual, as condições do País parecem estimular e refletir na nova arquitetura local. Expor em Frankfurt é uma excelente oportunidade, porque o evento será um catalisador de intervenções de qualidade, de melhorias na infraestrutura, além de alcançar status internacional e acelerar a regeneração urbana”, avalia. 

O mineiro Rizoma Arquitetura também irá marcar presença em Frankfurt. Responsável pelos projetos Galeria Lygia Pape, Loja Botânica e restaurante Oiticica, o objetivo do escritório na exposição é mostrar que o Brasil está produzindo uma arquitetura jovem e com características próprias.

Luciano Andrades, arquiteto do Studio Paralelo, de Porto Alegre, salienta que iniciativas como a mostra “Nove Novos” são muito importantes, pois possibilitam que o trabalho de escritórios novos e emergentes fique conhecido no cenário nacional e internacional.

Idealizador do prédio CREA, da residência Xangrilá no litoral gaúcho e do MINIMOD, um protótipo de módulo mínimo habitável de 24m², Andrades e seus sócios Rochelle Castro e Silvio Machado estão ansiosos. 

“Em um país com tantos profissionais de alto nível, é uma honra fazer parte desse grupo e estreitar relações com os colegas”, afirma Andrades. 

A participação brasileira em Frankfurt tem a organização dos ministérios da Cultura e das Relações Exteriores, Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Fundação Nacional de Artes (Funarte) e Câmara Brasileira do Livro (CBL).

Fonte: Obra24horas
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27 agosto 2013

São Paulo tem construção entre as 18 mais sustentáveis do mundo

A cidade de São Paulo possui um dos dois empreendimentos escolhidos como um dos 18 projetos mais sustentáveis do mundo pelo Climate Positive Development Program, iniciativa da Fundação Clinton e do U.S Green Building Council. O Parque da Cidade, mega complexo com prédios residenciais, comerciais, shopping e hotel, em construção no Brooklin, zona sul, foi considerado referência internacional de desenvolvimento urbano e redução da emissão de CO2. O catarinense Pedra Branca Cidade Sustentável, da cidade de Palhoça, também faz parte da lista.

O Parque da Cidade, da Odebrecht, tem custo estimado em R$ 4 bilhões e deve economizar R$ 500 mil na sua fase de obras por conta de iniciativas sustentáveis, segundo a construtora. Construído em uma área de 82 mil metros quadrados, ele terá cinco torres corporativas, uma torre de salas comerciais, duas torres residenciais, um shopping center e um hotel. O empreendimento terá 22 mil metros quadrados de área verde, aberta 24 horas para o público. O complexo deve ficar pronto em 2019 e terá a circulação de aproximadamente 65 mil pessoas por dia.

O "canteiro de obras sustentável" do Parque da Cidade inclui um sistema de captação de energia solar, uso de lâmpadas LED e ar condicionado com sistema para economia de energia elétrica. Além disso, é feita a captação de água da chuva, que passa por um tratamento brando e é utilizada nos banheiros. Os sanitários têm um sistema de esgoto a vácuo, que promove economia de água. Durante os seis anos de construção do empreendimento, devem ser poupados 27.600 m³ de água e 20% de energia elétrica.

"O fato de dispormos de um grande terreno e bastante tempo de construção nos permitiu transformar o canteiro em um laboratório, experimentando conceitos sustentáveis a serem aplicados quando o empreendimento estiver pronto", explica o diretor de engenharia e construção da Odebrecht Realizações Imobiliárias, Eduardo Frare, responsável pelo projeto.

Ele afirma que o "canteiro sustentável" também tem o papel de educar as pessoas em relação a práticas que visam a economia de água e energia, além da destinação adequada de resíduos. "Temos um sistema de coleta de resíduos disponibilizado para a comunidade do entorno, onde as pessoas podem trazer seu lixo para fazermos a destinação correta, seja de óleo de cozinha, baterias, computadores, lixo orgânico." Em três meses, foram coletados 1,8 tonelada de resíduos.

No canteiro de obras, foi montada uma usina de concreto própria, com o objetivo de diminuir a circulação de caminhões pela cidade. A previsão é de que, durante os seis anos, sejam rodados 200 mil quilômetros a menos.

A iniciativa, no entanto, tem impacto na mão de obra. Com a adoção dessas medidas, o número de funcionários é reduzido de mais ou menos 4 mil para 2 mil. Para Frare, menos pessoas circulando no canteiros significa mais segurança. "Se obras já são incômodas para quem mora perto, imagine para quem está trabalhando lá, todo dia. Fora os transtornos causados por uma equipe grande em uma obra num espaço urbano - são 4 mil funcionários vindo de carro ou ônibus."

Os trabalhadores têm disponível um totem informativo, com dados sobre o consumo de água, energia e emissão de CO2 da obra. O dashboard também tem conexão com sites de órgãos como CPTM e SPTrans e traz informações sobre linhas de ônibus, metrô, trem, voos, horários de trânsito etc.

Medidas devem ser avaliadas

A engenheira civil Cilene Garcia, do grupo Eesc Sustentável da Escola de Engenharia da USP de São Carlos, focado em construções sustentáveis e áreas verdes, afirma que canteiros desse tipo são, de fato, uma tendência, mas nem todas as iniciativas de sustentabilidade são simples de serem adaptadas e requerem uma avaliação.

"O reuso de água, por exemplo, envolve questões normativas complicadas, porque aquela água captada pela chuva só pode ser usada para alguns fins, em que não haja o risco de uma pessoa consumi-la", explica Cilene. Ela acrescenta que nem sempre essa medida é rentável porque implica no custo adicional de bombeamento da água, que gasta energia, e no uso de tubulações diferentes e separadas. "Se a obra não vai durar bastante tempo, não se justifica fazer isso, porque o gasto não vai ser diluído."

Em relação à usina de concreto própria, a engenheira diz que essa é uma prática comum em obras grandes, em que há bastante espaço. "Até porque a empresa economiza gastos com gasolina e evita que os caminhões fiquem parados no trânsito." Sobre os painéis de energia solar, Cilene afirma que a captação é muito baixa e supre apenas a iluminação, que não chega a 1% dos gastos do canteiro. "O interessante é captar energia suficiente para usar com os equipamentos, que demandam alta potência e proveriam uma economia maior, mas seriam necessários mais painéis e, logo, mais espaço."

As iniciativas sustentáveis em um canteiro de obras podem ser, no entanto, variadas. Cilene conta, por exemplo, que nas obras do grupo da Escola de Engenharia, têm sido utilizadas telhas recicladas para o fechamento da construção, em vez de chapas compensadas (tapumes de madeira comumente usados para cercar obras). "Apesar da telha ser mais cara, ela dura mais tempo e pode ser usada outras vezes, enquanto a chapa é jogada fora e vira resíduo."

Fonte: O Estado de São Paulo

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13 agosto 2013

Programa "Mais Engenheiros"? Um erro, de acordo com categoria.

EngenheirosAinda no olho do furacão com a polêmica criada pela importação de profissionais por meio do Programa Mais Médicos, a presidente Dilma Rousseff já estuda a possibilidade de comprar briga com outra categoria: a dos engenheiros. 

Importantes ministros estariam tentando convencer a presidente de que trazer de fora profissionais especializados ajudaria a solucionar a dificuldade dos municípios para a realização de projetos, que são necessários para o repasse de verbas federais.

Mas, assim como no caso dos médicos que realizaram protestos em todo o país após o anúncio do programa, a presidente deve se preparar para o descontentamento dos engenheiros caso leve a proposta adiante.

A Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) manifestou sua posição contrária à proposta. “A medida, como solução à falta de quadros técnicos nas prefeituras brasileiras, constitui um equívoco e não se justifica”, afirmou em nota o presidente da entidade, Murilo Celso de Campos Pinheiro.

Já o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), diz não “fazer objeção à entrega de registro aos profissionais estrangeiros”, mas faz ressalvas em relação à medida. “Se houver falta de profissional, nada mais justo do que o país buscar estrangeiros. Mas se não há falta, primeiro nós vamos garantir o emprego para os profissionais do Brasil”, afirma o presidente do órgão, José Tadeu da Silva.

Embora a categoria admita que a demanda por engenheiros em certas áreas seja maior do que a oferta, não é consenso que uma política de importação de profissionais seria a solução para o problema.

De acordo com o professor Vanderli de Oliveira, diretor da Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge), hoje a profissão no Brasil “não deve a ninguém”. “Nossa realidade é de exportação de profissionais qualificados. Não faz sentido importar. Uma política de retorno desses nossos engenheiros seria muito mais eficiente”, afirma.

Segundo Oliveira, para melhorar a situação no país seria necessária uma política mais ampla de investimento. “O governo teria que promover a fixação dos bons profissionais, investir na capacitação dos já formados e também nas estruturas das escolas”, diz.

Para o diretor da Abenge, a falta de incentivos também é um problema. “Se o setor público está pagando tão pouco que não atrai nossos próprios engenheiros, não adianta trazer gente de fora. Isso só atrairia profissionais de má qualidade e seria um atraso para o país”, completa.

De acordo com dados do Confea, hoje o país possui 1.051.945 engenheiros com registro profissional ativo. Destes, 1.019 foram concedidos a profissionais formados no exterior e que tenham revalidado o diploma no Brasil.

Fonte: Exame.com
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20 junho 2013

Brasileiro já é o 6º maior comprador de imóveis em NY

O interesse do brasileiro por imóveis em Nova York (NY) vem crescendo e em 2012 o País ocupou a sexta colocação entre os estrangeiros que mais compraram unidades na cidade americana, segundo estudo da consultoria de pesquisas em mercado imobiliário Hibou/Zapt. Com crescimento de 21% na compra de imóveis em NY, a cidade passou a ser a terceira mais buscada por brasileiros, ficando atrás de Miami e de Orlando. De acordo com Leo Ickowicz, proprietário da imobiliária Elite International Realty, que atua nos Estados Unidos há 20 anos, a maior procura está nos imóveis na faixa de US$ 1 milhão.

"Cresceu muito a procura por Nova York porque a cidade sempre esteve na cabeça do brasileiro que deseja ter um apartamento nos Estados Unidos. O que eu sinto é que o brasileiro está tirando cerca de 20% do seu patrimônio e dolarizando isso. Então, por que não dolarizar de uma maneira que se possa usufruir?", avaliou Ickowicz. O empresário aponta que o brasileiro faz a aquisição pela valorização do dólar e por não existir mais áreas onde Manhattan possa crescer, o que tende a fazer com que o preço do imóvel continue valorizando. Em 2012, foram vendidos, no total, 10.508 imóveis em na cidade, segundo a Hibou/Zapt, sendo que 179 deles foram comprados por brasileiros. Em 2011, esse número era de 10.161 imóveis comercializados, sendo 147 deles para investidores do Brasil.

"A procura maior está nos apartamentos na faixa de US$ 1 milhão. Os imóveis de um quarto e sala, bem localizados em Manhattan, custam em torno de US$ 1 milhão. Uma pessoa rica que quiser investir US$ 1 milhão e usufruir do investimento vai atrás desse imóvel", completou.

Apesar do crescimento na busca de brasileiros por imóveis em NY, o empresário não acredita que o País suba nesse ranking nos próximos anos. "Acho que manteremos esse ranking. NY tem uma competição muito grande da Europa, China, Coreia do Sul, Índia. Estão bem divididos esses compradores", afirmou.

A maioria (63%) dos imóveis adquiridos por brasileiros são studios (imóveis de até 40 metros quadrados). O comprador que busca este imóvel são aqueles que vão à cidade para trabalhar e buscam um produto com praticidade. "Existe uma variedade de brasileiros buscando esses imóveis. Algumas pessoas que possuem US$ 200 mil ou US$ 250 mil já conseguem investir fora do País. Muitas vezes, com esse valor aqui no Brasil ele não compra algo bom, mas lá (nos EUA) ele já consegue um apartamento. Todos os locais do Brasil hoje possuem pessoas com potencial para fazer esse investimento nos Estados Unidos", afirmou Leo. Outros imóveis mais procurados são os que têm metragem entre 110 a 140 metros quadrados - com dois ou três dormitórios. Nesta faixa, o preço da venda parte de US$ 3,8 milhões. Um imóvel de luxo de 440 metros quadrados é avaliado em US$ 30 milhões.

O empresário diz que a tendência é de que o brasileiro que compre um imóvel para usufruir e busque outro para investimento ficando, na prática, com duas aquisições. Muitas vezes isso é feito para quitar as despesas com um dos imóvel fora do País. Segundo Ickowicz, o brasileiro consegue essa renda adquirindo um imóvel comercial com contrato de aluguel já fechado. "O investimento é feito em imóveis que já possuem contrato de aluguel assinado por 20 anos. Em média, esse contrato de aluguel dá o rendimento de 7% ao ano (um imóvel de US$ 1 milhão rende US$ 70 mil ao ano), além de valorizar 5% no mesmo período", explica. Ele afirma que, com este lucro, o brasileiro consegue pagar viagens, alimentação e gastos da manutenção de seu imóvel residencial. De acordo com ele, os brasileiros com casa em território americano viajam atualmente de quatro a cinco vezes por ano aos EUA.

Investimento mais vantajoso

Leo Ickowicz acredita que atualmente é mais vantajoso comprar um imóvel nos Estados Unidos do que no Brasil. Segundo ele, a tendência é de que o valor dos imóveis no Brasil caia nos próximos anos, já que o valor está próximo do teto. "Atualmente, é mais vantajoso adquirir um imóvel nos EUA. Acredito que o preço do imóvel tenda a cair no Brasil porque já subiu muito nos últimos anos. Lá ainda existe essa tendência de alta no valor por conta da queda de preços no início da crise financeira mundial. Além disso, comprar o imóvel nos EUA é manter sua poupança de dólares valorizada", disse.

Ickowicz afirma ainda que o brasileiro está ampliando a procura para outros países. "Hoje, temos brasileiros procurando imóveis em Portugal, na Espanha e na França", disse. Contudo, ele não projetou de quanto será o crescimento da procura de brasileiros por imóveis fora do País. "Para 2013 não temos uma estimativa por causa de inúmeras variáveis, como por exemplo, a situação econômica do Brasil".

Fonte: Terra
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17 junho 2013

Em que pé estão os estádios faltando 360 dias para a Copa

Há pouco menos de 1 ano da Copa do Mundo, o ideal era que essa galeria tivesse menos fotos de obras e mais imagens de estádios prontos. 

Das 12 cidades-sedes, metade só vai ter os espaços prontos no segundo semestre de 2013. No caso de Manaus, Natal, Porto Alegre e São Paulo, a inauguração dos palcos do Mundial de futebol de 2014 está prevista para dezembro. Além de torcer pelo Brasil, é bom torcer para que dê tudo certo.

Visite aqui os estádios da Copa e saiba dados como lotação, custo e data de entrega (fornecidos pela Fifa e pelo Portal da Copa, do Governo Federal) – além das últimas notícias relativas a cada um deles.

Mineirão
Estádio Governador Magalhães Pinto, o MineirãoLocal: Belo Horizonte (MG)
Lotação: 57.483 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 695 milhões
Entrega: Show da banda Jota Quest em 21/12/2012 (entrega dentro do prazo)
Últimas notícias: Torcedores terão 300 ônibus à disposição para chegar ao estádio durante a Copa das Confederações, já que circulação de carros particulares no entorno não será permitida.

Mané Garrincha
Brasília e Brasiliense jogam a Final do Candangão 2013 no Mané GarrinchaLocal: Brasília (DF)
Lotação: 68.009 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 1,01 bilhão
Entrega: Brasília x Brasiliense em 18/05/2013 (5 meses de atraso)

Arena Pantanal
Obras na Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Local: Cuiabá (DF)
Lotação: 42.968 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 518,9 milhões
Entrega: Outubro de 2013 (10 meses de atraso)

Arena da Baixada
Obras na Arena Pantanal, em Cuiabá (MT)
Local: Curitiba (PR)
Lotação: 41.456 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 234 milhões
Entrega: Julho de 2013 (1 mês de atraso)

Castelão
Dilma inaugura o Castelão
Local: Fortaleza (CE)
Lotação: 58.704 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 518,6 milhões
Entrega: Show do cantor Fagner em 16/12/2012 (entrega dentro do prazo)

Arena Amazônia
Obras na Arena Amazônia em maio
Local: Manaus (AM)
Lotação: 42.374 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 583,4 milhões
Entrega: Dezembro de 2013 (1 ano de atraso)

Estádio das Dunas
Arena das Dunas, o estádio da Copa em Natal (RN)
Local: Natal (RN)
Lotação: 42.086 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 417 milhões
Entrega: Dezembro de 2013 (entrega dentro do prazo)

Beira-rio
Em Porto Alegre (RS), Beira-rio em obras para 2014
Local: Porto Alegre (RS)
Lotação: 48.849 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 330 milhões
Entrega: Dezembro de 2013 (1 ano de atraso)

Arena Pernambuco
Inauguração da Arena Pernambuco com partida entre operários
Local: São Lourenço da Mata (PE)
Lotação: 42.849 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 500,2 milhões
Entrega: Jogo entre operários em 20/05/2013 (5 meses de atraso)

Maracanã
Maracanã será palco da final da Copa
Local: Rio de Janeiro (RJ)
Lotação: 73.531 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 882,9 milhões
Entrega: Brasil x Inglaterra (jogo amistoso) em 2/06/2013 (6 meses de atraso)

Fonte Nova
Arena Fonte Nova à noite
Local: Salvador (BA)
Lotação: 52.048 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 591,7 milhões
Entrega: Cerimônia com Dilma em 05/04/2013 (5 meses de atraso)

Itaquerão
Arena Corinthians, vulgo Itaquerão
Local: São Paulo (SP)
Lotação: 65.807 pessoas
Custo até dezembro de 2012: R$ 820 milhões
Entrega: Dezembro de 2013 (entrega dentro do prazo)

Fonte: Exame
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10 junho 2013

Brasil é líder da América Latina em construções "verdes"

O Brasil ocupa o primeiro lugar na América Latina no ranking de construções sustentáveis, enquanto em nível mundial o País aparece em quarto lugar, perdendo apenas para Estados Unidos, China e Emirados Árabes, segundo um estudo divulgado em São Paulo.

O ranking da certificação Leed (Leadership in Energy & Environmental Design) foi realizado pela ONG GBC Brasil (Green Building Council Brasil).

De acordo com o conselho, a preocupação com a sustentabilidade na construção civil vem crescendo no país, principalmente com relação às obras para a Copa de 2014. Atualmente, todos os estádios da competição estão em processo de certificação pelo selo Leed.

Uma construção sustentável é caracterizada pelo uso racional dos recursos, com aproveitamento da água da chuva e tratamento do que for utilizado na obra. Além disso, também estão entre os itens que conferem o selo a reciclagem de produtos, reutilização de materiais e a destinação correta de resíduos.

Após a construção, os empreendimentos ainda podem ser considerados sustentáveis com a utilização de luminárias e sistemas de ar condicionado com maior eficiência, entre outros. De acordo com ou diretor técnico e educacional do GBC Brasil, Marcos Casado, 720 empreendimentos estão em processo de certificação no país e outros 100 já receberam a identificação.

Para ele, as empresas vêm buscando esse reconhecimento tanto em função da preocupação com o ambiente como também pela redução de custos. Segundo ele, inicialmente a despesa com a obra pode ser de 0,5% a 7% maior do que o normal.

Porém, a longo prazo, reduz-se de 8% a 9% o custo operacional médio; em 30% o consumo de energia; de 30% a 50% o consumo de água; e de 70% a 80% os resíduos que vão para aterros sanitários.

— Cerca de 21% de toda a água tratada do país é utilizada hoje na construção civil, e a aplicação de medidas de sustentabilidade pode reduzir em até 50% esse consumo nos empreendimentos.

O GBC acompanha todo o projeto do empreendimento, desde a escolha do terreno à construção e operação, avaliando o desempenho em todos os períodos. Depois, o local também pode obter a certificação para operação e manutenção.

Apesar da boa colocação, os números de empreendimentos certificados representam menos de 2% do mercado de construção civil do país. Nos Estados Unidos, este percentual é de 10% a 15%.

A estimativa da ONG, no entanto, é de que até o final do ano o Brasil chegue ao terceiro lugar no ranking mundial de construções sustentáveis. Residências também estão buscando certificação, e já existem nove projetos em andamento no país.

Em grandes construções, a maioria dos empreendimentos certificados estão em São Paulo, mas também há grande representatividade em Rio de Janeiro, Paraná, Distrito Federal, Ceará e Rio Grande do Sul. Em relação à madeira certificada, o Brasil é o 5º colocado no mundo e o líder na América Latina em área total certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council).

O selo FSC é um sistema de garantia internacionalmente reconhecido que atesta a procedência da madeira certificada que acrescenta valor às edificações. De acordo com o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), haverá um aumento de 67% no consumo da madeira amazônica certificada FSC nos próximos três anos no país.

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Relações com Investidores, realizada em 2012, apontou que a emissão de relatórios de sustentabilidade já é feita por 62% das companhias nacionais. Outra pesquisa de 2012, feita pela National Geographic Society em 17 países, indica que o consumidor brasileiro é o terceiro mais consciente, perdendo apenas para os indianos e chineses.

Fonte: R7
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07 junho 2013

Brasil é o quarto país entre os que mais concentram construções sustentáveis

No ano em que a luta contra o desperdício ganhou o topo da agenda ambiental internacional, o mercado brasileiro busca mais um degrau no ranking mundial de construções sustentáveis. Hoje, o Brasil ocupa o quarto lugar entre os países que mais concentram edificações feitas a partir de critérios ambientalmente adequados. Os Estados Unidos reúnem o maior número de empreendimentos em análise, seguidos pela China e pelos Emirados Árabes Unidos.

Mais de 720 projetos brasileiros aguardavam a certificação internacional, conferida pela organização não governamental internacional chamada Green Building Council (GBC), responsável por estimular as construções verdes no mundo. Pelo menos 99 edificações no país detêm o selo. A expectativa do governo e da indústria de construção é chegar a 900 projetos para análise da organização até o final do ano.

Caso consiga atingir a meta, o Brasil ocupará a terceira posição na lista dos países com mais edificações ambientalmente projetadas. A construção civil é responsável por alto consumo de recursos naturais e utiliza energia em larga escala, de acordo com números do Conselho Internacional da Construção. Mais de 50% dos resíduos sólidos gerados por atividades humanas são oriundos do setor.

"O conceito de construção sustentável está amadurecendo e se consolidando dentro da cadeia produtiva da construção civil”, avaliou Wagner Soares, gerente de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).

Para alcançar esse status, engenheiros e arquitetos precisam observar uma série de pré-requisitos e medidas, como a redução do consumo de energia e a prioridade às condições de luminosidade natural e de lâmpadas de baixo consumo, além do uso de aparelhos eletrodomésticos mais econômicos (indicados pelo selo Procel).

“A reforma ainda é um tanto complicada e o custo ainda não é muito baixo. Você tem um aumento de 15%, em média, do custo da construção quando trabalha com sustentabilidade e isso coloca em risco o valor do investimento”, destacou Soares. Pelas contas do GBC Brasil, esse gasto, que já foi 30% superior ao de obras convencionais, pode significar uma diferença de até 5%.

Wagner Soares destacou que existe uma tendência de diminuição dos gastos ao longo do tempo. A expectativa é que as pessoas adotem, cada vez mais, sistemas ambientalmente sustentáveis. Soares ponderou que o maior investimento ainda impede que esses projetos representem uma realidade frequente no país.

O governo federal, por sua vez, desenvolve ações para estimular programas ambientalmente sustentáveis. O Ministério do Meio Ambiente disponibiliza cursos pela internet sobre procedimentos que podem ser adotados para adequar prédios públicos a esses sistemas de sustentabilidade.

O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida começou há dois anos, com a obrigatoriedade do uso de energia solar em todos os novos empreendimentos destinados às famílias com renda máxima de três salários mínimos. A etapa incluiu 2 milhões de residências, das quais 1,2 milhão para famílias com renda máxima de três salários mínimos.

Técnicos do governo informaram que existem diversas linhas de financiamento para beneficiar esses projetos. Procuradas pela Agência Brasil, as principais instituições financeiras públicas – Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) - não apontaram qualquer crédito criado especificamente para essa finalidade. Os projetos podem ser beneficiados por linhas de crédito que já existiam.A Caixa Econômica Federal não deu informações sobre o assunto.

Fonte: Agência Brasil - Empresa Brasil de Comunicação
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21 maio 2013

Demolição mais longa do mundo de uma ponte

Mais um recorde mundial para a China, a demolição mais longa de uma ponte. 
O viaduto demolido localizava-se na cidade de Wuhan e tinha um comprimento de 3,5 quilômetros.  

Assista o vídeo da reportagem do Telegraph onde se documenta a demolição:


Fonte: Engenharia e Construção
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