Mostrando postagens com marcador Economia Verde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Economia Verde. Mostrar todas as postagens

03 dezembro 2012

Empresários paulistas mostram plano para impulsionar construção civil na próxima década

Empresários paulistas entregaram hoje (3) a representantes das três esferas de governo um plano para impulsionar a construção civil nos próximos dez anos. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) avalia que, para garantir o crescimento do setor nos próximos anos, é necessário superar gargalos da cadeia produtiva. O Programa Compete Brasil propõe mudanças na área de planejamento e gestão, segurança jurídica, fonte de recursos, mão de obra, tributação e eficiência produtiva.

Para José Carlos de Oliveira Lima, vice-presidente da Fiesp, os financiamentos habitacionais concedidos pelo Programa Minha Casa, Minha Vida, por exemplo, precisam oferecer condições que facilitem a aplicação dos investimentos. “Este ano foi o que menos cresceu [construção civil] em comparação com os anos anteriores. Nós tivemos problema de acomodação estrutural na área de habitação e infraestrutura. Houve um financiamento muito rápido. Tanto o governo, quanto a iniciativa privada, não estavam preparados para esse crescimento”, avaliou, durante a décima edição do Construbusiness.

A construção civil acumula, até o terceiro trimestre deste ano, crescimento de 2%. No ano passado, o setor cresceu 3,4%, segundo o último resultado das Contas Nacionais Trimestrais, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Eu acredito que no ano que vem, só na cadeia produtiva da construção, nós vamos crescer 4,5%”, projeta o vice-presidente. Ele destaca que parte do crescimento do setor foi impulsionado pela oferta de crédito imobiliário por meio de programas do governo federal, como o Minha Casa, Minha Vida.

De acordo com o Compete Brasil, a construção civil representa 8% do Produto Interno Bruto (PIB) e é o quarto setor que mais emprega no país. Estima-se que a cada R$ 1 milhão gerados pela construção, 70 pessoas são contratadas, aponta a federação.

Durante o evento, o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, anunciou que amanhã (4) será comemorada a marca de 1 milhão de unidades entregues e 2 milhões de contratos assinados no Minha Casa, Minha Vida. “São benefícios não só para a cadeia produtiva da construção civil, também são gerados muitos empregos, além de investimento em saneamento básico”, disse, acrescentando a contribuição da construção civil para o enfrentamento da atual crise econômica.

Entre as propostas formuladas pelos empresários, no campo dos aspectos institucionais e jurídicos, está a necessidade de agilizar os processos de registro de imóveis em cartórios. Para a Fiesp, os governos são responsáveis por cobrar níveis de qualidade e atendimento. Nesse sentido, a entidade propõe um ranking dos cartórios, elencando os melhores para que sirvam de parâmetros para os demais.

É também objeto de preocupação dos empresários, a falta de funding (fonte de recursos) nos próximos dois ou três anos. “É uma questão para o futuro, mas é preciso tomar providências agora. Precisamos da ampliação de títulos para habitação e precatórios.”

Em termos de mão de obra, a Fiesp estima que as iniciativas do empresariado para capacitação técnica dos trabalhadores poderia ser recompensada por meio da concessão de créditos tributários para qualificação. Em relação ao custo produtivo, a entidade propõe, por exemplo, reduções no valor do gás natural.

Fonte: Portal EBC
Continue Lendo ►

27 novembro 2012

Após cinco meses consecutivos de queda, a atividade da construção civil ficou estável

Após cinco meses consecutivos de queda, a atividade da construção civil ficou estável em outubro, segundo Sondagem da Indústria da Construção, divulgada na segunda-feira 26/11/2012 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador de nível de atividade registrou 50,1 pontos, pouco acima da linha divisória dos 50 pontos - resultados acima dos 50 pontos apontam aumento da atividade. Em setembro, o índice estava em 49,2 pontos, e em outubro de 2011, em 50,3 pontos.

Apesar da estabilidade do indicador, o cenário ainda não indica recuperação, avalia a CNI. O índice de nível de atividade em relação ao usual ficou em 47,3 pontos, ante 47 pontos em setembro e 48,3 pontos em outubro de 2011. Foi o sexto mês consecutivo em que o indicador ficou abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que indica desaquecimento da indústria da construção.

A Utilização da Capacidade Operacional (UCO) ficou em 70% em outubro, repetindo o resultado de setembro. Desde abril, esse índice permanece praticamente inalterado. O indicador de número de empregados ficou em 49,6 pontos, ante 48,8 pontos em setembro e 51 pontos em outubro de 2011.

O indicador das expectativas dos empresários do setor para os próximos seis meses caiu para 55,2 pontos em novembro, ante 57,4 pontos em outubro, o menor nível da série história da pesquisa, iniciada em dezembro de 2009. Em novembro de 2011, o indicador estava em 56,2 pontos.

A CNI avalia que essa queda nas expectativas é resultado da adequação das empresas a um novo cenário de crescimento mais lento e gradual, o que pode levar os empresários a readequar seus planos futuros de investimento.

A pesquisa foi feita entre os dias 1º e 14 de novembro, com 465 empresas da indústria de construção de pequeno, médio e grande portes.

Fonte: MSN.Estadão
Continue Lendo ►

14 setembro 2012

Rio cria certificação para construções verdes

As políticas públicas que promovem padrões mais sustentáveis no setor da construção civil ainda são muito tímidas no País. Durante Conferência do Greenbuilding Brasil, o secretário de Urbanismo da prefeitura do Rio, Sérgio Dias, lamentou o fato de que as leis brasileiras não especifiquem incentivos para o setor imobiliário sustentável e estejam baseadas apenas em exigências e obrigações. Para ele, os incentivos fiscais acelerariam o processo de tornar a construção civil do País mais verde.

Construir empreendimentos aderindo a tecnologias e práticas ambientalmente mais corretas acaba saindo mais caro, afirma Dias. Por isso, explica, é necessário o estímulo. Segundo ele, um edifício construído de maneira mais sustentável custa de 20% a 25% a mais do que uma edificação comum. Para o secretário, o consumidor final já se interessa por empreendimentos verdes, mas nem sempre quer ou pode pagar uma diferença tão elevada de preço. "Os benefícios fiscais é que podem ajudar a reduzir essa diferença", diz.

Entre as iniciativas para enfrentar a situação, Dias cita o Qualiverde, da prefeitura do Rio, que prevê, após a análise do projeto da obra, a concessão do selo verde.

Empresas do setor de construção podem inscrever programas que estão sendo licenciados. Eles serão analisados nas seguintes áreas: gestão de água, eficiência energética e projeto. Os que atingirem o mínimo de 70 pontos vão receber o selo Qualiverde. Chegando à pontuação 100, o empreendimento recebe o Qualiverde Total.

De posse da certificação, os projetos das construtoras poderão obter redução de até 50% (categoria Qualiverde) ou isenção do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) - categoria Qualiverde Total - e descontos no Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e no Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). Dias garante que esses benefícios chegam não só ao construtor, como também ao consumidor. "A redução do IPTU após o habite-se e do ITBI, por exemplo, ajudam diretamente ao morador."

Além dos benefícios fiscais, os projetos aprovados vão receber prioridade de apreciação. "A partir do momento em que receber o selo, o empreendimento terá um prazo máximo para receber o licenciamento, dando agilidade ao processo", explica Dias.

O Projeto Qualiverde aguarda agora aprovação da Câmara Municipal do Rio de Janeiro. "Mas nenhum vereador vai negar algo assim", diz Dias, confiante. Segundo ele, já existe interesse por parte de diversos empreendimentos e um projeto já foi até aprovado. O primeiro empreendimento que recebeu o selo Qualiverde é o da Vila dos Atletas, local onde ficarão hospedadas as delegações dos países que participarão das Olimpíadas de 2016. De acordo com o secretário, serão mais de 45 prédios e 2 mil metros quadrados construídos de acordo com os padrões Qualiverde. A certificação só será válida depois da publicação do decreto.

Fonte: Terra
Continue Lendo ►

14 agosto 2012

Construção civil reformula produtos para elevar ecoeficiência


No ano em que diversos países se reuniram na Rio+20 para discutir a “Economia Verde”, o mercado brasileiro de construção civil mostra que essa não é uma preocupação nova. Com crescimento estimado em 5,2% pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (SindusCon-SP), o setor vem investindo em produtos com novas composições para garantir um desenvolvimento mais sustentável e atender a uma demanda crescente por produtos com diferenciais ambientais.

A tecnologia tem sido uma forte aliada no lançamento de produtos que buscam preservar os recursos naturais e ao mesmo tempo trazer mais agilidade e qualidade para as construções. 
Neste cenário, o plástico se apresenta como uma fonte de soluções para o setor.

“A construção civil é uma área de importância estratégica para o desenvolvimento do País e que se mostra em constante desenvolvimento desde o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento, Programa Minha Casa Minha Vida e com a vinda da Copa do Mundo e das Olimpíadas para o Brasil. Para apoiar esse crescimento, apostamos na expansão de nosso negócio e no consequente aumento do fornecimento de matéria-prima”, afirma Marcelo Cerqueira, vice-presidente da Unidade de Vinílicos da Braskem.

Menos entulho

O PVC, já muito usado na construção para a produção de tubos e conexões, começou a ganhar aplicações diferentes. Em novembro do ano passado, Global Housing, DuPont e Braskem firmaram parceria inédita para lançar no mercado brasileiro um novo conceito para construção residencial e comercial usando como base o PVC.

Apresentada como Casa de Concreto PVC, a tecnologia representa uma forma inovadora e rápida para construir, em escala industrial, diferentes tipos de edificações. O sistema proporciona a redução em perdas por entulho e desperdício de materiais, como a madeira, muito utilizada na construção civil. Economia no consumo de água e energia na obra e elevado ganho de produtividade são também vantagens do produto.

Outros fatores que se destacam neste sistema são a rapidez na construção, sendo possível erguer uma casa com acabamento completo em até uma semana (pelos métodos tradicionais é necessário um período de 90 dias), durabilidade, facilidade de limpeza e conservação e baixa manutenção.

Alternativa

As telhas também estão sendo produzidas com o PVC. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries.

Frente às variações de temperatura, sua estabilidade estrutural e de cor são superiores às telhas convencionais. Além disso, o produto é ambientalmente correto, já que o PVC é totalmente reciclável e pode ser uma alternativa mais ecoeficiente em relação a outros materiais.

Origem renovável

O mundialmente reconhecido plástico verde, polietileno produzido pela Braskem a partir do etanol de cana-de-açúcar, também fez sua estreia no mercado da construção neste ano. O produto está sendo utilizado pela Tigre na fabricação da nova linha de grelhas, que passa a ser chamada de Grelha Ecológica Tigre. A resina também é utilizada desde novembro de 2011 nos cabos elétricos Afumex Green. Produzidos pela Prysmian, são os primeiros cabos ecológicos do mundo.

O plástico verde tem como principais características ser de fonte renovável e absorver CO2 da atmosfera - gás causador do efeito estufa - durante o seu processo produtivo. Para cada tonelada do plástico produzida, até 2,5 toneladas de CO2 são retirados da atmosfera.

Saneamento

O plástico também está sendo usado para conferir mais agilidade e qualidade em obras de saneamento pelo Brasil. Os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, estão sendo produzidos com tecnologia moderna, tornando as tarefas de instalação e manutenção mais simples, econômicas e ecologicamente corretas.

Uma das características dos poços de visita de polietileno linear é a durabilidade, já que possuem excelente resistência a quebra sobre pressão e resistência de impacto. Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.

“Nosso portfólio de produtos lançados nos últimos anos demonstra o trabalho incansável de nosso Centro de Tecnologia e Inovação para se manter à frente das tendências do mercado e encontrar soluções inteligentes e sustentáveis para contribuir com os desafios dos nossos clientes”, disse Luciano Guidolin, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da Braskem.

Fonte: Obra24horas
Continue Lendo ►

19 julho 2012

PAC da mobilidade vai investir R$ 7 bilhões em 75 municípios


A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta quinta-feira (19) um investimento de R$ 7 bilhões em cidades de pequeno e médio porte por meio do PAC da Mobilidade (Programa de Aceleração do Crescimento voltado para obras de mobilidade urbana).

Segundo a presidente, 75 municípios, com número de habitantes entre 250 mil e 700 mil, serão contemplados. Governos e prefeituras já podem enviar as propostas para que o Planalto faça a seleção.

A expectativa da presidente Dilma é movimentar a economia das pequenas e médias cidades, estimulando o setor de construção civil.

- É uma contribuição que as cidades darão, numa perspectiva de médio prazo, para que haja uma melhoria nas condições de vida. Ao mesmo tempo, é, sem sombra de dúvida, uma demanda sobre a construção civil, vai gerar emprego, vai gerar melhorias nas cidades. 

A presidente explicou que serão priorizados projetos em fase avançada de elaboração, para garantir agilidade na conclusão das obras. Outro critério será beneficiar aqueles que gerarem maiores efeitos sobre a população das 75 cidades.

Flexibilização das licitações 

Assim com as obras do PAC, os projetos contemplados com o recursos do PAC da Mobilidade também serão realizadas pelo RDC (Regime Diferenciado de Contratação), que dá maior flexibilidade às licitações, para que os processo sejam realizados de forma mais rápida.

O PAC Mobilidade é a parte do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo que cuida dos projetos de transporte público dentro das cidades. Em abril, o Planalto anunciou o programa para grandes cidades, que injetou R$ 32 bilhões em projetos de mobilidade em locais com mais de 700 mil habitantes.

Fonte: r7.com
Continue Lendo ►

22 maio 2012

Construção civil reformula produtos para elevar ecoeficiência



No ano em que diversos países se reunirão, na Rio+20, para discutir a “Economia Verde”, o mercado brasileiro de construção civil mostra que essa não é uma preocupação nova. Com crescimento estimado em 5,2% pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo), o setor vem investindo em produtos com novas composições para garantir um desenvolvimento mais sustentável e atender a uma demanda crescente por produtos com diferenciais ambientais.
A tecnologia tem sido uma forte aliada no lançamento de produtos que buscam preservar os recursos naturais e ao mesmo tempo trazer mais agilidade e qualidade para as construções. Neste cenário, o plástico se apresenta como uma fonte de soluções para o setor.
“A construção civil é uma área de importância estratégica para o desenvolvimento do País e que se mostra em constante desenvolvimento desde o lançamento do Programa de Aceleração do Crescimento, Programa Minha Casa Minha Vida e com a vinda da Copa do Mundo e das Olimpíadas para o Brasil. Para apoiar esse crescimento, apostamos na expansão de nosso negócio e no consequente aumento do fornecimento de matéria-prima”, afirma Marcelo Cerqueira, vice-presidente da Unidade de Vinílicos da Braskem.
Menos entulho
O PVC, já muito usado na construção para a produção de tubos e conexões, começou a ganhar aplicações diferentes. Em novembro do ano passado, Global Housing, DuPont e Braskem firmaram parceria inédita para lançar no mercado brasileiro um novo conceito para construção residencial e comercial usando como base o PVC.
Apresentada como ‘Casa de Concreto PVC’, a tecnologia representa uma forma inovadora e rápida para construir, em escala industrial, diferentes tipos de edificações. O sistema proporciona a redução em perdas por entulho e desperdício de materiais, como a madeira, muito utilizada na construção civil. Economia no consumo de água e energia na obra e elevado ganho de produtividade são também vantagens do produto.
Outros fatores que se destacam neste sistema são a rapidez na construção, sendo possível erguer uma casa com acabamento completo em até uma semana (pelos métodos tradicionais é necessário um período de 90 dias), durabilidade, facilidade de limpeza e conservação e baixa manutenção.
Alternativa
As telhas também estão sendo produzidas com o PVC. Além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos, leveza e durabilidade, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries.
Frente às variações de temperatura, sua estabilidade estrutural e de cor são superiores às telhas convencionais. Além disso, o produto é ambientalmente correto, já que o PVC é totalmente reciclável e pode ser uma alternativa mais ecoeficiente em relação a outros materiais.
Origem renovável
O mundialmente reconhecido plástico verde, polietileno produzido pela Braskem a partir do etanol de cana-de-açúcar, também fez sua estreia no mercado da construção neste ano. O produto está sendo utilizado pela Tigre na fabricação da nova linha de grelhas, que passa a ser chamada de Grelha Ecológica Tigre. A resina também é utilizada desde novembro de 2011 nos cabos elétricos Afumex Green. Produzidos pela Prysmian, são os primeiros cabos ecológicos do mundo.
O plástico verde tem como principais características ser de fonte renovável e absorver CO2 da atmosfera - gás causador do efeito estufa - durante o seu processo produtivo. Para cada tonelada do plástico produzida, até 2,5 toneladas de CO2 são retirados da atmosfera.
Saneamento
O plástico também está sendo usado para conferir mais agilidade e qualidade em obras de saneamento pelo Brasil. Os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, estão sendo produzidos com tecnologia moderna, tornando as tarefas de instalação e manutenção mais simples, econômicas e ecologicamente corretas.
Uma das características dos poços de visita de polietileno linear é a durabilidade, já que possuem excelente resistência a quebra sobre pressão e resistência de impacto. Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.
“Nosso portfólio de produtos lançados nos últimos anos demonstra o trabalho incansável de nosso Centro de Tecnologia e Inovação para se manter à frente das tendências do mercado e encontrar soluções inteligentes e sustentáveis para contribuir com os desafios dos nossos clientes”, disse Luciano Guidolin, vice-presidente da Unidade de Poliolefinas da Braskem.

Fonte: Tribuna

Continue Lendo ►